A Busca de Otto

Resenha do livro ‘A Busca de Otto’, de Daniela Amaral, pela Editora Uiclap

Capa do livro 'A busca de Otto', de Daniela Amaral, pela Editora Uiclap
Capa do livro ‘A Busca de Otto’, de Daniela Amaral, pela Editora Uiclap.

RESENHA

Otto e seu irmão tinham inteligência além da média e estudavam na escola onde seu pai trabalhava.

O convívio com os outros alunos com padrões de vida muito melhores que as dele o deixava muito insatisfeito com suas condições.

Então Otto decide que iria fugir de casa, à busca desta vida perfeita que ele almejava.

Mas, no meio da noite, apareceu para ele um ser incrível, que propôs que ele o acompanhasse nesta busca.

Uma busca que levará o leitor a profundas reflexões.

Uma história de busca e crescimento, cheia de aventuras, seres fantásticos e reviravoltas importantes.

Um livro com jeito de fábula e fantasia, mas com um enredo cheio de mensagens importantes!

Fantástico!!!

Super recomendo!!!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

A Busca de Otto

SINOPSE

A história se desenrola em torno de um jovem brilhante de 18 anos, constantemente pressionado a buscar validação por meio de conquistas materiais.

Sua busca por aceitação o leva a uma jornada repleta de reviravoltas, proporcionando-lhe uma compreensão mais profunda de sua própria trajetória.

Ao longo da narrativa, ele descobre não apenas um amor surpreendente, mas também a singularidade de sua própria história.

O livro oferece uma reflexão sobre a busca incessante por padrões inalcançáveis e destaca a importância de valorizar a jornada pessoal.

Em meio às tentações das posses materiais, o protagonista aprende a apreciar sua história que é única e especial.

A Busca de Otto é mais do que uma jornada de autoconhecimento e crescimento, ela também convida os leitores a embarcarem em uma aventura repleta de descobertas, aprendizados e magia, proporcionando uma experiência cativante do início ao fim.

Prepare-se para se identificar, emocionar e refletir profundamente ao longo dessa narrativa envolvente.

SOBRE A OBRA

Daniela nos conta que, quando começou a escrita deste livro, em plena pandemia, era para ter outro conteúdo.

Porém, a história foi chegando de forma muito intuitiva e ela a aceitou de coração, para nossa sorte!

A Busca de Otto vai instigar a você leitor a pensar em como você se reconhece e levantar questões sobre o quanto da sua vida você realmente conhece, sua origem, os segredos de família, aquela situação que nunca lhe foi contada e como você deve prestar atenção na sua própria história.

Você poderá se surpreender com as voltas que o mundo dá e como encarar a nossa realidade nos faz crescer de verdade.

Este livro traz muitas surpresas e inspirações para observarmos como nosso comportamento e nossas decisões podem mudar todo um contexto que irá refletir não só em nossas vidas, mas também na vida de todos os que fazem parte de nossas vidas.


Tenho plena consciência de que é uma leitura no mínimo curiosa, onde cada qual terá a sua verdadeira interpretação da história.

Daniela Amaral


SOBRE A AUTORA

Imagem da autora Daniela Amaral
Daniela Amaral

Daniela Amaral Leite Ribeiro tem 48 anos e veio de uma família bastante unida, sempre instruídos ao respeito ao próximo, à consciência e amadurecimento.

Formada em Engenharia Civil, pós-graduada em Arquitetura e Urbanismo, tem alguns cursos na área de desenvolvimento humano, como PLN, Neurociências, Biotipologia e Temperamentos.

Sempre quis escrever sobre sua trajetória, levando em consideração muitas das suas experiências de vida e como a medicina tradicional chinesa foi um divisor de águas em sua vida.

Porém, ao escrever algumas partes dessa obra, ‘A busca de Otto’ foi surgindo como uma inspiração.


Sei que tem muito de fantasia nas minhas emoções e acredito que em partes foi a maneira que consegui trazer algumas descobertas de maneira bastante curiosa e instigadora.

Daniela Amaral


OBRA DA AUTORA

Capa do livro 'A busca de Otto', de Daniela Amaral, pela Editora Uiclap
‘A Busca de Otto’

ONDE COMPRAR


Página Inicial Resenhas da colunista Lee Oliveira




De Jacobina (BA), para o ROL, o entusiasmo literário de Dorilda Almeida!

Dos caminhos da psicanálise para os caminhos das Letras, Dorilda Almeida traz ao Jornal ROL as nuances da alma!

Dorilda Almeida
Dorilda Almeida

Dorilda Sousa de Almeida, natural de Jacobina (BA), e radicada em Salvador, é escritora, poetisa, psicanalista clínico, filósofa, coordenadora geral do CEDHIA, professora, especialista em Direitos Humanos e Educação.

Possui artigo publicado na Revista Neurociências Psicologia. É criadora e coordenadora de projetos sobre Direitos Humanos com alunos adolescentes na Comunidade Escolar de Salvador (BA).

Membro Fundadora de várias Academias nacionais e internacionais. Coautora de várias antologias e revistas eletrônicas, como a LiteraLivre e Pragmatha, e na Seleção Especial de Textos Talentos Brasileiros.

É detentora de vários títulos, medalhas, prêmios e destaques literários e culturais, dentre os quais o Título de Dra. h. c. em Educação e Direitos Sociais e Humanitários, pela FEBACLA e Consulesa Honorária do Estado da Bahia.

É autora do livro Entusiastas Palavras-Conexão Amorosa.

Inaugurando sua colaboração no ROL, Dorilda apresenta as nuances da mulher com o poema ‘Mãe’.

Mãe

Mãe: mulher, esposa, amante, ficante. Um ser de muitas faces
Mãe: mulher, esposa, amante, ficante. Um ser de muitas faces
Imagem criada pela IA do Bing

Mulher, mãe
Companheira
Amante
Ficante
Esposa
Várias funções
Numa só.

Algumas mães
Deixam de ser mulher
Se expõe aos filhos
No dia a dia
Deixando de viver a sua vida
Para viver a vida dos seus filhos.

Filhos ingratos
Filhos pais dos seus pais
Filhos amorosos
Filhos de outras mães
Filhos felizes e alegres.

Mãe
Mulher
É tudo que se quer

Dorilda Souza de Almeida

Contatos com a autora

Voltar

Facebook

         



No Quadro do ROL, as multifaces de Zenaide dos Santos

Jornalista, escritora, ativista humanitária e ambientalista, Zenaide dos Santos é uma mulher afro-indígena que se destaca por sua atuação multifacetada na área da comunicação e ativismo

Zenaide dos Santos

Zenaide dos Santos Sarria Aguilar, natural de Araguari (MG) e atualmente residente em Guarulhos (SP), e mais conhecida no meio literário como Zenaide dos Santos, é jornalista, escritora, ativista humanitária e ambientalista. Uma mulher afro-indígena que se destaca por sua atuação multifacetada na área da comunicação e ativismo. Sua trajetória profissional é marcada pelo compromisso com a informação, conscientização e transformação social.

Zenaide já atuou como auxiliar de reportagem no jornal CNN Notícias de Caldas Novas (GO), além de colaborar nas colunas das revistas Magazine, Ação e Guaru Fama e da Revista Internacional The Bard. Também é correspondente da Revista Site Bateu Bwe, de Luanda (Angola), ampliando ainda mais seu alcance e conectando-se com públicos diversos internacionais.

Como escritora e poetisa, Zenaide participa de diversas obras literárias e antologias, tanto nacionais quanto internacionais.  

Seu cabedal literário tem sido reconhecido por meio de diversos prêmios e homenagens, dentre os quais, Prêmio Artista Revelação do Ano 2022, 2023, 2024, no seguimento Comunicação;  Prêmio Éder Jofre, Personalidade de Destaque em comunicação; Embaixadora da Comunicação pela COBLAC; Embaixadora Afro- Brasileira CBTUR VIP.  Prêmio Internacional Embaixador afro-brasileiro. Membro da Academia de Letras de Itaquaquecetuba.

Zenaide inaugura sua colaboração no Jornal ROL com o poema ‘Menina Mulher: Miscigenação brasileira’, um clamor em prol do planeta Terra, da Mãe Natureza!

Menina Mulher: Miscigenação brasileira

"Mãe Gaia, fonte de ar, alimento e cura"
“Mãe Gaia, fonte de ar, alimento e cura”
Imagem criada pela IA do Bing

Cântico de Proteção a Gaia, versos de Raízes Mineiras
Menina mulher, flor do triângulo mineiro,
Seios das Minas Gerais, berço e encantos mil,
Terra pródiga, mesa farta de afeto, moda de viola,
Pause, leia, deixe essa poesia te envolver.
Dos ancestrais maternos, herança que levo,
O valor do cuidar, o semear da vida a brotar,
Da natureza, seus biomas, sempre haverá templo a zelar.

Súplica à Natureza

Mãe Gaia, fonte de ar, alimento e cura,
Em sua beleza, força e harmonia nos dá guarita,
Faça, com que o ser Humano, tenha consciência
Caí árvore, o fogo devora a mata,
Chuva apaga a chama, mas a vida não volta!
Fauna e flora em perigo, estatística cruel,
Num mundo de ostentação, ódio e desamor, sobe fotos, faz um, reels, ganho likes, isso que importa!

Predadores da Selva de Pedra

Na selva de concreto, o humano é predador,
Negligente em seu dia a dia, cego de compaixão, com suas más ações geram de dor,
Rios agonizando, com química a se envenenar,
Pombos tombados, eles dizem que são pragas, alvo fácil a se exterminar.
Quatro estações em um só dia, a loucura a imperar!
E ainda ousa reclamar? Quem ama, há de cuidar!

Chamado à Ação

Palestras, encontros, clamores sem fim,
Povos originários, guardiães da terra, enfim!
Mas o mundo ignora, segue em seu ritmo insano.
Socorro! Eles lutam por seus direitos, oi o parente foi abduzido!
O Pulmão do Mundo, a Amazônia fica em pranto!
E você, cidadão de bem, urbano, o que faz, para dar acalento?

Alma Gitana em Luta

Minha alma gitana, em versos, persiste, em escrever
Reflexões simples, para todos alertar,
Crianças, jovens, idosos, a humanidade,
Precisa despertar, aprender, você ainda tem planeta, para cuidar,
Eduque-se, cuide, ame e saiba valorizar,
Para não precisarmos chorar por outro lar,
Outro mundo para habitar, jamais existirá!

Zenaide dos Santos
26 de junho de 2024

Contatos com a autora

Voltar

Facebook




O forró

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘O forró’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz

A noite chega e espreita sorridente
o céu do Nordeste,
celebrando a tradição
e a cultura do seu povo.

Sob o brilho das estrelas
e a luz prateada do luar calado,
numa mistura de arrasta-pé,
xote, xaxado e baião,
o forró embala os festejos juninos
e a alegria impera.

Nas noites frias de inverno,
ao som da música fremente,
sons descortinam-se
nos acordes da sanfona,
do zabumba e do triângulo;
e forrozeiros cantam em versos,
doces canções,
rasgando a madrugada.

No chão pelo clarear da Lua
o deslize dos pés
e sob o eco sublime da melodia,
dançarinos se divertem
ao ritmo pé-de-serra.
E no aconchego do abraço,
sussurram palavras, cantam o amor,
acendem o fogo da paixão.

Embevecidos pela cultura viva,
do eterno rei do baião, do saudoso Luiz Gonzaga,
o forró segreda e reverbera,
canta sua história,
retrata o amor, a saudade,
enfim, a vida do povo nordestino.
Viva o Nordeste! Viva o Forró! Viva o Mestre!

Ceiça Rocha Cruz

Contatos com a autora

Voltar

Facebook




Eu sou o que quero ser

Ivete Rosa de Souza: ‘Eu sou o que quero ser’

Ivete Rosa de Souza
Ivete Rosa de Souza
Uma mulher que o tempo a convenceu a ser como ela é
Imagem criada pela IA do Bing

Eu sou

Eu sou o que quero ser

No mundo não me encaixo

Não me acho

Prepotente ou incompetente

Simplesmente sou só eu

Que o tempo convenceu

A ser como sou

Não me comparo a outros

Faço o que gosto

E quando mostro incomoda

Tem aqueles que criticam

Tem alguns que gostam

Mas ainda mostram

Que pode ser de outro jeito

No perfeito em que se encaixam

Então acham que devo mudar

De outro jeito me encaixar

Não quero não espero

Também não vou mudar

Se nem Cristo ressuscitado

Foi amado por alguns

Como posso ser perfeita?

Ser eleita e agradar?

Aos tolos incompetentes

Minha ausência posso dar

Quem critica nem explica

Acho que nem sabe o que dizer

Ou fazer, não mudo, já estou velha

Faço o que me der na telha

Os incomodados, passem folgados

Bem longe

Para não nublar meu caminho

Quando eu passar

Se não gostam, não se importam

De nem mesmo os enxergar.

Ivete Rosa de Souza

Contatos com a autora

Voltar

Facebook




Olhares cheios de admiração

Irene Rocha: Poema ‘Olhares cheios de admiração’

Irene Rocha
Irene Rocha
"Com olhos cheios de adoração, Intensidade em cada contemplação, Meu amor se revela enfim,"
“Com olhos cheios de adoração, Intensidade em cada contemplação, meu amor se revela enfim…”
Imagem criida pela IA do Bing

Com olhos cheios de adoração,
Intensidade em cada contemplação,
Meu amor se revela enfim,
O universo inteiro contido em ti.

Teu olhar, uma mistura sublime,
Desejo, reverência, amor que define,
Promessa silenciosa, eterna proteção,
Expressa sentimentos além da razão.

Cada vez que te vejo, o mundo se expande,
Um cosmos de sentimentos, um coração que arde,
Palavras não cabem nesse nosso sentir,
Em teus olhos, vejo tudo que quero exprimir.

Amor eterno, além do que posso dizer,
Proteção e carinho, no silêncio a prometer,
No teu olhar encontro meu lar,
Um universo que só juntos podemos habitar.

Irene Rocha

Contatos com a autora

Voltar

Facebook




O fantástico gosto da loucura

Clayton Alexandre Zocarato: ‘O fantástico gosto da loucura’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton A. Zocarato
“Um amor,  mesmo que seja virtual, que faça meu espiritual viajar por caminhos tortuosos…
Imagem criada pela IA do Bing

Não vejo razão em manter e  conservar a minha  razão, em fazer do meu coração alguma vazão, que venha refazer alguma emoção, dentro desse clarão de hipocrisias, que mata minha paixão.

Vou me perder em um flerte pelo desconhecido, adocicando minha mente, na busca de um pecado que me faz ser amado, mas também um azarado, em esperar o lugar ideal para declarar o fantástico gosto de amor, silenciado por um prazer que expurga os desejos mais ácidos por entre meus suores de vontades, silenciadas por sonhos que foram sentenciados ao esquecimento banal.

O que seria a loucura?

Ora bolas! Não me venha com qualquer tipo de maluquice, mergulhando os sentimentos mais profundos em um copo raso de insatisfações morais mesquinhas, que procura  em um  romantismo de fundo de garrafa alguma forma de egocentrismo barato.

Na verdade, nem os lunáticos mais  profanos que se classificam como filósofos sabem ao certo o que  seria verdadeiramente a verdade da loucura. 

Sejamos o senso-comum, de um ‘barato’ sulco mental, em se ovacionar o Paraíso, mas que se é vendido banalmente, em troco de algum amor que mais tarde será derramado em muitas lágrimas solitárias.

No silêncio da timidez, o fantástico se realiza, como uma explosão galáctica de turbilhões emocionais, que sacodem a alma dos mais puros, e dá um tapa na cara de pujanças de hipocrisias racionais, que se dizem iguais, mas dinamita mistérios mentais desiguais e imorais.

Não desejo ter razão, em meio ao fantástico gosto em  enlouquecer de amor.

Um amor,  mesmo que seja virtual, que faça meu espiritual viajar por caminhos tortuosos, em viver de uma saudade, sem nunca tê-la tocado, de somente querer buscar um esclarecimento, para aquilo que não tem nenhum esclarecimento.

Não lamento a distância, isso só fez aumentar minha ânsia em voltar a sonhar, com gosto de me perder nos braços de uma doce insensatez, em ter o gosto de ternura em  voltar a ouvir sua voz.

Perdoe-me pela excessiva volúpia, pois no barulho da chuva eu sonho com seus beijos mais fantásticos, libidos e garridos, por uma  frenética busca em poder fazê-la loucamente feliz.

Não vou ser infeliz, como outros perdidos apaixonados, que balbuciam suas frustrações perante luares de amargares.

Afinal, a loucura da docilidade do seu sorriso, invadiu meu pequeno mundo de autoconfiança funesta, que finjo em  esconder uma agonia, que culmina sempre em voltar a olhar suas fotos na tela do meu notebook, vaticinando que é você  meu novo almejar, em tentar voltar a amar.

Como é fantástico sentir isso de novo, apesar de nunca tê-la te visto, defronte as marcas de, ‘um senso comum’, em assassinar todo o pouquinho de afeto que ainda restou em um mundo enlouquecido por um materialismo tosco, aos quais meus júbilos de carinhos por você, talvez algum dia tenham fim, mas para por qual motivo, vou angariar pensar no término, em algo  que, talvez, nem tenha começado direito?

Nas fissuras do meu  peito dolorido, por amores sofridos, levanto toda a manhã, esperando, imaginando, ansiando, pensando como seria maravilhoso abraçá-la, mesmo como sendo a mais doce, das minhas  amizades.

Não é loucura pensar no fantástico em sonhar  ter você como amor e amiga, afinal em cada movimento da minha mente, estão um realce em sempre encontrar-me com você atravessando minha imaginação, enlouquecendo minhas ideias, que ficam alucinadas em saber que o mais fantástico de tudo isso, é que você é, ao mesmo tempo, pensamento, sonho e realidade, em cada uma de minhas invenções psicológicas, em desejá-la, como um anjo que voltou  para os braços de sua protegida, sendo por ele eternamente querida, minha amiga e amor…. Sem nenhuma dor ou rancor, você é a flor de uma nova esperança, em enlouquecer docemente meu querer, em ousar tê-la para mim, mesmo se for por um dia, uma noite, um mês, uma vida…

O tempo não importa, afinal já estou louco por uma fantasia, de tocar seu semblante, como os mais raros dos diamantes, e os mais sincero e feliz dos amantes.

Clayton Alexandre Zocarato

Crônica escrita especialmente para a doce Renata Montagner

Contatos com o autor

Voltar

Facebook