Carla Tabor

Jovem autora lança livro sobre amamentação e reforça a importância do cuidado humanizado

Carla Tabor
Carla Tabor

Aos 21 anos, a paranaense Carla Vitória Tabor Ferraz, ou simplesmente Carla Tabor, tem se tornado uma referência quando o assunto é amamentação e cuidado materno-infantil.

Estudante de Enfermagem, no último ano da graduação, Carla é autora do livro Como Lidar com a Amamentação, uma obra escrita com empatia, conhecimento e muita dedicação.

Natural de Piraí do Sul e atualmente morando em Ponta Grossa, Carla une sua formação acadêmica à sensibilidade de quem realmente escuta e acolhe.

Desde 2023, vem se especializando na área materno-infantil, participando de grupos de apoio e atuando diretamente com gestantes.

Sua conexão com o tema nasceu da vivência com essas mulheres e se fortaleceu com cada troca de experiência.

O livro surgiu como um guia prático e emocional para mães, pais e famílias que enfrentam os desafios da amamentação.

Com linguagem acessível e baseada em dados científicos, Carla trata desde os aspectos fisiológicos do aleitamento até as questões emocionais do puerpério, oferecendo uma abordagem completa e humana.

Além de futura enfermeira, Carla também é empreendedora e comanda uma pequena empresa de artigos religiosos.

O espírito comerciante, segundo ela, está no sangue herdado da família, dona de uma tradicional lanchonete em sua cidade natal.

Carla Tabor representa uma nova geração de profissionais da saúde: comprometida com a ciência, mas também com o afeto.

Seu livro é mais do que um manual, é um gesto de cuidado com as mães, os bebês e as famílias que vivem intensamente esse início de vida.

Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube

SINOPSE

A amamentação é um dos momentos mais intensos e significativos da maternidade, mas também pode ser repleto de desafios e dúvidas.

Em “Como Lidar com a Amamentação”, Carla Tabor oferece um guia essencial para mães e pais, desmistificando o processo e proporcionando orientações práticas para tornar esse momento mais seguro e prazeroso para mãe, bebê e família.

Com base em estudos e abordagens cuidadosas, o livro apresenta desde as primeiras dicas para o início da amamentação até a resolução de problemas comuns, trazendo uma perspectiva realista e acolhedora sobre o tema.

Carla, com seu olhar atento e sensível, busca oferecer um apoio emocional importante durante esse processo, ajudando a construir uma experiência de amamentação mais tranquila e confiante.

Este livro é o companheiro ideal para aqueles que desejam se aprofundar nos cuidados essenciais e nos aspectos emocionais dessa fase tão importante da vida de um bebê.

OBRA DA AUTORA

Como lidar com a amamentação
Como lidar com a amamentação

ONDE ENCONTRAR


Página Inicial

Resenhas da colunista Lee Oliveira




Da Nicarágua para o ROL, Carlos Javier Jarquín!

Jarquín é um poeta que se distingue por um profundo e constante compromisso com a valorização da diversidade cultural e a promoção da integração global

Carlos Javier Jarquín

Carlos Javier Jarquín, 35, natural de Rancho Grande, município do Departamento de Matagalpa, república da Nicarágua, é escritor, poeta, colunista, gestor cultural, compilador e produtor musical nicaraguense radicado na Costa Rica.

Seus artigos foram publicados em diversos meios de comunicação impressos e digitais, tanto nacionais quanto internacionais.

A obra e as atividades culturais de Jarquín se distinguem por um profundo e constante compromisso com a valorização da diversidade cultural e a promoção da integração global. Em seu trabalho editorial, destaca-se como compilador de duas antologias de grande relevância, disponíveis ao público por meio da plataforma Amazon: Antologia do Bicentenário da América Central (Ayame Editorial México/EUA, 2021) e Canção Planetária: Irandade na Terra (H.C Editores, Costa Rica, 2023).

É este Irmão das Letras latino-americano, com uma visão universalista, que o Jornal ROL tem o prazer de apresentar aos leitores.

Jarquín inaugura sua colaboração ROLiana com o texto ‘Em meio ao barulho do mundo, esquecemos o essencial’, por meio do qual, registrando que “A vida é uma tela de contrastes, onde cada experiência — dolorosa ou luminosa — nos esculpe com fogo e ternura”, apresenta o livro ‘O Voo do Meu Pôr do Sol’, da poetisa uruguaia Gaby Saltorio (Gabriela Saltorio).

Em meio ao barulho do mundo, esquecemos o essencial

Capa do livro ‘O Voo do Meu Pôr do Sol’, de Gaby Saltorio

A vida é uma tela de contrastes, onde cada experiência — dolorosa ou luminosa — nos esculpe com fogo e ternura. Ela nos define, nos transforma e, em sua fugacidade, nos oferece o mais belo paradoxo: somos eternos enquanto durarem os momentos que ousamos viver. Mas, muitas vezes, em meio ao barulho do mundo, esquecemos o essencial: crescer, amar, nos perder nos mistérios do universo e, acima de tudo, voar sem medo em direção aos nossos sonhos.

Hoje você tem em suas mãos mais do que um livro. É um coração aberto em versos, um pôr do sol transformado em asas. ‘O Voo do Meu Pôr do Sol’, da poetisa uruguaia Gaby Saltorio (n. 1960), não é apenas uma coletânea de poemas; é um mapa de emoções que tecem a geografia humana: amor que queima, ausência que dilacera, esperança que ilumina até a noite mais escura. Gaby não escreve à distância, mas das profundezas de sua vida. Cada palavra é uma batida de coração, cada verso, uma confissão que ressoa no eco de sua própria história.

Quem nunca procurou na Lua por um amor perdido? Em ‘Espera Impaciente’, a autora clama: “Você sempre foi quem me deu confiança, quem silenciosamente e sem preconceitos me aceitou como sou… só você conhece meu interior”. Não há metáforas vazias aqui; há uma verdade nua e crua, daquelas que machucam e curam ao mesmo tempo.

Quem nunca tentou sobreviver à distância? Em ‘Amor à Distância’, o poema atinge com a dureza da realidade: “Sua partida apagou as estrelas… meu mundo agora é um céu sem Lua.” Mas Gaby não se limita a lamentar. Como um farol na tempestade, seus versos também clamam: Viva! Em “Gritos Silenciosos”, ela desafia o mundo e seus preconceitos: “Não deixe que o que as pessoas dizem te impeça… Aceite o presente da vida, mesmo que chegue tarde!”

Meus queridos, tenho absoluta certeza de que em ‘O Voo do Meu Pôr do Sol’, que Gaby nos entrega nesta bela prosa poética, sua mensagem tocará nossas almas e nos fará refletir sobre diferentes perspectivas da vida. No entanto, o convite claro em cada página deste livro é para ser feliz. Com este livro, os jovens aprenderão que devem viver a vida ao máximo, ousando expressar seus sentimentos e não os deixando para depois, pois o “depois” acabará nos decepcionando. A mensagem para os adultos é que, antes que o pôr do sol se despeça, eles devem ser felizes. Eles são convidados a olhar para o passado com um leve sorriso no rosto.

Em suma, nesta obra, a autora capturou a essência dos sentimentos que vivenciou nos voos irregulares de sua vida.

Convido você a adquirir outros livros de Saltorio, nos quais provavelmente você também explorará poesias sobre temas delicados que todos nós vivenciamos como seres humanos, onde cada um os aprecia da melhor maneira possível em seu próprio universo. Você cortará minhas asas, jamais meus sonhos (2021) e Asas da Liberdade (2023). Lendo esta poeta uruguaia, você poderá compartilhar aquelas emoções que, às vezes, conseguem despertar memórias que pareciam perpetuamente anestesiadas.

Carlos Javier Jarquín

Prólogo do livro:

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Atividades no Museu Republicano de Itu

Todas as atividades serão gratuitas e realizadas no Centro de Estudos do Museu Republicano, na Rua Barão de Itaim, 140 – Centro – Itu/SP

Card do concerto em comemoração aos 35 anos do Quarteto Tristão Júnior
Card do concerto em comemoração aos 35 anos do Quarteto Tristão Júnior

Em agosto, o Museu segue com sua programação musical e recebe o concerto em comemoração aos 35 anos do Quarteto Tristão Júnior, no dia 10, e o recital com obras inéditas de Miguelzinho Dutra, no dia 24. As apresentações são gratuitas e abertas ao público.

O público também poderá aproveitar as últimas semanas da exposição ‘Memória e Política o trabalho de gabinete na coleção Prudente de Moraes‘, em cartaz até 8/8.

Já no dia 30, será inaugurada a exposição ‘Aprender com ferramentas: histórias pelas materialidades do Instituto Borges de Artes e Ofícios‘, que reúne itens do IBAO — fundado em 1924, referência no ensino técnico brasileiro e parte da história de Itu.

Todas as atividades serão realizadas no Centro de Estudos do Museu Republicano. Rua Barão de Itaim, 140, Centro – Itu/SP.

concerto em comemoração aos 35 anos do Quarteto Tristão Júnior
Concerto em comemoração aos 35 anos do Quarteto Tristão Júnior

Exposição 'Memória e Política o trabalho de gabinete na coleção Prudente de Moraes'
Exposição ‘Memória e Política o trabalho de gabinete na coleção Prudente de Moraes’

Exposição 'Aprender com ferramentas: histórias pelas materialidades do Instituto Borges de Artes e Ofícios'
exposição ‘Aprender com ferramentas: histórias pelas materialidades do Instituto Borges de Artes e Ofícios’

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OCB realiza tarde cultural com homenagens

O evento é alusivo ao Mês Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

Card referente ao Mês Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha
Card referente ao Mês Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha

A Ordem Comendador Belmonte realiza no próximo dia 30, quarta-feira, às 14h, uma solenidade de entrega de honrarias no Espaço Cultural do Consulado da República de Angola, no Rio de Janeiro.

Na solenidade serão entregues medalhas alusivas ao jubileu de 80 anos da Segunda Guerra Mundial, Prêmio Cacique Seattle de Meio Ambiente, Medalha Estrela De Honra Ao Mérito, Medalha de Mérito Bravura, além de Moções de Congratulações e Aplausos da OCB. O evento é alusivo ao Mês Internacional da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha.

Dentre os agraciados estão jornalistas, militares, lideranças religiosas e políticas, pessoas voltadas às ações sociais.

A OCB é uma Organização empresarial de Honrarias ao Mérito e foi criada pelo Comendador Belmonte e que tem por objetivo outorgar e condecorar pessoas que tenham praticado algum feito excepcional ou algum benefício à sociedade.

Para mais informações sobre a Ordem, acessar a página: https://soberanaordem.com.br/.

O evento em alusão à Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha ocorrerá nas dependências do Espaço Cultural da República de Angola, localizado na Av Presidente Wilson, 113 – centro – Rio de Janeiro.

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Reflexões sobre o mês de agosto

Elaine dos Santos: ‘Reflexões sobre o mês de agosto’

Elaine dos Santos
Elaine dos Santos
Imagem criada por IA do Bing - 05 de agosto de 2025, às 11:10 PM
Imagem criada por IA do Bing – 05 de agosto de 2025, às 11:10 PM

Dizem (ah, como as pessoas dizem!) que sou muito cética em relação ao conhecimento popular (ah, se elas soubessem o que eu sei!). Estamos em pleno mês de agosto, mês do desgosto, segundo enuncia a sabedoria popular.

O filósofo grego Aristóteles , contrapondo-se ao seu preceptor, Platão, enunciou a mimese, isto é, a representação das coisas feitas pelo artista. Para Platão, o artista fazia uma representação de segunda ordem. As coisas existiam no mundo das ideias e o marceneiro ou o carpinteiro representavam-nas como objetos físicos.

Há um romance de Rubem Fonseca, chamado ‘Agosto‘ e que enfoca os acontecimentos de agosto de 1954, que desembocaram na morte do ex-presidente Getúlio Vargas, que me parece exemplar quando abordamos a mimese e, ao mesmo tempo, a fatídica fama do mês de agosto.

Como se trata de ficção que tem a História como pano de fundo, não existe o propósito de contar A verdade dos fatos, mas uma possível verdade, dentre tantas que, talvez, com o decorrer dos anos, ainda possam vir à tona. Sim, e daí?

O leitor do romance ‘Agosto’, de Rubem Fonseca, pode ler os eventos ficcionalizados ‘a gosto’. Lembrei-me disso porque vivemos uma época em que as pessoas leem o cotidiano acreditando que existe apenas uma e absoluta verdade, como se determinados políticos, religiosos detivessem a ‘fórmula secreta da verdade’.

A propósito: que verdade?

Segundo a tradição, a desventura do mês de agosto teria começado na Península Ibérica quando navegantes partiam em suas caravelas para longas viagens. Era o tempo das grandes navegações. Na praia, ficavam mães, namoradas, esposas, filhas que pranteavam o destino dos homens da família… Era sempre uma incerteza sobre o retorno.

No entanto, o século XX (20) foi pródigo em reforçar a má fama do mês de agosto (ou teria sido mero acaso?): a Primeira Guerra Mundial teve início em agosto (na verdade, a data oficial é 28 de julho de 1914, mas a responsabilidade recaiu sobre agosto); a Segunda Guerra Mundial teria encerrado com um armistício assinado em 14 de agosto de 1945; por outro lado, é impossível não registrar o horror das duas bombas atômicas lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki, em 6 de agosto e 9 de agosto de 1945, respectivamente.

No Brasil, além da morte de Getúlio Vargas, em 1954, é possível registrar a renúncia de Jânio Quadros, em agosto de 1961, o que criou um clima de grande instabilidade política, visto que o seu vice-presidente, João Goulart, não era bem-visto pelos militares, que temiam a sua posse. Para apaziguar os ânimos, o Brasil viveu a experiência parlamentarista, quando Tancredo Neves assumiu como primeiro-ministro.

Cabe lembrar ainda o estranho acidente que vitimou Juscelino Kubitschek de Oliveira (JK), ex-presidente, em 22 de agosto de 1976. Diversas teses envolvem o acidente, como sabotagem mecânica, envenenamento do motorista etc. De qualquer sorte, JK também morreu em agosto.

Consagrado por retratar a violência urbana, Rubem Fonseca, no livro ‘Agosto’, proporciona-nos essa possibilidade de “’er o mundo’ justamente sob a ótica literária, da mimese, da imitação.

O historiador francês Paul Veyne ensina-nos que quem se dedica à escrita da História oficial não consegue recuperá-la em sua plenitude, vale-se de documentos, depoimentos etc., mas ressalta que, por exemplo, a batalha perdida por Napoleão em Waterloo tem várias nuances: a derrota sob a ótica de Napoleão, sob a ótica dos seus soldados, sob o olhar dos soldados vencedores, por exemplo, não é A História única e definitiva.

Tanto no acidente de JK, que teve o seu mandato como presidente questionado por atos de corrupção; como Vargas que poderia ter sido levado ao suicídio quando as acusações de Carlos Lacerda – corrupção e, na sequência, o crime da rua Tonelero, que teria sido encomendado para matar Lacerda – aproximavam-se aceleradamente do Palácio do Catete, poderiam ter tomado atitudes que fogem à compreensão do historiador e, portanto, dos registros históricos.

Rubem Fonseca, cujo romance foi publicado em 1990, abranda esse sentimento de totalidade – tão caro ao mundo grego antigo – para dar-nos a fluidez do mundo de Baumann, os grandes heróis que a História construiu e ofertou-nos eram ou são seres de carne e osso, dotados de músculos, nervos, vísceras, sangue, ideias que nem sempre se assemelham ao que pensamos, almejamos. Sendo assim, nós necessitamos dar-nos conta que a vida é uma sucessão de fatos inevitáveis, uma sucessão de narrativas.

Erich Auerbach, em seu livro ‘Mimesis‘, por exemplo, é pontual: você pode ler as grandes epopeias gregas – Ilíada e Odisseia – como elas são, ou seja, narrativas fictícias, atribuídas a um poeta, Homero, que não se sabe se existiu.

Por outro lado, ao ler a Bíblia cristã, você necessita assumir uma postura de crer ou não no Deus cristão – e isso não é menosprezo pelo Deus cristão, mas ter a ciência que, no mundo, existem outras religiões, outros deuses, outras crenças.

Por que mesmo que, passados 500 anos, continuamos associando agosto e desgosto?

Elaine dos Santos

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Eu Não Sei Rimar

A obra, publicada pela Editora Patuá, traz uma poesia contemporânea, intensa e provocadora, que dialoga com a marginalidade literária e os afetos urbanos

Card do lançamento do livro 'Eu Não sei Rimar', de Evandro Aranha
Card do lançamento do livro ‘Eu Não sei Rimar’, de Evandro Aranha
Evandro Aranha - Arquivo pessoal
Evandro Aranha – Arquivo pessoal

Eu não Sei Rimar, quarta obra do poeta e professor de informática sorocabano Evandro Aranha – que realiza intervenções poéticas na região e lança álbuns poéticos nas plataformas digitais -, será lançado no dia 09 de agosto (sábado), das 19h às 22h, no Ateliê Mancha, localizado na Rua Duque de Caxias, 343 – Vila Leão – Sorocaba/SP.

A programação contará com:

  • Venda do livro e sessão de autógrafos
  • Mini apresentação do espetáculo ‘Eu Não Sei Rimar’
  • Sarau da Mancha (com participações especiais e microfone aberto)

Sinopse

Evandro Aranha, jura que não sabe rimar e, talvez por isso, seus versos cortem tão fundo. Poeta de Sorocaba, escreve desde os 10 anos e já venceu o Prêmio Sorocaba de Literatura com ‘A Poesia Morreu’. Neste novo livro, escancara amores em ruínas lascados, corpos em disputa, silêncios incômodos e ausências que gritam. Sua poesia não pede licença: ocupa ruas, palcos e fones de ouvido, em forma de intervenção ou álbum. Aqui, cada poema é uma afronta ao lugar-comum. Leia por sua conta e risco: você pode sair ferido. Ou inteiro pela primeira vez.

Serviço

Livro: Eu não Sei Rimar

Autor: Evandro Aranha

Editora: Patuá

ISBN: 978-65-281-0141-2

Preço: R$ 60,00

Redes Sociais do autor:

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Poetizo, logo vivo – XX e XXI

Pietro Costa: Pensamentos ‘XX e XXI’

Pietro Costa
Pietro Costa
Imagem criada por IA do Bing – 05 de agosto de 2025,
às 12:05 PM

A autenticidade é um ato performativo exitoso; o progresso tecnológico pode levar a afetividade a níveis primitivos.

Pietro Costa

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