A arte e a ética

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

‘A arte e a ética’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
Imagem criada por IA do Grok
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A relação entre a Arte e a Ética apresenta, pelo menos, duas correntes, segundo as quais: a Arte tem o direito de ser imoral; a Ética deve ser moral. Entretanto, e numa perspetiva eclética, há os que defendem que a Arte é amoral.

Afirmar a amoralidade da Arte, provavelmente, comporta dois aspetos que são: negar, pura e simplesmente a possibilidade de uma relação ético-estética e afirmar que a imoralidade se dissolve no cadinho da Arte. 

No primeiro aspeto: nega-se, implicitamente, a ação formativa da Arte no sentido vivo, amplo, de formação de gerações inteiras, pelo contato direto com as grandes manifestações artísticas; no segundo aspeto, a Arte transformaria tudo em que toca, e então o mais fétido lodo surgiria transformado em oiro. 

Tratar o elemento estético à maneira de realidade de coisa, é tratá-lo como matéria de que o artista se serve. O artista, como tal, escolhe o que exprime, exprime o que pensa. Mas o artista pode ser moral ou imoral, mas desta situação nada se conclui para a Arte.

O preceito dado ao artista, numa perspetiva de amoralidade da Arte, destina-se a dar-lhe plena liberdade de ação ou é desnecessário? A amoralidade só pode ser preceito negativo se condicionar o passo do artista, de contrário só o liberta de uma condição prévia, ou seja, de um preceito.

A Arte jamais pode ser vista, exclusivamente, pela perspetiva da eticidade, na medida em que se pode encontrar o belo numa qualquer manifestação de Arte, seja ela moralmente condenável ou não. A Beleza abstrai-se, distingue-se e aprecia-se naquilo que ela nos toca de mais profundo, no nosso juízo de gosto, pois quem não admira um nu do Éden, quem não se maravilha com um óleo da maternidade? 

A Arte e a Ética jamais se confundem, ou se condicionam, muito embora se entenda como bela uma boa ação moral, no entanto, tal beleza é de natureza abstrata, inefável e, nesse campo, poderemos relacionar a Arte e a Ética defendendo, então, que toda a atividade humana, logo e também a atividade artística, se deve conformar às leis da moral e deve ser orientada no sentido do fim último do homem, que é Deus.

Daqui não será líquido concluir que o artista tenha sempre em vista a glorificação de uma virtude, porque na alma dos espetadores a emoção estética, que o artista sentiu pela produção de tal obra, é manifestamente patente, sendo por meio desta emoção estética que a Arte se realiza, e inspira virtude, porque na verdade a emoção estética desapega a alma de tudo o que é pequeno e mesquinho, elevando-se à contemplação de Deus, fonte de toda a Beleza.

Obviamente que a Arte é um refúgio, onde o homem encontra repouso das suas preocupações vitais, porque faz nascer nele o sentimento de admiração, desenvolve a simpatia, produz o respeito, contribui para uma melhor educação individual e coletiva e, nesse sentido, se pode afirmar que um país sem Arte, é um país sem cultura, porque as obras de Arte mostram-nos o que de mais perfeito foi feito, num determinado país, durante uma época bem definida.

Naturalmente que na Arte, a que me venho referindo, tem pleno cabimento e justificação uma breve alusão à literatura, porque pela expressão escrita, o seu autor, coloca a sua sensibilidade, os seus sentimentos, a sua análise acerca do tema que aborda, deixando para os leitores a interpretação que entendem e que, em certas matérias, poderá ser muito subjetiva, tal como o autor, quantas vezes, também não consegue fugir a essa inevitabilidade.

BIBLIOGRAFIA

DUCASSÉ, P., (s.d.). As Grandes Correntes da Filosofia. 5ª Ed. Lisboa: Publicações Europa-América

HADJINICOLAOO, N., (1978). História das Artes e Movimentos Sociais. Lisboa: Edições 70

MARCUSE, H., (s.d.). A Dimensão Estética. Lisboa: Edições 70

PLAZAOLA, Juan, (1973). Introdución a la Estética. Madrid: Biblioteca de Autores Cristianos

SCHILLER, Johann Christoph Friedrich von, (s.d.). Cartas Sobre a Educação Estética da Humanidade. Buenos Aires: Ed. Aguilar.

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Livro das afirmações

Afirmações poderosas para uma vida mais equilibrada

Livro das afirmações
Livro das afirmações

Carla Righi é daquelas pessoas que espalham luz por onde passam.

Carla Righi
Carla Righi

Paulistana de 56 anos, astróloga e terapeuta, ela reúne em sua trajetória estudos em psicanálise, filosofia e até astrofísica, sempre movida pelo desejo de compreender melhor o ser humano e a vida.

No “Livro das Afirmações”, Carla convida os leitores a mergulharem em uma experiência transformadora: o contato com os cinco elementos da natureza e a forma como eles operam em cada pessoa.

Mais do que uma abordagem teórica, a autora apresenta um caminho prático de consciência e ativação desses elementos, ajudando a criar uma sintonia mais madura, saudável e equilibrada no dia a dia.

De forma simples e cheia de otimismo, Carla mostra que as palavras também têm poder, e que as afirmações positivas podem abrir espaço para mudanças profundas, trazendo mais clareza, leveza e bem-estar.

Com sua escrita vibrante, a astróloga e terapeuta revela que o equilíbrio entre corpo, mente e espírito é possível e acessível a todos.

Este livro é um convite para olhar para dentro, despertar a consciência e viver de maneira mais plena, em harmonia com a natureza e consigo mesmo.

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LIVRO DAS AFIRMAÇÕES

SINOPSE

Ao conversar com as estrelas de maneira consciente, abrimos espaço para a sincronicidade, permitindo que os desígnios cósmicos se manifestem em nossa jornada terrena.

Essa sintonia com o cosmos é o catalisador para uma vida mais plena e intencional.

A cada palavra proferida com intenção, a cada alinhamento buscado com os princípios universais, desvendamos caminhos para a cura genuína, para a restauração do equilíbrio interior e, fundamentalmente, para o encontro com a essência e o propósito eterno de nossa alma.

É nesse compasso com o Universo que a vida se revela como uma obra de arte, consciente, criativa e profundamente significativa.

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Livro das afirmações
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Aves de rapina

Ivete Rosa de Souza: Conto ‘Aves de rapina’

Ivete Rosa de Souza
Ivete Rosa de Souza
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Levantou-se da cama, espreguiçou, sem dor, pronta para iniciar a rotina. Ultrapassou a porta do quarto, mas não chegou à cozinha, adorava um café fresquinho pela manhã.

A neta a encontrou no chão, o rosto pálido, a boca parecia ter um leve sorriso, daqueles que, enfim, encontraram a paz verdadeira. Chamou por ela:

— Vovó, continua dormindo? Colocando a mão em seu braço, a pele fria denunciava o inevitável. Correu para o telefone.

— Mãe, acho que a vovó faleceu, venha para cá.

E vieram outros, um procurou por documentos, outros se havia dinheiro escondido, com a premissa de pagar o funeral.

— Quem vai ficar com a casa? — perguntou o mais velho dos filhos.

 — Isso é hora de abordar essas coisas? Disse a mãe da menina, com os olhos marejados.

A menina, sentada num canto, chorava baixinho, nunca presenciara a morte tão perto. Quem será o próximo? O cão uivava, deram um empurrão, o pobre animal queria ver a dona, ignoraram. Só desgraça nessa família.

 — Ainda bem que a mãe não vendeu a casa como sempre falava.  — disse o mais novo. E aí, vai rolar uma vaquinha para enterrar a velha? – insistiu.

O camburão chegou.

Ivete Rosa de Souza

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9ª edição da FLAUS

A 9ª edição da FLAUS (Feira do Livro e Autores Sorocabanos) já tem data marcada e as inscrições GRATUITAS para participação estão abertas!

Logo da FLAUS
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É escritor independente? Inscreva-se na FLAUS! Além de vender seus livros, você pode participar de:

✔ lançamentos

✔ sessão de autógrafos

✔ rodas de conversa

✔ mesa de debates

✔ oficinas

✔ palestras

A 9ª edição da FLAUS (Feira do Livro e Autores Sorocabanos) já tem data marcada e as inscrições GRATUITAS para participação estão abertas! 🎊

Atenção: contamos com dois links de inscrição, um para venda de livros e outro para proposta de ação (oficinas, palestras etc.) para compor a programação da feira. Você pode preencher apenas um ou os dois links, dependendo do seu interesse.

⚠️ Inscreva-se gratuitamente até dia 15/10.

A feira irá acontecer nos dias 12, 13 e 14 de dezembro no Sesc Sorocaba.

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Reflexões sobre a definição de Literatura

Renata Barcellos

‘Reflexões sobre a definição de Literatura’

Renata Barcellos
Renata Barcellos
Capa do livro ‘Poesia Visual’ Entrevistas & Práticas pedagógicas

A literatura (do latim littera, que significa ‘letra’) é uma das manifestações artísticas do ser humano, assim como a música, a dança, o teatro, a escultura, dentre outras. Ela é objeto de estudo de vários pesquisadores e teóricos no sentido de definir o que pode representar. E, nas últimas semanas, está no centro das discussões por causa de considerações divergentes sobre o que abrange esta área do conhecimento.    

A princípio, é um termo abrangente. Muitos entendem tudo sendo literatura. Dessa forma, como classificar os textos diversos: literário e não-literário? Há de se mencionar o impasse de conceitos norteadores da literatura: os termos ficção e invenção. Ficção refere-se a narrativas, obras artísticas ou criações da imaginação humana, que não são baseadas em factos reais ou na realidade. Pode manifestar-se em diversos meios, como livros, filmes, séries de televisão, peças de teatro e videojogos. Exemplos comuns incluem a ficção científica (ao explorar conceitos científicos e tecnológicos) e outros géneros como o romance, o suspense e a fantasia.  Vale dizer que a literatura é composta de ficção.  

Se, por um lado, o romance é invenção (para Calvino: inventar em literatura é redescobrir palavras e histórias deixadas de lado pela memória coletiva e individual); por outro lado, a poesia é fingimento: “o poeta é um fingidor” (o verso inicial do poema ‘Autopsicografia’ de Fernando Pessoa). Nesse sentido, ‘literar’ é dar asas a imaginação. Permitir que a imaginação aflore para belos textos redigir.   

A partir dos dicionários e dos estudos de diversos pesquisadores, há várias definições do que pode ser esta manifestação artística. Mas, ainda assim, permanece no âmago das discussões o conceito de ‘literário’. E percebe-se definir como um conceito técnico e objetivo seria impossível em virtude da complexidade da literatura.

Os textos literários possuem uma função muito importante para o ser humano, de forma que provocam sensações e produzem efeitos estéticos os quais nos fazem entender melhor nós mesmos, nossas ações, bem como a sociedade na qual vivemos. Ela possui um importante papel social e cultural envolvido no contexto no qual foi elaborada, posto que abarca diversos aspectos de determinada sociedade, dos homens e de suas ações. Portanto, provoca sensações e reflexões no leitor.   

Como se pode constatar que conceituar ‘literatura’ compreende uma tarefa árdua e de definições subjetivas, visto que não há consenso entre as correntes literárias e os críticos que se propõem a conceituá-la. Algumas muito divergentes entre si, assim, surgindo dissonâncias quanto a conceituação. Vejamos abaixo algumas definições:

“A Literatura é mimese, é a arte que imita pela palavra” (Aristóteles-IV a. C).  

 “A literatura é a expressão da sociedade, assim como a palavra é a expressão do homem” (Louis de Bonald, XIX).

“Os poetas sentem as palavras ou frases como coisas e não sinais, e sua obra como um fim e não como meio, como uma arma de combate” (Sartre-XX). 

“Literatura é uma questão centralizada em aspectos textuais e de linguagem, minimizando fatores extratextuais” (Souza, 2005).   

“Literatura é um sistema composto pela tríade: obra, autor, leitor de dada época histórica” (Candido, 2006).   

“Literatura é a expressão de conteúdos ficcionais, por meio da escrita” (Moisés, 2007);

Para os Formalistas Jackobson e Tinianov, a Literatura é a linguagem que chama sobre si mesma. Apesar da visão formalista se prender a forma e a estrutura e não ao conteúdo, esse conceito é bem atual. Para os Formalistas, a literatura estava nas facetas usadas pelo autor na montagem da obra. Com o passar do tempo, outras percepções como a da literatura como forma e conteúdo.    

Vale destacar a percepção de Boff: “Cada um ler com os olhos que tem”. Por isso, a Literatura é o que representa para cada um, um fio condutor entre autor, texto e leitor. O fazer literário é proporcionar ao leitor, ao navegar pelas páginas, experimentar espantosa e prazerosamente a viagem pelas entrelinhas nos textos.  

Sendo assim, de acordo com Maria do Socorro Pereira de Almeida (professora da CESVASF), a Literatura é “a vida e a energia das letras colocadas lado a lado, é ela que dá alma ao corpo do texto. Ela não é força que domina, mas a energia que anima, é o grito que chama, evoca, é a fonte do saber que nunca termina”.   

A arte literária representa recriações da realidade produzidas de maneira artística, ou seja, que possui um valor estético, donde o autor utiliza das palavras em seu sentido conotativo (figurado) para oferecer maior expressividade, subjetividade e sentimentos ao texto.

Conforme o esquema proposto por Aristóteles, os gêneros literários eram divididos em:

Gênero Lírico (“palavra cantada”): possui um caráter sentimental com presença do eu lírico, por exemplo: poesias, odes e sonetos.

Gênero Épico (“palavra narrada”): possui um caráter narrativo, ou seja, envolve narrador, personagens, tempo e espaço, como: romances, contos e novelas.

Gênero Dramático (“palavra representada”): possui um caráter teatral, ou seja, são textos para serem encenados. Exemplo: tragédia, comédia e farsa. 

Concluímos com a definição de alguns estudiosos:

Claudio Daniel (poeta, romancista, crítico literário e professor de literatura. Nasceu em 1962, na cidade de São Paulo (SP). Cursou o mestrado e o doutorado em Literatura Portuguesa na Universidade de São Paulo (USP). Realizou o pós-doutoramento em Teoria Literária pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Foi diretor adjunto da Casa das Rosas, Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura, curador de Literatura no Centro Cultural São Paulo, colunista da revista CULT e editor da Grou Cultura e Arte.

Atualmente, Claudio Daniel ministra aulas online de criação literária no Laboratório de Criação Poética. Publicou diversos livros de poesia, ensaio e ficção, entre eles Cadernos bestiais: breviário da tragédia brasileira, Portão 7, Marabô Obatalá, Sete olhos & outros poemas e Dialeto açafrão (sob a lua de Gaza):

“Ezra Pound dizia que literatura é linguagem carregada de significado, e que grande literatura é linguagem carregada de significado até o máximo grau. Isso significa que a literatura tem duas camadas de leitura, uma referencial, a outra estética. A literatura brasileira atual, como assinalou a grande professora Aurora Bernardini, subordinou o estético ao referencial, por uma questāo de mercado e de marketing. Deixou de fazer arte para produzir mercadorias, que fazem sucesso na mídia e nas feiras literárias, mas fracassam enquanto arte. Felizmente, temos ainda grandes escritores vivos, como Raduan Nassar, Milton Hatoum, Ignácio de Loyola Brandāo e poucos mais”.

 EURICO NACHIOCOLA CARMONA (Mestrando em Literaturas em Língua Portuguesa, colunista no Jornal O Pais, desde 2020, membro do Movimento Litteragris e do Círculo de Estudos Literários e Linguísticos Litteragris. Docente na Escola Superior Pedagógica do Bié e Editor-chefe na Ondaka Yetu Editora):

“A literatura é um campo de abordagem filosófica, onde a imaginação do artista vai além do óbvio, ele destrói, constrói e reconstrói mundos de sentidos, que sugerem diferentes perspectivas aplicáveis na sociedade, política, cultura e na religião”. 

E para você, leitor, o que é esta manifestação artística?

Renata Barcellos

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Aprendendo a amar os seus Dragões

Um livro que une ciência, imaginação e afeto

Aprendendo a amar os seus dragões
Aprendendo a amar seus dragões

Raquel Franck Barboza Lhullier, ou simplesmente, Raquel Lhullier, psicóloga com mais de 20 anos de experiência clínica com crianças e famílias, encontrou na literatura uma forma encantadora de transformar conhecimento científico em histórias que tocam o coração.

Raquel Lhullier
Raquel Lhullier

Apaixonada pelo universo infantil e pelo encontro entre gerações, ela uniu sua experiência com a da Dra. Tamara Russell, do Reino Unido, para criar um projeto multicultural que atravessa fronteiras e chega às famílias de maneira simples e afetuosa, nasceu o livro “Aprendendo a amar os seus dragões. Uma linguagem sobre emoções”.

O resultado é um livro especial que, embora traga a aparência de uma obra infantil, fala diretamente também aos adultos.

Nas páginas deste livro, os “três dragões coloridos” se tornam personagens mágicos que ajudam crianças e responsáveis a conversarem sobre emoções de forma lúdica, leve e transformadora.

A proposta é inovadora: unir neurociência, psicologia e imaginação em uma linguagem acessível, promovendo hábitos emocionais saudáveis e fortalecendo a comunicação entre gerações.

Um verdadeiro convite para pais, educadores e profissionais da saúde explorarem juntos com as crianças o valor da compaixão e do cuidado mútuo.

Disponível em português e inglês, também em formato digital, o livro é uma ponte entre mundos: o da ciência e o da fantasia, o da infância e o da vida adulta, sempre com a intenção de abrir caminhos para uma convivência mais amorosa e consciente.

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APRENDENDO A AMAR SEUS DRAGÕES

SINOPSE

Atendendo às expectativas de famílias e profissionais da área da infância, o livro dos Dragões lançado em 2020 e esgotado, está sendo relançado em 2025, agora em sua segunda impressão.

Esta nova edição conta com atualizações e passa a ser distribuída pela UICLAP.

Embora com aparência de livro infantil, o livro estabelece, desde suas primeiras páginas, um diálogo direto e cuidadoso com os responsáveis pelas crianças.

Destinado tanto ao público leigo quanto a profissionais da saúde, educação e desenvolvimento infantil, o livro integra de forma acessível e sensível importantes referenciais teóricos contemporâneos.

Entre os eixos que sustentam a obra estão o BMT (Body in Mind Training), desenvolvido pela Dra. Tamara Russell, a experiência clínica com infância de Raquel Lhullier, e elementos da Terapia Focada na Compaixão ( Dr. Paul Gilbert.)

As autoras apresentam a linguagem dos “três dragões”, criando uma ponte entre a neurociência e o imaginário infantil e familiar.

Essa construção simbólica e lúdica possibilita às crianças e suas famílias a formulação de construtos mentais saudáveis, promovendo o desenvolvimento de hábitos emocionais positivos.

A obra se destaca por oferecer uma abordagem inteligente, sensível e agradável para o enfrentamento de dificuldades emocionais, ajudando famílias e crianças a encontrarem caminhos mais saudáveis para lidar com os desafios do desenvolvimento e da vida cotidiana.

O título permanece disponível em formato digital, em português e inglês.

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Aprendendo a amar seus dragões
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Grafia do tempo

Ismaél Wandalika: Poema ‘Grafia do tempo’

Soldado Wandalika
Soldado Wandalika
Crédito da foto Ismaél Wandalika
Crédito da foto Ismaél Wandalika

Na órbita da vida
No balançar dos passos que atravessaram nossas lembranças
Foram-se os momentos que pareciam eternos em dias plenos de esperanças
O sorriso marcou sua presença
Foram incríveis tempos
Momentosos únicos vividos intensos.

A gente estava sempre quase junto:
Orando
Ensaiando
Jejuando
Conversando e aconselhando-se
Em outras saídas para dançar com excelência

Nossa vida
Na nossa trilha sonora
A glória a Deus pertencia…
Das nossas dores Só Nzambi sabia

Nosso louvor
Nossa dança
Nosso clamor
Exprimia nossa essência.

O Tempo é mágico
Pode fazer e desfazer
No tempo compreende-se o real sentido da vida
A diferença entre amizade e familiaridade na vida
Faz sua grafia em nosso destino e espera-nos numa esquina.

No tempo
O sentimento amadurece
Pessoas cresce
Vidas envelhece
O tempo traz sua anedota …

Grafia Do Tempo 🫡

Soldado Wandalika

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