Gerir

Clayton Alexandre Zocarato: Poema ‘Gerir’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton A. Zocarato
Gerado com IA do Bing ∙ 9 de janeiro de 2025 às 9:20 AM

No centro da sala iluminada

A vida surgiu novamente

O silêncio foi quebrado

Nos expurgos

Amostras umbilicais

Manchadas de vermelho

No rugir de um choro

Um colo gerando

Um sentimento indolor

Nutrido com muito amor

Clayton Alexandre Zocarato

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Florescendo os pensamentos

Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Florescendo os pensamentos’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Imagem do saite Pixabay.com

A vida é feita de laços.  

Abraço meus nós desatados  

Liberto-me do passado 

E ouço a minha intuição com afago. 

Deixo ir o que não traz significado  

Pois me faz sentir mais ancorada. 

Sigo limpando a minha mente,  

Florescendo os pensamentos. 

Filtro o que merece atenção.  

Preservo o coração das indesejáveis invasões.  

Aqueça meus sentimentos  

E vivo os momentos.

Eliana Hoenhe Pereira

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Parasita

CINEMA & PSICANÁLISE

Bruna Rosalem e Marcus Hemerly

‘Parasita: Entre realidades visíveis e invisíveis.
Ser, não-ser e o nada’

Card da coluna Cinema & Psicanálise. ''Parasita: Entre realidades visíveis e invisíveis. 
Ser, não-ser e o nada'
Card da coluna Cinema & Psicanálise. ”Parasita: Entre realidades visíveis e invisíveis.
Ser, não-ser e o nada’

“Não nos esqueçamos que as causas das ações humanas costumam ser
inumeravelmente mais complexas e diversas do que depois sempre as
explicamos, e raramente se delineiam de maneira definida.”
Fiódor M. Dostoiévski

Quanto se pensa em cinema asiático, inicialmente, a tendência precípua é lembrar das produções japonesas mais populares no ocidente. Evidentemente, não se afasta o mérito da festejada obra de Akira Kurosawa, a título de exemplo, responsável por paralelizar o sucesso comercial a criações de viés extremamente artístico, desde situações contemporâneas até adaptações shakespearianas transpostas ao Japão feudal. Impossível não citar sua versão para ‘Rei Lear’ (Ran, 1985) e ‘Macbeth’ (Trono Manchado de Sangue, 1957), as quais retratam os mais densos e complexos dramas humanos. Indubitavelmente, seu astro recorrente, o expressivo Toshiro Mifune, teria o status de estrela hollywoodiana. 

Kurosawa ainda assentaria seu nome no novo mundo a partir do seu trabalho mais conhecido, ‘Os Sete Samurais’, (1954) – alguns referem como sua obra-prima – que inspiraria outro clássico dos westerns estadunidenses, ‘Sete homens e um destino’, (1960), popularizando-se com um elenco estelar, com nomes como Yul Brynner, Charles Bronson e Steve McQueen. No entanto, a vertente da sétima arte em testilha não é lembrada tão somente pela ilha japonesa. 

O cinema chinês já era extremamente popular quando de sua roupagem muda nos primórdios da imagem em movimento. Imperioso lembrar, o cinema falado surge em 1927 com o filme ‘O cantor de jazz’. Seja a partir de histórias mais sofisticadas em seus contornos teatrais e existencialistas, ou mesmo, derivando as feições de terror voltadas ao sobrenatural das lendas nipônicas e ao body horror, ainda nos anos 50, o tom flagrantemente experimental perpassa a criação asiática desde seus primórdios.

Nas últimas duas décadas, países como Tailândia e Coreia, de modo relevante, têm inovado com realizações que flertam com o horror mais gráfico de violência extreme, que descendem do cinema exploitation dos anos 70 e 80. Produções policiais consagradas que foram elevados ao título de clássicos modernos, como a festejada trilogia ‘Infernal Affairs’ que serviu de inspiração ao filme. ‘Os Infiltrados’, de Martin Scorsese; cita-se ainda, o intenso e visceral filme de serial killer ‘Eu vi o diabo’ de 2010.

No plano internacional, assim como o cinema produzido na Espanha e Argentina, os roteiros altamente inventivos e pouco ortodoxos daquele continente conquistam o gosto de novas audiências. No início do novo milênio, o mundo encantado por toda a poesia do filme ‘O tigre e o dragão’, do tailandês Ang Lee, que já havia alcançado notoriedade desde os anos 90, inclusive adaptando brilhantemente a obra de Jane Austen, com o sucesso de crítica ‘Razão e Sensibilidade’, (1995).  

Traçado esse pequeno parâmetro, alcançamos a grande surpresa do Oscar de 2020, o longa ‘Parasita’. A despeito da merecida expectativa em torno do drama cômico sul coreano, a partir do imediato sucesso nos festivais, o filme literalmente ‘roubou a cena’, arrebatando quatro estatuetas em premiações chave da cerimônia, tais como roteiro original, direção e entrou para a história como a primeira obra fílmica não falada em língua inglesa a vencer como Melhor Filme.  

No roteiro de Bong Joon Ho, que também dirige a trama, a família de Ki-Taek, subempregada e, posteriormente, desempregada, vive em condições precárias num porão sujo de Seul. Quando o filho adolescente da família começa a ministrar aulas de inglês a uma moça de família rica, os Park, a partir de meios dúbios, aos poucos, os Kim se infiltram no staff da família privilegiada. Valendo-se das mais engenhosas conspirações, gradativamente, vão tomando o lugar dos empregados antigos, e, ao mesmo tempo, se imiscuem de forma indissociável à rotina de seus empregadores. 

Aliado a inúmeros questionamentos de ordem sociológica e política subjacentes às diferenciações gritantes de classe econômica, a película suscita situações pouco usuais gerando respostas ainda menos convencionais. As relações grupais que ali se desenham são complexas e um tanto duvidosas. Deparamo-nos, aos poucos, com uma família passível de cometer atos ilegais tentando fugir da extrema pobreza que gera ansiedade com vistas a um futuro incerto e, possivelmente, desesperador.

Na história americana, vemos inúmeros relatos de pessoas que coabitam casas de maneira parasitária, ou seja, se formos tomar o título do filme, parasita, segundo a definição biológica: organismo que vive dentro de outro, usufruindo de moradia e alimentação de forma danosa ao hospedeiro. Pessoas que vivem atrás de portas, paredes, entradas escondidas ou em uma espécie de alojamento subterrâneo como se fosse duas casas em uma. A família ‘original’ que reside no lugar desconhece a existência de outras pessoas. Estas últimas buscam alimento quando os moradores estão dormindo ou ausentes. Assim passam a viver por algum tempo desta maneira, parasitando o outro, sugando seus recursos e tirando proveito dos pertences alheios. A produção ‘A espreita do mal’, (2019), retrata bem este estilo de vida.

O termo para esta prática é definido por phrogging, palavra inglesa derivada de frog, sapo em português. Isto é, viver ‘pulando’ de imóvel em imóvel. Há dois motivos para isso: a busca por uma vivência fora dos padrões normais, observando sorrateiramente a vida alheia, seus costumes e intimidade. E o outro motivo é a necessidade de hospedagem e alimento. Muitos jovens americanos são considerados phroggers. Em 2013, estudantes de uma universidade de Ohio descobriram um morador habitando no porão da escola. No Japão, em 2008, uma família descobriu que uma mulher estava morando no porão de sua casa.

Em ‘Parasita’ esta situação nos leva a reflexões que vão muito mais além da questão da falta de recursos para viver minimamente bem. O ponto excruciante que a família Kim demonstra ao longo da trama parece ser a insuportabilidade de estar na miséria sabendo que existe diante de seus olhos um fantástico mundo de fartura, conforto e ostentação logo adiante. Um admirável mundo novo diametralmente oposto à sua existência neste universo. E este fato é inconcebível.

No contemporâneo livro do filósofo sul-coreano Byung-Chul Han, ‘Sociedade do Cansaço’, discute questões como a corrida pela alta performance, a realização concomitante de várias atividades em um curto período de tempo, a dificuldade de contemplação, afinal é preciso agir imediatamente de maneira performática e sempre eficaz em diversos ramos seja trabalho, esporte, arte, mercado financeiro, acadêmico, onde não haveria espaço para reflexões, apenas positividade e produção a qualquer custo. 

Byung-Chul Han retrata uma sociedade cansada deste ritmo, porém longe de pensar outras possibilidades para isso, afinal o que importa é o acúmulo e não mais a experiência. Pessoas se tornam carrascas de si mesmas, incorporando cobranças incessantes, um ‘ideial de eu’ inalcançável, seguindo a premissa do ‘eu consigo’, ‘yes, we can’. E assim qualquer conquista é possível. Basta querer. Temos então uma sociedade depressiva, transtornada, constantemente inconformada, insuficiente, hiperativa e doente. 

Neste meandro, podemos traçar que mesmo sendo evidente que os Kim vivem em condições extremamente precárias, a realidade escancara-se na impossibilidade de possuir o que é do outro e viver nos mesmos moldes. Ou seja, na sociedade performática a qualquer custo, muitas vezes sem escrúpulos de Byung-Chul Han, a saída para a família Kim é infiltrar-se, incorporando os Park quase que por osmose, sem impor limites, condutas e regras. É manipulando, mentindo, trapaceando e usurpando que os Kim poderiam viver aquele sonho. Não importam os meios, mas sim os fins. Ou seja, ‘é porque quero, que conquisto’. Simples assim.

No entanto, o plano macabro escorre por água abaixo. O que presenciamos ao final, é o filho imerso em seus delírios agora comprando a casa e obtendo ‘o que é de dele por direito’. Um recurso defensivo para lidar com a situação caótica que se configurou e sua cruel realidade, difícil de ingerir, já que é privado aos Kim herdar, comprar ou possuir qualquer fragmento da vida dos Park. Aquela vida luxuosa e vencedora aos moldes da sociedade do sucesso, da produtividade e da alta performance não lhe pertence. E jamais pertencerá. Seu delírio é refúgio.

É notório que existem verdades e versões, para Nietzsche, “a verdade e a mentira são construções que decorrem da vida no rebanho e da linguagem que lhe corresponde”. Nesse sentido, a busca pelo que se deduz de direito, muitas vezes, amolda um caleidoscópio de indistinção entre a figura do indivíduo e do rebanho (coletividade). Não raro, sem amarras ortodoxas do julgamento, fazendo com que o conceito de justiça social, que é dinâmico, a depender do período histórico, seja buscado sem qualquer pudor, e em ‘Parasita’ isso é gritante. Em meio aos percalços dos Kim e dos Park, a pergunta que assoma poderia ser: o quanto a invisibilidade de uns é motivação/fundamentação para arruinar o outro, reduzi-lo a nada? Afinal, para os Kim, ao se amalgamar a casa, os Park poderiam nunca ter existido.

Realmente, a linguagem cinematográfica nos instiga a tamanha provocação.

Bruna Rosalem e Marcus Hemerly

Bruna Rosalem

Marcus Hemerly

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Um Natal diferente

Verônica Moreira: ‘Conto ‘Um Natal diferente’

Verônica Moreira
Verônica Moreira
Crédito da Imagem Verônica Moreira
Crédito da imagem: Verônica Moreira

Em um tempo distante, o Natal era diferente. Claro, havia luzes vibrantes, coloridas e florescentes.

As casas eram todas enfeitadas com pisca-piscas; até as casinhas mais humildes brilhavam na noite de véspera de Natal.

Nosso Natal era mágico; mesmo na simplicidade, nossos presentes eram entregues após a meia-noite.

Estou falando do Natal da Vekinha, na lembrada rua do sapo.

Não havia hienas e rouxinóis, mas havia muita diversão com os coleguinhas da vizinhança. Havia também a tia Margarida, que não era uma flor, mas parecia uma. A vó Cirene, que não era Cirene, mas despertava todos com seu amor e seus doces de coco e amendoim cortados em triângulos na antiga mesa de madeira, usada desde os tempos em que meu avô Joaquim era comerciante em Guiricema. E como esquecer da tia Tonha, que adorava encerar o piso da casa para o Natal? A casa ficava cheirosa e bonita, parecia uma casa de bonecas. O chão vermelho e espelhado era, para mim, o mais bonito de todos.

Uma das lembranças que ficou na memória foi o “puxa-puxa” que a tia Tonha fazia no fogão a lenha da varanda. Eu ficava ali, admirando e esperando o ponto perfeito. A tia sempre jogava uma colher da mistura em um copo d’água e, dependendo do ponto, ela nos dava aquela balinha para chupar. Depois de provar aquele doce perfeito, eu corria para a sala e balançava na cadeira de balanço do vovô Joaquim. Ele, sentado na sala, ligava a vitrola antiga, tocando os discos que ele gostava. Uma das canções que nunca esqueci era “Filme Triste” de Sueli, que contava a dramática história de um namorado que, dizendo que estava cansado e dormiria mais cedo, foi ao cinema com outra garota. A mentira foi descoberta quando a namorada apareceu com algumas amigas. Até hoje lembro de ouvir essas canções por horas.

Os primos vinham de outras cidades para passar o Natal todos juntos na casa de minha avó, e era um verdadeiro alvoroço. A casa era pequena, mas parecia o coração de mãe, sempre cabia mais um. E éramos felizes assim. Além das guloseimas que a vovó fazia, adorávamos o cheirinho do café torrado e moído na hora. Acho que não existe café tão gostoso como o de antigamente.

Na véspera de Natal, em minha casa, meu pai e minha mãe iam para a cidade comprar presentes para meus irmãos e para mim. Ficávamos ansiosos esperando sua chegada, mas até que a gente não dormisse, eles não colocavam os presentes na beirada da cama. Eu ficava sem conseguir dormir, de tanta ansiedade, mas fingia que estava. Quando finalmente vi que eles haviam colocado meu presente na cama, sorria e continuava sonhando sobre o que poderia estar dentro daquele saco de presente. Acabava adormecendo em meus sonhos, e no outro dia era uma festa! Cada um abria seus presentes. Nesse Natal, eu ganhei uma boneca “Quem me Quer”. Minha irmã mais nova, a Chelzinha, ganhou uma boneca “Emília”, do Sítio do Pica-Pau Amarelo, minha irmã mais velha, a Cicinha, ganhou um “Boca Rica”, e meus irmãos ganharam carrinhos e bonecos de super-heróis. Nosso Natal foi uma verdadeira festa; brincamos muito.

Ao final, íamos todos para o quintal e refletíamos sobre como é importante ter uma família. Percebíamos que o Papai Noel não é um velhinho de barba branca que sai por aí distribuindo presentes. Ele é apenas um personagem que enfeita ainda mais o nosso Natal, porque o verdadeiro Papai Noel é o nosso papai e nossa mamãe, que, muitas vezes sem poder, fazem o possível para tornar o nosso Natal mais alegre.

Vivi muitas aventuras natalinas com minha família e, neste Natal, desejo que todas as crianças ganhem presentes, mas, acima de tudo, que amem suas famílias e compreendam o amor que transcende qualquer presente. O amor do papai, da mamãe, do vovô e da vovó, enfim, de toda a família. Porque, mais importante do que os presentes, é a presença daqueles que amamos. A Vekinha deseja um feliz Natal para todas as famílias do Brasil e do mundo inteiro. Feliz Natal! 💝

Verônica Moreira

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No barraco

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘No barraco’

Ceiça Rocha Cruz
"O pôr do Sol surge atrás da montanha silenciosa e a favela vê a vida passar..."
Imagem criada por IA do Bing – 3 de janeiro de 2025 às 8;00 PM

O pôr do Sol surge
atrás da montanha silenciosa
e a favela
vê a vida passar,
debruçada na janela do poente.

O crepúsculo despede-se
e a noite pelo sono decadente
do entardecer,
no deserto da vida
e do barraco.
O tempo não tem pressa
e no coração
a dor dilacerada
pela saudade.

Na casa de madeira
sem pintura,
lá da colina,
lembranças insepultas
onde tudo se mistura:
amores e desamores,
encontros e desencontros,
sonhos naufragados.

No silêncio da noite escura
entre a favela e a montanha
dos sonhos,
dos mistérios,
das saudades eis
a solidão no barraco.

Ceiça Rocha Cruz

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Bicentenário de Dom Pedro II – Um Presente ao Imperador

Bicentenário de Dom Pedro II – Um Presente ao Imperador é a mais nova antologia organizada pelo Conde Dom Zecca Paim

Capa da antologia Bicentenário de Dom Pedro II - Um Presente ao Imperador, organizada pelo Conde Dom Zecca Paim
Capa da antologia Bicentenário de Dom Pedro II – Um Presente ao Imperador, organizada pelo Conde Dom Zecca Paim

Após o sucesso das antologias Versos da Amazônia Brasileira; 500 Anos de Camões; Chega de Saudades – um Tributo a Tom Jobim e Carlos Drummond de Andrade – O maior Poeta Público do Brasil, o Conde Dom Zecca Paim, como organizador, lança a antologia Bicentenário de Dom Pedro II – Um Presente ao Imperador, esta também sob o Selo Editorial: Antologias Brasil.

A obra – que promete o mesmo sucesso das outras antologias organizadas pelo Conde Dom Zecca Paim – contará com o prefácio do Príncipe Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho, Chefe da Augustíssima e Soberana Casa Real e Imperial dos Godos de Oriente e Presidente da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA; posfaciadora Condessa Osalda Pessoa; convidada de honra Duquesa Claudia Lundgren e autora convidada Grã Duquesa Edna Maria Froede Santos.

A antologia é uma edição especial de luxo, de capa dura, e as inscrições se encerrarão quando completados 200 coautores.

O Livro contará com o ISBN e ficha catalográfica e será publicado pela Editora Antologias Brasil, a qual apresenta reconhecido Conselho Editorial.

Os poemas, contos e crônicas serão recebidos para edição e será enviada a resposta de aceite no mesmo dia da Inscrição.

Dúvidas serão esclarecidas pelo WhatsApp

Regulamento: Acesse Aqui

Ficha de inscrição: Acesse Aqui

Antologias organizadas pelo Conde Dom Zecca Paim

Capa da antologia Homenagem aos 122  Anos do Poeta Carlos Drummond de Andrade
Capa da antologia Homenagem aos 122 Anos do Poeta Carlos Drummond de Andrade

Capa da antologia Chega de Saudade - Um tributo a Tom Jobim
Capa da antologia Chega de Saudade – Um tributo a Tom Jobim

Capa da antologia 500 anos do nascimento do Príncipe dos Poetas Camões
Capa da antologia 500 anos do nascimento do Príncipe dos Poetas Camões

Capa da antologia Versos da Amazônia Brasileira
Capa da antologia Versos da Amazônia Brasileira

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Outorga de títulos Doutor Honoris Causa

A outorga do Título Doutor Honoris Causa consistirá na concessão de Certificado e Medalha

Logo da FEBACLA
Logo da FEBACLA

Logo do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos

Medalha alusiva ao Título Doutor Honoris Causa
Medalha alusiva ao Título Doutor Honoris Causa

Estão abertas inscrições para quem se interessar em pleitear um Título Doutor Honoris Causa do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos em parceria com a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes.

O Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos fará a concessão de Títulos Honoris Causa nas seguintes áreas:

Dhc em Literatura

Dhc em Literatura de cordel

Dhc em Direitos Humanos e Cidadania

Dhc em Belas Artes

Dhc em Cultura Popular Brasileira

Dhc em Filosofia

Dhc em Educação

Dhc em História

Dhc em Radiologia

Dhc em Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural

Dhc em Ciências Jurídicas

Dhc em Direitos Sociais e Humanitários

Dhc em Comunicação Social

Dhc em Psicanálise

Dhc em Psicologia e outros…

A outorga do Título Doutor Honoris Causa consistirá na concessão de Certificado e Medalha.

Os interessados, deverão entrar em contato com Dom Alexandre e solicitar o edital.

Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho – Presidente da FEBACLA e Diretor do CSAEFH

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