Sentimento

Resenha do livro ‘Sentimento’, de Carolina Plewa, pela Editora Viseu.

Capa do livro 'Sentimento', de Carolina Plewa.
Capa do livro ‘Sentimento”.

RESENHA

Um livro que nos leva, em cada poesia, a reflexões profundas sobre vários assuntos.

Carolina faz um mergulho nos sentimentos humanos e explora até mesmo aqueles sentimentos que não costumamos gostar ou achamos inapropriados.

São poesias diversas, repletas de emoção.

Um livro incrível.

Leiam!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

    SINOPSE

    Ser humano é sentir diversas emoções durante a vida, algumas que conseguimos perceber e nomear e outras que não sabemos explicar.

    Qual o motivo de tudo que sentimos e passamos durante a nossa vida?

    É fácil perceber o significado das emoções belas e dos momentos positivos, mas qual a repercussão dos momentos dos quais não nos orgulhamos tanto?

    Eles podem contribuir para quem somos?

    Embarque nessa jornada em busca de sentido, explorando os sentimentos que nos tornam humanos, mas que nem sempre conseguimos expressar.

    SOBRE A OBRA

    Com o processo de escrita sendo uma constante em sua vida, ainda assim não tinha a intenção de publicar.
    O ano de 2023 foi um ano muito difícil para a autora, acompanhando a saúde dos meus pais, idas e vindas a hospitais, ela acaba percebendo a finitude da vida e o que realmente tinha importância.
    Foi então que decidiu compartilhar os sentimentos que estavam dentro de si, para que eles pudessem vir a tocar outras pessoas.


    Não tenho o poder de mudar o mundo, o que eu sei fazer é escrever e de, com sorte, conseguir trazer um pouco de identificação para uma pessoa que daquilo precise no momento. Foi assim que decidi juntar os meus escritos e publicar o primeiro livro Sentimento. O primeiro passo para entender algo é jogar uma luz sobre ele, ainda que não seja bonito de se ver.

    Carolina Plewa


    Ele traz poesias que passam pelos sentimentos humanos e exploram, inclusive, aqueles sentimentos que não costumamos gostar ou achamos inapropriados.

    O segundo livro sairá ainda esse ano, pela editora Caravana e aborda a parte final do meu ano, com questões relacionadas ao corpo, as lutas que travamos e o tempo, que a tudo cura.

    SOBRE A AUTORA

    Imagem de Carolina Plewa

    Carolina Pimentel da Cunha Castro, tem 36 anos e mora em São Paulo- Capital.

    Formada em design e direito. Atualmente atua com direito contratual em um escritório de advocacia.

    Carolina nos conta que sempre escreveu e que quando ainda criança participou de um concurso literário na cidade do interior que morou por 10 anos.

    Porém depois disso somente voltou a divulgar sua escrita em 2022, com um poema que entrou na coleção do prêmio Moutennée de poesia.

    ‘Sentimento’ foi o primeiro livro publicado e já tem outro livro de poesias para lançamento ainda em 2024.

    REDES SOCIAIS DA AUTORA

    OBRA DA AUTORA

    Capa do livro 'Sentimento' de Carolina Plewa
    Capa do livro ‘Sentimento’

    ONDE ENCONTRAR


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    Resenhas da colunista Lee Oliveira




    Iara

    Denise Canova: Poema ‘Iara’

    Denise Canova
    Denise Canova
    Imagem criada pela IA do bing
    Iara. Imagem criada pela IA do Bing

    Iara

    Mata seus amores

    Estranho

    Iara

    Eu não mataria

    Dama da Poesia

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    Doce cafuné

    Nilton da Rocha: Poema ‘Doce cafuné’

    Nilton da Rocha
    Nilton da Rocha
    “… Após o êxtase, um doce cafuné…”
    Imagem criada pela IA do Bing

    Sob o tênue véu do dia, em sintonia,
    Duas xícaras dançam na mesa vazia.

    A arte do bordado, em delicadeza,
    Conta histórias de amor, pura beleza.

    O beijo desperta, o aroma sedutor,
    Envolve-nos em carícias, puro ardor.

    Teus dedos, poesia, percorrem meu ser,
    Batidas do coração, é o nosso querer.

    O café, néctar dos deuses, nos embriaga,
    Desperta desejos, a paixão se propaga.

    Lençóis amassados, testemunhas do prazer,
    Entre toalhas bordadas, vamos nos perder.

    Após o êxtase, um doce cafuné,
    Xícaras, toalha, lençóis, o que restou do café.

    Em silêncio, a sós, apreciamos o momento,
    Nossa história bordada, num eterno sentimento.

    Nilton da Rocha

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    O tempo passa

    Irene da Rocha: Poema ‘O tempo passa’

    Irene da Rocha
    Irene da Rocha
    “O tempo passa, e o tempo esvai, como um rio correndo para o mar– Imagem criada pela IA do Bing

    O tempo passa, e o tempo esvai,
    Como um rio correndo para o mar,
    Silencioso, sua essência se desfaz,
    Deixando saudades a murmurar.

    As horas perdidas, jamais alcançadas,
    Levadas pelo vento, desaparecem,
    O mundo reflete memórias veladas,
    Enquanto as lembranças permanecem.

    Procuro no tempo a humanidade,
    A bondade que outrora ressoou,
    Olhares de amor, sinceridade,
    Dignidade que em nós habitou.

    Era uma vez, em tempos distantes,
    Quando ser eu mesmo bastava,
    O mundo girava em versos vibrantes,
    E a poesia minha essência marcava.

    Nessa dança de dias e noites,
    Onde o tempo não tinha senão,
    Sonhos flutuavam em suaves açoites,
    Esperança guiando a direção.

    Na janela, o amor uma chama acendeu,
    Iluminando o caminho a seguir,
    Com fervor e emoção, então compreendeu,
    Que eras tu meu destino a fluir.

    Sob o céu estrelado, jurei o amor,
    Com as mãos entrelaçadas em paz,
    Em frente ao altar, senti o calor,
    Da mais pura paixão que se faz.

    Assim, o tempo que se esvaiu,
    Deixou seu rastro de inspiração,
    Pois em cada verso que o amor traduziu,
    Encontrei minha eterna canção.

    Irene da Rocha

    Contatos com a autora




    Comenda do Mérito Histórico e Cultural Giuseppe Garibaldi

    A COMENDA DO MÉRITO HISTÓRICO E CULTURAL GIUSEPPE GARIBALDI é uma condecoração criada pela FEBACLA, com objetivo de homenagear à memória de Giuseppe Garibaldi, conhecido como ‘Herói de Dois Mundos’

    Logo da FEBACLA
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    Comenda do Mérito Histórico e Cultural Giuseppe Garibaldi
    Comenda do Mérito Histórico e Cultural Giuseppe Garibaldi

    A COMENDA DO MÉRITO HISTÓRICO E CULTURAL GIUSEPPE GARIBALDI é uma condecoração criada pela FEBACLA, com objetivo de homenagear à memória de Giuseppe Garibaldi, que dedicou vida a revoluções por independência na Itália e na América do Sul. Por isso, ficou conhecido como ‘herói de dois mundos’.

    Giuseppe Garibaldi nasceu em 1807, foi um militar e guerrilheiro italiano. Participou do movimento nacionalista “Jovem Itália” que pretendia a unificação de toda a península sob a forma de república.

    Exilado no Brasil, participou da ‘Guerra dos Farrapos’ e lutou na guerra entre a ‘Argentina e o Uruguai’. De volta para a Itália participou de várias lutas pela independência italiana.

    A Comenda do Mérito Histórico e Cultural Giuseppe Garibaldi – que destacará a imagem de Giuseppe Garibaldi, será concedida aos acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, personalidades civis e militares de todo o país, em reconhecimento aos seus atos meritórios, literários, culturais, cívicos e/ou sociais, concorrendo para a integração e engrandecimento da cultura universal.

    A Comenda será concedida pela FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes e consistirá na concessão de certificado e outorga da Medalha com a efígie de Giuseppe Garibaldi.

    Os interessados, deverão entrar em contato com Dom Alexandre e solicitar o edital.

    Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho

    Presidente da FEBACLA

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    Comenda Cruz e Sousa – Baluarte da Literatura Brasileira

    A FEBACLA, sempre com a missão de honrar e premiar os Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, outorgará a COMENDA CRUZ E SOUSA – BALUARTE DA LITERATURA BRASILEIRA

    Logo da FEBACLA
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    Comenda Cruz e Souza – Baluarte da Literatura Brasileira

    De conformidade com o Decreto Acadêmico n.º 0815.011/2024, a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBACLA, sempre com a missão de honrar e premiar os Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, outorgará a COMENDA CRUZ E SOUSA – BALUARTE DA LITERATURA BRASILEIRA.

    A COMENDA CRUZ E SOUSA – BALUARTE DA LITERATURA BRASILEIRA, será concedida a personalidades do mundo literário, artístico e cultural, visando exaltar os talentos literários que enriquecem o nosso universo cultural e que tenham contribuído de modo eficaz, para o engrandecimento e valorização da literatura nacional.

    João da Cruz e Sousa nascido na antiga Desterro, atual Florianópolis, em 24 de novembro de 1861, foi um poeta brasileiro, alcunhado Dante Negro e Cisne Negro, e um dos precursores do simbolismo no Brasil.

    Filho dos negros alforriados Guilherme da Cruz, mestre-pedreiro, e Carolina Eva da Conceição, João da Cruz e Sousa desde pequeno recebeu a tutela e uma educação refinada de seu ex-senhor, o Marechal Guilherme Xavier de Sousa – de quem adotou o nome de família, Sousa. A esposa de Guilherme Xavier de Sousa, Dona Clarinda Fagundes Xavier de Sousa, não tinha filhos, e passou a proteger e cuidar da educação de João. Aprendeu francês, latim e grego, além de ter sido discípulo do alemão Fritz Müller, com quem aprendeu Matemática e Ciências Naturais.

    Em 1881, dirigiu o Jornal Tribuna Popular, no qual combateu a escravidão e o preconceito racial. Em 1883, foi recusado como promotor de Laguna por ser negro. Em 1885 lançou o primeiro livro, Tropos e Fantasias em parceria com Virgílio Várzea. Cinco anos depois foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou como arquivista na Estrada de Ferro Central do Brasil, colaborando também com o jornal Folha Popular. Em fevereiro de 1893, publica Missal (prosa poética baudelairiana) e em agosto, Broquéis (poesia), dando início ao Simbolismo no Brasil que se estende até 1922.

    Faleceu a 19 de março de 1898, no município mineiro de Antônio Carlos, num povoado chamado Estação do Sítio, para onde fora transportado às pressas, vencido pela tuberculose.

    No dia 26 de novembro de 2007 seus restos mortais foram trasladados para Florianópolis, onde permanecem depositados numa urna exposta à visitação no Museu Histórico de Santa Catarina, localizado no Palácio Cruz e Sousa.

    Os interessados, deverão entrar em contato com Dom Alexandre e solicitar o edital.

    Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho

    Presidente da FEBACLA

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    Títulos Doutor Honoris Causa

    Estão abertas inscrições para quem se interessar em pleitear um Título Doutor Honoris Causa do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos em parceria com a FEBACLA

    Logo da FEBACLA
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    Medalha referente ao Título Doutor Honoris Causa
    Medalha alusiva ao Título Doutor Honoris Causa

    Estão abertas inscrições para quem se interessar em pleitear um Título Doutor Honoris Causa do Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos em parceria com a Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes.

    O Centro Sarmathiano de Altos Estudos Filosóficos e Históricos fará a concessão de Títulos Honoris Causa nas seguintes áreas:
    Literatura, Belas Artes, Arte Fotográfica, Administração, Cultura Popular Brasileira, Jornalismo, Arquitetura e Urbanismo, Filosofia, Educação, História, Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural, Ciências Jurídicas, Direitos Sociais e Humanitários, Música, Comunicação Social, Psicanálise, Psicologia e outros…

    A outorga do Título Doutor Honoris Causa consistirá na concessão de Diploma e Medalha.

    Os interessados, deverão entrar em contato com Dom Alexandre e solicitar o edital.

    Dom Alexandre Camêlo Rurikovich Carvalho
    Presidente da FEBACLA e Diretor do CSAEFH 

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