Ella Dominici: ‘Díptico Poético – Argumento e Vento’
Ella DominiciImagem criada por IA do Bing – 04 de agosto de 2025, às 17:51 PM
I – Ao Argumento
O homem foge à sombra que o consome, mas traz nas mãos o rio que liberta; entre prisão e morte ergue o nome do verbo vivo em sua chama aberta.
Rouxinol e chave, em um só diadema, sombra e clarão se unem no anel sagrado; transborda a criação — fulgura o lema do gesto imenso em sangue revelado.
Na aurora amarga a consciência nasce, O fruto novo à dimensão se atreve; real se rompe e o invisível enlace.
E o poeta, exilado, ainda escreve: do ferro oculto, o fecho se desfaz, mantendo o mundo aberto em sua paz.
II – À Jovem do Vento
Na encosta ardente, o vento se reclina, e o campo exala um sopro em mimosas claras; de súbito, surge a jovem peregrina, em seus cabelos, as fragrâncias raras.
Passa em silêncio, e a tarde se ilumina, riscando o céu com sombras que reparas; seus passos leves — música divina — deixam no chão auroras sempre caras.
Não digas nada: é crime o gesto ousado. que o vento a guarde em sopro perfumado, que a relva cale a lira de seus pés.
Talvez em seus lábios, bruma tão suave, repouse a noite, em quimera breve, em promessa oculta que se tece em véus.
Victor Meirelles e Alice Hemery encenam em Petrópolis o espetáculo ‘Além da Vida é Viver’
Cena do espetáculo ‘Além da Vida é Viver’ – Divulgação
Peça inspirada nas mensagens da Colônia Triângulo, Rosa e Cruz traz reencontros emocionantes, múltiplas encarnações e reflexão sobre amor, caridade e evolução espiritual
Cena do espetáculo ‘Além da Vida é Viver’ – Divulgação
No sábado, 6 de setembro, às 19h, o Teatro Afonso Arinos, no Centro de Cultura Raul de Leoni, em Petrópolis, recebe o espetáculo ‘Além da Vida é Viver’, uma montagem que combina emoção, poesia e reflexão espiritual.
Com texto de Paty Fonte e Victor Meirelles, a peça é inspirada nas mensagens da Colônia Triângulo, Rosa e Cruz e acompanha a história de Doralice e Francisco André — dois personagens que atravessam quatro encarnações em uma jornada de provas, expiações e regeneração.
A narrativa revela a força do amor e da caridade, mostrando que a evolução do espírito está diretamente ligada à capacidade de resgatar afetos e valores, mesmo diante da perda e do desencarne prematuro.
A trilha sonora, cuidadosamente elaborada para criar atmosferas reflexivas, dramáticas e poéticas, acompanha os momentos de reencontro, fazendo do espetáculo uma experiência sensorial e emocional intensa. Cada cena convida o público a refletir sobre a vida além da existência material, enquanto os personagens experimentam a vida de forma consciente e plena, atravessando planos e tempos distintos.
Cena do espetáculo ‘Além da Vida é Viver’ – Divulgação
No palco, Alice Hemery dá vida à jovem Doralice, mentora espiritual e filha em diferentes encarnações. Alice traz um currículo sólido e versátil: formada no teatro O Tablado, integrou espetáculos como Os Saltimbancos, Planeta Coração, Vira Lata! e a esquete A bruxinha que era boa, participou da novela Nos Tempos do Imperador (TV Globo) e do filme Exilium, além de ser bailarina clássica em formação. Sua interpretação é marcada pela sensibilidade e pela capacidade de transmitir emoção de forma natural e envolvente.
Cena do espetáculo ‘Além da Vida é Viver’ – Divulgação
Ao seu lado, Victor Meirelles, ator e diretor, interpreta Francisco André, personagem inspirado em Chico Xavier e André Luiz. Conhecido nacionalmente pelo filme Quando Lembro de Chico (Amazon Prime), Meirelles acumula mais de uma década de carreira, com apresentações em sete países, 32 estados e mais de 500 cidades.
Atuou com grandes nomes da música e do teatro brasileiro, como Selton Mello, Luana Piovani, Renato Prieto e Jorge Vercilo, e já levou espetáculos ao Shakespeare Theater, na Flórida (EUA).
O texto de Paty Fonte, filósofa, consultora educacional e autora de livros sobre competências socioemocionais, traz profundidade e reflexão ao enredo, harmonizando com a interpretação dos atores e a concepção estética da montagem.
A ficha técnica evidencia o cuidado com cada detalhe da produção: direção de Victor Meirelles, concepção artística de Priscila Hemery, Paty Fonte e Meirelles; iluminação de Rafa Domi; figurino e cenário assinados pelo Coletivo Florescer; arte gráfica de Priscila Hemery; produção executiva da Arte Faz Parte Produções Artísticas, sob direção de Marcos Santos; e assistência geral de Alexandre Maia. Essa estrutura garante equilíbrio entre técnica, sensibilidade e espiritualidade, transformando cada cena em uma experiência completa.
Cena do espetáculo ‘Além da Vida é Viver’ – Divulgação
O público que já assistiu à peça destaca a força da mensagem e a entrega dos atores. Comentários emocionados nas redes sociais falam de uma experiência transformadora: “Cada cena, cada palavra, tocou o coração e trouxe reflexões tão necessárias sobre a imortalidade da alma e a beleza da vida espiritual”, relatou uma espectadora, enquanto outro destacou: “A sensibilidade da jovem Alice é tocante, e a interpretação de Victor é simplesmente maravilhosa. Que espetáculo incrível!”.
Os ingressos para o espetáculo custam R$30 e podem ser adquiridos pelo Sympla ou na Livraria Espírita Oswaldo Cruz, localizada na Galeria Esperanto, à Rua Dr. Alencar Lima, 34 – Loja 02 – Centro. Para mais informações, reservas e compras via Pix, o contato é pelo telefone (24) 98806-1238.
‘Além da Vida é Viver’ é uma experiência teatral que transcende a narrativa convencional, unindo interpretação, música, cenografia e mensagem espiritual em um espetáculo que promete emocionar e transformar todos que o assistirem.
Priscila MancussiImagem criada por IA da Meta – 04 de setembro de 2025, às 13:14 PM
A poesia se farta na música Nos sentimentos acometidos de infortúnios Nas dores oriundas de palavras inversas Nos olhares dos amantes apaixonados Na fotografia registrada ao luar No desenho rabiscado da criança Nas cenas diárias de solidariedade e amor Sim! A poesia se farta Ela infarta os corações com tamanha beleza Ela ilumina as vidas com sua pureza Clareia os pensamentos de qualquer um A poesia que jamais se cala Que mesmo não escrevendo as letras Ela se faz tão viva e presente Até mesmo numa simples borboleta E nessa fartura com que ela se farta A poesia que encontra encanto em tudo quanto há Vê raios de sol até mesmo Na escuridão do seu olhar Seja na música, nas linhas curvas ou retas Seja no olhar apaixonado ou desalentado Seja na imagem viva ou fotografada A poesia nunca falha Teimosa, essa danada Encontra sempre um motivo Para embelezar nossas palavras.
Poema publicado no livro: Súbito – a vida entre versos
Lançamento do livro ‘Súbito – a vida entre versos‘, de Priscila Mancussi
Renata BarcellosProfessora Renata Barcellos em sala de aula – Foto por alunos do Nave RJ
A palavra ‘universidade’ vem do latim “universitas” cujo significado é ‘universalidade’, ‘totalidade’ ou ‘corporação’. Inicialmente, “universitas” referia-se à comunidade de mestres e estudantes reunidos em uma instituição com interesses comuns. As universidades surgiram na Europa medieval entre os séculos XI e XII. As mais antigas do mundo são a: Universidade de Al-Qarawiyyin (Marrocos, 859), Universidade de Bolonha (Itália, 1088), e a Universidade de Oxford (Reino Unido, 1096), Universidade de Paris (França, c. 1150), Universidade de Salamanca (Espanha, 1218), e Universidade de Coimbra (Portugal, 1290).
Essas primeiras se expandiram como centros de conhecimento para atender a demanda de uma sociedade por uma formação laica. Quanto a isto, vale destacar que, no Brasil, é um direito constitucional. Começou a ser implementada após a expulsão dos jesuítas no século XVIII, com a reforma pombalina. Assim, a Constituição de 1891 estabeleceu a laicidade do ensino público. E, a partir desse momento, a República brasileira tem buscado garantir essa neutralidade, como a separação oficial do Estado e da Igreja. Dessa forma, o Estado deve manter imparcialidade religiosa, não apoiar nem discriminar nenhuma confissão, mas garantir a liberdade de todas.
As primeiras instituições se organizaram como corporações de mestres e estudantes, ganhando autonomia e desenvolvendo um currículo dividido em áreas como Direito, Medicina e Teologia. Surgiram como “templos da liberdade intelectual”, lugar de reflexão, debate, ideias contrárias serem discutidas …. Entretanto, hoje… O que presenciamos nos diversos cursos universitários? Este “laboratório do pluralismo” tornou-se “amordaçador”? Abaixo à repressão!!! Diga SIM à LIBERDADE DE EXPRESSÃO!!! Universidade é lugar de REFLEXÃO, NÃO DE OPRESSÃO!!!
Segundo uma pesquisa do Instituto Sivis, 47% dos estudantes brasileiros consultados evitam debates de assuntos controversos. Por exemplo, discussões políticas (39%) lideram a lista de temas a serem evitados devido à polarização. Professores e alunos declaram não se expressarem por temor a ‘patrulhas ideológicas’. Vale destacar o período da ditadura militar, no qual houve perseguição a acadêmicos e mais recentes o surgimento da ‘Escola Sem Partido’.
Este foi um movimento social e um projeto de lei (PL 7180/2014) que visava proibir a ‘doutrinação política e ideológica’ nas escolas brasileiras. Assim, impondo o que os professores deveriam ensinar, especialmente sobre temas políticos e morais. Defendia que os professores não poderiam usar sua posição para promover convicções próprias e que o conteúdo da escola precisaria respeitar a moral e a religião da família. O projeto gerou polêmica: com defensores alegando ser um meio de proteger os alunos da manipulação e críticos considerando-o como uma forma de censura e ‘lei da mordaça’, a fim de cercear a liberdade de expressão e o desenvolvimento do pensamento crítico. Diante do caos, oficialmente, o movimento foi encerrado em 2020. O STF declarou inconstitucional a aplicação de leis similares.
Além disso, também há a preocupação com a desvalorização da carreira docente e a precariedade das condições de trabalho. Estas podem desmotivar e adoecer professores, afetando o ambiente educacional como um todo. O preço de ‘pensar fora da cartilha’ é a difamação, o cancelamento e até o veto a pesquisas ou à docência. Há professores que se calam para não perder prestígio ou verbas. A cultura do cancelamento expande a cada dia. Trata-se de um fenômeno das redes sociais onde autores são boicotados e julgados publicamente por opiniões, ações ou obras consideradas controversas. Assim, levando à exclusão social e à perda de credibilidade.
Vejam quantos escritores já o foram recentemente: Monteiro Lobato (dentre as obras, O presidente Negro e Jeferson Tenório, O Avesso da Pele). Urge considerar o contexto no qual a obra foi escrita. É preciso ler textos cujos temas sejam atuais e tabus ainda hoje como contos e romances de Ligia Fagundes Telles e Caio Fernando de Abreu. Em pleno século XXI, a universidade precisa estar de “portas abertas” sempre. Levar a sociedade para circular pelo campus, ter consciência de suas funções sociais. Ser ponte de diálogo entre diversas áreas do saber. É na interação que ocorre a construção do conhecimento.
Outro aspecto são os ‘guetos’ onde só entra quem for ‘amigo do amigo’. De práticas realizadas, quando chegam ao meu conhecimento, sempre, digo: “quem tem padrinho não morre pagão”. Sou a favor da meritocracia. Deve ganhar e ser reconhecido quem tem formação e competência e desempenha bem seu ofício. As ementas dos cursos devem ser cumpridas. E não ser a disciplina ofertada um espaço para ‘autopromoção’ da pesquisa realizada ou em andamento.
Cabe destacar ainda que os eventos acadêmicos (congressos, simpósios…) estão cada vez mais esvaziados. Cada um vai ‘no seu horário’ (muitas vezes, não fica nem no horário completo), para sua apresentação e não participa das atividades propostas. Será que o caro pesquisador já atingiu o ‘auge do seu conhecimento’? Nada mais o interessa? As propostas online de comunicação estão extensas e com apresentações demasiadas….Isso é produtivo? E o espaço troca?
Quanto ao ensino de Língua Portuguesa, de acordo com Daniel Sakovi (formado em Educação, na especialidade de Língua Portuguesa/ EMC, pelo Magistério Mutu-ya-Kevela; com cursos em Comunicação e Atendimento ao Cliente, Oratória e Comunicação Assertiva, Português Instrumental, Alfabetização e Letramento, ministrados pelo Instituto Federal Rio Grande do Sul — Brasil; transformador de mentes de alta performance; escritor de ‘Histórias de Reflexão Motivadoras’ e de ‘Os Ingredientes da Sopa da Vida’; comentador do Jornal O País; autodidata, e, não menos importante, artista plástico.
Actualmente, actua como professor de Língua Portuguesa e formador de Comunicação e Oratória, “enfrenta uma crise silenciosa: muitos professores têm reduzido a língua ao domínio de regras gramaticais, esquecendo-se de que o verdadeiro intento do ensino da língua é comunicar, interpretar, argumentar e transformar a realidade”. E, muitas vezes, este ensino de regras é feito de forma isolado que os pupilos acabam decorando regras após regras que se esquecem do contexto. Ora, bem! A gramática por si só não é o problema.
O caos é quando ela se torna o centro absoluto do processo de ensino-aprendizagem, afastando os discentes da vivência linguística real. A língua não é um sistema fechado de normas, mas, sim, um organismo vivo que varia de região por região (variação linguística). Quando a escola ignora isso, transforma o aprendizado num exercício mecânico e sem sentido.
“O Ensino da Língua Portuguesa deve ser feito com base em debates e reflexões”, permitindo que os alunos se sintam confortáveis e livres em expressar as suas ideias. O que acontece é que os professores formados em gramática não permitem que os alunos se expressem, visto que, quando eles se manifestam e cometem uma gafe, os docentes querem de imediato fazer a correcção que os formandos chegam a não mais comentar nas aulas. E, na maioria das vezes, os tais professores não elucidam o porquê de não ter sido daquele jeito nem procuram entender o motivo de os pupilos terem dito isso ou aquilo. O que se quer é de docentes que levam os discentes a reflectir sobre os tais desvios que cometem.
Esta iniciativa de debater e reflectir sobre a língua deveria 2 emergir dos magistérios, já que são eles que formam os professores. É mais regras atrás de regras: análise sintáctica, análise morfológica, concordância… Os docentes só chegam a trabalhar textos quando é aula de leitura e, no momento da interpretação e compreensão, muitos chegam a restringir-se apenas nas questões encontradas no manual. Por que se chega a dizer que a Língua Portuguesa é a disciplina mais difícil?
Devido aos professores de gramática. Estes docentes acabam frustrando os discentes, fazem-nos acreditar que não sabem português, mesmo aquando se comunicam perfeitamente em seu cotidiano. Já advertia a pedagoga e linguista brasileira Magda Soares (2004) que ensinar a língua é ensinar a usá-la para pensar, comunicar e interagir. E não para ficar aí ensinar tantas regras que até o tal professor não aplica no seu cotidiano. (Grifos meus) Portanto, o que se quer aqui passar não é banir a gramática, todavia recolocá-la em seu devido lugar: como ferramenta a serviço da língua — comunicação — e não como fim em si mesma.
Por outra, o Ensino da Língua Portuguesa só será verdadeiramente libertador quando for plural, contextualizado, dialógico e centrado no uso real da linguagem. Professores que entendem isso não matam a língua — ELES FAZEM-NA VIVER. Na busca pela diferença: SER INCOMUM!”. Viva a Língua Portuguesa!!!
Imersos em tecnologias, cada veza a interação presencial está sendo substituída por mensagens escritas ou áudios. Precisamos cuidar da nossa língua materna e ou oficial. É através dela que nos comunicamos. Somos avaliados em processos seletivos de acordo com a gramática segundo as normas do Português de Portugal. Apesar de uma “certa distância” entre a norma padrão e a realidade linguística, enquanto professores, devemos tornar este ensino um processo motivador cujo resultado seja a construção de conhecimento efetivo.
Uma sugestão é levar gêneros e modos textuais diversos, a fim de o aluno perceber as características próprias de cada um e o uso que se faz da língua. Destacar seus recursos expressivos e seus desvios. Só através da prática se alcança a compreensão do uso real de uma língua. Traga o mundo para a sua sala de aula. Transforme-a em um grande laboratório. Permita que seu aluno reflita sobre as diversas questões linguísticas. Dê espaço para produção textual e oral a fim de desenvolver a expressão oral e leitora.
Concluirei com um outro aspecto abordado pelo estudioso angolano AC Khamba (professor de Língua Portuguesa no Instituto Politécnico Dom Damião Franklin e Director do Complexo Escolar Paulo Freire; Escritor, crítico literário, investigadores de teorias literárias para o ensino; Coordenador do Conselho Científico do Centro de Língua i Literatura Milho; Tem textos publicados em várias revistas, especialmente na Revista Mayombe, Palavra & Arte, Nós e a Poesia, Jornal O País, Jornal Cultura Angola e Jornal de Angola): a distinção entre ESCOLA e ACADEMIA.
Segundo ele, “em Angola, as escolas não são correntes, não possuem políticas próprias nem estão interessadas no bem-comum como um resultado da ciência e racionalidade, elas são tratadas dentro do regime académico e este, o regime académico, é uma sistematização política, que remete à sociedade caminhos que beneficiam o próprio sistema político e não a sociedade. Por essa razão que a Gestão Escolar e a Inspecção Escolar, no nosso país, já não são ciências, porque as suas funções dependem do regime académico (político) e não da concorrência (racional e científico). Como consequência, um caminho que finda no próximo passo”.
Prêmio Cultivista de Sorocaba – Vozes que Inspiram já conta com 20 premiados no Brasil e no exterior
Card do PrêmioCultivista de Sorocaba – Vozes que Inspiram
O Movimento Cultivista Brasileiro, em parceria com a Editora Novos Sabores Publicações, anunciou recentemente a abertura das inscrições para o Prêmio Cultivista de Sorocaba – Vozes que Inspiram, uma iniciativa inédita que nasceu para reconhecer artistas, escritores e profissionais que transformam a arte, a literatura e a cultura em fonte de inspiração e legado.
Idealizado por Leandro Flores e Priscila Mancussi, e coordenado por esta última, o prêmio é um ato simbólico de resistência poética, que valoriza a palavra, a emoção e o poder transformador da arte.
Um projeto que leva o nome de Sorocaba ao Brasil e ao mundo.
Por meio do núcleo Cultivista de Sorocaba, o prêmio tem elevado o nome da cidade em todos os cantos do Brasil, reunindo poetas e artistas de diferentes localidades e níveis. A iniciativa é particular, sem incentivos públicos, fruto de um esforço coletivo que abre portas para reconhecer talentos da literatura, da arte e da cultura no Brasil e também fora dele.
Quem pode participar:
Escritores(as) de qualquer gênero literário com obra publicada (individual ou coletiva);
Artistas de diferentes áreas, como música, teatro, artes visuais e cinema;
Brasileiros maiores de 18 anos que compartilhem dos valores cultivistas: empatia, sensibilidade e compromisso social.
Premiação:
Os homenageados recebem:
Certificado oficial;
Medalha personalizada, concebida especialmente para simbolizar a essência do Movimento Cultivista.
Um marco já em números
Desde a abertura das inscrições, mais de 20 artistas e escritores já foram premiados, representando diversas regiões do Brasil e até mesmo nomes de fora do país. Esse resultado comprova a força e a abrangência do prêmio, que rapidamente conquistou espaço como uma das homenagens culturais mais significativas do cenário atual.
Inscrições
As inscrições estão abertas desde 11 de agosto de 2025. Embora o processo seja gratuito, há um aporte simbólico para cobrir os custos de medalhas, certificados, curadoria e estrutura. Parte desse valor é doada para ações sociais e culturais do Movimento Cultivista, fortalecendo um trabalho que há mais de uma década tem transformado a vida de inúmeros poetas e artistas — negros, indígenas, adolescentes de baixa renda, pessoas sem condições financeiras ou que sequer tinham coragem de expor seus poemas.
Esse compromisso social é uma das marcas do Movimento, que acredita no poder da palavra como ferramenta de inclusão, resistência e transformação.
Joelson MoraImagem criada por IA do Bing – 02 de setembro de 2025, às 10:20 PM
A liberdade começa no corpo e se expande para a vida.
Setembro nos convida a celebrar duas datas importantes: o Dia do Profissional de Educação Física (1º) e a Semana da Independência do Brasil (7). Duas ocasiões que, apesar de distintas, compartilham um mesmo convite: refletir sobre liberdade. Mas, afinal, o que significa ser verdadeiramente independente em termos de saúde e qualidade de vida?
Quando pensamos em independência, logo lembramos da cena histórica de 1822. Mas a liberdade que buscamos hoje vai além do campo político; ela é pessoal e diária. É a capacidade de ter autonomia sobre nossas escolhas, inclusive sobre como cuidamos do nosso corpo, da nossa mente e das nossas emoções.
A saúde integral nos ensina que somos um todo — corpo, mente e espírito interligados. Ter independência nessa esfera significa:
Libertar-se do sedentarismo que limita movimentos e sonhos.
Vencer hábitos prejudiciais, como má alimentação e noites mal dormidas.
Investir em prevenção, reduzindo riscos de doenças e garantindo longevidade com qualidade.
De acordo com a OMS (2023), pessoas que praticam atividade física regularmente têm até 30% menos risco de desenvolver doenças crônicas. Ou seja, liberdade também é poder envelhecer com autonomia, vitalidade e disposição para viver plenamente.
O Papel do Profissional de Educação Física
Esse profissional é mais do que um treinador. É um agente de transformação que orienta, motiva e conduz indivíduos rumo a uma vida mais saudável, equilibrada e cheia de significado. Ele nos ajuda a perceber que saúde não é apenas ausência de doença, mas a capacidade de viver com energia, foco e bem-estar.
A independência que conquistamos todos os dias não se dá em um único ato, mas em pequenas escolhas consistentes:
Escolher se movimentar em vez de ficar parado.
Escolher água em vez de refrigerante.
Escolher sono reparador em vez de noites mal dormidas.