Samuel Pompeo

Samuel Pompeo e Banda Sinfônica do Exército Brasileiro

Samuel Pompeo - Foto divulgação
Samuel Pompeo – Foto divulgação

Espetáculo gratuito no Conservatório Dramático Musical de Tatuí 

O saxofonista, compositor e arranjador Samuel Pompeo, um dos nomes mais expressivos da música instrumental brasileira contemporânea, apresenta-se em um encontro inédito com a Banda Sinfônica do Exército Brasileiro, no Conservatório Dramático Musical de Tatuí, referência na formação musical da América Latina. Será no dia 20 de setembro, sábado, às 20 horas, com entrada gratuita.

O concerto reúne o Samuel Pompeo Quinteto e a prestigiosa corporação sinfônica, em um espetáculo que celebra o diálogo entre o Choro Hodierno – conceito desenvolvido por Pompeo em seu doutoramento – e a tradição da música de concerto.

A proposta é explorar novas sonoridades a partir da união de dois universos musicais: a liberdade criativa e improvisativa do quinteto de jazz com a potência e a sofisticação timbrística da Banda Sinfônica. O repertório contempla obras originais de Pompeo, arranjos inéditos e recriações que transitam entre o choro, o jazz e a música de concerto, reafirmando a vocação inovadora do artista em cruzar fronteiras estéticas.

“Este concerto representa não apenas um marco em minha trajetória artística, mas também uma oportunidade de potencializar a riqueza do choro em diálogo com formações sinfônicas de grande porte. É uma maneira de reafirmar a vitalidade dessa linguagem brasileira em novas dimensões”, afirma Samuel Pompeo.

A iniciativa reforça ainda a vocação do Conservatório de Tatuí como palco de projetos de relevância nacional, unindo a tradição formativa da instituição, a excelência da Banda Sinfônica do Exército e a pesquisa artística de Samuel Pompeo, que tem projetado sua obra no Brasil e na Europa.

Sobre Samuel Pompeo

Saxofonista, compositor e pesquisador Samuel Pompeo, comemora três décadas de trajetória na música. Com uma carreira consolidada e marcada pela experimentação, Samuel se tornou uma das vozes mais relevantes quando o assunto é a transformação e a contemporaneidade do choro.

Doutor em música pelas universidades de Aveiro (Portugal) e UNESP (Brasil), Pompeo não apenas domina a linguagem tradicional do choro, como também mergulha em sua evolução, explorando pontos de contato com o jazz, especialmente em sua vertente moderna. No final do século XIX, enquanto o choro nascia no Rio de Janeiro e o jazz florescia em Nova Orleans, ambos partiam de um mesmo terreno: a fusão entre ritmos africanos e danças europeias. A partir daí, tomaram rumos diferentes, mas com raízes surpreendentemente próximas.

Intrigado por essa origem comum e pelas distâncias atuais, Samuel tem se dedicado a pesquisas e composições que buscam reaproximar essas linguagens, criando pontes entre tradição e inovação. O resultado pode ser ouvido nos discos de seu grupo, o Samuel Pompeo Quinteto, que este ano completa 10 anos de atividade e apresenta um repertório que equilibra reverência aos mestres com ousadia criativa.

No álbum ‘Passos Largos’ (2022) e no mais recente ‘Dodecafonando (2025), em parceria com a USP Filarmônica de Ribeirão Preto, Pompeo propõe uma abordagem original ao choro contemporâneo. A faixa-título, por exemplo, é um choro composto a partir de princípios da dodecafonia, técnica desenvolvida por Arnold Schoenberg — um casamento improvável entre a lógica atonal e a alma brasileira. O álbum transita por paisagens sonoras que vão de Pixinguinha à música de concerto, passando por improvisações inspiradas no jazz moderno.

‘Dodecafonando’ também reafirma a proposta do músico de aproximar o choro da linguagem sinfônica, com arranjos que ampliam as fronteiras do gênero e o posicionam num cenário mais universal, mas ainda visceralmente brasileiro. O repertório reúne composições autorais como Na Esquina, Rio Acima e Outono Dança Folhas, além de releituras sofisticadas de clássicos como Naquele Tempo e De Cachimbo.

Samuel Pompeo também é professor na Escola Municipal de Música de São Paulo e atua como educador em festivais no Brasil e na Europa, sendo uma referência não só como intérprete e compositor, mas também como pensador da música instrumental brasileira. Com seu quinteto, ou ao lado de orquestras e artistas como Gilberto Gil, Maria Rita, Gal Costa, Ivan Lins, Fito Páez e Alice Cooper, ele segue desafiando os limites do que se entende por choro — e apontando caminhos possíveis para o futuro do gênero.

Conheça: https://www.youtube.com/@samuelpompeo

Serviço

Concerto – Samuel Pompeo Quinteto & Banda Sinfônica do Exército Brasileiro

Local: Conservatório Dramático Musical de Tatuí

Data: 20 de setembro de 2025

Horário: 20h

Entrada: Entrada gratuita

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GIA – União Cultural

GIA – União Cultural. Apresentação oficial à comunidade

GIA - União Cultural
Logo da GIA – União Cultural

A GIA – União Cultural, entidade integradora de três instituições culturais tradicionais de Sorocaba, realizará, no próximo dia 17/10/2025, no Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba, a partir das 19h30, sua apresentação oficial à comunidade.

Na ocasião, os presidentes do Gabinete de Leitura Sorocabano, Luciano Viana de Carvalho, do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba, Prof. Adilson Cezar e da Academia Sorocabana de Letras, Antonio Luiz Pontes, explanarão a respeito dos motivos que levaram as instituições que presidem, a unirem suas forças, com o objetivo maior de promover a cultura como, de fato, ela o é: alicerce da construção de uma nação.

O prestigiamento da Cultura conduz à formação de cidadãos com robustos e nobres valores, conscientes do legado de seus antepassados, das tradições fundamentais de nossa Sociedade. Favorece as mais diversas manifestações da criatividade de nossa população, merecedoras de preservação e fortalecimento.

Isoladamente, cada identidade restringiria seus esforços para atendimento de demandas internas e atingimento de seus propósitos estatutários.

A união proposta, consolidada em reunião histórica de 13/06/2025, no Gabinete de Leitura Sorocabano, amplia a extensão do alcance de promoções culturais por meio da sinergia que resultará dessa conjugação de forças.

Nortearão as ações culturais e sociais da GIA – União Cultural, os seguintes objetivos:

  • Promover, por meio da cooperação institucional, o intercâmbio de conhecimentos;
  • Preservar e valorizar a memória, a história e a literatura da cidade de Sorocaba e Região;
  • Ampliar o apoio às ações culturais, educativas e acadêmicas por meio do esforço conjunto das três entidades.

A ‘GIA – União Cultural’ tem caráter aberto. Outras instituições ou associações culturais, com mais de dez anos de atuações comprovadas, bem como empresas de Sorocaba e região, que compartilham do apreço pela Cultura, poderão integrar a iniciativa, com o título associativo de ‘Amigos da GIA’.

Move-nos a busca do fortalecimento da rede cultural dos municípios, com estímulo ao diálogo entre as entidades, poderes constituídos e sociedade, através de promoções conjuntas, participativas, capazes de elevar o nível de compreensão de todos, sobre a causa defendida e sua importância na qualificação da plena cidadania.

Venha testemunhar este momento histórico!

Ofereça a sua contribuição, seu apoio, sua amizade.

A GIA – União Cultural precisa fincar suas raízes em solo fértil para que possa colher bons frutos, produzir sementes propícias para novos plantios e colheitas, cada vez mais abundantes, presentes em todos o lares.

As gerações que nos sucederem, agradecerão pelo legado deixado.

Anote em sua agenda, dia 17/10/2025.

Você tem um compromisso com o futuro!

Vamos juntos?

Luciano Viana de Carvalho
Presidente do Gabinete de Leitura Sorocabano

Adilson Cezar
Presidente do Instituto Histórico, Geográfico e Genealógico de Sorocaba

Antonio Luiz Pontes
Presidente da Academia Sorocabana de Letras

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Os novos velhos

Ivete Rosa de Souza: Crônica ‘Os novos velhos’

Ivete Rosa de Souza
Ivete Rosa de Souza
Imagem gerada pr IA do Grok – 18 de setembro de 2025, às 11:25 PM

Somos da geração que atravessou um milênio. A geração bossa nova, rock, samba-canção, do bolero e do Twist. Somos vencedores dos grandes concursos e festivais, somos a geração nascida nos anos 40, 50 e 60. Somos poderosos.

Velho é sapato furado, roupa rasgada, que não se usa mais. Somos da geração das viagens espaciais, do desenvolvimento de computadores, ciências e transplantes de órgãos. Geração que estudou em escolas públicas. Cantávamos os hinos à Pátria e todos os hinos eram conhecidos por nós.

Os moços de hoje são a geração Z. COM certeza, somos a geração A+, mulheres e homens cheios de fé, força, conhecedores de grandes músicas, cantores e atores que mostraram nas telas como atuar. Geração de escritores, artistas e inventores.

A geração cheia de histórias para contar.

Ivete Rosa de Souza

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Cadeiras patronímicas

FEBACLA abre inscrições para recebimento de propostas de Acadêmicos para ocuparem Cadeiras Patronímicas, com o título de Acadêmico Efetivo, na categoria Acadêmico Internacional

Logo da FEBACLA
Logo da FEBACLA

FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES – EDITAL DE POSSE ACADÊMICA Nº 0917.010/2025

Medalha Mérito Acadêmico
Medalha Mérito Acadêmico

A DIRETORIA EXECUTIVA da FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES (FEBACLA), no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo Estatuto Social que rege o provimento de vagas em suas cadeiras acadêmicas, faz saber, a quem interessar, que estão abertas as inscrições para recebimento de propostas de Acadêmicos para ocuparem Cadeiras Patronímicas, com o título de Acadêmico Efetivo, na seguinte categoria: ACADÊMICO INTERNACIONAL.

Poderão candidatar-se escritores, artistas de destaque ou pessoas de notória cultura, ligadas a movimentos culturais de comprovada relevância. Também poderá tornar-se Acadêmico Efetivo aquele que houver produzido trabalhos de reconhecido valor literário, científico, cultural e/ou de pesquisa, bem como quem tenha prestado inestimáveis serviços à comunidade no exercício de cargos ou funções públicas e/ou privadas.

A qualidade de Acadêmico Internacional é vitalícia (perpétua).

Para a investidura em uma das Cadeiras da Categoria INTERNACIONAL, faz-se necessária a contribuição de uma taxa de adesão, destinada a custear a confecção da pelerine, a elaboração da papelaria oficial, serviços de correio, emissão de certificados e a respectiva medalha.

Os agraciados poderão indicar uma das seguintes cadeiras:

Cadeira nº 392 – Patrono Flávio de Carvalho (1899-1973).

Cadeira nº 397 – Patrono Ismael Nery (1900-1934).

Cadeira nº 402 – Patrono Millôr Fernandes (1923-2012).

Cadeira nº 403 – Patrono Adalgisa Nery (1905-1980).

Cadeira nº 404 – Patrono Luis Fernando Verissimo (1936-2025).

Cadeira nº 411 – Patrona Maria da Conceição de Almeida Tavares (1930-2024).

Cadeira nº 417 – Patrono Jacques Derrida (1930-2004).

Cadeira nº 418 – Francisco de Carvalho (1949-2021).

A Solenidade de outorga será realizada na seguinte data:

Dia 31 de outubro (sexta-feira) às 20h (Horário de Brasília.) Evento virtual na plataforma Google Meet, com transmissão ao vivo pela TV CHANNEL NETWORK.

As honrarias serão encaminhadas via correio com a devida antecedência, sendo imprescindível o fornecimento correto do endereço para o envio.

Solicite o edital:

WhatsApp (21) 97315-7653 / E-mail: domalexandrecarvalho@gmail.com

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O orgulho – Silêncio entre almas

Clayton Alexandre Zocarato: ‘O orgulho – Silêncio entre almas’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton A. Zocarato
Imagem criada por IA do Gencraft

Há, no fundo de cada ser humano, uma centelha que se ergue como chama: o orgulho. 

Ele nasce, por vezes, como defesa — um escudo contra as dores do mundo, um manto que nos protege da rejeição, da humilhação, do esquecimento. 

Mas com o tempo, esse mesmo escudo pode se tornar armadura pesada, que nos isola, que transforma a palavra em silêncio e o afeto em pedra, um broquel medonho.

O orgulho é sutil. Ele veste a roupa da dignidade, caminha com a postura da razão, mas no espelho da alma, por vezes, revela apenas medo. 

Medo de sermos pequenos. 

Medo de pedir desculpas. Medo de admitir que erramos — e que precisamos uns dos outros para sermos inteiros.

Mas o orgulho cego… ah, esse cega não apenas a visão, mas o coração. Ele cala pedidos de perdão que nunca são ditos, afasta mãos estendidas e transforma o amor em disputa.

Veja os amigos que não se falam há anos, por causa de uma palavra atravessada, jamais retirada. Veja os pais e filhos, amantes e irmãos, afastados não por falta de afeto, mas por excesso de silêncio.

O orgulho, quando impera, cria muros onde poderia haver pontes. E esses muros, com o tempo, tornam-se mais altos do que a saudade consegue escalar.

Talvez o orgulho nos impeça justamente disso: de aceitar as imperfeições do outro, e também as nossas. 

O orgulho, se não for domado, transforma a convivência em campo de batalha, onde ninguém vence, e todos saem feridos. 

Mas quando tocado pela humildade, ele se transfigura: torna-se espelho que nos mostra quem somos, com nossas grandezas e fraquezas, e nos ensina a amar com mais verdade.

Onde Mora o Orgulho

Dizem que, quando o ser humano nasceu, o orgulho foi um dos primeiros a sussurrar em seu ouvido. 

Não como inimigo, mas como promessa: “Você é único, insubstituível. Nunca se esqueça disso.” E o homem, encantado, acreditou. 

Carregou essa voz consigo por séculos, sem notar que ela, aos poucos, deixava de ser luz e se tornava sombra.

O orgulho é sutil como o orvalho da madrugada. Às vezes é o que nos ergue depois de um tombo, o que nos dá voz quando o mundo quer calar. 

Mas, em outras, é o que fecha a porta do quarto quando alguém bate pedindo perdão. É o que impede o abraço, mesmo quando o coração grita por ele.

Há quem viva décadas sem pedir desculpas. Não por falta de culpa, mas por excesso de armadura. 

Como se admitir o erro fosse esfarelar a própria existência. Como se ser vulnerável fosse morrer um pouco.

E então vivem assim: ilhas cercadas de orgulho por todos os lados, onde ninguém mais aporta.

O velho Lao-Tsé, em sua sabedoria milenar, disse que “quem se exibe não brilha, e quem se vangloria não é respeitado.” 

Mas o homem moderno, tomado de urgência e vaidade, esqueceu da simplicidade das coisas. Esqueceu da doçura que há em dizer “eu preciso de você”. Como se amor fosse fraqueza, e não força maior.

Na infância, éramos rios. Corríamos um para o outro sem medo. Caíamos, chorávamos, perdoávamos.

Mas com os anos vieram as pedras, os desentendimentos, os silêncios. 

O orgulho construiu represas, e o rio secou em muitos corações.

Há pais que não veem os filhos há anos por causa de uma palavra atravessada. Há amores que dormem lado a lado, mas separados por muros invisíveis.

Tudo porque o orgulho se sentou à mesa e ninguém teve coragem de levantá-lo dali.

Mas há cura.

Ela se chama humildade — palavra antiga, quase esquecida, que vem de “húmus”, terra fértil.

Ser humilde é saber-se pó e sopro. É entender que crescer não é tornar-se maior que o outro, mas mais próximo. É descer do pedestal e caminhar lado a lado, com os pés na mesma estrada.

O orgulho grita. A humildade sussurra. 

E é nesse sussurro que a alma finalmente encontra paz.

Clayton Alexandre Zocarato

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1ª Mostra Companheiros de Cinema

1ª Mostra Companheiros de Cinema exibe produções de Sorocaba e região

1ª Mostra Companheiros de Cinema - 40 Dias no Deserto - Direção Mauro Baptistella
1ª Mostra Companheiros de Cinema 40 Dias no Deserto – Direção Mauro Baptistella

No próximo dia 21 de setembro, às 19h, o Espaço Cultural Du Artes recebe a 1ª Mostra Companheiros de Cinema, uma iniciativa do grupo Os Companheiros em parceria com Ana Maria Duarte, do Espaço Cultural Du Artes junto com a associação Kairós.

A mostra reúne sete curtas-metragens selecionados entre 18 obras inscritas, compondo uma programação diversa, com diferentes olhares, temas e linguagens, refletindo a potência criativa da produção audiovisual da cidade e região.

1ª Mostra Companheiros de Cinema   - Pra não Morrer de Solidão, dirigido por Maria Helena Barbosa
Para Não Morrer de Solidão’, dirigido por Maria Helena Barbosa 

Entre os filmes escolhidos estão:

Telas de Concreto – direção de William de Oliveira Lima

Burnout – direção de Emysher

Nu Escuru – direção de Guilherme Telli

Matador – direção de Cleiner Micceno

Robofoot– direção de André Fidalgo

Hudi Fedegoso Rocha– direção de Guilherme Telli

40 dias no deserto– direção de Mauro Baptistella

NU ESCURU - Direcaode-GuilhermeTelli.
NU ESCURU – Direção de Guilherme Telli

Hudi FEDEGOSO Rocha - Direção de Guilherme Telli
Hudi FEDEGOSO Rocha – Direção de Guilherme Telli

O curta ‘Para Não Morrer de Solidão’, dirigido por Maria Helena Barbosa e produzido pelo Grupo Os Companheiros, será o filme anfitrião da mostra. Reconhecido por sua sólida trajetória no teatro, o grupo celebra, com esta obra, um marco especial: há um ano vem se consolidando também como espaço de experimentação, criação e difusão do cinema independente em Sorocaba.

“A mostra nasce com o desejo de fortalecer laços, aproximar o público do cinema feito aqui e dar visibilidade para talentos locais. É um convite para olharmos com mais carinho para a nossa cena audiovisual”, afirma Celso Stefano, ator do grupo Os Companheiros.

Pra não Morrer de Solidão - Direção de Maria Helena
Pra não Morrer de Solidão – Direção de Maria Helena

Após as exibições, haverá um bate-papo com o filmmaker Alexandre Valentim e o cinéfilo Rodrigo Miranda, que compartilharão suas percepções sobre o cenário audiovisual local e ajudarão a estimular o diálogo coletivo, aprofundando a experiência da mostra.

O evento é gratuito e sujeito à lotação do espaço (45 lugares). A organização recomenda chegar com antecedência para garantir lugar.

SERVIÇO

📍 1ª Mostra Companheiros de Cinema

📅 21 de setembro de 2025

🕖 19h

📌 Espaço Cultural Du Artes – Rua Antônio São Leandro, 76. Jardim Maria Eugênia. (Sorocaba/SP).

💲 Gratuito

Classificação: 14 anos

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Sementes de sentimentos

Terceiro livro de José Antonio Torres, ‘Sementes de Sentimentos’ é, – como todos os livros para ele-, uma das janelas, portais, pela qual é possível viajar com o autor por mundos e vivências diversas

Capa do livro 'Sementes de Sentimentos', de José Antonio Torres
Capa do livro ‘Sementes de Sentimentos’, de
José Antonio Torres

Lançado no dia 08 de setembro de 2025, pela Editora Conejo, ‘Sementes de Sentimentos’, terceiro livro do carioca José Antonio Torres, traz consigo, certamente, a mesma ovação que seus poemas têm recebido dos leitores do Jornal Cultural ROL, do qual é um dos colunistas de maior destaque. A cada poema publicado, aumentam as visualizações, e, sobretudo, a quantidade de comentários, enaltecendo a visão poética de José Antonio, cujos versos têm tocado o coração dos leitores, levando-lhes a profundas reflexões sobre temas candentes, como a jornada terrena, resiliência, amor e desejo.

Agora, as ‘Sementes de Sentimentos’ de Torres foram lançadas ao solo literário fértil, e já estão germinando, para a colheita poética de seus leitores!

Sinopse

José Antonio Torres tem com os livros uma relação de amor recíproco. Para ele, “o livros sempre foram considerados janelas para que, ao adentrarmos em seus meandros, viajemos com o autor por mundos e vivências diversas. Eu classifico, aproveitando os tempos atuais com suas descobertas e conceitos, que não são apenas janelas e sim, verdadeiros portais. Neste livro, Sementes de Sentimentos, convido o leitor a viajar por poemas e prosa poética que o levarão a refletir e sentir o seu coração tocado por sentimentos nobres. Vamos juntos!”

Serviço

Livro: ‘Sementes de Sentimentos’

Autor: José Antonio Torres

Editora: Conejo

Número do ISBN: 978-65-5450-240-5

Número de páginas: 63

Preço do livro: R$ 45,55 (já com a taxa de envio pelos Correios)

Venda diretamente com o autor, pelo e-meio tonyatorres@gmail.com

Sobre o autor

José Antonio Torres
José Antonio Torres

Natural do Rio de Janeiro (RJ), José Antonio Torres é poeta, escritor e militar do Exército – reformado.

Autor dos livros ‘Um Mergulho na Alma – Reflexões e Divagações’ e ‘Casulo & Borboleta’.

Coautor em diversas Antologias, dentre as quais: ‘Antologia Vivências: Viver é Adaptar-se’ – Editora Conejo e ‘Antologia Primavera’, lançada pela Academia de Letras e Artes pela Paz – ABLAP.

Membro de várias Academias de Letras, dentre as quais, a Federação Brasileira das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA; Academia Hispano-Brasileña de Ciências, Letras y Artes – AHBLA; Academia de Letras de São Pedro da Aldeia – ALSPA e Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil – AIEB.

Agraciado com dois Títulos Doutor Honoris Causa em literatura, um pela FEBACLA e outro pela AHBLA. Agraciado com o Título Embaixador Cultural da Paz; Embaixador Cultural Brasil África; Grande Prêmio Internacional de Literatura Luís de Camões; Prêmio Personalidade nos anos de 2022 e 2023 pela Editora Mágico de Oz, além de outros.

Redes sociais

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