O fantástico gosto da loucura

Clayton Alexandre Zocarato: ‘O fantástico gosto da loucura’

Clayton Alexandre Zocarato
Clayton A. Zocarato
“Um amor,  mesmo que seja virtual, que faça meu espiritual viajar por caminhos tortuosos…
Imagem criada pela IA do Bing

Não vejo razão em manter e  conservar a minha  razão, em fazer do meu coração alguma vazão, que venha refazer alguma emoção, dentro desse clarão de hipocrisias, que mata minha paixão.

Vou me perder em um flerte pelo desconhecido, adocicando minha mente, na busca de um pecado que me faz ser amado, mas também um azarado, em esperar o lugar ideal para declarar o fantástico gosto de amor, silenciado por um prazer que expurga os desejos mais ácidos por entre meus suores de vontades, silenciadas por sonhos que foram sentenciados ao esquecimento banal.

O que seria a loucura?

Ora bolas! Não me venha com qualquer tipo de maluquice, mergulhando os sentimentos mais profundos em um copo raso de insatisfações morais mesquinhas, que procura  em um  romantismo de fundo de garrafa alguma forma de egocentrismo barato.

Na verdade, nem os lunáticos mais  profanos que se classificam como filósofos sabem ao certo o que  seria verdadeiramente a verdade da loucura. 

Sejamos o senso-comum, de um ‘barato’ sulco mental, em se ovacionar o Paraíso, mas que se é vendido banalmente, em troco de algum amor que mais tarde será derramado em muitas lágrimas solitárias.

No silêncio da timidez, o fantástico se realiza, como uma explosão galáctica de turbilhões emocionais, que sacodem a alma dos mais puros, e dá um tapa na cara de pujanças de hipocrisias racionais, que se dizem iguais, mas dinamita mistérios mentais desiguais e imorais.

Não desejo ter razão, em meio ao fantástico gosto em  enlouquecer de amor.

Um amor,  mesmo que seja virtual, que faça meu espiritual viajar por caminhos tortuosos, em viver de uma saudade, sem nunca tê-la tocado, de somente querer buscar um esclarecimento, para aquilo que não tem nenhum esclarecimento.

Não lamento a distância, isso só fez aumentar minha ânsia em voltar a sonhar, com gosto de me perder nos braços de uma doce insensatez, em ter o gosto de ternura em  voltar a ouvir sua voz.

Perdoe-me pela excessiva volúpia, pois no barulho da chuva eu sonho com seus beijos mais fantásticos, libidos e garridos, por uma  frenética busca em poder fazê-la loucamente feliz.

Não vou ser infeliz, como outros perdidos apaixonados, que balbuciam suas frustrações perante luares de amargares.

Afinal, a loucura da docilidade do seu sorriso, invadiu meu pequeno mundo de autoconfiança funesta, que finjo em  esconder uma agonia, que culmina sempre em voltar a olhar suas fotos na tela do meu notebook, vaticinando que é você  meu novo almejar, em tentar voltar a amar.

Como é fantástico sentir isso de novo, apesar de nunca tê-la te visto, defronte as marcas de, ‘um senso comum’, em assassinar todo o pouquinho de afeto que ainda restou em um mundo enlouquecido por um materialismo tosco, aos quais meus júbilos de carinhos por você, talvez algum dia tenham fim, mas para por qual motivo, vou angariar pensar no término, em algo  que, talvez, nem tenha começado direito?

Nas fissuras do meu  peito dolorido, por amores sofridos, levanto toda a manhã, esperando, imaginando, ansiando, pensando como seria maravilhoso abraçá-la, mesmo como sendo a mais doce, das minhas  amizades.

Não é loucura pensar no fantástico em sonhar  ter você como amor e amiga, afinal em cada movimento da minha mente, estão um realce em sempre encontrar-me com você atravessando minha imaginação, enlouquecendo minhas ideias, que ficam alucinadas em saber que o mais fantástico de tudo isso, é que você é, ao mesmo tempo, pensamento, sonho e realidade, em cada uma de minhas invenções psicológicas, em desejá-la, como um anjo que voltou  para os braços de sua protegida, sendo por ele eternamente querida, minha amiga e amor…. Sem nenhuma dor ou rancor, você é a flor de uma nova esperança, em enlouquecer docemente meu querer, em ousar tê-la para mim, mesmo se for por um dia, uma noite, um mês, uma vida…

O tempo não importa, afinal já estou louco por uma fantasia, de tocar seu semblante, como os mais raros dos diamantes, e os mais sincero e feliz dos amantes.

Clayton Alexandre Zocarato

Crônica escrita especialmente para a doce Renata Montagner

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Orientação governamental na educação

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo:

‘Orientação governamental na educação’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
‘Orientação governamental na educação’
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Ao Governo é atribuída intervenção decisiva no processo de instrução, de tal forma que: se por um lado, deve proporcionar a cada cidadão as facilidades indispensáveis para aquisição dos conhecimentos, compatíveis com uma profissão útil ao próprio e à sociedade; por outro lado, deve fiscalizar para que o esforço da nação não seja esbanjado por aqueles a favor de quem se fazem; de que modo? Contrariando a negligência dos benefícios e acompanhando a conduta dos pais e tutores que, obrigados pelas leis sociais e da natureza, devem cuidar da educação dos filhos, no sentido de não proporcionar a estes uma carreira falsa ou viciosa.

 Para resolver a aparente incompatibilidade entre o facto de a lei retirar a educação dos filhos à autoridade de seus pais, e o respeito pelas ideias recebidas, sem ofender os sentimentos paternais, Pinheiro Ferreira defende que o plano de educação nacional deve assentar nos mesmos sentimentos que «animam os pais para com seus filhos, enquanto fundados na natureza do coração humano.» (FERREIRA, 1834b:454).

Nas reflexões que antecedem o “Projecto de Associação para o Melhoramento da Sorte das Classes Industriosas” (1840), Pinheiro Ferreira dá a ideia de uma sociedade promotora da educação industrial, observando uma formação integral, com possibilidades de polivalência, isto é, uma formação profissional específica, acompanhada de uma educação para os valores da Cidadania e dos Direitos Humanos e, finalmente, conhecimentos diversos para enfrentar eventuais crises de emprego, e correspondentes situações de desemprego. A polivalência é uma estratégia, já então, pensado por este autor.

Defende, portanto, que: «O Governo tem já providenciado e sem dúvida se propõe continuar a prover com o mesmo ardor a instrução pública. (…). Os estabelecimentos criados pelas leis têm unicamente por objecto fornecer à mocidade os meios de adquirir os conhecimentos precisos para as diferentes carreiras científicas ou industriais; mas na instrução não se encerra tudo o que se entende e deve entender por educação verdadeiramente nacional. (…) é necessário que os alunos (…) adquiram os princípios de moral e os hábitos de ocupação e indústria, sem os quais a instrução, longe de aproveitar ao indivíduo, só serve de convertê-lo num incorrigível inimigo da moral e da sociedade. (…) E enfim, como entre várias artes existe mais ou menos afinidade, será fácil aos Directores organizarem o Ensino de maneira que, se bem que o aluno faça de uma delas a sua habitual profissão, possa, contudo, na falta de trabalho, lançar utilmente mão de qualquer daquelas que lhe são análogas.» (FERREIRA, 1836:37-38).

A construção do edifício Silvestrino no domínio político, social e económico, exigia um sistema educativo do tipo politécnico e profissional; complementado por uma estrutura assistencial adequada, designadamente com a ocupação dos tempos livres, com atividades culturais (teatro), físicas, jogos sedentários (xadrez, damas, cartas, mas não jogos de azar), incluindo-se nesta assistência um objetivo bem específico: o de evitar as situações de marginalidade (vadiagem, prostituição e criminalidade).

A preocupação de Pinheiro Ferreira pela educação, ao seu tempo, foi notável, na medida em que a quantidade de projetos, normas e regulamentos que elaborou, constitui prova da sua inquietação pela educação, não só dos alunos enquanto tais, mas principalmente da mocidade, ao ponto de entender que não bastava uma formação exclusivamente técnica, ou tecnicista, porque sendo o homem um todo complexo, dotado de várias dimensões (política, social, cultural, ética, religiosa, económica), a sua formação devia ser abrangente, integral, para que pudesse enfrentar, com menos dificuldades, as vicissitudes da vida. 

Bibliografia

FERREIRA, Silvestre Pinheiro (1834b). Manual do Cidadão em um Governo Representativo. Vol. I, Tomo II, Introdução de António Paim (1998b) Brasília: Senado Federal.

FERREIRA, Silvestre Pinheiro (1836). Declaração dos Direitos e Deveres do Homem e do Cidadão. Paris: Rey et Gravier.

 FERREIRA, Silvestre Pinheiro (1840) “Projecto de Associação para o Melhoramento da Sorte das Classes Industriosas”, in: José Esteves Pereira, (1996) (Introdução e Direcção de Edição) Silvestre Pinheiro Ferreira, Textos Escolhidos de Economia Política e Social (1813-1851). Lisboa: Banco de Portugal.

PAIM, Antônio, (1970). Prelecções filosóficas, “Silvestre Pinheiro Ferreira”, Introdução. São Paulo: Editorial Grijalbo: 27ª. Prelecção.

PAIM, Antônio, (1980). Relações entre as Filosofias Portuguesa e Brasileira no Século XIX, in: Revista Presença Filosófica, Vol. VI, (2/3) Rio de Janeiro: Sociedade Brasileira de Filósofos Católicos, abr./set. Págs.102-110.

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Darwinismo morto

Edna Froede: ‘Darwinismo morto’

Edna Froede
Edna Froede

No berço da ciência, há uma nova jornada,
A Teoria do Design Inteligente, uma luz tão desejada.
Contra o Darwinismo se ergue firme e forte,
Desfazendo mitos, trazendo nova sorte.

Não somos amebas, perdidas no tempo,
Na sopa ácida, um engano tão lento.
A ciência evolui, e a verdade desponta,
E Darwin, agora, de longe, não conta.

Nasceu no ocaso, em terras californianas,
Um grupo de mentes, ideias soberanas.
Philip Johnson e outros, reunidos em verdade,
Proclamaram ao mundo a nova realidade.

A célula, uma máquina, perfeita, divina,
Informações e genética, em ordem genuína.
James Webb nos mostra, em fotos tão claras,
Que a evolução, no tempo, se para.

E no Brasil, a fé foi moldada,
Entre ciência e crença, a verdade é amparada.
O relógio de William, um argumento perene,
Ressuscita a teoria, num sopro solene.

A filosofia antiga já pressentia,
Uma mente criadora em tudo existia.
Anaxágoras, sábio, já nos dizia,
Que a vida, por acaso, não surgiria.

Assim, em 1993, renasceu a razão,
Design Inteligente, uma nova canção.
Dos Estados Unidos, ao mundo espalhou,
E no Brasil, em simpósios, seu lugar encontrou.

Essa é a história, de uma verdade ressurgida,
A Teoria do Design Inteligente, em ciência erguida.
Contra o acaso, contra o engano,
Proclamamos a verdade, num novo plano.
E eu, simples mortal, escritora, poetisa e observadora,
Finalizo aqui, sempre crendo no que a Bíblia diz que:
“Deus encobre os mistérios para o homem descobrir.”
E acrescentado…
Que assim como eu, oxalá,
este homem possa,
finalmente um dia, este tão maravilhoso e grandioso Deus, encontrar.

Edna Froede

24/06/2024 – segunda-feira – 15h36 – Todos os direitos reservados

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Divertidamente

COLUNA SAÚDE INTEGRAL

Joelson Mora: ‘Divertidamente’

Joelson Mora
Joelson Mora
“Todas as emoções são válidas e têm o seu propósito”
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

No campo da saúde integral, que considera o bem-estar físico, emocional, mental e espiritual, as animações ‘Divertidamente’ de (2015) e sua sequência ‘Divertidamente 2’  (2024), da Pixar oferecem uma representação poderosa e didática das emoções humanas e sua influência sobre nossa saúde e comportamento. Ambas as produções exploram a complexidade das emoções e como elas moldam nossas experiências e percepções, destacando a importância da renovação dos pensamentos para a transformação de vida.

No primeiro filme, acompanhamos a jornada de Riley, uma garota de 11 anos que se muda para uma nova cidade, enfrentando o desafio de se adaptar a uma nova vida. Dentro de sua mente, cinco emoções principais – Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho – trabalham para guiá-la através dessas mudanças.

1. Alegria: Representa os momentos felizes e otimistas de Riley. Inicialmente, a Alegria acredita que todas as memórias devem ser felizes, tentando suprimir outras emoções, especialmente a Tristeza.  

2. Tristeza: É frequentemente subestimada e incompreendida. No entanto, ao longo do filme, vemos que a Tristeza tem um papel crucial na empatia e na criação de conexões significativas. 

3. Raiva: Encarna a frustração e a indignação de Riley, sendo uma resposta natural a situações percebidas como injustas ou fora de controle.  

4. Medo: Atua como um mecanismo de proteção, ajudando Riley a evitar perigos e situações arriscadas.  

5. Nojinho: É responsável por afastar Riley de coisas que podem ser prejudiciais, garantindo que ela mantenha padrões e limites.

Na sequência, Riley agora é uma adolescente enfrentando os desafios e mudanças típicas dessa fase da vida. Além das emoções já conhecidas, novas emoções entram em cena, refletindo a complexidade crescente de seus sentimentos e experiências. (Vergonha, ansiedade, inveja, tédio)

Uma das mensagens centrais de ‘Divertidamente’ é que todas as emoções são válidas e têm seu propósito. A transformação da vida, sugerida pelo filme, ocorre pela renovação dos pensamentos – um conceito que ressoa com diversas abordagens de saúde mental e espiritualidade. A frase “A transformação de vida vem pela renovação dos nossos pensamentos” destaca a importância de como percebemos e interpretamos nossas experiências.

Reconhecer e aceitar todas as emoções, em vez de reprimi-las, permite uma compreensão mais profunda de nós mesmos e dos outros. 

A capacidade de adaptar e reformular nossos pensamentos é vital para o crescimento pessoal. No filme, as ilhas de personalidade de Riley – representações de seus valores e interesses – mudam e evoluem conforme ela enfrenta novos desafios.

A renovação dos pensamentos também envolve a formação de laços mais profundos e empáticos com as pessoas ao nosso redor. A Tristeza facilita isso, permitindo que Riley e seus pais se conectem em um nível mais emocional.

A habilidade de se recuperar de situações difíceis é fortalecida pela compreensão de nossas emoções. ‘Divertidamente’ mostra que, ao integrar e entender nossas emoções, podemos lidar melhor com as adversidades.

A saúde integral depende de um equilíbrio entre o corpo, a mente e o espírito. ‘Divertidamente’ e sua sequência ilustram que esse equilíbrio é alcançado quando reconhecemos e harmonizamos nossas emoções. Ao renovar nossos pensamentos e abraçar todas as partes de nossa experiência emocional, podemos promover uma saúde mais completa e integrada.

Aceitar e processar emoções é crucial para a saúde emocional. A supressão de sentimentos pode levar a problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão.

Reformular pensamentos negativos e desenvolver uma perspectiva mais equilibrada contribui para a saúde mental. Técnicas como a terapia cognitivo-comportamental (TCC) podem ser úteis nesse processo.

A renovação dos pensamentos está intimamente ligada à saúde espiritual, que envolve encontrar um propósito e significado na vida. A jornada de Riley é um reflexo dessa busca por sentido e conexão.

Emoções não processadas podem se manifestar em sintomas físicos. A integração emocional promove um estado de relaxamento e bem-estar físico.

‘Divertidamente’ e ‘Divertidamente 2’ oferecem uma visão profunda e acessível de como nossas emoções moldam nossas vidas. Através da aceitação e renovação dos nossos pensamentos, podemos alcançar uma transformação genuína e duradoura, promovendo uma saúde integral que abrange corpo, mente e espírito. Assim, entender e integrar nossas emoções não é apenas benéfico, mas essencial para uma vida plena e saudável.

Joelson Mora

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O ‘São João’ de minha infância

Evani Rocha: ‘O ‘São João’ de minha infância

Evani Rocha
Evani Rocha
Imagem criada pela IA do Gencraft
Imagem criada pela IA do Gencraft

Hoje é dia vinte e quatro. Nuvens passam espalhadas no céu, como fiapos brancos de algodão, num fundo, azul profundo, me dizendo que é céu de junho.

Meu coração bate calmo e leva-me a um tempo distante, sinto saudades da infância na época de São João. Posso até me ver menina: magrinha e serelepe, correndo descalça pelo terreiro; e os adultos batendo papo, em volta da fogueira.

Criança não quer saber de conversa de gente grande. Nós queríamos mesmo era acender gravetos e sair iluminando os trieiros no meio do campo, atrás das casas, nos quintais…

Recordo-me das batatas-doces assadas na brasa da fogueira e dos foguetes que animavam o São João. O frio de Chapada e o nevoeiro do inverno eram sempre presença certa.

Hoje eu sinto o frio por aqui, mas tem uma intensidade e uma luz diferente. O que será que muda quando a gente cresce? As coisas se transformam ou somos nós que mudamos demais? As mesmas comidas já não têm o mesmo sabor, não há mais fogueira, nem rojões, muito menos cantoria.

Caio na real que são novos tempos. Tempo da tecnologia, do mundo digital. Podemos compartilhar qualquer coisa: abraços, beijos, bate-papo e até uma vela acesa, virtualmente, é claro. Olho em volta à procura do terreiro de chão batido, das crianças correndo, da fogueira acesa, com as madeiras bem arrumadas e as labaredas vermelhas.  Ainda os encontro: Posso compartilhar comigo essas lembranças, e nem precisei usar ‘meio tecnológico’. Apenas abri uma caixinha bem guardada no fundo da memória…

Como é gratificante ter boas recordações. Eu mudei de tempo e de lugar, nós mudamos. As coisas, os sabores, os cheiros também se diferenciaram.

Cada fase da vida tem um gosto especial. Essa luz e esse sabor de hoje, há pouco, também será saudade.

Evani Rocha

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Curso de Teatro Pandora

Grupo Pandora de Teatro abre inscrições gratuitas para a 3ª edição do Curso de Teatro Pandora

Flyer Curso Pandora
Flyer Curso Pandora

Realizado na Ocupação Artística Canhoba, em Perus, o curso envolve práticas de criação, estudo e experimentação cênica por meio das metodologias de trabalho do Grupo Pandora de Teatro, que atua há 20 anos no bairro de Perus

3ª edição do Curso de Teatro Pandora tem inscrições gratuitas e ajuda de custo para participantes. Ao final, os participantes realizarão uma peça teatral.

Até o dia 20 de julho de 2024, estão abertas as inscrições para a 3ª edição do Curso de Teatro Pandora, um curso de teatro gratuito, ministrado por integrantes Grupo Pandora de Teatro (@grupopandoradeteatro ), coletivo que atua há vinte anos no bairro de Perus, Zona Noroeste de São Paulo.

Curso de Teatro Pandora

Com duração de 07 meses, o Curso de Teatro Pandora envolve estudos teóricos, experimentação cênica e criação coletiva de um experimento teatral. O público alvo são pessoas com idade a partir de 16 anos, integrantes de coletivos artísticos, estudantes, pesquisadores e interessados no fazer teatral com ou sem experiência.

Serão oferecidas 10 (dez) vagas gratuitas, além de ajuda de custo durante realização da formação na sede do grupo, a Ocupação Artística Canhoba ( @ocupacaoartisticacanhoba ) em Perus.

Edições anteriores do Curso - Crédito para Grupo Pandora de Teatro
Edições anteriores do Curso – Crédito para Grupo Pandora de Teatro

As inscrições serão realizadas por meio de formulário virtual disponível no link. O resultado será divulgado no dia 03 de agosto de 2024, e as aulas serão realizadas a partir do dia 10 de agosto de 2024, até fevereiro de 2025 (07 meses), com encontros semanais às terças-feiras e sábados das 14h às 18h

O Curso de Teatro Pandora propõe uma vivência das práticas de criação, estudo e experimentação cênica por meio das metodologias de trabalho do Grupo Pandora de Teatro

O curso será composto por 50 encontros, com 04 horas de duração cada, no período de 07 meses, totalizando uma carga horária total de 200 horas. Visando introduzir noções básicas do fazer teatral, o curso abordará técnicas vocais, corporais, jogos teatrais, interpretação e será finalizado com apresentações públicas de um espetáculo criado ao longo do curso. 

As ações são do projeto “Pandora 20 Anos – Firmeza Permanente” contemplado na 41° Edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura, com o qual o grupo comemora 20 anos de pesquisa contínua no bairro de Perus – SP. 

Com intensa produção artística, o coletivo aborda em suas criações temáticas pertinentes à história do Bairro de Perus e do Brasil, suas injustiças sociais e suas problemáticas, através de uma invenção poética que exalta a força da teatralidade.

Informações: www.grupopandoradeteatro.com.br, www.facebook.com/grupopandora.deteatro e

www.instagram.com/grupopandoradeteatro

SERVIÇO:
3ª edição do Curso de Teatro Pandora 

Com Grupo Pandora de Teatro

Sinopse:
Uma vivência das práticas de criação, estudo e experimentação cênica por meio das metodologias de trabalho do Grupo Pandora de Teatro, que atua há 20 anos no bairro de Perus. 

Inscrições: de 20 de junho à 20 de julho de 2024 

Publicação da lista de selecionados: 03 de agosto de 2024

Quantidade de vagas: 10 vagas 

Inscrições: Por meio de formulário virtual e carta de interesse

Link para inscrição: https://bit.ly/curso-pandora-2024

Início: 10 de agosto de 2024 – duração de 07 meses (De Agosto/2024 a Fevereiro/2025)

Horários: Terças-feiras e Sábados das 14h às 18h – Frequência: 02 vezes por semana

Público-alvo: A partir de 16 anos. Integrantes de coletivos artísticos, estudantes, pesquisadores e interessados no fazer teatral com ou sem experiência.

Grátis – Os participantes receberão ajuda de custo durante toda a realização do curso

Onde: Ocupação Artística Canhoba – Cine Teatro Pandora – Endereço: Rua Canhoba, 299 – Vila Fanton, Perus, Zona Noroeste de São Paulo – SP 

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Museu da Língua Portuguesa

Comédia de Mazzaropi e clássico King Kong são exibidos em película 16 mm no Museu da Língua Portuguesa

Divulgação - Cena do filme 'Jeca Tatu'
Divulgação – Cena do filme ‘Jeca Tatu

Filmes são as atrações de junho e julho do projeto Luz na Tela, o cinema ao ar livre do Museu. A curadoria da atividade é do Museu Soberano – Rua do Triunfo

Sabe aquele barulhinho do projetor das antigas salas de cinema? Ele poderá ser ouvido nas próximas duas sessões do projeto Luz na Tela, o cinema ao ar livre do Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. Isso porque os filmes programados para junho e julho serão projetados à moda antiga – em película 16 mm.   

Julia Zulian
Projeto Luz na Tela do Museu da Língua Portuguesa
Julia Zulian
Projeto Luz na Tela do Museu da Língua Portuguesa

Jeca Tatu, uma das comédias mais conhecidas de Mazzaropi, será a atração de junho do Luz na Tela. A exibição acontecerá no dia 27, a partir das 19h30. Baseado no personagem criado pelo escritor Monteiro Lobato, o filme conta a história de um caipira preguiçoso e simplório que vive em um sítio no interior de São Paulo com a mulher e seus filhos. A trama envolve dívidas, intrigas e a luta de Jeca para proteger sua família e suas terras. O longa-metragem dirigido por Milton Amaral foi lançado em 1959.  

Para a sessão de Jeca Tatu, o Pátio B, onde acontecem as exibições do Luz na Tela, será decorado com bandeirinhas e outros adereços alusivos às festas juninas e caipiras. Além disso, haverá a distribuição de quentão sem álcool, guaraná e, claro, pipoca.  

Em julho, no dia 25, a partir das 19h30, o clássico King Kong também será exibido em película 16 mm e em versão dublada. O filme de 1933 transformou o gorila gigante em um ícone pop. A cena do personagem no topo do edifício Empire State, em Nova York, é uma das mais inesquecíveis de todos os tempos do cinema mundial.  

Dirigido por Merian C. Cooper e Ernest B. Schoedsack, King Kong acompanha uma equipe de cinema que vai até uma ilha no Oceano Índico em busca de locações para uma filmagem. Lá, a mocinha da história, Ann (Fay Wray), se depara com um gorila gigante. O animal é capturado e levado para os Estados Unidos, onde um grupo de inescrupulosos empresários deseja torná-lo uma das principais atrações teatrais da cidade de Nova York.  

Ao longo da história cinematográfica, várias refilmagens e adaptações de King Kong foram produzidas, justamente por conta do impacto que o filme original representa até os dias de hoje. Em 1991, ele foi incluído no National Film Registry da Biblioteca do Congresso norte-americano, que preserva obras audiovisuais histórica ou esteticamente significantes. Trata-se de um filme de aventura, suspense, fantasia e terror presente no imaginário de diversas gerações.  

No projeto Luz na Tela, os filmes são exibidos em uma tela de 4 x 2,3 metros. O público pode vê-los em cadeiras e bancos espalhados pelo Pátio B. Mesmo em caso de chuva, a sessão é mantida por acontecer em um local coberto. Há sempre distribuição de pipoca e guaraná.  

SERVIÇO
3º Luz na Tela – Exibição do filme Jeca Tatu, clássica comédia protagonizada por Mazzaropi, em película 16 mm 
Dia 27 de junho (quinta-feira), às 19h30  
No Pátio B do Museu da Língua Portuguesa (mesmo em caso de chuva, haverá a sessão de cinema – local coberto)  
Grátis (haverá a distribuição de pipoca, guaraná e quentão sem álcool) 

4º Luz na Tela – Exibição do filme King Kong, clássico do terror de 1933, em película 16 mm e dublado 
Dia 25 de julho (quinta-feira), às 19h30  
No Pátio B do Museu da Língua Portuguesa (mesmo em caso de chuva, haverá a sessão de cinema – local coberto)  
Grátis (haverá a distribuição de pipoca e guaraná) 

Museu da Língua Portuguesa  
Praça da Língua, s/nº – Luz – São Paulo  

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA  
Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema o patrimônio imaterial que é a língua portuguesa e faz uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação cultural viva, rica, diversa e em constante construção.  

O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Esporte e Educação é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.  

PATROCÍNIOS E PARCERIAS  
A temporada 2024 conta com o patrocínio máster da Petrobras, patrocínio da CCR, do Instituto Cultural Vale, e da John Deere Brasil; com apoio do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra, e da CAIXA. Conta ainda com as empresas parceiras Instituto Votorantim, Epson, Machado Meyer, Verde Asset Management. Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são parceiros de mídia. A EDP é patrocinadora máster da reconstrução do Museu. A reconstrução e a temporada 2024 são uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.  

SOBRE O SOBERANO – RUA DO TRIUNFO  
O lendário Restaurante Soberano, localizado na Rua do Triunfo, teve sua reabertura em março de 2024, causando grande impacto na mídia e no público ao inaugurar a exposição singular “Além, muito Além de Zé do Caixão”. Esta exposição presta homenagem ao lado menos conhecido de José Mojica Marins e seu icônico personagem, Zé do Caixão, além de apresentar o espaço renovado. A reabertura não apenas celebra o retorno do local icônico, como também marca a cultura cinematográfica brasileira e paulista, em homenagem à vibrante cena da Boca do Cinema.  

Museu da Língua Portuguesa – Comunicação  
Alan de Faria | alan.faria@idbr.org.br – 11 99894 0702  
Renata Beltrão | renata.beltrao@idbr.org.br – 11 99267 5447  

Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa  
(11) 3339-8062 / (11) 3339-8585  
imprensaculturasp@sp.gov.br  
Acompanhe a Cultura: Site | Facebook | Instagram | Twitter | LinkedIn | YouTube  

Soberano – Rua do Triunfo – Comunicação  
Renata Forato / renataforato@gmail.com – 11 9 4551 2957  

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