Sandra AlbuquerqueVisão parcial da capa do Jornal Cultural ROL
31 longo anos Quantas emoções. De tudo um pouco. História, Ciências, Física, Metodologias, Artes, Entretenimento e muito mais. Eu também entrei a convite de nosso grande Editor Sergio Diniz da Costa. E aqui, eu fiz de tudo um pouco. Até contos e crônicas, poemas minimalistas, entrevistas, e isto levou-me a crescer dentro da literatura. O ROL é um verdadeiro leme que leva as pessoas a aprenderem muito além do que imaginavam e a galgarem espaços luminosos. O ROL tem alma, pois, em cada matéria, os leitores podem sentir a essência dos autores. E eu sou feliz por ser chamada de Fada-Madrinha do ROL. Me orgulho muito em ser parte integrante dele. O ROL eu o apelidei de ‘Velho Chico’, pois nasceu de uma ideia do nosso saudoso Paizão (como eu o chamava) e tomou formas em uma proporção que hoje ele viaja virtualmente por inúmeros países. Foram chegando mais colunistas e editores e ele foi se transformando e impactando quem o lê. Parabéns pelos 31 Anos! Que a cada dia mais e mais cresça e seja muito abençoado.
Verônica MoreiraImagem criada por Ia do Bing – 02 de maio de 2025, às 13:23 PM
Tem coisas que guardo — e que agora preciso contar. Guardo lembranças e saudades. Guardo sentimentos diversos: amores, paixões, mágoas e ilusões. Guardo um fardo de olhares e desejos. Guardo quilômetros de ausências e medos. Guardo amuletos, relicários e pedras coloridas. Guardo sorrisos, versos e cantigas de ninar. Guardo lugares diferentes, onde aconteceram encontros — mesmo os indesejados. Guardo reflexões e reflexos no espelho. Guardo segredos que levarei para o túmulo. Guardo poesias e músicas românticas. Guardo livros e flores secas. Guardo comigo números, códigos, senhas e nomes. Guardo uma dor e um remédio, tédio e distrações. Guardo tudo que tenho de bonito — e de feio. Guardo o adeus de alguém que permanece, mesmo não estando. Guardo o cheiro, o gosto, o gozo de ainda existir, depois que minha metade se foi. Guardo os sonhos engavetados em versos livres. Enfim… Guardo meu eu inteirinho — dentro de mim.
Um verdadeiro manual para homens que desejam evoluir de dentro pra fora.
Repleto de ensinamentos sobre os pilares mais importantes da vida — identidade, propósito, autoconhecimento e atitudes —, esse livro vai direto ao ponto, com linguagem clara e reflexões poderosas.
Leitura envolvente e transformadora.
Recomendo!
Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube
SINOPSE
Renascendo das cinzas é uma obra voltada para o desenvolvimento pessoal masculino.
Este livro te trará para a realidade do mundo atual e, ao mesmo tempo, te direcionará para um caminho de crescimento e superação.
Se tudo deu errado até aqui, não é o fim, adquira este livro e renasça das cinzas.
SOBRE A OBRA E O AUTOR
Há livros que acariciam.
Outros que chacoalham.
E há aqueles raros que fazem as duas coisas ao mesmo tempo.
Renascendo das Cinzas, de Bruno Vieira, é um desses.
Bruno Vieira
Natural de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, Bruno tem 35 anos, é empresário, estudante de jornalismo e alguém que vive o que escreve.
Após mais de cinco anos mergulhado em leituras sobre desenvolvimento pessoal e, principalmente, após encarar na pele experiências que não caberiam num post motivacional, ele decidiu transformar vivência em verbo e lançar sua primeira obra.
Renascendo das Cinzas não é um manual de autoajuda genérico.
É um convite honesto e direto a quem tem coragem de se olhar no espelho, reconhecer as cinzas e, dali, fazer fogo novo.
O livro entrega ao leitor uma injeção de realidade sem anestesia, mas logo em seguida oferece luz, amor-próprio, caminhos e confiança pra seguir em frente — com mais consciência e menos drama.
Bruno enxerga os livros como pílulas naturais com efeitos profundos na mente e na alma.
E faz disso uma missão: levar conhecimento, perspectiva e transformação para quem estiver disposto a abrir a cabeça e o coração. “Quem lê com mente aberta está sempre um passo à frente”, costuma dizer.
Renascendo das Cinzas é para quem cansou do piloto automático. É para quem já caiu e quer levantar com propósito.
É leitura com alma, com pegada, e com aquele tipo de sinceridade que às vezes dói — mas liberta.
Ella DominiciCriador de imagem do Bing – 1º de maio de 2025, às 16:06 PM
Para que serve a Arte? Nos dar breve, mas fulgurante Ilusão de camélia Na brecha emocional Irredutível à lógica animal
Como então nasce a Arte? Da alegria em flor do espírito De esculpir lamelas da alma Em campo infinito do sensorial
O que faz por nós a Arte? Dá forma e torna visíveis Metamorfose aos tumultos E tédios da vida Sossego a esta corrida vã e Incessante e aos passos insensíveis
Onde se acha a Arte? Debruçada nas letras liter-artes Em cores e tintas das obras Encarnando a universalidade Dos afetos humanos e no momento suspenso arrancado do tempo: na eternidade
Pesquisadores Ana Paula Sallum Nicoletti e Carlos Carvalho Cavalheiro participam de manifestação em prol do Rio Sorocaba
Manifestação em prol do Rio Sorocaba
Os pesquisadores do Observatório do Desenvolvimento da Região Metropolitana de Sorocaba, Ana Paula Sallum Nicoletti e Carlos Carvalho Cavalheiro, participaram de uma manifestação popular contra a construção da marginal direita do Rio Sorocaba. O protesto foi realizado por diversas organizações como a Justiça Climática no último domingo, dia 23.
Ana Paula Sallum Nicoletti estuda a propaganda governamental e de educação ambiental como comunicação sobre o rio Sorocaba. Carlos Carvalho Cavalheiro estuda a relação dos pescadores de área urbana com o rio Sorocaba, considerando uma comunicação rebelde de resistência cultural.
Portanto, para ambos os pesquisadores, a preservação do rio Sorocaba é de suma importância e tem relação direta com as suas pesquisas. Os pesquisadores estão inseridos no Programa de Pós-graduação em Comunicação e Cultura da Uniso (Universidade de Sorocaba). Ana é mestranda e orientada pela professora Dra. Thifani Postali. Carlos é doutorando e orientado pelo professor Dr. Paulo Celso da Silva.
A proposta de abertura de uma marginal direita atinge diretamente uma área de mata ciliar com uma rica biodiversidade. Além disso, a impermeabilização do solo tenderá a aumentar os problemas com as enchentes. Por isso, os pesquisadores do Observatório se preocupam com essas consequências.
Além de participarem da manifestação, os pesquisadores registraram por fotos e observações o evento.