‘Revista Mystério Retrô. A união do clássico à constante renovação da arte escrita’
Revista Mystério Retrô
As antigas revistas de mistério, não raro, são lembradas com aconchegante sentimento saudosista, e, inclusive, serviram de inspiração a subgêneros de suspense extremamente populares aos amantes dos sustos e calafrios. Inolvidável lembrar da celebrada Ellery Queen’s Mystery Magazine, intitulada a partir do pseudônimo criado pelos autores Frederic Dannay e Manfred B. Lee desde os anos vinte, nos Estados Unidos, especializada em ficção de mistério e crime.
No plano europeu, destacaram-se as tradicionais Mondadori, revistas pulp italianas com primórdios ainda na era fascista, posteriormente migranado de formato para os romances policiais e cinema. Inclusive, delineando as feições fundamentais do subgênero conhecido por Giallo, (em italiano, amarelo e coloração das revistas) e o Poliziotteschi.
Revista Mystério Retrô
Aliás, no cenário literário mundial, as antologias, coletâneas de trabalhos coletivos, seja em desdobramentos poéticos ou em prosa, vêm servindo de lastro ao surgimento de novos talentos e alcance de público mais abrangente.
No Brasil, há quatro anos a Revista Mystério Retrô faz sucesso entre os leitores, título baseado no primeiro romance policial brasileiro, ‘O Mystério’, publicado originalmente no ano de 1920 em formato de folhetim, no jornal carioca ‘A Folha’, já extinto. Idealizado pelo biógrafo e embaixador de Agatha Christie em nosso país, o romancista Tito Prates, o periódico estimula a publicação de autores nacionais, consagrados e iniciantes, atuando como relevante fomento à leitura e divulgação da literatura nacional, a partir de financiamento coletivo, denominado Catarse.
Por tal ferramenta, que até mesmo vem propiciando o deslanchar de vários projetos que outrora permaneceriam ‘engavetados’, o apoiador adquire o livro, revista ou mídia, antecipadamente, e a recebe após a ultimação das fases de editoração. Caso o projeto não alcance a meta, ao apoiador é estorno o montante.
Continua no ar a campanha da revista Mystério Retrô 19, reunindo os veteranos das publicações anteriores, numa bela edição especial de 200 páginas composta por contos e artigos. O Jornal ROL convida ao apoio da cultura nacional prestigiando talentos!
Verônica MoreiraDaniel, Abraão e Isabele – Foto por Verônica Moreira
Mesmo acordada, sonhei E pedi a Deus em oração: Pai, dê-nos o amor que nos falta E Deus nos deu o Abraão.
Ah, quanta emoção nós sentimos Quando anunciaram que viria Nossos sorrisos iluminados Transbordavam o amor que sentíamos.
Mesmo antes de o conhecer Olhar seus olhinhos serenos Sentir seu cheirinho gostoso Pegar seus pezinhos pequenos
Ouvir seu chorinho a nos falar Sentir seus dedinhos pequeninos Tocar nossos rostos felizes Enquanto o ninamos no colo.
Você nem havia nascido E já nos fazia tão feliz! Confesso, antes de tê-lo nos braços Já o amava de toda minha alma.
Se hoje, com Jesus eu me encontrasse Di-lo-ia somente: gratidão! Por ser o meu netinho querido Pela felicidade estampada no rosto do papai Daniel e mamãe Isabele.
Eu prometo, irei amá-lo Com toda força do meu coração Cuidarei com afeto e zelo Orarei por você, com devoção.
Abraão, que o amor de Deus lhe alcance. Seja bem-vindo bebê Que papai do céu o abençoe Sinta o nosso amor por você.
Sergio DinizImagem gerada pela IA do Bing – 07 de setembro de 2024 às 11: 50
Rua Dr. Arthur Martins. Aproximadamente 13h00. Um policial militar de baixa estatura, magro, aparência sisuda e rosto marcado pelo tempo acena para que eu pare o carro. Rápida e instintivamente, confiro mentalmente documentos, equipamentos e as condições gerais do veículo. Tudo em ordem. Graças a Deus! Apesar do adiantado da hora para o almoço, acredito que seja apenas uma vistoria de rotina e, por essa razão, não perderei muito tempo. Todavia, por cautela, questiono o policial se cometi alguma infração de trânsito. Não, até então, não cometera nenhuma. Era de fato uma vistoria de rotina. Respirei aliviado. Até o momento em que o PM, ao examinar os documentos do carro, constatou que o licenciamento vencera há pouco tempo. Emudeci. Engasguei. Suei. Contabilizei a futura perda financeira, eventual apreensão do veículo etc. etc. etc.
E agora, José? (lembrei-me do belíssimo poema de Carlos Drummond de Andrade). E agora? As penas da lei, completou o meu juiz interior. Esperei, assim, a minha sentença. Porém, ela não veio. Não da forma como a letra fria do papel haveria de impor. Veio, ao contrário, por meio de uma admoestação, semelhante àquela dos pais para com os filhos, ou do mestre para com o aluno. E a multa? Surpreso, questionei sobre ela, pois, afinal, não é a sanção da lei que coíbe os homens para a prática das infrações? Esse não era, contudo, o pensamento daquele policial. Segundo sua filosofia de vida e de trabalho, há outras formas de educar e punir os homens. O guarda de trânsito, o policial militar ─ segundo ele ─, não tem uma rígida formação profissional para sair às ruas como aquele que detém um poder ilimitado, punindo qualquer um por qualquer infração; não, o rígido tempo de Academia é um tempo de aprendizagem, formação, educação; educação de si mesmo, para um difícil trabalho diante da comunidade.
Ouvi, surpreso e gratificado, as palavras daquele homem simples, que vestia um uniforme descolorido pela exposição diária a um sol inclemente e, somente naquele momento, e mais surpreso ainda, notei o seu sobrenome: VIDEIRA. Fiz-lhe, então, uma observação: videira é uma trepadeira e produz uva. E ele, certamente sabendo disso, arrematou: ─ uva passa, olhe as rugas do meu rosto… Não pude deixar de rir, diante de seu senso de humor. E entre alguns comentários sobre a vida, incluindo a importância da amizade, passamos alguns minutos conversando. Num determinado momento, ele, que não descurara o trânsito, interrompeu a conversa, e para exemplificar o papel orientador do policial, postou-se no meio da rua, com aquele semblante “severo” que eu conhecera minutos antes e determinou que outro veículo parasse; uma senhora dirigia sem o cinto de segurança. Com um simples (mas significativo) olhar, fez-lhe ver que ela se esquecera de algo importante; a motorista, com um sorriso constrangido, rapidamente colocou o equipamento de segurança. A seguir, foi-lhe liberada a passagem. E a senhora, com seu acompanhante, continuou seu trajeto; não antes de proferir (e também seu acompanhante) um sonoro e feliz “muito obrigado!”.
Videira me confidenciou, em seguida, que fizera muitos amigos, agindo dessa forma. Concordei com ele e, para confirmar suas palavras, disse-lhe que gostaria de lhe dar um presente. Imediatamente, ele recusou. Sosseguei-lhe o espírito: era apenas um livro de Direito de minha autoria que, de certa forma, por meio de uma argumentação mais altaneira, também falava de relacionamentos pautados no bom senso e na ética. Diante da explicação, ele aceitou o presente, comentando que, sempre que possível, no quartel acessava sites jurídicos.
Com a ideia do almoço já esquecida (e sem sentir falta dele), me despedi daquele policial, a princípio um estranho, de ar sisudo, mas, de repente, um novo amigo; um amigo que estaria diariamente naquele posto, orientando outros motoristas desatentos; um amigo de farda desbotada pelo sol, mas com ele resplandecendo em seu coração.
Ao continuar meu trajeto, refletindo sobre a conversa que tivera com Videira, lembrei-me de um pensamento do escritor escocês James Boswell: “Não podemos determinar o exato momento em que se forma uma amizade. Quando enchemos um recipiente gota a gota, chega um instante em que mais uma gota fá-lo transbordar. Assim nas relações humanas: as gentilezas se sucedem até que mais uma gentileza faz o coração transbordar de ternura”. Era um pensamento verdadeiro; de fato, naquele momento, meu coração transbordava de ternura e outro pensamento concluiu minhas reflexões: videira é uma planta que dá uvas, dá o vinho… e faz amigos.
Olhei pela última vez pelo retrovisor, para acenar para aquele novo amigo. E, por um instante, tive a impressão de que não o vi com uma farda, quepe e um coldre com um revólver, mas sim com um avental branco e um giz na mão, preenchendo na grande lousa daquela rua mensagens de amizade… para todos aqueles que as quisessem ler.
Paulo Siuves: Crônica ‘Completando as deficiências’
Paulo SiuvesA harmonia no lar Imagem grada com IA do Bing ∙ 7 de setembro de 2024 às 9:33 AM
Ontem à noite, minha esposa acidentalmente deixou uma taça de vinho cair, espalhando cacos de vidro pela cozinha. Eu não vi o acidente, mas ouvi o som do vidro se estilhaçando. Imediatamente, ela se ajoelhou para limpar tudo, recolhendo cuidadosamente os pedaços antes de ir para a cama, exausta depois de um longo dia.
Mais tarde, no meio da noite, levantei-me para ir ao banheiro. Ao passar pela cozinha, meus pés pararam de repente. Sob a luz suave do corredor, vi pequenos fragmentos de vidro ainda espalhados pelo chão. Senti uma irritação crescente; como ela não percebeu aqueles pedaços? Pensei no nosso filho, que poderia acordar e pisar em um fragmento. Meu aborrecimento aumentou.
Então, uma voz interior sussurrou: “Você é o suporte dela, não é?” Essa pergunta ecoou na minha mente, lembrando-me do dia pesado que ela teve. Ela confiou em mim ao se deitar, deixando que eu cuidasse do que ela, naquele momento de cansaço, não conseguiu ver. Ela havia saído da casa do pai, onde sempre teve tudo, para construir uma vida ao meu lado, depositando em mim toda a sua confiança.
O pensamento me acalmou. Eu deveria estar agradecido por estar ali, para corrigir o que ela, exausta, não pôde. Peguei a vassoura e comecei a varrer com cuidado. À medida que movia as coisas, encontrei mais pedaços de vidro escondidos. Eu os recolhi, pensando no nosso filho, mas, muito mais, na mulher incrível que dormia no quarto ao lado, confiando em mim para preencher suas lacunas, como ela fazia com as minhas.
Esse é o casamento. Nenhum de nós acerta sempre, mesmo com as melhores intenções. Mas, quando um erra, o outro está lá, pronto para preencher as deficiências. Nem sempre é hora de reclamar; às vezes, é a hora de completar.
Da Siena (Italia) per il Jornal ROL, Bianca Agnelli!
De Siena (Itália) para o Jornal ROL, Bianca Agnelli!
Attrice e filmmaker, con una passione per il cinema e le storie non convenzionali!
Atriz e cineasta com uma paixão pelo cinema e histórias não convencionais!
Bianca Agnelli
Bianca Agnelli, naturale di Siena (Italia), è uma attrice e filmmaker con una passione per il cinema e le storie non convenzionali. Dopo aver studiato riprese e recitazione cinematografica a Firenze, ha seguito il suo amore per il design e la creatività, fino a gestire un bed & breakfast letterario tra le colline del Chianti. Un rifugio dove scrittura, arte e vita si incontrano, con un’estetica che mescola nostalgia e modernità.
Scrive per chi ama scoprire piccole meraviglie tra le pieghe della quotidianità.
Bianca Anelli, natural de Siena (Itália) é uma atriz e cineasta com uma paixão pelo cinema e histórias não convencionais. Depois de estudar filmagem e atuação cinematográfica em Florença, seguiu seu amor pelo design e criatividade, até gerenciar um bed & breakfast literário nas colinas do Chianti. Um refúgio onde escritura, arte e vida se encontram, com uma estética que mistura nostalgia e modernidade.
Escreve para quem gosta de descobrir pequenas maravilhas nas dobras do cotidiano.
Bianca si presenta ai lettori di ROL con un mega consiglio per gli amanti della Settima Arte:
Bianca se apresenta aos leitores do ROL com uma mega dica para os amantes da Sétima Arte:
5 motivi validi per non perdersi assolutamente Beetlejuice al cinema questo settembre!
Immagine generata da piattaforma Unsplash – Imagem gerada da plataforma Unsplash
Chi l’ha detto che i morti non si divertono? Ed è proprio così. Il primo film iconico di Tim Burton uscito nel 1988, Beetlejuice, parla di quello che succede dopo la vita – e lo fa con un’irriverenza totale che non può che strapparci molti sorrisi.
Sì, è vero, la morte può essere terribile – ma non nell’immaginario di Burton. Nei suoi film, è qualcosa di fantastico, bizzarro e veramente sorprendente. Una stravaganza come un’altra, un destino a cui è impossibile sfuggire e soprattutto una dimensione non priva di drama e di complicazioni fastidiose. Ma tra attese atroci, confusione sottile e corpi in decomposizione – il divertimento è possibile, anzi, assicurato.
Nelle sale cinematografiche dal 5 settembre tornano i fantasmi a raccontarci le loro buffe faccende – Beetlejuice Beetlejuice – con un cast fantasmagorico e nostalgico, e delle interpretazioni da paura!
Quindi cosa aspetti per prenotare il tuo biglietto? La fila del cinema non può essere più lunga di quella della reception dell’aldilà! Ed io ho 5 ottimi motivi per cui dovresti davvero considerare la visione di questo film.
1. La de-stigmatizzazione della morte come evento terribile ed irrecuperabile
Per la cronaca: sì, è un evento terribile ed irrecuperabile, ma le cose sono davvero come sono o sono come noi decidiamo di vederle? E se potessimo guardarle con altri occhi, più sognanti e audaci, non sarebbe forse una salvezza?
2. Il ritorno di Tim Burton e delle sue ambientazioni adorabilmente gotiche
Avevamo bisogno di un film del genere – specialmente a settembre, specialmente quando Halloween è alle porte. Quale modo migliore di festeggiare i misteri della vita? Attraverso una fotografica creativa e dal tocco artigianale, con l’immancabile stop-motion tipico dei suoi film e una stravaganza stilistica grottesca e dolcemente spooky!
3. La sensualità fatale di Monica Bellucci
Che, per inciso, non apre bocca e spiccica sì e no due parole; ma di certo non è diventata un’icona per quello che ha detto e noi l’amiamo così com’è sempre stata, con i suoi occhi (in)espressivi e la sua bellezza mediterranea.
4. Winona Ryder è ancora la ragazzina stramba di trent’anni fa
Soltanto che nel frattempo è cresciuta – ma è rimasta confusa un po’ come tutti noi mentre il tempo è passato alquanto ingiustamente. La sua interpretazione è ancora brillante e unica, rendendola la sposa perfetta per il nostro spiritello porcello. Ti capiamo Beetle, anche noi vorremmo sposarla!
4.Winona Ryder ainda é a garota estranha de trinta anos atrás
Só que, no meio tempo, ela cresceu – mas continuou confusa um pouco como todos nós, enquanto o tempo passou um tanto injustamente. Sua atuação continua brilhante e única, tornando-a a noiva perfeita para o nosso espírito travesso. Entendemos você, Beetle, nós também gostaríamos de nos casar com ela! 5. Beetlejuice Beetlejuice… Beetlejuice
E, naturalmente, Beetlejuice – Michael Keaton – nella sua gloriosa eccentricità. Il personaggio che ridefinisce il concetto di caos è il cuore pulsante del film. Il suo ritorno promette un turbine di risate e momenti assurdi, dimostrando che, nel mondo di Burton, il vero divertimento sta nell’abbracciare il bizzarro.
Pertanto, non perdere l’opportunità di vivere uno spettacolo che combina il fantastico con il filosofico. Assicura il tuo biglietto e preparati per un viaggio cinematografico dove l’aldilà si trasforma in un parco giochi per la creatività e l’umorismo. Se Beetlejuice è sulla scena, puoi essere certo che l’esperienza sarà tanto indimenticabile quanto, alla fine, incantevolmente inquietante.
5 motivos imperdíveis para assistir Beetlejuice Beetlejuice ‘Os Fantasmas Ainda se Divertem‘ no cinema em setembro!
Quem disse que os mortos não se divertem?
É exatamente isso. O primeiro filme icônico de Tim Burton, lançado em 1988 – Beetlejuice – traduzido em português como ‘Os Fantasmas se Divertem’, fala sobre o que acontece após a vida – e faz isso com uma irreverência total que só pode arrancar muitos sorrisos.
Sim, é verdade, a morte pode ser terrível – mas não no imaginário de Burton. Em seus filmes, é algo fantástico, bizarro e realmente surpreendente. Uma extravagância como qualquer outra, um destino do qual é impossível escapar e, acima de tudo, uma dimensão não isenta de drama e complicações incômodas. Mas entre esperas atrozes, confusão sutil e corpos em decomposição – a diversão é possível, e na verdade, garantida.
A partir de 5 de setembro, os fantasmas voltam às telonas para contar suas histórias engraçadas – Beetlejuice Beetlejuice – “Os Fantasmas Ainda se Divertem” – com um elenco fantasmagórico e nostálgico, e atuações de arrepiar!
Então, o que você está esperando para garantir seu ingresso? A fila do cinema não pode ser mais longa do que a da recepção do além! E eu tenho 5 ótimos motivos para você considerar assistir a esse filme.
1. A desestigmatização da morte como um evento terrível e irreversível
Nota-se que: sim, é um evento terrível e irreversível, mas as coisas são realmente como são ou são como decidimos vê-las? E se pudéssemos olhar com outros olhos, mais sonhadores e audaciosos, não seria talvez uma salvação?
2. O retorno de Tim Burton e de suas ambientações adoravelmente góticas
Precisávamos de um filme assim – especialmente em setembro, especialmente quando o Halloween se aproxima. Qual a melhor maneira de celebrar os mistérios da vida? Através de uma fotografia criativa e artesanal, com a indispensável stop-motion típica dos seus filmes e uma extravagância estilística grotesca e suavemente spooky!
3. A sensualidade fatal de Monica Bellucci
Que, para constar, não diz muito e mal pronuncia duas palavras; mas certamente não se tornou um ícone pelo que disse, e nós a amamos exatamente como sempre foi, com seus olhos (in)expressivos e sua beleza mediterrânea.
4. Winona Ryder ainda é a garota estranha de trinta anos atrás
Só que, no meio tempo, ela cresceu – mas continuou confusa um pouco como todos nós, enquanto o tempo passou um tanto injustamente. Sua atuação continua brilhante e única, tornando-a a noiva perfeita para o nosso espírito travesso. Entendemos você, Beetle, nós também gostaríamos de nos casar com ela!
5. Beetlejuice Beetlejuice… Beetlejuice
E, claro, Beetlejuice – Michael Keaton – em toda sua gloriosa excentricidade. O personagem que redefine o conceito de caos é o coração pulsante do filme. Seu retorno promete um turbilhão de risadas e momentos absurdos, provando que, no mundo de Burton, a verdadeira diversão está em abraçar o bizarro.
Portanto, não perca a oportunidade de vivenciar um espetáculo que combina o fantástico com o filosófico. Garanta seu ingresso e prepare-se para uma jornada cinematográfica onde o além se transforma em um playground para criatividade e humor.
Se Beetlejuice está em cena, você pode ter certeza de que a experiência será tanto inesquecível quanto, no final, encantadoramente perturbadora.
Resenha do livro ‘5 Princípios Essenciais para Empreendedores’, de Rogério Teixeira
Capa do livro 5 Princípios…
RESENHA
Um livro que me surpreendeu muito.
De uma forma muito objetiva e dinâmica, Rogério nos mostra, com palavra simples e claras, tudo que precisamos saber sobre empreendedorismo, colocando como foco a palavra de Deus.
Neste livro ele fala sobre os cinco princípios, que são:
A Individualidade
O propósito
A medida de Deus
A construção na rocha
A organização financeira
E cada capítulo tem exercícios para que você aperfeiçoe as técnicas.
identifiquei-me demais com o livro e super recomendo sua leitura.
Maravilhoso!!
Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube
SOBRE A OBRA
A obra foi inspirada a partir de um convite que recebeu para palestrar para um grupo de empresários.
No livro ‘Os 05 princípios essenciais para empreendedores’, você irá aprender a conectar 05 princípios bíblicos essenciais para o seu negócio diretamente na aplicação prática de técnicas de mercado do mundo dos negócios.
Neste livro Rogério fala sobre a ligação que podemos considerar entre 05 princípios que considera fundamentais para empreendedores.
Através de uma narrativa leve e intuitiva, escreve 10 capítulos sobre como esta conexão pode ser vital para qualquer empreendedor que considera assumir estes princípios como prática dentro do seu negócio e da sua vida.
Este livro é aconselhável para aqueles que queiram se tornar empreendedores e para aqueles que já empreendem, uma vez que poderão encontrar no conteúdo proposto desta edição a direção que aponta para um caminho iluminado para estruturar e desenvolver o seu negócio e a sua vida pessoal.
Em outros casos, ele explica que até conseguimos imprimir o nosso propósito no negócio e ter uma clareza daquilo que temos de fazer, mas falta então o entendimento de alguns princípios financeiros e valores para que o negócio prospere.
O que você vai aprender com este livro?
Eu vou te guiar através de 10 capítulos para juntos identificarmos desde a sua característica única para o qual você foi criado até como extrair esta característica e gerar um serviço ou produto de maneira a identificar a direção de propósito na abertura do seu negócio, levando assim ao sucesso ou a clareza de atuar naquilo que Deus criou cada um de nós e assim aplicar diretamente no empreendedorismo, no seu trabalho e também na vida pessoal, evitando assim a frustração de ter um negócio ou fonte de renda que “só gera dinheiro”, mas não está conectado com você e muito menos com o seu propósito.
Rogério Teixeira
SOBRE O AUTOR
Rogério Dariux Teixeira, nasceu em julho de 1978 no Rio de Janeiro.
Rogério Teixeira
É cristão, casado com Pollianna Machado e pai de Ana Mel.
Empreendedor desde 2012 com empresas no Brasil e na Europa, é licenciado em computação, acumula certificações técnicas Microsoft e Google, é certificado LeaderCoach pela LiderArt do Canadá, possui formação executiva em Business pelo G4 Educação e formação em administração de negócios pela Flórida Christian University.
Além de empresário é também mentor de negócios e atualmente ajuda diversos empreendedores a abrir, estruturar e desenvolver suas empresas através de uma mentoria focada em princípios bíblicos, aplicados ao negócio e a vida pessoal.
Mora em Portugal com sua esposa e filha, e é Presbítero na Igreja Batista Renovada de Lisboa.