Com gosto

Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Com gosto’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Imagem gerada com IA do Bing ∙ 4 de setembro de 2024 às 2:25 PM
Imagem gerada com IA do Bing ∙ 4 de setembro de 2024 às 2:25 PM

Vou além

naquilo que me convém.

Escolho me amar,

sonhar e realizar.

Abro-me às oportunidades

sem me perder em futilidades.

Tenho sede de infinito,

flui no meu sorriso.

Estendo a felicidade

para que tenha mais durabilidade.

Dispo-me de todo machismo e racismo

e faço da poesia minha companhia.

Atrevo e escrevo,

livre pela natureza

floreada de delicadeza.

Abraço com gosto

e nada deve ser imposto.

Eliana Hoenhe Pereira

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Riscos… riscos…

Clayton Alexandre Zocarato: Conto ‘Riscos…riscos…’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton A. Zocarato
Imagem gerada com IA do Bing ∙ 4 de setembro de 2024 às 1:54 PM
Imagem gerada com IA do Bing ∙ 4 de setembro de 2024 às 1:54 PM

As aulas eram e são extremamente monótonas no seu cotidiano. Tudo que fosse pedagógico girava em torno de cumprir as métricas das apostilas desatualizadas e ultrapassadas da Secretaria da Educação.

Os estudantes estavam sempre entediados, praticamente morrendo em pé, diante da mesmice de ter sempre que copiar matéria, havendo pouco diálogo com os professores, que também não se importavam em demonstrar sua pouca falta de comprometimento pedagógico em gerar um processo de ensino – aprendizagem que ficasse distante das artimanhas burocráticas do Estado.

Era uma paranoia diária sem procedentes de limitação educacional maiêutica. Um festival de reclamações enfadonhas dos professores, em que praticamente mudava a carniça estrutural das disciplinas a serem passadas, mas as moscas do ensino de carcaça intelectual continuavam   sendo sempre sendo com as mesmas diretrizes.

De vez ou outra, alguma boa alma tinha ousadia de mudar as metodologias de ensino, que assim viessem trazer alguma tipologia de interesse, em assimilar alguns conteúdos das grades curriculares, mas que, praticamente, sempre terminava com a ‘estátua parafinada de professor na frente da turma’ sendo ignorado e execrado pela maioria dos discentes. Mais parecendo rebanhos humanos, do que seres humanos.

O Diretor, bem como a Coordenação Pedagógica, já tinha perdido a conta de quantos substitutos tinham sido chamados para suprirem os titulares de cargos, das ausências, que pelos motivos mais torpes inventavam as desculpas mais inglórias através de falsos atestados médicos, para assim fugirem do constrangimento e das chacotas de seus ‘queridos’ pupilos.

Aquela Escola era uma pedra dos órgãos educacionais, pois agregava um centro de distribuição de entorpecentes, perante os jovens carentes, que eram facilmente aliciados pelo tráfico, como também havia quase que   escancaradamente uma práxis de sedução de menores, que  faziam qualquer tipo de ‘programa’, em nome de alguns reais.

Não era difícil ver algum ‘aviãozinho’ que deu com as línguas nos dentes, amanhecer caído, sendo alvejado por alguma ‘Ponto 40’, que criou asas e fugiu do coldre das autoridades, e foi parar nas mãos de algum traficante de plantão da região.

Essa Escola não precisa, necessariamente, de um nome específico, endereço profícuo, ou de planos pedagógicos eloquentes. Ela é coletiva de erros e descasos crassos, perante um sistema educacional que é muito conteudista, e muito pouco humanista, que tem como uns de seus  marcos discriminatórios, transformar cada estudante em uma ‘experiência pavloviana’, de ‘reflexos condicionados’, perante uma boa parcela do seu aprendizado, ficando armazenado mentalmente precária, por entre cópias e mais cópias, feitas  em cadernos doados pelo governo, que em geral se transformavam em uma pilha de celulose amassada, que vai parar na reciclagem, e que poucos vão aproveitar,  servindo para agregar  ludicidades de pensamentos entre os estudantes que ousavam desafiar o ‘sistema informacional escolar da burrice orgânica’.

O risco de uma educação argumentativa  é algo que pode vim a ser perdoado pelos ‘donos da disseminação da massificação da idiotice crítica’, mas não pode  faltar merenda forma alguma , em  que são engajados em uma rede produtos alimentícios processados e industrializados, aumentando  as taxas de glicose e sódio,  elucidando o surgimento precoce de diabetes, e de uma obesidade crônica entre os estudantes.

Assim como a garrafa de café tem que estar sempre cheia na ‘sala dos mestres’, que servem como um aditivo, para continuarem com suas aulas medíocres, e também fazendo a alegria de gastroenterologistas, diante as úlceras e queimações estomacais, que já vinha afetando uma boa parcela do quadro do magistério daquela unidade escolar, como de outros estabelecimentos de infernos educacionais ambulantes.

‘Riscos e Riscos’, riscos no quadro negro que algumas almas benevolentes se arriscavam em copiar, correndo o risco de serem julgados pela artimanha ardilosa de querer aprender, em meio ao entreter de sofrer, dentro das salas de aula. Um aprender que poderia levá-los a morrer de bullying, tanto emocionalmente como corporalmente, defronte uma gama de indulgências de aulas podres  carecendo de  alguma tipologia de conhecimento, que outorgasse um sentido de vida, que transportassem suas imaginações para um arcabouço de esperança e sonhos, que lhes pudesse tirar daquela corja, de estarem submetidos à mercê da criminalidade, e de um plantel de educadores que, praticamente diante de  tais situações adversas, se preocupavam mais com o holerite do fim do mês, e assim tentar sair ‘vivo’ de cada sessão de horrores que as aulas naquela Escola apresentava.

O Risco de ensinar, estar adentrando em um universo de desamor, não havendo a propagação clara dos Direitos Humanos, celebrando freneticamente a ‘fofoca e fala da vida alheia através de calúnias e difamações’, que eram as principais formas de diversões dos membros do professorado e da equipe de servidores daquele estranho colégio, que ficava localizado em um parnaso de ignorância, perdidos pela primazia do descaso estatal de que, para ser respeitado perante os quadros do magistério, é fundamental disseminar uma série de mentiras e invenções da vida alheia, para assim suportar o martírio de oito horas diárias em um local que se assemelha a uma antessala infernal de pagar os pecados,  fragmentado  em  passar nervos e desgostos dentro da sala de aula, para depois  chegar no fim do ano letivo, e realizar formalidades de entregar um ‘canudo’ de conclusão de curso, que pode virar um utensílio para acender um bom e belo churrasco, ou ficar mofando em qualquer gaveta por aí na companhia de baratas e aranhas.

O risco do risco e ensinar está sem se apegar, em encarar uma geração que se perdeu em um cognitivo, mesurados por celulares e tabletes, que dão a falsa impressão de fazer os jovens se sentirem como donos e detentores de sua  razão cambaleante, e fazendo do professor um navegador de salas de aulas,   ‘boiando’ em águas turbulentas da diacronia, em se valorizar a ética e o respeito coletivo,  que venham a trazerem  uma lapidação da subjetividade, e não somente ficar se repetindo copismos e achismos, em ‘broncas e slides”’ que ‘vão para caminho nenhum, sem destino certo de nada’, parafraseando aqui com Lobão.

O professor precisa correr risco de ensinar, para não ser contaminado  por vícios  e manias de entrar em um sistema psicológico de piloto automático, de sempre repetir os mesmos atos, sem haver uma compenetração de análise de suas práxis, pois muitas vezes mudam os terrenos, prédios e endereços, mas o circo de horrores da Escola Pública continua  violentamente a dar as cartas, sem haver um sínodo de disseminação de mutualismos empáticos em se respeitar as diferenças, fazendo um amontoados de currículos falsos de conhecimentos científicos e filosófico claros, destinados para uma sustentação de mão de obra barata, alicerçada pela escravidão dos salários mínimos estapafúrdios, das glebas estudantis  mais carentes, gerando um  universo metafísico  de hipocrisia material-espiritual  em que os ‘abastados tanto, se esforçam para manter’, e tampouco se importam com os menos favorecidos e esfacelados da sociedade civil.

O risco do risco em ensinar está alijado,  que isso pode dar certo e muito certo, em meio  à similitudes burocráticas educacionais excludentes, e dementes lançadas por nossas bases governamentais elitistas.

Clayton Alexandre Zocarato

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Amor ao luar

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘Amor ao luar’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
"Na noite luminosa sobre o rio, o luar resplandece, derrama-se, tramando o véu da noite escura num clarão a fulgurar"
“Na noite luminosa sobre o rio, o luar resplandece, derrama-se, tramando o véu da noite escura num clarão a fulgurar
Imagem gerada com IA ∙ 4 de setembro de 2024 às 12:00 PM

Na noite luminosa
sobre o rio,
o luar resplandece,
derrama-se,
tramando o véu da noite escura
num clarão a fulgurar.

No silêncio da noite luzente,
pelo passear da Lua,
vejo o amor,
busco o teu olhar
no olhar do tempo.
Vejo-te
a sorri sem temor algum.

Na noite fulgente,
nos abraçamos,
sussurro aos ouvidos
versos poéticos de amor,
lábios sorriem
e a boca em flor entreaberta
num ardente beijo,
impulsiona-nos ao delírio,
a um férvido desejo que nos
leva à loucura.

Amamo-nos iluminados pela luz do luar
doce e sereno.
Desfrutamos deste momento infindo
tu e eu – num amor ao luar.

Ceiça Rocha Cruz

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2.º Festival de Artes e Cultura de Britânia

Com premiação total de R$20.500,00, as inscrições se encerram no dia 15 de setembro de 2024

2.º Festival de Artes e Cultura de Britânia. Divulgação
2.º Festival de Artes e Cultura de Britânia. Divulgação

Visando promover a criatividade e o talento literário em todo o Brasil e fomentar a participação e o desenvolvimento das habilidades de escrita, estão abertas as inscrições para o Concurso Literário do 2º Festival de Artes e Cultura de Britânia. 

O concurso tem alcance nacional, reservando 50% das vagas para residentes de Goiás e uma categoria exclusiva para estudantes das escolas de Britânia/GO. No total serão pagos mais de R$ 20 mil em dinheiro distribuídos da seguinte forma:

Categoria Geral:

1o lugar: R$ 6.000,00 e certificado de reconhecimento.

2o lugar: R$ 4.000,00 e certificado de reconhecimento.

3o lugar: R$ 3.000,00 e certificado de reconhecimento.

4o lugar: R$ 2.000,00 e certificado de reconhecimento.

Categoria Estudantes de Britânia/GO:

1o lugar: R$ 2.500,00 e certificado de reconhecimento.

2o lugar: R$ 1.500,00 e certificado de reconhecimento.

3o lugar: R$ 1.000,00 e certificado de reconhecimento.

 4o lugar: R$ 500,00 e certificado de reconhecimento.

Poderão participar do Concurso Literário do 2o Festival de Artes e Cultura de Britânia brasileiros e estrangeiros legalmente residentes há mais de um ano no Brasil.

A categoria Geral aceita textos com o tema Livre e nos gêneros microconto, miniconto, crônica e poesia (até uma página A4 ou 2300 caracteres, com espaços).

Para participar os escritores precisam residir no Brasil. Além disso, os textos concorrentes devem ser inéditos, ou seja, não podem ter sido sido publicados anteriormente em qualquer formato, incluindo na internet.

Por sua vez a categoria Estudantil tem como tema: “Minha terra: raízes e horizontes” e a participação é restrita ao estudantes matriculados nas escolas do município de Britânia/GO. Assim como a categoria geral, os gêneros aceitos são microconto, miniconto, crônica e poesia (até uma página A4 ou 2300 caracteres, com espaços) e os textos devem ser inéditos.

As inscrições no concurso literário são gratuitas, e o prazo final é o dia 15 de setembro de 2024, devendo ser realizadas através do formulário on-line disponível no seguinte endereço https://encurtador.com.br/qOczo.

O arquivo do texto concorrente deve ser anexado em formato PDF, com pseudônimo de autoria abaixo do título. É obrigatório constar apenas o pseudônimo do autor. Texto enviados com identificação nominal de autoria serão desclassificadas.

As informações completas sobre o concurso literário podem ser conferidas no edital.

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1.º Concurso de Poesia – Pio Vargas

1º concurso de poesia – Pio Vargas distribuirá prêmios em dinheiro para os melhores poemas

1º concurso de poesia – Pio Vargas distribuirá prêmios em dinheiro para os melhores poemas - Divulgação
1º concurso de poesia – Pio Vargas distribuirá prêmios em dinheiro para
os melhores poemas – Divulgação

A Academia Goiana de Letras, Ciência e Cultura dos Militares do Estado de Goiás convida poetas de todo o Brasil para participar do Concurso de Poesia em tributo ao renomado poeta Pio Vargas. O objetivo do concurso é premiar obras poéticas inéditas que exaltem a arte da poesia e a inventividade literária.

Prepare o seu poema mais inspirado, deixe-se levar pela riqueza da literatura e participe deste renomado concurso. Confira abaixo os detalhes.

Com patrocínio do SICOOB – Secovicred o 1º Concurso de Poesia da AGL-MB – Pio Vargas é voltado a autores brasileiros ou residentes no Brasil. Com premiação em dinheiro para os primeiros colocados, ele tem como tema o seguinte: “Poesia, como expressão de vida e liberdade“.

O prazo para se inscrever vai até o dia 20 de outubro de 2024 através do preenchimento do formulário no site da instituição.

O primeiro colocado receberá o Certificado de Participação, o Troféu Pio Vargas de Poesias e um prêmio financeiro no valor de R$ 5.000,00 (cinco mil reais);

O segundo colocado receberá Certificado de Participação e um prêmio financeiro no valor de R$  3.000,00 (três mil reais);

O terceiro colocado receberá Certificado de Participação e um prêmio financeiro no valor de R$ 2.000,00 (dois mil reais).

Para conferir o regulamento completo do concurso literário clique aqui.

Para solicitar mais informações e tirar dúvidas, os autores podem entrar em contato com a organização do concurso através do e-meio a seguir: agl.mb.contato@gmail.com.

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Aldravia

Pietro Costa: Aldravia*

Pietro Costa
Pietro Costa
“… palavras desvairadas vibram brasilidade”
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ecos 

modernistas

palavras

desvairadas 

vibram

brasilidade

N.E.

Aldravia. Forma poética sintética, minimalista e sucinta, criada em Mariana, Minas Gerais. Os poemas de aldravia são constituídos por uma única estrofe de seis versos, uma palavra, simples ou composta por verso. Os poemas não têm títulos e os versos se iniciam com letras minúsculas. Não é recomendada a utilização de pontuação. Deve-se privilegiar a figura de linguagem metonímia.

Pietro Costa

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O fim da Segunda Guerra Mundial

Marcelo Paiva Pereira: ‘O fim da Segunda Guerra Mundial’

Marcelo Paiva Pereira
Marcelo Paiva Pereira
Imagem gerada pela IA do Bing – 1 de setembro de 2024 às 10:12 PM

Historiadores têm acolhido o fim da Segunda Guerra Mundial aos 08 de maio de 1945, data da rendição incondicional da Alemanha nazista aos aliados. Os russos, entretanto, acolhem outra, qual seja, 09 de maio. Outros ainda entendem que ocorreu aos 02 de setembro de 1945, com a rendição do Japão aos Estados Unidos da América.

Aos 07 de maio de 1945 a Alemanha se rendeu incondicionalmente aos aliados, reunidos na cidade francesa de Reims e o tratado de rendição entrou em vigor no dia seguinte (08). Quem o assinou foi o oficial Alfred Jodl, nomeado pelo almirante Karl Dönitz, na presença do general americano Dwight D. Eisenhower.

Stalin não aceitou a rendição assinada nessas condições – fora de Berlim, por um oficial alemão sem patente elevada para assiná-la e na presença de um oficial soviético que apenas a testemunhou. Era preciso refazer o ato militar para evitar a Alemanha alegar a ilegitimidade da rendição, como fez após a Primeira Guerra Mundial (1914-18).

No dia 08 de maio outro oficial alemão, Wilhelm Keitel dirigiu-se a Berlim e assinou o tratado de rendição na presença do marechal soviético Georgy Zhukov e de uma reduzida delegação dos demais aliados. O tratado entrou em vigor no dia 09 de maio de 1945, horas após a decretação do cessar-fogo aos soldados alemães.

A reação do Brasil ocorreu após submarinos alemães torpedearem cinco navios mercantes brasileiros, que se encontravam nas costas marítimas do nosso país além de outro, o Taubaté, que foi metralhado por um avião alemão no Mar Mediterrâneo, em março de 1942. Aos 31 de agosto do mesmo ano Getúlio Vargas declarou guerra contra a Alemanha e a Itália.

Acordado com os Estados Unidos da América, do nosso país foram para a Itália aproximadamente 25.500 soldados, que compuseram a Força Expedicionária Brasileira para lutar contra os alemães. Desembarcaram em Nápoles em julho de 1944 e de lá retornaram em julho de 1945.

Na guerra ocorrida no Oceano Pacífico, Japão e Estados Unidos da América travaram difíceis batalhas pela conquista dos territórios ultramarinos. O Japão tinha a mais bem armada marinha do mundo e mais porta-aviões do que os americanos. O sucesso militar destes começou quando a espionagem descobriu a posição dos porta-aviões japoneses e fazer naufragar quatro dos sete que possuíam, durante a Batalha de Midway, em 1942. A vitória se deu após as explosões das duas primeiras bombas atômicas em Hiroshima e em Nagasaki, aos 06 e 09 de agosto de 1945, respectivamente.

Na Europa o fim da Segunda Guerra Mundial é comemorado aos 08 de maio, enquanto na Rússia o é aos 09 de maio. Nós, brasileiros, também acolhemos 08 de maio a data do Dia da Vitória dos aliados contra a Alemanha nazista. Quanto ao dia 02 de setembro de 1945, marca a rendição do Japão aos Estados Unidos da América e o fim da guerra no Oceano Pacífico. Nada a mais.

Marcelo Augusto Paiva Pereira

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