Mergulho em meu mar

Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Mergulho em meu mar’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Imagem criada por IA do Bing - 10 de junho de 2025, às 10:21 PM
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às 10:21 PM

Mergulho em meu mar

para as minhas pérolas encontrar.

Elas moram na imensidão do meu interior

Onde fica o amor

E me faz sonhadora.

É preciso mergulhar para dentro!

Pois, abre portas para o autoconhecimento

Possibilita sair da zona de conforto 

Sem perder as forças

e encontrar -se com a coragem

Digo de passagem:

Fortalece os pensamentos 

liberta os sentimentos

traz autoconfiança e esperança.

O que vale é aproveitar a caminhada,

Contemplar a beleza da vida embevecida,

Não deixar que nada passe despercebido.

Eliana Hoenhe Pereira

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Poetizo, logo existo – XI

Pietro Costa: Pensamento ‘Poetizo, logo existo – XI’

Pietro Costa
Pietro Costa
Imagem criada por IA do Bing - 10 de junho de 2025,  às 14:36 PM
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O medo é o pai da audácia, e seu principal algoz.

Pietro Costa

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16ª Exposição Iconográfica de Turismo Cultural Internacional

A 16ª Exposição Iconográfica de Turismo Cultural Internacional, com o tema ‘França-Brasil’, está sendo apresentada no hall de entrada da Câmara Municipal de Sorocaba (SP)

Cartaz da 16ª Exposição Iconográfica de Turismo Cultural Internacional
Cartaz da 16ª Exposição Iconográfica de Turismo Cultural Internacional

A Exposição Iconográfica de Turismo Cultural Internacional, idealizada e tendo por curador o artista plástico Hamilton Vieira, ora em sua 16ª edição, e este ano com o tema ‘FRANÇA-BRASIL’, contando com o apoio da Câmara Municipal de Sorocaba, Secretaria Municipal de Cultura (SECULT), Secretaria Municipal de Turismo (SETUR), Gabinete de Leitura Sorocabano, do professor e escritor André Mascarenhas e de empresas brasileiras e internacionais, e realizada pela Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA, está sendo apresentada ao público no hall de entrada da Câmara Municipal de Sorocaba (SP) até o dia 13 de junho de 2025, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

Os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Emmanuel Jean-Michel Frédéric Macron, quando se reuniram em Paris em junho de 2023, decidiram organizar a temporada França/Brasil em 2025, visando alavancar as relações bilaterais entre países, fortalecendo as ações conjuntas, os desafios sociais, políticos e ecológicos. Aproveitando a ocasião, também serão apresentadas as riquezas artísticas e culturais em ambas as nações. 

Esta temporada da Exposição será estruturada em três grandes desafios:

  1. Clima e Transição Ecológica;
  2. Diversidade Social e
  3. Diálogo com a África e Democracia.

A agenda os eventos desta temporada poderá ser obtida nos seguintes saites e linques:

bresilfrance2025.com   –   https://bresilfrance2025.com   –   https://francabrasil2025.com

A exposição destaca o belo estado do Pará (Brasi)l, cuja capital, Belém, será a sede da COP 30 (30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas), que ocorrerá entre os dias 10 e 21 de novembro de 2025, segundo anúncio da ONU em 18 de maio de 2023, e a França, celebrando os 200 anos de relações diplomáticas com o Brasil. Haverá uma homenagem aos Emirados Árabes Unidos que, em 2024, comemorou 50 anos de relações diplomáticas entre os dois países.

Serão apresentados cartazes, fotos, textos e informações destes três países, para mostrar aos visitantes a cultura, a arte e os destinos turísticos desses três países.

Serviço

Evento: 16ª Exposição Iconográfica de Turismo Cultural Internacional

Tema: França – Brasil

Data: até o dia 13 de junho de 2025, de segunda a sexta-feira

Horário: das 9h às 16h

Local: Hall de entrada da Câmara Municipal de Sorocaba (SP)

Endereço: Av. Eng.º Carlos Reinaldo Mendes, 2945 – Alto da Boa Vista – Sorocaba (SP)

Mais informações: pelo WhatsApp: (15) 99171-8060 ou pelo e-meio: hvproducoes@gmail.com

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Idosos: Um Património Axiológico

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

‘Idosos: Um Património Axiológico’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
Imagem criada por IA do Bing - 09 de junho de 2025, às 16:29 PM
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às 16:29 PM

Os idosos (ou os ‘velhos’, como vulgar e pejorativamente são designadas as pessoas a partir de uma certa idade, tradicionalmente, a partir dos 65 anos), começaram a ser marginalizados precisamente, com a institucionalização de propalados argumentos de inutilidade e, ainda mais grave, invocando-se os custos sociais que eles causam ao erário, ignorando-se que, foram eles, no seu tempo de vida ativa, com as respetivas comparticipações, que alimentaram o sistema de Segurança Social, e que cumpriram as suas obrigações fiscais.

Os idosos, tal como as gerações que se lhes seguem (as crianças e jovens de hoje), são o melhor património humano que um país pode ter, desde logo, se os governantes, professores, empresários, religiosos e de outras áreas, tiverem a inteligência e a visão estratégica, de saber utilizar o imenso manancial de: conhecimentos, experiências, sabedoria e prudência, que a maioria dos idosos possui, independentemente das suas culturas serem de natureza intelectualizada ou antropológica. 

Desprezar o valioso contributo das pessoas que, não obstante, terem entrado no final de suas vidas, continuam válidas, disponíveis para manterem uma boa colaboração: com a sociedade em geral; com as gerações mais novas, em particular, constitui um grave erro, para além de uma mesquinha ingratidão daqueles que, de alguma forma, detêm determinado poder de decisão. 

Apoia-se, portanto, uma teoria e uma prática que privilegiem os idosos, que lhes deem a oportunidade de passarem o testemunho de vida e de saber, em condições dignas, ao longo deste período de vida, que se considera o mais característico da existência do ser humano, no qual coexistem capacidades, saberes, ensaios, erudição, circunspeção, valores e segurança nas convicções, onde toda uma entidade se consolidou numa postura rigorosa, severa, mas também tranquila, confiante e estimulante para as gerações vindouras. 

O progresso material, e a felicidade espiritual, da pessoa integrada numa sociedade, verdadeiramente humanista, passa, imperativamente, pela consideração devida aos mais velhos, e a tudo o que eles representam, com sucessos e com fracassos, porque eles são a História, a Língua, a Cultura, as Tradições, os Valores, o Trabalho feito, que os mais novos estão a usufruir e, se possível a melhorar.

Uma primeira abordagem, poderá ser desenvolvida no sentido de atender às necessidades daqueles que, por incapacidade de qualquer natureza, ou por opção própria, não podem, e/ou não querem continuar na vida ativa, preferindo os cuidados médico-sociais adequados, acompanhados de uma vida de reflexão, de tranquilidade e de recordações. 

A educação e formação do idoso, para nesta fase da sua vida ter as melhores condições, não só para viver com melhor qualidade de vida, como também para estar à altura de transmitir às gerações mais novas, que se lhe vão seguir, todos os conhecimentos, experiências e sabedoria, constitui uma estratégia muito interessante, de grande visão político-social, porque se acredita na sua eficácia, justamente, para o bem-estar e felicidade espiritual do idoso. 

Fica-se, todavia, com uma primeira reflexão sobre a importância dos idosos, bem como a riqueza que eles representam para o bem-estar e felicidade da humanidade, porque o património que eles carregam, fruto da educação e formação que foram adquirindo ao longo da vida, das experiências vividas e sabedoria acumulada, não se pode perder. 

Jogar fora, por absurdos preconceitos etários, um património tão valioso, quanto inimitável e irrepetível, significa uma visão redutora, mesquinha e receosa da perda de um qualquer poder, ou de não o vir a alcançar mais cedo, porque, alegada e eventualmente, poderá haver um idoso no caminho da progressão de um jovem.

Venade/Caminha – Portugal, 2025

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Meu Cantinho Poético

Denise Canova: ‘Meu Cantinho Poético’

Denise Canova
Denise Canova
Imagem criada por IA do Bing - 09 de junho de 2025, às 08:14 PM
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às 08:14 PM

Meu cantinho poético

Amo este lugar

Dele saem meus versos

Diário poético

Meu cantinho de paz

Dama da Poesia

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Cenários

Ismaél Wandalika: Poema ‘Cenários’

Soldado Wandalika
Soldado Wandalika
Imagem criada por IA do Bing - 09 de junho de 2025, às 08:06 PM
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às 08:06 PM

Meu olhar insólito fragiliza meu medo
Às vezes voo com os pés enterrados na terra
Prezo minha trilha tocando meu verso
Vivo longe da esperança, a vida me traz um nobre ritmo

Oiço com prudência cada melodia ao sol raiar
Meus pássaros cantam sem cessar na janela do meu Altar
Olho a fundo na esperança que me circunda
Há dias em que as lágrimas se recusam de cair
Escondo meu pranto nos gritos que me cruzam a alma
Traduzo meu sentimento sobre o papel
Viajo nas paisagens de um cartel
Exprimo o meu pensamento ao som das minhas palavras.

Cenários
Invadem o silêncio dos meus movimentos
Os ângulos distorcem a lógica dos meus ventos
A força desatina, perco-me nos galhos
Feridas visualizam meu tédio

Finjo ser forte
Penso no abismo do monte
Corro atrás da sorte
Observo o mundo sob a ponte

Soldado Wandalika

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Concerto para um coração só

Paulo Siuves: ‘Concerto para um Coração Só’

Paulo Siuves
Paulo Siuves
 Imagem desenvolvida com tecnologia generativa da OpenAI (ChatGPT), com base em prompt elaborado por Paulo Siuves
 Imagem desenvolvida com tecnologia generativa da OpenAI (ChatGPT), com base em prompt elaborado por Paulo Siuves

O escuro por dentro tem um som.
Não é grito, não é lamento.
É algo entre o arrastar de um arco sobre cordas velhas e o ranger de madeira em catedral vazia.

Você — sim, você — não chegou a existir de verdade. Era só um desenho no ar, uma curva de som que vinha de longe. Uma flauta sofrida tocando sob chuva fina, sempre além da esquina, sempre além da pele.

Eu tentei escrever você. Fiz do meu peito um papel úmido de suor e febre. Quis traduzir seus gestos em clave de sol, mas a partitura rasgava sempre no mesmo lugar — logo depois do talvez.

Tem dias em que sua ausência bate mais alto.
Ecoa.
Como sino em torre sem fiéis.

E eu, ridículo, estendo os braços ao vazio, como quem rege um concerto de silêncio.
Cada lembrança sua vem torta, como acorde errado, desses que fazem os músicos se entreolharem em pânico. Mas eu aceito. Me deixo engolir. Tem certa beleza nisso: ser esmagado por algo que nunca existiu de fato.

Você nunca esteve aqui.
Não de verdade.
Mas se esconde em cada compasso do que sobrou de mim.

E enquanto o mundo insiste em sua própria melodia — leve, viva, esquecida —
eu continuo tocando o que ninguém quer ouvir.

O nosso concerto.
Para um coração só.

Paulo Siuves

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