Elisa MasciaImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/47bb2d80c0c61cf2?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
Le parole scritte libere o in rima sono perle preziose d’ispirazione nate dal cuore e asciugano lacrima esprimono dell’attimo l’emozione condivise nell’universo sono luce che benessere al fratello produce.
Dall’oscurità dell’odio e della guerra ciò che dal cuore nasce si trasforma nella pace dei semi nella fertile Terra dell’arte e del canto è misura e norma diffuse qual luce splendente di stelle fuoco scintillante di mille fiammelle.
Luce tra le mani viso illuminano buio non c’è nelle tenebre della notte spiraglio e speranza a chi è solo donano e l’augurio che non vi siano più lotte ciascuno sia specchio luminoso e il bene diventi un uragano vorticoso.
Lino RenandImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/a47f0e2603cd4f04?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
Me confronto con la hoja, socavada por ortigas punzantes. Las intermitencias de la brillantez secuelas dejan al recuerdo. He olvidado el sistema paleolítico de supervivencia. No sé como guardar las simientes de mi sino. Cae como loza sobre mí el contrapeso de mi miseria. Es acre vegetación que crece en inaccesibles cimas de pena. Pararrayos malévolo el tesón olvidado en cualquier rincón. No tengo tiempo para la paciencia. Parmesano country, lejía en un sitio arrabal. La señal es raíz del campo arbitrario. Ahogas lo nítido en el cristal de un fulgor. La semántica es hiedra de los muros. Torcemos las carreteras hasta distorsionarlas en el espacio-tiempo. No puedo subirte a mi palanquín y llevarte al límite de los marginados. Las murallas tiemblan ante la Auriga. Tu fuste arranca pedazos de piel a mi espalda. Asfixia. Las escalinatas se mantienen vivas ante la bruma. La brújula polar sangra. Y las estrellas todas titilan como antorchas. Relinchan las piras singulares de brizna. El tizne de los gansos arponea las ballenas del ártico cada segundo. Tibias copas mueren en la nube gris. Los copos de nieve arrecian la tempestad del invierno. Con una piedra rompes el yelmo y atónito caigo al ombligo. La verja separa a los que no pretender saltar y prescindir de ella. Desato el cíngulo del tiempo. La Osa Mayor confabula juegos salvajes contra el poeta. Ermitas duermen y duelen en la piel. La cornisa es lo último que queda al hundir los pies en la tinta. Fíbulas de soledad. El fin solo llega, cuando la oropéndola grazna cual gallo, allá donde la letra fenece.
Diamantino BártoloImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/5801d8c7eb76aaa9?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
«A infelicidade é uma experiência humana comum, embora frequentemente seja vista como algo a evitar a qualquer custo. Muitas pessoas acreditam que a felicidade depende apenas de circunstâncias externas, como dinheiro, sucesso profissional ou reconhecimento social. No entanto, diversos estudos e observações da vida cotidiana mostram que as razões da infelicidade são mais complexas e, muitas vezes, estão relacionadas à forma como pensamos, nos relacionamos e interpretamos a realidade.
Uma das principais causas da infelicidade é a comparação constante com os outros. As redes sociais ampliaram esse fenómeno ao exporem versões idealizadas da vida alheia. Quando alguém mede o seu valor pelos resultados, aparência ou conquistas de outras pessoas, tende a sentir-se insuficiente, mesmo quando possui motivos concretos para estar satisfeito.
Outra razão importante é a busca incessante pela perfeição. O perfeccionismo cria expectativas difíceis de alcançar e transforma pequenos erros em grandes fracassos. Em vez de valorizar o progresso, a pessoa concentra-se nas falhas, alimentando sentimentos de frustração e desânimo.
A falta de propósito também contribui para a infelicidade. Ter objetivos claros e sentir que as ações diárias possuem significado ajuda a enfrentar desafios e momentos difíceis. Quando a vida parece vazia ou sem direção, é comum surgir uma sensação persistente de insatisfação.
Os relacionamentos problemáticos constituem igualmente uma fonte frequente de sofrimento. Conflitos familiares, amizades tóxicas, isolamento social ou dificuldades de comunicação podem afetar profundamente o bem-estar emocional. Os seres humanos são naturalmente sociais e necessitam de vínculos saudáveis para se sentirem apoiados e compreendidos.
Além disso, a incapacidade de aceitar as dificuldades da vida pode aumentar a infelicidade. Muitas pessoas acreditam que uma vida feliz significa ausência de problemas. Contudo, perdas, fracassos e mudanças fazem parte da experiência humana. Quando se tenta evitar ou negar essas situações, o sofrimento tende a intensificar-se.
Por fim, a negligência com a saúde física e mental também desempenha um papel relevante. Sono insuficiente, sedentarismo, stress excessivo e falta de momentos de descanso afetam diretamente o humor e a capacidade de lidar com os desafios do dia-a-dia.
Compreender as causas da infelicidade não significa eliminá-las completamente, mas permite desenvolver uma relação mais equilibrada com a própria vida. Ao cultivar autoconhecimento, relações saudáveis, objetivos significativos e aceitação das imperfeições, torna-se possível construir uma existência mais satisfatória e resiliente.»
BIBLIOGRAFIA: Resenha de vários psicólogos
Venade/Caminha – Portugal, 2026
Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo
Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal
Denise CanovaImagem criada por IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/6ae4c9bcd46cb1d6?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
Me sinto frágil e indefesa Às vezes, inerte na incerteza De que alguém vai me ouvir. Mas a realidade é cruel Ninguém quer viver o meu papel. É simples para muitos O fato de eu não gritar. Olho para os lados e vejo os meus filhos, tão fragilizados
realidade O que fazer? Para onde vou? O que contar? Por outro lado, Dependo dele e omissa fico. Tremenda opressão. É um olhar atravessado Uma palavra agressiva Fico frustrada E naquele processo fico E parece não ter fim. Não durmo direito E com os olhos cheios de olheiras Coloco um óculos escuros Para disfarçar. Até que uma hora as palavras , a coação mental já não basta E vem o primeiro tapa E quando me perguntam o que foi isto? Eu,simplesmente,digo que caí. E outras agressões surgem Meus filhos choram O desespero bate E nào.para por aí. E eu fico ali Naquela agonia Como uma tempestade que nunca acaba. Então ,eu penso Afinal,vou para onde? Mas … Eu preciso acreditar Que sou forte o suficiente Para revidar e não aceitar Eu preciso gritar Preciso reagir Este grito sufocado Precisa sair do meu peito Para eu conseguir sobreviver Eu vou ligar 180 Ou usar os sinais com as mãos Pedindo socorro E… Acreditar na justiça dos homens E seja o que Deus quiser.
A jornada de fé e escuta que deu origem ao novo livro do pastor e psicanalista Cleiton Santos
Além do Espelho: Como Deus nos vê!
Unindo teologia, psicanálise e uma experiência pessoal marcante em sala de aula, o autor lança obra focada na cura interior e na transformação de relacionamentos.
Olhar-se no espelho e não gostar do que vê é uma experiência humana universal.
Muitas vezes, esse reflexo insatisfatório não está no vidro, mas no interior, uma coleção de falhas, erros e cobranças que carregamos ao longo da vida.
Cleiton Santos
É justamente nesse ponto sensível que o pastor, psicanalista e escritor Cleiton Santos, de 55 anos, ancora sua nova obra literária: “Além do espelho: Como Deus nos vê”.
Casado, pai de dois filhos e servidor público aposentado, Cleiton construiu uma trajetória inteiramente dedicada ao cuidado com o próximo.
Unindo sua formação teológica à escuta sensível da psicanálise, ele atua há anos no aconselhamento de indivíduos e casais, ajudando-os a restaurar vínculos e a encontrar equilíbrio emocional e espiritual.
Agora, essa rica bagagem prática ganha as páginas de um livreto que promete ser um bálsamo para os dias atuais.
O choro em sala de aula e o nascimento de um propósito
A história por trás da obra, no entanto, não começou agora.
Ela teve início há mais de duas décadas, em 2002, durante uma manhã de sábado que o autor lembra com precisão.
Na época, cursando o segundo ano de Teologia, Cleiton viveu um momento de profunda crise pessoal.
“Eu me desmanchava em choro sobre a minha mesa dizendo para mim mesmo que iria ‘desistir’”, relembra o autor
Foi naquele instante de extrema vulnerabilidade que ele relata ter recebido uma direção espiritual que mudaria seu destino.
O tema do livro nasceu ali, como uma resposta imediata à sua dor.
“Comecei a escrever algumas palavras e, quando me dei conta, já tinha várias linhas e páginas escritas. Este livreto nasceu primeiro no coração de Deus para hoje abençoar outras vidas”, pontua.
Um convite para enxergar a essência, não o erro
Em um mundo hiper conectado, ditado por padrões estéticos e cobranças implacáveis de redes sociais, “Além do espelho: Como Deus nos vê!” surge como um contraponto necessário.
Segundo o autor, a sociedade contemporânea nos treina para acreditar que Deus nos enxerga com a mesma distância e decepção com que muitas vezes olhamos para nós mesmos.
O livro desconstrói essa visão.
Com uma linguagem simples, acolhedora e livre de julgamentos ou termos técnicos complexos, Cleiton propõe um diálogo direto com o leitor.
A obra não ignora as falhas humanas, mas convida a entender que o olhar divino não começa no erro, mas sim na essência de cada indivíduo.
Para o autor, o impacto dessa mudança de perspectiva é prático e profundo: “A forma como você acredita que Deus te vê muda completamente a forma como você vive”.
Mais do que uma leitura rápida, “Além do espelho: Como Deus nos vê” se apresenta como um convite delicado para o leitor silenciar as próprias acusações e se reconciliar com a própria identidade.
Uma leitura essencial para quem busca cura interior, crescimento emocional e um reencontro com a fé.
Em um mundo onde somos constantemente pressionados a corresponder a padrões externos, Além do Espelho: Como Deus nos vê, de Cleiton Santos, surge como um convite profundo à reflexão e à cura interior.
O livreto conduz o leitor por uma jornada de autoconhecimento à luz da fé, confrontando as distorções que muitas vezes carregamos sobre nossa própria identidade.
Através de uma linguagem simples, direta e sensível, o autor revela uma verdade poderosa: não somos definidos pelas nossas falhas, traumas ou pela forma como nos vemos no espelho, mas sim pela maneira como Deus nos enxerga.
Com base em princípios bíblicos, a obra traz conforto, restauração e esperança, ajudando o leitor a compreender seu verdadeiro valor e propósito.
Cada página é um lembrete de que há graça, amor e uma nova perspectiva disponível para aqueles que estão dispostos a olhar além das aparências.
Mais do que uma leitura, este livreto é uma experiência espiritual, um chamado para abandonar velhas crenças e abraçar uma identidade firmada no olhar de Deus.