Soldado Wandalika Imagem crida por IA do Grok – 29 de janeiro de 2026, às 13:00 PM – https://grok.com/imagine/post/6962d641-ad5c-48e8-b3f1-d160b1cab6ac
Ainda é belo apesar da escravidão que sofreu Meu povo é resiliente vive cada instante a vida venceu Sorrimos na dor sorrimos da dor a gente aprendeu Entre a luta intensa que nos oprimiu a gente apreendeu…
O Meu País Vive seus dias planificado dias felizes Enxuga as lágrimas que nos torna infelizes Corre para evolução É um campo somos jogadores na contramão
O meu país É grande É rico Tem arte Tem beleza É forte no combate Tem grandeza
Angola 🇦🇴 Revira e volta É imbondeiro na lusofonia Amor é sua maior bandeira
O meu país Tem poesia Tem música Tem txianda Tem kazukuta Inventou o kuduro Tem império Não se humilha Segue firme seu filme
O meu país Tem bondade Tem falsidade Tem amizade Da sua terra extraímos diamante Angola é!
A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026– Foto por Bruno Alves Feitosae Diógenes José Vicente
No dia 11 de janeiro de 2026 no Paúl em Moreno foi realizada a primeira reunião do Grupo Cultural Águia Nordestina de Bacamarteiros de Moreno PE, sob a gestão do presidente Reginaldo Alfredo, no extraordinário santuário de natureza, memória, arte e tradição, com apoio da República Alternativa Cultural sob a gestão do jornalista Bruno Feitosa.
No encontro foram abordados os temas relacionados aos trabalhos, encontros e eventos que serão concretizados durante o ano 2026 em prol da preservação do acervo histórico da cultura do bacamarte.
A primeira reunião dos Bacamarteiros em 2026– Foto por Bruno Alves Feitosa e Diógenes José Vicente
Na sequência da reunião houve um momento sagrado de reflexão cultural com a excelente culinária nordestina e as canções da cultura imaterial como o forró de raiz.
Quando a falha deixa de ser peso e passa a ser caminho
Além do erro
Em um mundo cada vez mais intolerante à imperfeição, onde errar parece sinônimo de fracasso definitivo, o livro Além do Erro, de Júlio César Brasil, surge como um verdadeiro respiro.
Uma obra que acolhe, provoca reflexão e convida o leitor a enxergar a própria humanidade com mais coragem, maturidade e compaixão.
Nascido em Porto Alegre (RS), em 2 de julho de 1973, Júlio César Brasil é pai do Júnior e do Lucas, escritor, pensador e criador de conteúdo.
Sua trajetória profissional foi moldada em ambientes de alta responsabilidade, liderança e tomada de decisões, especialmente no Exército Brasileiro, onde desenvolveu uma visão estratégica, ética e um profundo senso de missão pública.
Essa vivência transborda para sua escrita, que carrega firmeza, clareza e, ao mesmo tempo, sensibilidade humana.
A semente de Além do Erro nasceu em 2015, em uma cena aparentemente simples, mas profundamente impactante: no aeroporto de Brasília, Júlio presenciou um pai repreendendo duramente o filho por ter errado 10 questões em um concurso no qual havia acertado 90.
Em vez de comemoração, houve desvalorização.
Ali, algo se revelou: por que damos tanto poder ao erro, como se ele anulasse tudo o que foi construído?
Por que o erro precisa ser protagonista, quando poderia ser apenas um auxiliar no processo de crescimento?
Dez anos depois, essa inquietação se transformou em livro. E não em um livro comum, mas em um convite à reconstrução interna.
Além do Erro propõe uma mudança profunda de perspectiva: errar não é uma sentença, é uma passagem.
Não é um rótulo, é um espelho. Não é o fim, é o início de algo mais consciente.
Com linguagem acolhedora, espiritualidade suave e profundidade psicológica, o autor conduz o leitor por uma jornada de maturidade emocional, onde o erro deixa de ser motivo de vergonha e passa a ser ferramenta de evolução.
Ao longo da obra, Júlio confronta a cultura do cancelamento, da vitimização e da terceirização de responsabilidades.
Ele mostra que crescer exige coragem. Coragem para:
• reconhecer os próprios erros sem máscaras, • assumir consequências sem autopunição, • aprender com a experiência, • e seguir adiante com mais consciência e solidez emocional.
O livro dialoga com temas fundamentais como liderança, ética prática, caráter, relações humanas, tolerância racional e reconstrução pessoal.
Não há moralismo, tampouco discursos indulgentes. O que há é verdade. Uma verdade que não machuca, mas liberta.
Hoje, além de escritor, Júlio César Brasil desenvolve a chamada Filosofia Evolucionista, uma abordagem racional, humanista e contemporânea voltada à liderança, à ética e à reconstrução do diálogo social.
Ele mantém canais digitais dedicados à reflexão crítica e à formação intelectual, abordando temas como comportamento humano, política, educação, liderança emocional e racionalidade aplicada à vida real.
Ele se define como alguém em constante construção, guiado mais pela busca de sentido e coerência do que por rótulos.
E talvez essa seja a essência de Além do Erro: lembrar que ninguém está pronto, ninguém está acabado, e todos estamos em processo.
Esta não é uma obra sobre perfeição. É uma obra sobre humanidade.
Não é um livro para quem nunca errou.
É para quem errou, erra e continuará errando… mas escolhe crescer.
Porque, no fim, não é o erro que define uma pessoa.
Além do Erro é um convite para esta transformação.
Com linguagem acolhedora, espiritualidade suave e profundidade psicológica, Júlio César Brasil conduz o leitor por uma jornada íntima: compreender que as falhas não nos ferem, nos revelam.
Que a imperfeição não nos limita, nos liberta. E que cada desvio carrega em silêncio uma semente de renovação.
Entre vivências pessoais, reflexões de grandes pensadores e lições colhidas ao longo da trajetória marcada por desafios, quedas e reconstruções, o autor mostra que errar é humano, mas aprender a partir do erro é divino, consciente e extraordinário.
Se você já carregou culpas, medos ou pressões por ser “perfeito”, este livro é o caminho de retorno para si mesmo, um caminho possível, honesto e profundamente transformador.
Márcio José ZacariasImagemcriada por IA doChatGPT – 28 de janeiro de 2026, às 09h05
Numa noite silenciosa, quando a escola já dormia e o pó do giz repousava sobre as mesas, a sala de aula despertou para um diálogo inesperado.
O Mapa do Brasil, pendurado torto na parede, começou a soluçar. Suas cores estavam opacas, e pequenas gotas escorriam de seus pequenos olhinhos.
— Por que choras, Mapa? — perguntou a Lousa, cansada de carregar tantas palavras que ninguém mais lia até o fim.
O Mapa respirou fundo, como quem carrega séculos nas costas.
— Choro porque já fui orgulho — respondeu, deixando cair mais uma lágrima —, mas hoje sou esquecimento. Já fui verde, hoje sou cinza. Já fui esperança, hoje sou estatística.
A Carteira Escolar, marcada por nomes riscados, rangeu suas pernas enferrujadas.
— Estranho… todos sentam sobre mim todos os dias, contudo poucos se levantam para defender o que aprendem.
O Livro Didático, esquecido aberto na página do Hino Nacional, folheou-se com um vento leve e disse:
— Está tudo escrito aqui. Sempre esteve. Contudo letras sem ação são só tinta cansada.
O Globo Terrestre, rodando devagar sobre a mesa do professor, suspirou:
— Não é só contigo, Mapa. Muitos países giram sem saber para onde vão. Entretanto dói mais quando quem te gira são teus próprios filhos.
O Apontador, cheio de lascas de lápis ao redor, murmurou:
— Todo dia afiam ideias… mas quase ninguém as usa.
O Lápis, pequeno e gasto, levantou a voz:
— Eu ainda tento. Escrevo sonhos, protestos e poemas. Porém sou quebrado com facilidade.
O Apagador, coberto de pó branco, completou:
— E eu apago tudo no fim da aula. Ideias, promessas e indignações. O problema não é apagar… é não reescrever melhor depois.
O Mapa, pensativo, falou mais baixo:
— Já tive filhos que lutavam. Hoje tenho filhos que passam por mim sem me enxergar. Pergunto-me se ainda sou pátria ou apenas paisagem.
Nesse instante, o Relógio da Parede bateu uma hora lenta e solene, e disse:
— O tempo passa, Mapa. E deveras ele cobra. Sempre cobra.
O silêncio voltou à sala. O Mapa aquietou-se, como uma criança adormecida. A escola voltou a dormir.
Na manhã seguinte, alunos entraram, sentaram, copiaram e saíram.
No entanto um deles, antes de ir embora, olhou para o Mapa por alguns segundos a mais.
E isso, talvez, tenha sido o começo.
Moral: Um país não adoece por falta de palavras, e sim por excesso de silêncio diante delas.
Marli FreitasVista da cidade histórica de Ouro Preto, Minas Gerais, Brasil Imagem Freepik – https://share.google/JTEens35cblYZ7Van
Minas Gerais é um estado localizado na região Sudeste do Brasil, fazendo fronteira com São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Bahia e Goiás. Possui 853 cidades, representando 15,32% do total de municípios do país. Se destaca pelas suas belezas naturais e pelo patrimônio histórico. É o quarto estado com maior área territorial e o segundo maior em quantidade de habitantes. Disposto sobre uma área planáltica, com temperaturas amenas ao longo do ano. Sua vegetação predominante é o cerrado e o animal que o simboliza é a seriema. Possui uma extensa rede hidrográfica, com cinco grandes bacias que cobrem 90% do estado: São Francisco, Grande, Paranaíba, Doce e Jequitinhonha.
Sua bandeira é composta por um triângulo vermelho sobre um fundo branco, com a inscrição “Libertas quae sera tamen” (Liberdade ainda que tardia). Representando o ideal revolucionário da Inconfidência Mineira, um movimento de resistência contra a Coroa Portuguesa.
Sua cultura é rica e diversa, fruto da miscigenação de influências indígenas, africanas, portuguesas e outros grupos que se estabeleceram na região e se manifesta em diversos aspectos, como culinária, festas populares, manifestações religiosas e artesanato.
A sua culinária é um dos principais símbolos da identidade do estado, com pratos como queijo, pão de queijo, feijão tropeiro, frango com quiabo, galinhada, arroz com suã, tutu de feijão, leitão à pururuca, vaca atolada, caldos diversos e doces caseiros, além disso, um forte símbolo é o fogão a lenha. Possui diversas festas tradicionais, como Folia de Reis, juninas, folclóricas, do peão, cavalgadas, devoção à Nossa Senhora, do Divino, Círio de Nazaré e muitas outras de acordo com a história local.
O artesanato mineiro é conhecido pela variedade de técnicas e materiais, como o trabalho em madeira, pedra sabão, couro, cerâmica, com destaque para peças utilitárias e decorativas. Na música, a sua expressão autêntica é a moda de viola e ritmos regionais. Seu patrimônio histórico é marcado por uma arquitetura colonial, com suas igrejas, casarões, cidades históricas como Ouro Preto, Mariana, Tiradentes e Diamantina, que dão testemunho de sua riqueza histórica e cultural.
Algumas gírias mais comuns incluem “uai”, “trem”, “sô”, “nó” e “bão”. Essas expressões podem ser usadas para demonstrar surpresa, dúvida, espanto ou simplesmente para iniciar uma conversa ou dar ênfase a algo. Além disso tem o costume de abreviar as palavras e omitir letras e sílabas, como “ocê” (você), “procê” (para você). A “mineiridade” é um conceito que engloba todos esses elementos, representando a identidade e o jeito acolhedor, construído ao longo de sua história.
Sua economia é impulsionada pelo crescimento em todas as atividades econômicas, como a indústria extrativa mineral, turismo e agronegócio. Na indústria: a metalurgia, a construção e a extração de minerais metálicos são relevantes. É conhecido pela produção de minério de ferro e ouro, além de possuir grande potencial em outros minerais. Ocupa posição de destaque no agronegócio brasileiro, sendo um dos principais estados produtores e exportadores do país. Grande produtor de leite, café e carnes, além de ser importante produtor de outros alimentos.
Como ponto turístico mais visitado de Minas Gerais temos o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte e a cidade de Ouro Preto, com seu centro histórico preservado; Capitólio e Serra do Cipó, famosos por suas paisagens naturais e atividades de ecoturismo.
A literatura mineira forma um mosaico diverso, que reúne desde romances grandiosos e contos poéticos até crônicas humorísticas e obras infantis encantadoras. Como destaque temos Adélia Prado, Ailton Krenak (liderança indígena que tomou posse recentemente na Academia Brasileira de Letras), Carlos Drummond de Andrade, Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo, Fernando Sabino, Henriqueta Lisboa, João Guimarães Rosa, Rubem Fonseca, Ziraldo, Rubem Alves entre outros.
Minas Gerais possui uma rica história marcada por figuras importantes em diversas áreas que incluem: Tiradentes, líder da Inconfidência Mineira; Aleijadinho, escultor barroco; Santos Dumont, pioneiro da aviação; Carlos Drummond de Andrade, poeta; Guimarães Rosa, escritor; Chico Xavier, médium; Chica da Silva, mulher negra que desafiou a sociedade da época; Carlos Chagas, cientista que descobriu a doença de chagas; Juscelino Kubitschek, político responsável pela fundação de Brasília.
Concluo com o veredito de Carlos Drummond de Andrade: “Ser mineiro é ser religioso e conservador, é cultivar as letras e as artes, é ser poeta e literato. É gostar de política e amar a liberdade. É viver nas montanhas, é ter vida interior. É ser gente.”
Da Terra dos Cedros, Líbano, para o ROL, Taghrid Bou Merhi!
Taghrid traz ao ROL o aroma poético da floresta dos ‘Cedros de Deus’ (Arz el-Rab), nas encostas do Monte Makmel!
Taghrid Bou Merhi
Taghrid Bou Merhi, natural de Qabb Ilyas, Líbano, é uma poeta, escritora, ensaísta, tradutora, editora e profissional de mídia libanesa-brasileira, cujo trabalho constrói pontes entre culturas, línguas e tradições literárias. Residente no Brasil (Foz do Iguaçu/PR), é amplamente reconhecida por suas contribuições à literatura árabe contemporânea e ao intercâmbio cultural internacional.
É autora de 23 livros que abrangem poesia, contos, ensaios, estudos críticos e literatura infantil, publicados em formatos impresso e digital. Além disso, traduziu mais de 49 livros e mais de 2.000 poemas, contos, resenhas e artigos entre o árabe, o inglês, o espanhol, o italiano e outros idiomas. Suas obras literárias e traduções foram vertidas para 49 línguas e participou em mais de 540 antologias nacionais e internacionais.
Taghirid desempenha um papel significativo na mídia cultural, atuando em cargos editoriais de alto nível e como chefe de departamentos de tradução em diversas revistas árabes e internacionais. É também Presidente da CIESART Líbano e chefe da Câmara Internacional de Livros e Artistas – filial do Líbano, além de oficial de relações culturais internacionais em várias organizações globais.
Taghrid ingressa na Família ROLiana oferecendo aos leitores do Jornal ROL o sensibilíssimo poema Pedra: a primeira memória, um tributo à natureza!
Pedra: a primeira memória
Imagem criada por IA da Mata – 27 de janeirode 2026, às 16h49
A pedra nunca foi silenciosa; foi a primeira testemunha do tremor da mão humana.
Ensinou o fogo a obedecer, fazendo-se calor, alimento e lugar de encontro.
Na sua pele o grão amadureceu, a fome endireitou as costas e o abrigo encontrou sentido.
Foi arma quando a vida se viu obrigada a defender-se.
Não matou por sangue, mas por sobrevivência, porque a pedra compreende a ética da necessidade.
Com ela ergueram-se muros, a noite sentiu-se segura e o vento aprendeu os seus limites.
A pedra é a origem da história e ainda carrega a forma da humanidade.