Comenda William Shakespeare de Belas Artes e Literatura
A Comenda será concedida pela FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes e consistirá na concessão de certificado e outorga da Medalha
Comenda William Shakespeare de Belas Artes e LiteraturaComenda William Shakespeare de Belas Artes e Literatura
Por meio do Decreto Acadêmico 0525.004/2025 – FEBACLA, O Presidente da FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES – FEBACLA, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias, estabeleceu na data de 25/05/2025 a criação da COMENDA WILLIAM SHAKESPEARE DE BELAS ARTES E LITERATURA.
William Shakespeare (1564-1616) foi um poeta e dramaturgo inglês que viveu no século XVI, na Inglaterra. Ele é amplamente considerado o maior escritor da língua inglesa e o dramaturgo mais eminente do mundo. Ele é frequentemente chamado de poeta nacional da Inglaterra. Suas obras existentes, incluindo colaborações, consistem em cerca de 39 peças, 154 sonetos, três longos poemas narrativos e alguns outros versos, alguns de autoria incerta. Suas peças foram traduzidas para todas as principais línguas vivas e são encenadas com mais frequência do que as de qualquer outro dramaturgo. Shakespeare continua sendo indiscutivelmente o escritor mais influente da língua inglesa, e suas obras continuam a ser estudadas e reinterpretadas.
Serão agraciados com a referida comenda artistas de todas as categorias, poetas, escritores, pintores, escultores, fotógrafos, produtores culturais, jornalistas, músicos e educadores, que tenham se destacado por suas ações meritórias, reconhecidas como abnegadas e de inestimável valor, pelos relevantes serviços prestados à sociedade no campo sociocultural.
A Comenda será concedida pela FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes e consistirá na concessão de certificado e outorga da Medalha.
A Solenidade de outorga será realizada nas seguintes datas:
Dia 25 de Julho (sexta-feira) às 20h. (Horário de Brasília). Evento virtual na plataforma Google Meet, com transmissão ao vivo pela TV CHANNEL NETWORK.
Dia 26 de Julho (sábado) às 15h. Local: ESPAÇO CULTURAL HIGINO Avenida Oliveira Botelho, 365 – Alto -Teresópolis/RJ.
Comenda Defensor do Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro
A Comenda será concedida pela FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes e consistirá na concessão de certificado e outorga da Medalha
Logo da FEBACLAComenda Defensor do Patrimônio Histórico e Cultural Brasileiro
O Presidente da FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES – FEBACLA, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias, estabeleceu na data de 25/04/2018 a criação da COMENDA DEFENSOR DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL BRASILEIRO.
A COMENDA DEFENSOR DO PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTURAL BRASILEIRO será concedida a instituições e personalidades de todo Brasil, que se destacaram ao longo dos anos, na proteção, preservação e valorização do patrimônio cultural do país, seja material ou imaterial. Esta defesa pode ocorrer em diversos âmbitos mediante políticas públicas, iniciativas de preservação, pesquisa, educação e difusão do conhecimento sobre a cultura brasileira.
A expressão Patrimônio Histórico e Cultural tem a ver com tudo aquilo produzido, material ou imaterial, pela cultura de cada sociedade. Isso devido à importância cultural e científica de cada lugar, sendo o principal objetivo, preservar as riquezas naturais de todas as comunidades, para as pessoas presentes e as que ainda virão. Afinal, os Patrimônios Históricos alimentam e fomentam as culturas dos diversos povos.
Os bens que são considerados Patrimônios Históricos Culturais são: obras de artes plásticas (pinturas, esculturas, ilustrações, tapeçarias e artefatos artísticos, em geral); construções e conjuntos arquitetônicos (cidades, casas, palácios, casarões, jardins, monumentos); festas e festividades; músicas; elementos culinários, e outros representantes das inúmeras culturas existentes ou que já existiram no mundo.
A Comenda será concedida pela FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes e consistirá na concessão de certificado e outorga da Medalha.
A Solenidade de outorga será realizada na seguinte data:
Dia 28 de junho (sábado) às 16h (Horário de Brasília), evento virtual na plataforma Google Meet e Transmissão ao vivo pela TV CHANNEL NETWORK.
No salão rubro do Palácio das Pedras Douradas, entre alcatifas gastas e candeeiros exaustos de tanto brilho antigo, o velho Ngola Mangueira Yetu, há três décadas firmemente sentado na cadeira da decisão, compunha com esmero a gravata vermelha e dourada diante das câmaras. Os seus olhos, cavados por rugas e desconfianças, procuravam, lá fora, a multidão que se apertava na Praça Independente, debaixo de um ecrã abrasado pelo sol.
O povo, em uníssono, entoava: — Em dois mil e vinte e dois vais gostar! Em dois mil e vinte e dois vais gostar!
O refrão, que em tempos nascera de uma esperança inocente, fermentara até se tornar troça colectiva — cântico de frustração, mas também de aviso. Chimuku sorriu de lado, como quem já conhece o desfecho. Era da nova guarda, mas com o velho perfume da ambição.
— Ao povo que canta, que dança, que sonha e que resiste, digo com a calma de quem não teme: não vos apoquenteis. Amanhã darei um passo à gazela. Sim, um salto elegante, leve, de fato escuro — mas sempre para a frente. Quem crê que tombarei no fosso das urnas desconhece o solo firme que sob nós se estende. E ignora, sobretudo, a fidelidade com que escolhi o camarada Jaime Baixinho para continuar a obra.
Atrás dele, ministros brindavam com espumante barato e palavras ruidosas. Entre eles: Viegas e o Baka. Brindavam não pela certeza, mas pelo medo do contrário.
Nas redes, a frase fez-se meme com rapidez viral. Encheram-se os ecrãs de gazelas a tropeçar, saltos falhados, desastres anunciados. Riam-se muitos. Mas nas sombras do palácio, o salto já estava coreografado com antecedência — não pela leveza da gazela, mas pela precisão com que o poder sabe proteger-se a si próprio.
Na manhã seguinte, o Sol nasceu grosso e silencioso, como se hesitasse. E lá estava ele, Ngola Mangueira Yetu, agora com uma gravata amarela, na varanda do palácio, sorrindo com o alívio de quem sobrevive não por mérito, mas por astúcia.
— Como prometido, saltei. E cá estou.
E foi então que, no silêncio denso que se seguiu, o povo começou a decorar o próximo refrão. Porque ali, naquela coreografia entre ambição e estabilidade, se evitara — por enquanto — a ruína.
Como dirá certo cantor, há vezes em que até a vaidade dos poderosos nos poupa da guerra. E há paz que nasce não do amor, mas do medo de perdê-la.
Kamuenho NgululiaImagem criada por IA do Bing – 25 de maio de 2026, às 03:40 AM
Tendo como base a sua etimologia, a palavra educação provém do verbo educar e este carrega em si o sentido de trazer para fora, tornar evidente ou aprimorar o potencial. Neste sentido, educação compreende o processo por meio do qual um educador aperfeiçoa as habilidades de seus educandos, elevando-os para o seu pleno desabrochar.
A título de analogia, o trabalho de um educador é parecido ao trabalho de um camponês ou agricultor e a educação carrega o mesmo valor que a agricultura.
Como se sabe, o agricultor, dentre várias funções, o seu trabalho consiste em cuidar das plantações ou semeaduras para garantir que alcancem o seu mais pleno potencial de amadurecimento e a agricultura, neste sentido, entende-se como o processo pelo qual um agricultor ajuda as plantações a atingirem o amadurecimento.
Considerado o que se disse acima, convém destacar que, assim como na agricultura, onde o agricultor não muda a natureza da planta ou da semente, a educação, no seu verdadeiro sentido, envolve respeitar a natureza dos educandos. Pelo agricultor, o feijão é semeado como feijão, cuidado como feijão, desenvolve-se como feijão, colhido como feijão e posto para consumo como feijão. O agricultor não envida esforços para transformar a natureza do feijão em milho, antes, compreendendo a sua natureza, faz todos os esforços necessários para permitir que, dentro da sua natureza, ocorra o seu pleno desenvolvimento.
O mesmo deve ocorrer com a educação que se preze como educação e não domesticação. O educador não tem o direito de ditar a inclinação vocacional ou natureza dos educandos. A função do educador consiste em ajudar seus educandos, dentro da sua natureza, a atingir o seu mais pleno potencial.
Converter quem, naturalmente, tem habilidades para medicina em mecânico, não é educação, é domesticação.
Mudar quem tem a inclinação natural para construtor em professor, não é educação, é violação da natureza humana da pessoa em causa.
Verdadeira educação é aquela que tem como interesse (1) descobrir a inclinação natural dos estudantes e (2) elevar os educandos ao mais pleno desenvolvimento das suas inclinações naturais.
Kamuenho Ngululia
Malanje, 24 de maio de 2025
Como citar este artigo: Ngululia, K. (2025:5). Educar não é domesticar. Brasil: Jornal Cultural ROL
Diamantino BártoloImagem criada por IA do Bing – 26 de maio de 2025, às 11:56 PM
Comunicar apresenta-se, hoje, como uma das principais potencialidades da humanidade, objetivamente, na sua vertente mais nobre que é o diálogo, a diferentes níveis: interpessoal, intergrupos, intergeracional e internacional, sejam quais forem os domínios, os temas e as finalidades.
O caminho mais adequado e digno da condição humana, para resolver os conflitos: alguns, naturais e compreensíveis; outros, menos atendíveis, que nas diversas circunstâncias da vida e dos papéis que cada ser humano desempenha, vão opondo interesses, princípios, valores e objetivos.
A humanidade está predestinada à inevitabilidade da comunicação. Quem se esconder na penumbra da indiferença, na aparente tranquilidade do silêncio sistemático e inconfessável, ou no egoísmo dos interesses ilegítimos, terá, provavelmente, imensas dificuldades em cooperar com os seus semelhantes, com as instituições, com um mundo cada vez mais exigente, e com a própria natureza.
Gerir, equilibradamente, a comunicação interpessoal é, cada vez mais, uma ciência superior, (também uma arte), nem necessariamente uma ciência exata, nem absolutamente uma ciência social e humana, porque numa ou noutra, sempre terá lugar alguma objetividade e, simultaneamente, haverá espaço para uma certa margem de subjetividade, sem que isso afete a veracidade da comunicação, a sua autenticidade e eficácia.
Com efeito, a ciência da comunicação pressupõe um método e um objeto: um método ou processo pelo qual se progrida e se alcancem novos resultados, ou se melhorem os já existentes e se atinjam objetivos previamente estabelecidos; um objeto, que, no quadro da ciência da comunicação, se pode identificar com a dimensão humana de relacionamento interpessoal, isto é, melhorar a qualidade e a quantidade dos atos comunicacionais.
Na conjugação e articulação do método com o objeto de estudo, considerem-se as estratégias, os instrumentos e a avaliação, através dos quais se credibilizem, testando, os procedimentos dos interlocutores comunicacionais.
Falar, ouvir, escrever, pintar, mimetizar e desenvolver toda uma panóplia de linguagens verbais e não-verbais, sem intencionalidade, sem regras, sem objetivos e sem consequências, equivale a uma possível incompetência dos intervenientes comunicacionais.
Sendo a comunicação humana um veículo poderosíssimo, único e acessível, exige-se que os seus utilizadores sejam competentes no exercício deste recurso singular do ser humano. Da competência do uso da língua, dependem os resultados do ato comunicacional, respeitando sempre as normas do respetivo código utilizado, o qual deve ser do conhecimento profundo dos interlocutores.
BIBLIOGRAFIA
BÁRTOLO, Diamantino Lourenço Rodrigues de, (2007). Curso de Comunicação e Relações InterpessoaisAvançado – Manual de Estudos
Venade/Caminha – Portugal, 2025
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal