The Brain

Ficção científica narra guerra espacial pelo controle do tempo

Capa do livro The Brain, de Vanessa de Oliveira Grisol
Capa do livro ‘The Brain’, de Wanessa de Oliveira Grisol

‘The Brain’ conta a saga de um cientista que coloca o destino do universo em risco após abrir um portal para outra dimensão

Será que algum dia conseguiremos viajar para outras dimensões?

Segundo a teoria da relatividade, Albert Einstein acreditava que uma viagem seria possível pela manipulação da curvatura da gravidade entre espaço-tempo, enquanto Stephen Hawking propôs que buracos negros e de minhoca serviriam como portais.

No mundo real, a viabilidade prática ainda é uma incógnita.

Mas na ficção científica The Brain, escrita por Wanessa de Oliveira Grisol, os leitores já podem embarcar em uma jornada espacial e temporal pelo universo. 

Neste livro, a autora se inspira nas ideias do teórico alemão e do físico britânico para narrar uma trama que desafia os limites da Física.

Junto com a equipe na Universidade de Washington, o pesquisador Joe Hawk constrói uma máquina aceleradora de partículas para recriar o momento em que o Big Bang originou toda a matéria.

Porém, a experiência abre um portal dimensional que desencadeia uma série de desastres naturais na Terra, além de afetar a zona controlada por Brain, o mestre e guardião do tempo que dá título à obra.

A entidade luta para manter o equilíbrio das leis temporais frente ao desastre cósmico, enquanto seu filho rebelde, Lux, inicia uma missão para destruir as proteções do espaço-tempo estabelecidas há bilhares de anos pelo pai.

É neste momento que Brain decide formar uma aliança improvável com o Doutor Hawk e outros personagens intergalácticos para salvar o multiverso de um vírus mortal e garantir a sobrevivência da humanidade.


Como espécies, indivíduos muitas das vezes diferentes uns dos outros, usamos o princípio da dominação para sobreviver dentro de um sistema de sociedade, buscamos diversas maneiras dentro de nossas espécies para produzir a insegurança, a dúvida e o medo. Quem poderia controlar o tempo?

(The Brain, p. 14)


A guerra pelo controle do tempo resulta em uma narrativa provocadora: até onde somos capazes de ir em busca pelo poder?

Entre os dilemas vividos pelos protagonistas e as referências a cientistas renomados – como o próprio nome do Doutor Hawk, inspirado em Stephen Hawking –, esta leitura diverte ao mesmo passo que convida a refletir sobre a importância da responsabilidade na exploração científica e as consequências da ambição humana.

FICHA TÉCNICA

Título do livro: The Brain  

Editora: Editorial Casa  

ISBN: 978-655399516-1  

Formato: Livro físico 

Páginas: 138  

Preço: R$39,00 

Onde comprar: Amazon 

SOBRE A AUTORA

Foto da autora Wanessa de Oliveira Grisol
Wanessa de Oliveira Grisol

Wanessa de Oliveira Grisol é natural de Volta Redonda (RJ). Graduada e pós-graduada em Geopolítica, possui MBA de Comunicação e Marketing em Mídias Digitais, no qual aprimorou e aprofundou o conhecimento na área de e-commerce.

Trabalha atualmente como assessora de Recursos Humanos e tem como principais hobbies os jogos eletrônicos (games) e a leitura. The Brain é seu livro de estreia.

Redes sociais da autora: 

Instagram: @wanessadeoliveiragrisol 

LinkedIn: Wanessa de Oliveira Grisol 

Facebook: Wanessa Oliveira Grisol 

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Nosso dia

Denise Canova: Poema ‘Nosso dia’

Denise Canova
Denise Canova
Nosso dia. Dia do amor
“Nosso dia. Dia do amor”
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Nosso dia

Dia do amor

Dia de amar

Dia do ‘eu te amo!’

Sem medo

Eu te amo

Dama da Poesia

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Saudades da minha terra

Ceiça Rocha Cruz: ‘Saudades da minha terra’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
“Das serenas tardes de estio, aves planavam ao sabor do vento”
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

O Sol despontou…
cobriu o dia de brilho, encanto e magia,
despertando no silêncio a saudade.

Das serenas tardes de estio
aves planavam ao sabor do vento
e gorjeavam sorridentes,
sob um céu azul de setembro.

Saudades das majestosas palmeiras,
da voz desatada do sabiá, cristalina flauta,
debruçada na janela, modulava o doce canto
e num descortinar reverberava.

Da Lua venusta… um vestido de sonhos,
num céu de estrelas, rasgando a madrugada.

Saudades dos viçosos campos, serras e bosques,
que se despojavam na paisagem dourada,
das paredes alaranjadas de ocaso,
de um pôr do Sol deslumbrante,
que sorria.

Da minha terra quando a tarde caía,
mas o azul do céu coloria o rio/mar
e espumas desertas, solitárias,
resvalavam na areia nua.

Saudades do silêncio da tarde,
na alta palmeira onde cantava o sabiá
e da quietude sorrateira do suave arrebol.
(En)cantos d’amor.

Na solidão do tempo, o sonho da volta
para vê-la outra vez, pisar seu chão
num matar saudades.
Saudades da minha terra!

Ceiça Rocha Cruz

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Amor revelado

Irene Rocha: Poema ‘Amor revelado’

Irene Rocha
Irene Rocha
“No nascer do Sol, no pôr da Lua, Emerge a paixão que em versos flutua. Sou tua, eternamente ligado a ti
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No sussurro do vento, o amor se revela,
Arrepiando a pele, trazendo a candura mais bela,
Sabores, desejos, beijos apaixonados,
No toque dos lábios, momentos tão esperados.

Na loucura da paixão, no silêncio do amor,
Versos se entrelaçam, trazendo calor,
Em cada estrofe, o sentimento profundo,
Palavras que traduzem um amor fecundo.

Nos caminhos da esperança, sementes são semeadas,
Onde o amor floresce em promessas renovadas,
No doce amar, na liberdade de voar,
Sentindo-te em cada verso, a te amar.

No nascer do Sol, no pôr da Lua,
Emerge a paixão que em versos flutua.
Sou tua, eternamente ligado a ti,
Num amor livre, onde me perco, desde que te conheci.

Irene Rocha

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Oito infinito

Pietro Costa: Poema ‘Oito infinito’

Pietro Costa
Pietro Costa
"Teus lábios em suplício, como a maçã proibida, perigosa, fatal, atrativa,
“Teus lábios em suplício, como a maçã proibida, perigosa, fatal, atrativa,”
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Toques sutis de língua
Tatuei no teu corpo
O número da sorte

Na minha saliva
O sabor do teu gosto
Entre vida e morte

Teus lábios em suplício
Como a maçã proibida
Perigosa, fatal, atrativa

As defesas rendidas
ATA-ME no teu rosto
Todo o êxtase da libido
Oitoooooo infinitooooo….

Pietro Costa

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Dançando ao ritmo da poesia

Verônica Moreira: ‘Dançando ao ritmo da poesia’

Verônica Moreira
Verônica Moreira
"Estou me movimentando conforme a melodia, sincronizada com a reciprocidade, e através dela, abraço novamente a existência..."
“Estou me movimentando conforme a melodia, sincronizada com a reciprocidade, e através dela, abraço novamente a existência…”
Microsoft Bing – Imagem criada pelo Designer

Estou me movimentando conforme a melodia, sincronizada com a reciprocidade, e através dela, abraço novamente a existência sem aguardar seu término, mesmo ciente disso.

Após dias de exaustão, cercada por culpa, medo e desilusão, abri os olhos para a vida e para a essência da minha alma. Observando-me ali, dançando com meu próprio corpo…

Entrelacei meus braços em volta da minha cintura, fitando meu reflexo no espelho da penteadeira. Percebi como sou bela, radiante, uma musa dourada, um diamante!

Comigo envolta, comecei a rodopiar, seguindo o compasso dos meus pensamentos e sentimentos, imersa num estado de poesia.

O calor dos movimentos tomou-me intensamente, e minha imagem no espelho transformou-se em chamas de fogo, cada vez mais ardente a cada passo.

Minha respiração tornou-se ofegante, passos acelerados acompanhando as batidas do meu coração, transbordando emoção.

Sou minha própria companheira na dança da manhã, em busca dos sonhos mais audaciosos e na oportunidade de me amar como nunca antes.

Com mais coragem, decidi fechar meus olhos e tocar minha face, até que todo o meu amor transbordasse em meus lábios, que, mais sedutores do que nunca, murmuraram toda a minha poesia guardada.

Não se trata de insanidade o que expresso agora.

É a mais bela dança de amor, guiada pelos passos da poetisa que vive dentro de mim, por vezes escondida para que ninguém me veja dançar.

Verônica Moreira

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Revelando São Paulo

Cidades da Região Metropolitana de São Paulo levam pratos típicos e manifestações culturais ao Revelando SP no Vale do Ribeira

Revelando São Paulo
Revelando São Paulo

Maior festival de valorização das culturas tradicionais paulistas acontece entre 14 e 16 de junho em Iguape, com entrada gratuita

Acontece entre 14 e 16 de junho a edição de Iguape do Revelando SP, iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, por meio de sua Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, correalizado pela Prefeitura de Iguape e com gestão e produção da Associação Paulista Amigos da Arte. Maior festival de valorização das culturas tradicionais paulistas, o evento acontece no Centro de Eventos Prefeito Casimiro Teixeira, com entrada gratuita.

Participam desta edição 42 municípios, de oito regiões do estado de São Paulo. São 65 participantes: 25 de artesanato, 26 da culinária e 26 representantes das mais diversas manifestações de culturas tradicionais, como danças típicas e música.

Entre os stands de culinária, Guararema participa com o alambique do Décio e a galinhada de São Longuinho, enquanto Guarulhos traz feijão tropeiro, arroz carreteiro e caldos feitos no fogão a lenha, enquanto Taboão da Serra representa as manifestações artísticas da região metropolitana de São Paulo com a Orquestra de Violeiros de Taboão da Serra.

Sobre o Revelando SP

O Revelando SP, que já teve mais de 55 edições ao longo de quase três décadas, oferece ao público uma viagem pelas tradições do estado de São Paulo. O festival promove uma amostra de produções artesanais, culinária típica e manifestações culturais, como moda de viola, expressões da cultura tropeira, catira, congada, música e dança de povos originários. São saberes passados de geração em geração e que representam a riqueza e diversidade cultural paulista. Além disso, o Revelando SP é palco para a apresentação de grandes nomes da música brasileira.

Na culinária, o Revelando SP sempre oferece uma infinidade de quitutes, com muitos preparos à base de milho, banana e amendoim, compotas, doces cristalizados, bolinhos, pastéis, queijos, sanduíches, galinhada, feijão tropeiro e pratos com nomes e histórias curiosas – que fazem valer uma prosa com os expositores para ter contato com as origens dessas tradições.

Os artesãos, por sua vez, levam ao festival esculturas produzidas nos mais diversos materiais, entre arte sacra, tapetes, bolsas, entalhes, bordados, tecelagem, artes variadas em fibras, cipós, papel e palha, entre outros, levando ao público a arte produzida em todo o estado pelos sertanejos, caiçaras, povos originários e quilombolas.

As expressões artísticas, por fim, se fazem presentes por meio de modas de viola, congada, catira, folia de reis, jongo, fandango, cururu, moçambique, dança cigana, samba de bumbo, coral indígena, violeiros, música caipira, bonecões e muito mais.

Cinco edições em 2024

Em 2024, o Revelando SP foi expandido e terá, ao todo, cinco edições, levando a cultura tradicional paulista a mais regiões do estado:

Barretos – 17 a 19 de maio

Iguape – 14 a 16 de junho

São José dos Campos – 4 a 7 de julho

Presidente Prudente – 9 a 11 de agosto

São Paulo – 12 a 15 de setembro

Sobre a Associação Paulista dos Amigos da Arte

A Associação Paulista dos Amigos da Arte é uma Organização Social de Cultura que trabalha em parceria com o Governo do Estado de São Paulo desde 2004. Música, literatura, dança, teatro, circo e atividades de artes integradas fazem parte da atuação da Amigos da Arte, que tem como objetivo fomentar a produção cultural por meio de festivais, programas continuados e da gestão de equipamentos culturais públicos. Em seus 20 anos de atuação, a Organização desenvolveu mais de 70 mil ações que impactaram mais de 30 milhões de pessoas.

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