No dia 07 de julho, às 19h, acontecerá o lançamento do EP ‘Votorantim em 4 movimentos’ com um concerto de música erudita ao vivo no auditório Municipal Francisco Beranger
Divulgação Workshop – Foto Vinicius Araujo
No dia 07 de julho, às 19h, acontecerá o lançamento do EP ‘Votorantim em 4 movimentos’ com um concerto de música erudita ao vivo no auditório Municipal Francisco Beranger. A realização do projeto é do Ministério da Cultura e Prefeitura de Votorantim, através do Fundo Municipal de Cultura.
O projeto leva ao palco canções inspiradas na natureza da cidade de Votorantim criadas a partir da observação, contemplação e sensações físicas do compositor chileno Andy Felipe Pizarro durante as 04 estações do ano vivenciadas na cidade.
Divulgação concerto. Foto Vinicius Araujo
Dirigido pela artista Aline Nieri, o projeto ‘Votorantim em 4 movimentos’ conta com 04 ações: a gravação de um disco (disponível nas plataformas digitais gratuitamente após o lançamento); realização de oficinas de dança e áudio percepção na escola Wilson Prestes Miramontes; o workshop ‘Música para quem e como ouvir?’, que acontecerá no mesmo dia da apresentação; e a apresentação do concerto de música de câmara do Coletivo Arsis, com instrumentos de cordas e ventos.
Uma das expectativas dos idealizadores do projeto é a valorização e enriquecimento da identidade cultural do votorantinense por meio da singularidade que habita neste território ouvida na música.
A entrada é gratuita e livre para todos os públicos, contando com recursos de acessibilidade (espaço acessível, intérprete de Libras, arteterapeuta).
Durante o lançamento/concerto será realizada a arrecadação de alimentos não perecíveis para a ONG Alimentos para vida de Sorocaba, que receberá estes alimentos para a montagem de cestas básicas para famílias carentes da região.
“Por que foi criado o poema ‘Esperançar é um Grito Nosso?'”
Gabriela Lopes“E se os orvalhos matinais exalassem o aroma da esperança?” Imagem criada pela IA do Bing
“O poema ‘Esperançar é um Grito nosso’ surgiu como uma proposta de campanha em favor da esperança. Nasceu de um momento de inquietação e profunda reflexão sobre as posturas humanas que destroem uns aos outros: as guerras, os egoísmos, o individualismo, tudo aquilo que gera exclusão e sofrimento, que causam divisão em vez de união e paz. Somos agentes responsáveis e transformadores do mundo que tocamos e do mundo que queremos. Não mudamos o mundo de imediato, mas mudamos microuniversos, e se isso acontecer, então, valeu a pena toda iniciativa de semear altruísmo, esperança e humanidade.
Este poema foi um grito da minha alma que quis compartilhar com o coletivo. E notei que o coletivo desejou gritar junto comigo, pedindo esperança, união e paz. Este poema me emociona profundamente, pois não é apenas mais um texto na minha carreira enquanto escritora; ele possui a vibração da Terra e a cor dos povos. Ele trata de unificação, busca de justiça e dignidade humana.” Palavras de Gabriela Lopes.
Abaixo, apresentamos alguns depoimentos dos participantes, relatando suas experiências ao participarem desta recitação internacional, que contou com 7 países e 20 cidades distintas:
‘Esperançar é um Grito Nosso” foi uma experiência sensacional. Uma realidade que conectou povos do mundo, num único objectivo de impactar outros corações com a certeza de que apesar de todo dilema deste mundo agitado, a vida em harmonia e solidariedade pode ser a mola impulsionadora que deve orientar os homens no caminho do bem, concórdia, da paz, da amizade e da perspectiva de que ao realizar o outro é realizar a nós mesmos e a construir a humanidade.”Mozier Jocand (Moisés Candumbo) – Luanda – Angola.
“Foi muito prazeroso participar desse projeto com a Gabriela Lopes, a oportunidade de conhecer e participar daqui do Japão foi incrível. Parabéns aos jovens pelo seu trabalho maravilhoso!” – Adriana Sugino – Presidente do IIEC – Hamamatsu- Japão
“É sempre gratificante transmitir esperança, o ser humano precisa de motivação.” Valquiria Imperiano – Presidente do ICBS – Genebra/Suíça
“Participar do poema ‘Esperançar é um Grito Nosso’ foi emocionante porque traz de forma mútua a vontade de termos um mundo melhor. A esperança nos traz a calmaria de que mesmo através de muitas batalhas, amor, a paz e a fraternidade um dia vão deixar de ser utópicas e se tornar verdade.”Beatris Hoffmann– Los Angeles/EUA
“Senti-me profundamente honrado e agradecido por participar do projeto ‘Esperançar é um Grito Nosso‘. Este projeto é uma fonte essencial de esperança e inspiração, especialmente em tempos difíceis. É vital que essa mensagem alcance o maior número de pessoas possível, pois acreditamos que juntos podemos construir um futuro melhor.”Talisgean Medeiros – Maceió/Alagoas
A campanha ‘Esperançar é um grito nosso’, visou unir vozes de diferentes países em uma mensagem de união e esperança. Gabriela convidou pessoas de diversas partes do mundo para recitar seu poema, escolhendo um africano para a abertura do vídeo, reconhecendo a importância da África como berço da humanidade e a relevância de sua voz no clamor por um mundo mais justo e igualitário.
“E se os orvalhos matinais exalassem o aroma da esperança?”
Ella DominiciOndas do oceano Imagem criada pela IA do Bing
Se contar o ‘Mar’ a todos o que dirão as ondas do desvendar segredos? Se escrever o Sal marinho perderão escamas insossas?
O oceano é a majestade das profundidades, onde se acham mistérios das águas, das essências existentes, flora fauna desconhecidas, pérolas em reciprocidades uterinas. Mares não são medíocres, são sim indecifráveis . Somente uma alma poética pode instigar a intensidade dos mistérios, fúria que ama, amor que enfurece e vibra o fundo do oceano tingindo-o de púrpura vermelho escura na paixão de viver.
Natureza humana e divina do Ser vencendo falésias, alcantilando mediante ameaças de um oceano vivo e violento, mas dominado pelo Criador. O poema expõe o Ser às profundezas, quebra vagas, adentra águas, busca o grão atemporal e o faz germinar no sal da vida. deseja-se que se possa alcançar mudanças e transcender o grão comum.
Deitar-se no divã: uma possibilidade de reescrever a própria história
PSICANÁLISE E COTIDIANO
Bruna Rosalem:
‘Deitar-se no divã: uma possibilidade de reescrever a própria história’
Bruna RosalemImagem criada pela IA do Bing
Desde a paciente mais icônica de Freud, Anna O. e seu pedido ao médico neurologista que a deixasse falar sem interrupções, dizia “a limpeza da chaminé”, através de seu relato livre, a técnica psicanalítica depois pensada por Freud ao ouvir o desejo de sua paciente em falar livremente, tornou-se uma espécie de ‘cura pela palavra’.
É claro que este método investigativo do psiquismo não foi construído assim tão facilmente, mas nos revela o quanto a possibilidade de falar o que vier à mente a um sujeito numa posição subjetiva de suposto saber de algo que o paciente não tem acesso, e mais ainda, poder escutar-se e inserir-se em sua própria história, nos dá notícias de que esta prática de escuta e fala tem possibilitado que os sujeitos reescrevam novos caminhos para uma vida menos angustiante e mais criativa.
A psicanálise nada promete, porém ao colocar o sujeito diante de seus próprios temores, desejos nefastos, ímpetos proibidos, repetidas decepções amorosas, de uma confusa orientação sexual, vícios desgastes, comportamentos sintomáticos, de um mal-estar indecifrável, baixa ou nenhuma libido sexual, gagueira e um nervosismo tremendo ao falar em público, das dificuldades em conseguir um emprego por nunca se achar suficiente, do árduo trabalho de luto, de um diagnóstico inesperado de uma grave doença, de perdas financeiras, de não conseguir engravidar, adicções diversas, fobias, dores inexplicáveis em determinadas partes do corpo, ou ainda, sentir-se incapaz de terminar qualquer tarefa…enfim, são inúmeras as aflições que nos atingem, deitar-se no divã pode ser o começo para transformar este vórtice perturbador que se inscreve na carne e traz sofrimento.
Divã (do turco diwan) é um móvel de origem oriental, uma contribuição para a psicanálise que o tomou como um dos instrumentos de manejo na análise. Diversas cores e formatos, uns mais largos, outros menores e estreitos, coloridos ou mais neutros, ornados com almofadas, mantas e afins. Tudo para tornar este novo espaço, a ida da poltrona para o divã, confortável e atrativa, por que não? Afinal, em análise a tal ‘passagem’ é a entrada do sujeito numa próxima etapa de seu percurso, mais intensa, mais íntima, mais aberta à escuta de seus fantasmas.
A superação das entrevistas iniciais, ‘entre – vistas’, do olho no olho, analista e analisante, para um lugar de quase isolamento, onde não há mais alguém olhando diretamente e a sensação de solidão, deitado, o sujeito depara-se com uma outra perspectiva de escuta.
A figura do analista ainda se faz muito presente, porém ao ‘perder-se de vista’, ‘ausentar-se’ do campo visual do sujeito, o psicanalista espera romper de maneira mais enfática a lógica comum de diálogo, da reciprocidade, da troca, das modalidades usuais de conversa. Agora, no divã, torna-se mais palpável as possibilidades de regressão, de acessar conteúdos mais profundos, latentes, reveladores, a intensidade da transferência aumenta, abrem-se caminhos para que os sonhos entrem em cena como mais uma fonte de investigação da vida psíquica do analisante.
É como se o sujeito permitisse conversar consigo mesmo, obter as próprias respostas e explorar novos horizontes sem a preocupação de ser validado. Certamente que este processo é bastante trabalhoso, leva tempo, disposição e muito desejo. E não há garantias. Há um caminhar, um sentir, um vivenciar. Momentos, histórias, experiências. Quem sabe um recontar.
Ao se entregar aos desafios do divã, notadamente um sentimento de desamparo é irrompido. Afinal, a primeira porta de entrada para o mundo veio através de um olhar, ‘da janela da alma’, seja da mãe, seja de quem o projetou ao ser que está chegando. Perder este contato é de fato um árduo exercício. A psicanálise vem nos ensinar neste momento, que é possível se sentir desamparado sem a necessidade de um amparo. É justamente neste ensejo que o sujeito tem a possibilidade de se questionar acerca de suas dores, sem que um outro esteja lá prontamente para acolhê-lo. Há uma inversão na lógica do discurso, ou seja, nem sempre o questionamento do sujeito vai encontrar uma resposta que o satisfaça, muitas vezes são mais dúvidas que vão surgindo, mais indagações, mais chances de viradas, elaborações e saídas criativas.
Por mais estranhamento que possa provocar a passagem ao divã, são nos efeitos deste movimento que a análise pode ajudar o sujeito a atualizar seu passado no presente próspero, num esperançoso futuro.
Estendido no leito (de morte?), um outro ser pode ressurgir das cinzas que outrora impregnadas em seu corpo o forjava. Reescrever narrativas, descobrir o amor (o ódio também), amar e deixar ser amado, desfazer-se do secreto prazer pelo sofrimento, libertar-se da prisão dos pensamentos, correr o risco de ser livre.
Escola de Arte Bico de Pena realiza exposição de arte dos alunos
Convidada a conhecer o espaço, Verônica Moreira teve a oportunidade de apreciar as obras do artista e professor de arte Elifas Levi de Souza
Obra em execução. Lápis sobre a parede
No dia 05 de junho de 2024, às 19 horas, a escritora, poetisa e Editora Setorial de Eventos do ROL Verônica Moreira marcou presença na exposição de artes da Escola de Artes, Bico de Pena, de Caratinga (MG). Convidada a conhecer o espaço, Verônica teve a oportunidade de apreciar as obras do artista e professor de arte Elífas Levi de Souza, a quem presenteou com um exemplar do Catálogo VER-ARTE, agora parte do acervo da escola.
A Escola de Arte Bico de Pena é uma instituição dedicada ao ensino da pintura e do desenho, bem como à disseminação das mais diversas formas de arte e manifestações culturais. Atualmente, a escola desenvolve uma série de projetos voltados para a promoção e o desenvolvimento artístico na comunidade de Caratinga e região.
A escola de arte oferece cursos para diferentes níveis de habilidade, desde iniciantes até avançados. Uma iniciativa importante da escola é o curso ‘A Arte Educação como Base para um Lazer Saudável’, que atualmente beneficia 92 alunos de escolas públicas de Caratinga e seus distritos. No curso, além de desenvolverem habilidades artísticas, os alunos aprendem sobre a importância social da arte. Eles são incentivados a participar da produção de eventos culturais, exposições e outras iniciativas no campo da experiência artística e estética.
Card do Catálogo Ver-Arte
Encantada com as produções dos artistas expositores, Verônica convidou Cristian Alves, um dos alunos de desenhos realistas a participar do Catálogo Literocultural Ver-Arte, um projeto por ela promovido com o apoio de diversas instituições acadêmicas, incluindo o Jornal Cultural ROL.
Sem dúvida, a contribuição de Cristian adicionará muito valor ao nosso projeto. Agradeço à Professora Laurinha Miranda por ter proporcionado este enriquecedor intercâmbio de experiências inspiradoras.
A Escritora e colunista do Jornal Cultural Rol Verônica Moreira relatou que foi uma imensa felicidade ter conhecido o ambiente estimulante da Escola de Arte Bico de Pena e ter tido o privilégio de apreciar o talento de Elífas Levi de Souza, que, junto com sua esposa, a acolheram com tamanha distinção e generosidade.
Além disso teve a oportunidade de contemplar as obras de Elífas Levi de Souza, que foram premiadas tanto no Brasil quanto no exterior.
Sobre o artista
Elifas Levi de Souza
Elifas Levi de Souza, nascido e residente em Caratinga-MG, é desenhista, artista plástico e produtor cultural. Começou a desenhar aos 12 anos, construindo, desde então, uma longa carreira nas artes plásticas.
Desenvolve atividades como ilustrador de livros e revistas, muralista, grafiteiro, desenhista, professor de desenho, pintor e tatuador.
Realizou trabalhos em Caratinga e no exterior, destacando-se suas exposições em Portugal.
É membro dos coletivos Cine Clube Gaviões e Passarinhos e Amigos da Escola de Arte Bico de Pena, que iniciaram suas atividades nos anos de 2022 e 2021, respectivamente.
Atualmente, é diretor e professor da Escola de Arte Bico de Pena, onde são desenvolvidos cursos e iniciativas voltadas ao ensino e à disseminação das artes, especialmente das artes plásticas.
Elifas é, indiscutivelmente, um notável artista que dedica seu trabalho incansável em prol da cultura e da arte, contribuindo para o desenvolvimento das novas gerações de crianças interessadas em expressar sua criatividade através das artes.
Outras fotos
Laurinha, Fabiana,Verônica, Elifas
Fabiana, Verônica, Cristian, Elifas
Verônica Moreira, Elifas Levi
Estúdio de Tatuagem do artista Elifas Levi
Além de ser um grande artista e ser premiado no exterior, Elifas é um grande mestre em tatuagens. Ele possui seu próprio Estúdio de Tatuagem no centro da cidade de Caratinga. Conheçam o espaço e faça sua tatuagem dos sonhos com um artista qualificado.
Obra que promete ser um diálogo do pensamento e dos sentimentos entre várias gerações será lançada no dia 29 de junho, às 15h, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca – Matosinhos – Portugal
Capa do livro ‘O Silêncio dos Dias’
No dia 29 de Junho (sábado), às 15h00, na Biblioteca Municipal Florbela Espanca (Matosinhos), o escritor JOSÉ LOURO lançará o livro ‘O Silênciodos Dias‘, obra que promete ser um diálogo do pensamento e dos sentimentos entre várias gerações.
O evento contará com a participação do autor, tendo como moderador o escritor Luís Macedo e como convidado especial Fernando Fraga, especialista em aceleração de empresas Startups Portuguesas.
Biblioteca Municipal Flor Bela Espanca: Rua de Alfedo Cunha, 4454-510 – Matosinhos – Portugal.
A Biblioteca Municipal Florbela Espanca (BMFE), que integra a Rede Nacional de Leitura Pública, criada em 1987 pelo então IPLL (Instituto Português do Livro e da Leitura), hoje DGLB, cumpre várias missões especificadas no Manifesto da Unesco sobre Bibliotecas Públicas, e é um serviço tutelado pela Câmara Municipal de Matosinhos, que se encontra situado no ”Centro Cultural de Matosinhos”, num dos mais bonitos edifícios da região do Grande Porto.
Com cerca de 18000 leitores inscritos, a biblioteca conta atualmente com um acervo de aproximadamente 90000 documentos disponíveis ao público. Obras que cobrem todas as áreas do conhecimento, da literatura clássica às últimas novidades, passando pelas ciências ou obras destinadas ao público infantil.
A biblioteca é ainda um espaço que acolhe outras valências, como a música, o cinema ou as tecnologias de informação. Disponibiliza documentos áudio, que abarcam estilos tão diversos como o jazz, o pop, o hip hop, o rock, a música clássica ou o fado; e vídeo, com o melhor cinema de animação, com os clássicos portugueses, as mais recentes produções de Hollywood ou o cinema de autor. O espaço Internet, também disponível, é uma oportunidade de acesso gratuito à sociedade de informação.
Sobre o autor
José Louro
José Manuel Monteiro Louro (José Louro), natural de Cova da Piedade, em Almada, Portugal, é licenciado em Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa (UAL); pós-graduado em Ciência Política pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) e pós-graduado em Gestão das Autarquias Locais, pelo Instituto Superior de Economia e Gestão (ISEG).
Valores como o Humanismo, a cidadania e a liberdade são parte da sua essência, pelo que a sua poesia reflete esses valores.
José Louro tem como referências poéticas Fernando Pessoa, Miguel Torga, Natália Correia, Herberto Hélder, Miguel Gomes Coelho, Eduardo Roseira, entre outros. Na prosa, tem como referências principais Eça de Queiroz, Herman Hesse, Ernst Junger, Fernando Namora, George Orwell, Aldous Huxley, entre muitos outros