Ausentes

Ismaél Wandalika: Poema ‘Ausentes’

Soldado Wandalika
Soldado Wandalika
Imagem criada pela IA do Gemini -
Imagem criada pela IA do Gemini

No silêncio no tempo que circula as ondas
‎Corpos ébrios  com as luzes dos altares
‎Invadem o calendário dos prazeres
‎…No Alvorecer vivenciaram suas mortes
‎Abriram-se na virada anunciaram seus intentos na roda dos sabores…

‎Ausentes

‎Conectados ao radar de sua existência pálida
‎Bebem o amargo fel que dança no inferno de sua boca
‎Reprimem o novo cenário no púlpito
‎Mas, casam-se e degustam-se de cada detalhe no oculto…

‎Ausentes
‎Embriagados com o vinho do sacrifício
‎Degolam as vozes na órbita do destino
‎Desfilam o sacramento nas bandejas do ópio Negligenciando o verso que detona-os!

‎Confessam suas ofensas em tom de ironia
‎Denotam suas mentes em controvérsia com Justiça!

‎Vivem Longe de suas vidas Fraudulentas
‎A família silencia a malicia de suas línguas
‎Esconde na mensagem que nutre a imagem que o povo visualiza…

‎Na calçada adentram na manta
‎Derreado perderam-se no meio da trilha
‎Emitem sons extintos em suas ondas…

‎Ausentes
‎Seus filhos crescem na prensa do abismo
‎Distantes do vínculo afetivo…


‎Ausentes…

Soldado Wandalika

Voltar