A presa

José Antonio Torres: Poema ‘A presa’

José Antonio Torres
José Antonio Torres
“Seus lábios colam-se aos meus”
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Me sinto observado…
Uma sensação inquietante e indefinível se abate sobre mim…
Faço uma varredura do ambiente com o olhar…
A sensação está cada vez mais intensa…
Ao me virar, terminando a varredura do ambiente em que me encontro,
Vejo seus olhos cravados em mim.
O que era apenas uma sensação, materializou-se.
Fico paralisado.
Tento desviar o olhar… não consigo.
Que força hipnotizante é essa que me imobiliza?
Conscientizo-me de que sou a sua presa.
A energia que paira no ambiente é quase palpável…
Me sinto perdido, sem ação…
Não tenho saída…
Compreendo que serei presa fácil.
Ela caminha lentamente em minha direção…
Um caminhar felino, determinado…
Não consigo lutar contra essa força que me domina sem me tocar…
Quero reagir!
Impossível.
Estou completamente entregue…
Serei inapelavelmente abatido…
Ela está a um palmo de mim…
Não emite qualquer som…
Sinto seu hálito quente em meu rosto…
Chegou a minha hora…
Seus lábios colam-se aos meus…
Tudo está consumado.
Estou morto… de amor!

José Antonio Torres

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À espera

Evani Rocha: Poema ‘À espera’

Evani Rocha
Evani Rocha
À espera. Imagem criada por IA do Gencraft
À espera
Imagem criada pela IA do Gencraft

Vejo rostos enfileirados, ausentes.
Lábios cerrados, preocupados.
A espera é angustiante…
Talvez haja dores dentro de cada um
Dores físicas ou dores na alma.
Aguardam por um médico.
Alguém que possa lhes medicar,
Alguém que lhes dê um acalanto.
Também estou absorta, cá dentro.
Tento organizar minha rotina,
Aproveitar o tempo.
Talvez essas pessoas também.
Porém, há dores que teimam em ficar,
Descer pelos olhos, pelos lábios…
Há dores que nunca vão embora
Nos olhares perdidos, tento decifrar
A solidão, que escorre camuflada
Pelos dedos…
Caem na palma das mãos
Que se esfregam, se agitam
E não encontram lugar para ficar.
São muitos rostos calados,
Profundamente mudos. Parecem ermos.
O que pensam essas mentes solitárias?
Talvez como eu queiram sair de si
E expurgar todas as angústias e medos.
Talvez esperam por um doutor que as salvem de si mesmas.

Evani Rocha

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Os borderlines

Maze Oliver: Artigo ‘Os borderlines’

Maze Oliver
Maze Oliver
Transtornos de personalidade
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

As pessoas que são borderlines são instáveis por serem emocionalmente imaturas, e estão enquadradas pela Psiquiatria no grupo B, onde estão todos os transtornos de personalidade, que, ressalte-se, são muitos. Isso significa que esse comportamento transtornado é um jeito de ser da pessoa. Por isso, não há um remédio para a cura. Ela ou ele são ‘como se fossem’ crianças grandes que fazem BRIGA para ter atenção. Sentem-se vazias e querem ter alguém para elas, ou para cuidar delas. Sempre culpam os outros pelo seus próprios atos. De acordo com a Dra. Ana Beatriz, conhecida psiquiatra brasileira, a causa é genética, ou seja, já nascem assim e são crianças graciosas na infância.

Jacques Lacan, importante psicanalista francês que revolucionou a teoria Freudiana, criando a teoria Lacaniana, não concordou que uma pessoa poderia ter duas estruturas mentais ao mesmo tempo. E criou uma discussão a respeito do border, que antigamente conhecíamos como limítrofe, ou seja na borda, entre um e outro, pois acreditava-se que estivesse entre a neurose e a psicose. Rebelde e questionador, Lacan ironizou os que na época defendiam essa ideia, chamando um dos casos estudados pela Psicanálise de Freud de “Caso Border da Psicanálise”. Era uma ironia!

Hoje, a Psiquiatria moderna o classifica em um novo grupo, o grupo dos transtornos da personalidade, e o denomina de Borderline, isto é, ainda conserva o “velho conceito de no limite”. Isso porque BORDA significa na beira, no limite.

Essas pessoas temem ser abandonadas. Mas, muitas vezes essas paranoias não têm uma causa real e são puramente fantasiosas. Isso faz com que os borders sejam reféns de seus próprios atos e sentimentos e vivam sempre com medo de serem rejeitados. Melhoram com a terapia, tratamento das comorbidades e com a idade. Às vezes, um relacionamento com um parceiro maduro(a) pode ajudar a superar as crises de ciúmes, insegurança, inveja, raiva, ira e surtos. Que muitas vezes podem ter motivos reais, ou delirantes (fantasias).

Se você se sente assim, procure ajuda!

Maze Oliver

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Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo

Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo celebra 10ª Edição com homenagem à diretora Ursula Meier – presença confirmada no evento 

'Blackbird, Blackbird, Blackberry', de Elene Naveriani | Divulgação
Blackbird, Blackbird, Blackberry’, de Elene Naveriani | Divulgação 

** “Blackbird, Blackbird, Blackberry, de Elene Naveriani, eleito Melhor Filme Suíço de Ficção no Swiss Film Award 2024, abre o evento no dia 05 de junho   

**de 5 a 12 de junho, sessões presenciais no CineSesc, em São Paulo  

**uma seleção de filmes disponíveis gratuitamente para todo o Brasil na plataforma Sesc Digital   

**em breve, programação completa em sescsp.org.br/panoramasuico  

**programação especial, de 7 a 9 de junho, no CCBB Brasília 

Com 15 anos de existência, o Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo celebra sua 10ª edição, com uma seleção de 12 filmes e uma homenagem à consagrada diretora suíça Ursula Meier – que estará presente no evento e ganhará uma retrospectiva de sua obra.  

Entre documentários e ficções, o evento, que acontece em São Paulo de 5 a 12 de junho 2024 no CineSesc, apresenta produções recentes premiadas e selecionadas durante o Festival Jornadas de Soleure 2024. A programação reflete a diversidade linguística e cultural da Suíça, abordando temas relevantes para o mundo contemporâneo. Paralelamente, será apresentado no CCBB Brasília um programa especial, com 3 filmes, de 7 a 9 de junho.   

A cerimônia de abertura acontece no dia 5 de junho, às 20h, no CineSesc, com a exibição do premiado “Blackbird, Blackbird, Blackberry” (2023), filme da diretora Elene Naveriani. A obra levou o prêmio de Melhor Filme Suíço de Ficção, além de Melhor Roteiro e Edição no Swiss Film Award 2024. O longa-metragem narra a história de uma mulher de 48 anos, que vive solteira em uma vila na Geórgia e se vê envolvida em fofocas locais enquanto enfrenta o dilema, ao se apaixonar, de manter um relacionamento ou buscar a independência  

O Embaixador da Suíça no Brasil, Pietro Lazzeri, que também estará presente no evento, destaca “que o sucesso do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, que comemora em 2024, sua 10ª edição e 15 anos de existência, é fruto das sólidas parcerias entre a Suíça e o Brasil. Consideramos o 10º Panorama uma ocasião para celebrar o apoio do Sesc São Paulo, desde sua 1ª edição, em 2009, fundamental para sua longevidade e uma referência para projetos culturais suíço-brasileiros. Este ano, também contamos com o apoio do CCBB Brasilia, que apresenta um programa especial do 10º Panorama na capital federal. Graças ao Centro Cultural do Banco do Brasil, tivemos a oportunidade em edições passadas de levar esta mostra a outras capitais brasileiras”.  

Para o diretor do Sesc São Paulo, Luiz Deoclecio Massaro Galina, “as cooperações internacionais na produção cinematográfica são estratégias consolidadas para o desenvolvimento de projetos, em diferentes etapas, inclusive na distribuição. Neste cenário, a realização do 10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, parceria do Sesc São Paulo e Consulado Geral da Suíça em São Paulo, oportuniza ao público brasileiro visitar uma seleção de filmes suíços, constituída por uma curadoria com representação dos dois países, ambos reconhecidos pela multiculturalidade.”.  

O Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo tem estabelecido importantes imersões no mundo cinematográfico suíço, por meio de colaborações com festivais como Journées de Soleure, Festival de Locarno, Festival Visions du Réel, Festival Filmar en América Latina. Seu principal parceiro na Suíça é a SWISS FILMS, Agência Pública de Cinema Suíço, de quem recebe a chancela e o apoio para sua realização.  

A retrospectiva com a diretora suíça Ursula Meier traduz a importância de sua obra para o cinema suíço contemporâneo, assim como para a história do Panorama, que ao longo de suas edições, exibiu a maioria dos seus filmes e acompanha sua trajetória. A seleção traz o último filme da cineasta “A linha/La ligne” (2022), Prêmio de Melhor Direção, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro, no Swiss Film Award 2023, “Diário da minha cabeça/ Journal de ma tête” (2018), com Fanny Ardant, “Minha irmã/L’enfant d’en haut” (2012), com Léa Seydoux, Urso de Prata na Berlinale 2012 e o longa-metragem de estreia da diretora,  “Home” (2008), com Isabelle Huppert, exibido na Semana da Crítica do Festival de Cinema de Cannes de 2008 e indicado em 3 categorias no Césars (Melhor Primeiro Filme, Melhor Fotografia, Melhor Roteiro) e Prêmio de Melhor Roteiro e Melhor Ator no Swiss Film Prize 2029.  

Complementando esta retrospectiva, o panorama exibe o curta “Kacey Mottet Klein, Nascimento de um Ator” (2015) protagonizado pelo ator Kacey Mottet Klein, que atuou nos filmes “Home”, “Sister”, e “Journal de ma tête”.  A diretora estará presente em todas as sessões para apresentar seus filmes e participará de bate-papo com o público, na quinta-feira, dia 6/6, no CineSesc.  

A equipe de curadoria do Panorama é composta por representantes do Sesc São Paulo, dos Consulados Gerais da Suíça em São Paulo e no Rio de Janeiro, e conta com o apoio da Embaixada da Suíça no Brasil.   

On-line para todo Brasil (de 5 a 12/06/2024)  

Na plataforma Sesc Digital estarão disponíveis gratuitamente para todo o país os filmes: “Bom dia Ticino/Bon Schuur Ticino” (2023), “Eu Sou Pretas/Je Suis Noires” (2022), “Manga da Terra/Manga D’Terra” (2023).  

SERVIÇO: 

10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo São Paulo  

05 a 12 de junho de 2024  

Informações em sescsp.org.br/panoramasuico  

Local: CineSesc – Rua Augusta, 2075, Cerqueira César  

Ingressos: R$24,00 (inteira) R$12,00 (meia) e R$ 8,00 (trabalhadores do comércio)  

Realização:   

10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo Brasília  

07 a 09 de junho de 2024  

Local: CCBB Brasília às 19h (a confirmar sessões e horários)  

Endereço: Asa Sul Trecho 2, Brasília – DF  

Entrada franca  

Conheça os filmes do 10º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo 
sescsp.org.br/panoramasuico 

Imagens de divulgação: _10 panorama suíço 

A ESCUTA – DIE ANHÖRUNG 

Dir.: Lisa Gerig | Suíça | 2023 | 81 min | Documentário | 16 anos 

Quatro requerentes de pedido de asilo rejeitados revivem a audiência sobre as razões que os levaram a fugir de seus países de origem, revelando o cerne do procedimento de concessão de asilo. Os entrevistados serão capazes de descrever suas experiências traumáticas de uma forma que satisfaça os critérios oficiais? Pela primeira vez, o filme proporciona uma visão desta escuta sensível, questionando assim o próprio procedimento de concessão de asilo. 

BLACKBIRD BLACKBIRD BLACKBERRY 

Dir.: Elene Naveriani | Suíça Geórgia | 2023 | 110 min | Ficção | 16 anos 

Etero, uma mulher de 48 anos que vive em uma pequena aldeia na Geórgia, nunca quis um marido. Ela valoriza sua liberdade tanto quanto seus bolos. Mas sua escolha de morar sozinha é motivo de muita fofoca entre as pessoas da vila. Inesperadamente, ela acaba se apaixonando por um homem e de repente se depara com a decisão de seguir com o relacionamento ou continuar com sua vida independente. Etero deve lidar com seus sentimentos e decidir como encontrar seu próprio caminho para a felicidade. 

BOM DIA, TICINO – BON SCHUUR TICINO 

Dir.: Peter Luisi | Suíça Itália | 2023 | 88 min | Ficção | 14 anos 

Um referendo maluco coloca a Suíça em estado de emergência. No país, até então com 4 línguas nacionais e cuja maioria da população é pelo menos bilíngue, com a aprovação da iniciativa “No Bilingue” (Não ao Bilinguismo), deverá existir apenas uma língua nacional: o francês. Portanto, muitos suíços que falam alemão entram em crise. Incluindo Walter Egli, de 56 anos, que trabalha na Polícia Federal e deve garantir que a transição para o monolinguismo seja feita de maneira adequada. Embora ele próprio quase não fale francês, é enviado ao Ticino com um parceiro que fala francês para identificar um grupo de resistência que está combatendo a nova lei usando todos os meios necessários. 

EU SOU PRETAS – JE SUIS NOIRES 

Dir.: Rachel M’Bon, Juliana Fanjul | Suíça | 2022 | 52 min | Documentário | 16 anos 

Na Suíça, uma terra de consenso e neutralidade, mulheres levantam suas vozes na luta pelo reconhecimento do racismo estrutural, desconstruindo estereótipos e reivindicando a sua dupla identidade suíça e negra. Neste contexto, Rachel Barbezat M’Bon, uma jornalista suíço-congolesa, inicia a sua própria busca pela identidade. Em seu caminho para a emancipação, ela questiona o seu passado, o seu presente e ergue um espelho para o seu país e seus pares. 

MANGA DA TERRA – MANGA D’TERRA 

Dir.: Basil Da Cunha | Suíça | 2023 | 96 min | Ficção | 16 anos 

Rosa, de 20 anos, deixa os dois filhos em Cabo Verde e muda-se para Lisboa na esperança de lhes proporcionar uma vida melhor. Presa entre o assédio dos chefes gângsteres e a violência policial diária, Rosa tenta encontrar conforto nas mulheres da comunidade. Mas a sua verdadeira fuga é a música. 

O AMOR DO MUNDO – L’AMOUR DU MONDE 

Dir.: Jenna Hasse | Suíça | 2023 | 76 min | Ficção | 14 anos 

Às margens do Lago Genebra, Margaux, de 14 anos, conhece Juliette, uma criança de sete anos que está sob seus cuidados, e Joël, um pescador que voltou recentemente da Indonésia. Unidos na recusa silenciosa de enfrentar a vida, os três ficam divididos entre a atração, a decepção e a saudade de lugares distantes. 

O DESAPARECIMENTO DE BRUNO BRÉGUET – LA SCOMPARSA DI BRUNO BRÉGUET 

Dir.: Olmo Cerri | Suíça | 2024 | 97 min | Documentário | 14 anos 

Em junho de 1970, Bruno Bréguet, um estudante do ensino secundário de apenas 20 anos, é preso em Israel enquanto tentava contrabandear explosivos para a resistência palestina. Ele é condenado a sete anos de prisão. Em 1995, ele desaparece misteriosamente de uma balsa que viajava da Itália para a Grécia. Retrato de uma geração que tentou tudo o que estava ao seu alcance para tornar o mundo um lugar mais justo. Um exame crítico do significado da desobediência civil e da resistência militante.  

RETROSPECTIVA URSULA MEIER 

A LINHA – LA LIGNE 

Dir.: Ursula Meier | Suíça França Bélgica | 2022 | 102 min | Ficção | 16 anos 

Depois de uma violenta discussão com a mãe, Margaret, de 35 anos, com um longo histórico de infligir e sofrer violência, é sujeita a uma ordem de restrição rigorosa antes do julgamento: ela não tem mais permissão de fazer contato com a mãe ou se aproximar a menos de 100 metros da casa da família durante três meses. Mas esta separação apenas aumenta o seu desejo de ficar mais perto da família, levando-a a retornar todos os dias a esta fronteira invisível e intransponível. 
 
DIÁRIO DA MINHA CABEÇA – JOURNAL DE MA TÊTE 
Dir.: Ursula Meier | Suíça | 2018 | 70 min | Ficção | 16 anos 

Poucos minutos antes de matar o pai e a mãe a sangue-frio, Benjamin Feller – um jovem de 18 anos – envia pelo correio seu diário pessoal, no qual confessa e explica o duplo homicídio, à sua professora de francês. A escolha de vincular esta mulher ao seu ato e arrastá-la consigo, ocorre vários meses depois de uma relação pedagógica em que os alunos foram incentivados a escrever diários pessoais.

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O poder da amizade

SAÚDE INTEGRAL

Joelson Mora:

‘O Poder da amizade e das trilhas na natureza ao nascer do Sol’

Joelson Mora
Joelson Mora
"O Poder da amizade e das trilhas na natureza ao nascer do Sol, arte digital"
‘O poder da amizade e das trilhas na natureza ao nascer do Sol, arte digital’
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

A saúde integral vai além da ausência de doenças, envolvendo aspectos físicos, mentais/emocionais e espirituais do ser humano. Nesse contexto, a importância dos relacionamentos de amizade e a conexão com a natureza são fundamentais para uma vida plena e equilibrada. Aqui vamos buscar elementos que contribuem para a saúde integral e como atividades como fazer uma trilha e ver o nascer do Sol no alto de uma montanha podem promover bem-estar e uma profunda conexão com o Criador.

Amizades verdadeiras são pilares importantes para a saúde integral. Estudos mostram que manter relações saudáveis pode reduzir o estresse, aumentar a sensação de felicidade e até prolongar a vida. Amigos oferecem apoio emocional, promovem a autoestima e proporcionam um senso de pertencimento. Essas conexões são essenciais para o equilíbrio emocional, ajudando a enfrentar desafios e a celebrar conquistas.

A natureza tem um poder curativo e restaurador, promovendo a saúde integral de várias formas:

1. Redução do Estresse: Estar em ambientes naturais reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, promovendo uma sensação de calma e relaxamento.

2. Aumento da Vitalidade: Atividades ao ar livre, como caminhadas, aumentam a energia e reduzem a fadiga.

3. Melhora da Saúde Mental: O contato com a natureza diminui os sintomas de depressão e ansiedade, promovendo um estado de bem-estar.

4. Conexão Espiritual: A contemplação da natureza pode proporcionar momentos de meditação e uma conexão mais profunda com o Criador, proporcionando o autoconhecimento de propósito e espiritualidade.

Realizar uma trilha até o topo de uma montanha para assistir ao nascer do Sol é uma experiência que combina exercício físico, desafio mental, conexão social e espiritualidade.

Caminhar em trilhas é uma excelente forma de exercício, melhorando a saúde cardiovascular, fortalecendo músculos e ossos, e contribuindo para a manutenção de um peso saudável. O esforço físico necessário para subir uma montanha também libera endorfina, conhecida como hormônio da felicidade, que promove uma sensação de bem-estar e satisfação.

A caminhada até o topo de uma montanha representa um desafio mental, exigindo foco, determinação e superação de limites pessoais. Enfrentar e vencer esses desafios fortalece a resiliência e a confiança, que são essenciais para a saúde mental.

Fazer uma trilha com amigos fortalece os laços de amizade e cria memórias compartilhadas, que são importantes para o bem-estar emocional. A cooperação e o apoio mútuo durante a caminhada também promovem um senso de comunidade e pertencimento, e chegar ao topo de uma montanha para assistir ao nascer do sol é uma experiência transcendental. A beleza e a majestade da natureza despertam um senso de maravilhamento e gratidão, promovendo uma conexão profunda com o Criador. Esse momento de contemplação oferece uma oportunidade para reflexão e meditação como já mencionei, renovando o espírito e fortalecendo a fé.

Lembrando que fé nada tem em conceito com denominações religiosas, mas é a certeza dentro de casa um de nós de que vamos receber aquilo que tanto esperamos e é a prova de que existem coisas que não podemos ver.

Relacionamentos de amizade e a conexão com a natureza são componentes essenciais para alcançar essa harmonia.  Essas experiências são essenciais para uma vida equilibrada e plena.

Joelson Mora

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Sonhos, quintais e coisas desimportantes

O grupo de teatro ‘Os Companheiros’ apresenta o espetáculo ‘Sonhos,  quintais e coisas desimportantes’

Cena do espetáculo ''Sonhos,  quintais e coisas desimportantes'
Cena do espetáculo ‘‘Sonhos,  quintais e coisas desimportantes’

Um sonho foi o disparador para o encontro e a linguagem, majoritariamente, corporal foi a escolha para este trabalho. O espetáculo ‘Sonhos, quintais e coisas  desimportantes’ traz à cena três jovens atores, três corpos carregados de memórias,  sentimentos e sobrecarregados de questões, num convite à suspensão do tempo para a  escuta da vida. 

“A gente torce para não cair da corda bamba, para chegar em algum lugar em  segurança. No passado vimos tanta gente que não conseguiu se equilibrar, pessoas da  nossa família, e a vida segue depois que eles nos deixam. O nosso espetáculo eu  acredito ser sobre estar no meio dessa corda que vai pra lá e pra cá.“ 

Celso Stefano – Ator do espetáculo. 

Em um mergulho no passado eles exploram memórias e segredos e convidam a  experimentar a vivência de um tempo não linear, um passeio pela corda bamba e um  convite à sobrevivência. Abismos, lacunas, e esperança entrelaçados na fluidez do tempo  fazem parte desse enredo onírico, carregado de referências do poeta Manoel de Barros.  Uma viajem entre sonho e realidade, territórios que se fundem na fronteiras que se  dissolvem neste mundo distópico. 

Cena do espetáculo ‘‘Sonhos,  quintais e coisas desimportantes’

“ Quando se é criança, é muito legal ver uma formiga levando sua comida ou parar e  ficar olhando as estrelas no céu. A gente parou de olhar, Manoel de Barros ensina a  gente a voltar e enxergar as coisas de mais importância. “ 

Maria Helena – Diretora da peça. 

Obs.: texto chave de resumo sobre as discussões que o espetáculo se propõe abarca: Um  convite à um outro olhar para com a vida e o tempo, o que foi subtraído, o que fica e o  que ressignifica. 

Ficha técnica 

DIREÇÃO: Maria Helena Barbosa

ELENCO: Celso Stefano, Fabiano Amâncio e Jee México  

TRILHA SONORA: Wellington Ravazoli e Fernando Ravazoli 

FIGURINOS, ILUMINAÇÃO E CENOGRAFIA: Grupo Os Companheiros  PRODUÇÃO E ASSESSORIA DE IMPRENSA: Lelis Andrade  

PROVOCAÇÃO CORPORAL: Felipe Alduina 

FOTOGRAFIA E DESIGN GRÁFICO: Alexandre Valentim 

OFICINAS: “Práticas corporais em dinâmicas cênicas”, coordenado por Felipe Alduina , e “O teatro visual do objeto/imagem”, coordenado por Julio Scandolo. 

APRESENTAÇÕES: 

• 18 e 19/05 – Teatro Escola Mario Pérsico – 20h; 

• 25 e 26/05 – Espaço Cultural Du’ Arts – 20h; 

• 01 e 02/06 – Teatro de Bolso Tatiana Belinkg – 20h; 

• 08 e 09/06 – IGESC – Espaço Cultural – Sindicato dos Rodoviários Sorocaba e  Região – 20h 

Classificação: 14 anos. 

Entrada Gratuita. 

O espetáculo “sonhos, quintais e coisas desimportantes” é fruto do projeto “Corpo  Jardim” contemplado pelo edital Linc Sorocaba/2023 – Lei de incentivo à cultura do  município em 2023.  

Sinopse 

O espetáculo ‘sonhos, quintais e coisas desimportantes’ traz à cena três corpos jovens  carregados de inseguranças e abismos. Ávidos de um olhar de aconchego como nos  poemas, eles convidam à suspensão do tempo para a escuta, expõem suas memórias,  desejos e questões pertinentes ao desequilíbrio atual. Utilizam a palavra sem pronúncia  ou a despalavra como manifesto e potência para se reinventarem na solidão da era digital,  na pressão em se encaixar, na prisão do neoliberalismo e no mundo em guerra, numa  frágil fronteira entre sonho e realidade.

Teaser

https://drive.google.com/file/d/1LFlSj4wHCJrj4ewTcVay_cvu9C7PbPIW/view

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Elaboração de Roteiro para Documentário Histórico

Encontro sobre Elaboração de Roteiro para Documentário Histórico acontecerá no CILA – Centro Ituano de Letras e Artes

Cartaz do evento 'Elaboração de Roteiro para Documentário Histórico'
Cartaz do evento ‘Elaboração de Roteiro para Documentário Histórico’

Na próxima terça-feira, dia 04 de junho às 18h00, acontecerá no CILA – Centro Ituano de Letras e Artes, o evento mediado por Lana de Oliveira sobre ‘Elaboração de Roteiro para Documentário Histórico. Uma fábrica de MCMXII – Fábrica São Pedro’.

No encontro aberto e gratuito, será utilizado como exemplo o roteiro que Lana vem produzindo sobre a Companhia de Fiação e Tecelagem São Pedro.

O roteiro percorre sua história desde os tempos que antecedem sua fundação até seu fechamento, posterior tombamento e momento atual.

Uma narrativa sobre o início das construções fabris do interior de SP, com foco na cidade de Itu, pontuando as transformações que as tecelagens trouxeram para a cidade, tanto no campo social, econômico e paisagem urbana. O destino de alguns destes monumentos históricos pós-tombamento e como se encontram atualmente no conceito de sua reutilização. 

Fábrica São Pedro
Fábrica São Pedro – Crédito: Lana de Oliveira

No evento será colocado uma visão abrangente sobre os principais fundamentos de elaboração de roteiros para documentários, passando pela escolha do tema, materialização da ideia, fundamentos de pesquisa, construções de narrativas e padrões de escrita.  Percorrendo vários pontos do processo técnico envolvido, desde a ideia inicial até sua finalização. 

Sobre a pesquisa

Lana de Oliveira iniciou suas pesquisas sobre a Fábrica São Pedro há doze anos, compondo um extenso acervo próprio de imagens e gravações, material que está sendo utilizada como base para seu roteiro de um documentário de média metragem. 

“No meu entender, para a cidade de Itu, a preservação de sua memória tem paralelo direto com a preservação de suas edificações históricas, podemos considerar que além de inúmeras informações guardadas nos mais variáveis arquivos, reunir tudo isto e contar esta história, dentro de um formato de roteiro, é o primeiro passo construtivo para um documento audiovisual, que poderá impactar um número imensurável de pessoas, no âmbito cultural e educacional. Considerando um exemplo a ser contado sobre o estado de utilização atual destas edificações, no que se transformaram e suas contribuições com a cultura e a arte.”  Lana de Oliveira

Sobre a Roteirista

Lana de Oliveira é graduada em Marketing pela SPM Escola Superior de Propaganda e Marketing, exercendo o trabalho de assessoria de imprensa e fotografia fine art.

De forma autoral tem-se dedicado ao campo de pesquisas na área audiovisual e patrimônio histórico.

Viabilização do projeto

O evento faz parte do projeto contemplado pela Lei Paulo Gustavo de fomento ao setor audiovisual através do edital 182/2023 – chamamento público 08/2023 promovido pela Secretaria de Cultura e Patrimônio Histórico de Itu através da Secretaria de Cultura do Estado de SP.

SERVIÇO:

Evento: Elaboração de Roteiro para Documentário Histórico. Uma fábrica de MCMXII – Fábrica São Pedro

Dia: 04 de junho – terça-feira

Horário:  18h00

Local: CILA – Centro Ituano de Letras e Artes

End.: Rua Floriano Peixoto, 1492 – Centro – Itu

Nota da Prefeitura “A Prefeitura da Estância Turística de Itu esclarece que esta é uma obra independente, resultante do processo de seleção do Edital n. 182/2023, nos termos da Lei Complementar n. 195/2022 (Paulo Gustavo), do Decreto Federal n. 11.525/2023 (Paulo Gustavo) e do Decreto Federal (Fomento Cultural) n. 11.453/2023. Portanto, o conteúdo, opiniões emitidas e expressas nesta obra audiovisual são de exclusiva responsabilidade dos autores e não representam o poder público municipal.”

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