Sesc Sorocaba traz o projeto CineCafé

Em junho, o tema ‘road movies’ faz parte da seleção de filmes 

Projeto CineCafé
          Livre / Foto: Divulgação. 

4/6 | Livre 

Direção: Jean-Marc Vallé | Drama | EUA | 115 min. | 2014 | Legendado 

Depois de anos de comportamento inconsequente, o vício em heroína e a destruição de seu casamento, Strayed decide mudar. Assombrada pela lembrança de sua mãe e sem nenhuma experiência, ela sai para trilhar os milhares de quilômetros do Pacific Crest Trail totalmente sozinha. Classificação 16 anos. 

Lola e o Mar - Foto: Divulgação
Lola e o Mar – Foto: Divulgação

11/6 | Lola e o mar 

Lola, uma jovem mulher trans, com apoio de sua mãe, segue no processo de transição, enquanto estuda para se formar como assistente de veterinária. Quando Lola recebe a notícia de que sua mãe faleceu repentinamente, volta para casa para o funeral e para enfrentar seu pai distante. Para cumprir os últimos desejos de sua mãe, pai e filha embarcam relutantemente em uma jornada para o Mar do Norte. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional. Classificação 14 anos. 

 Pequena Miss Sunshine / Foto: Divulgação.
Pequena Miss Sunshine / Foto: Divulgação. 

18/6 | Pequena Miss Sunshine 

Direção: Jonathan Dayton e Valerie Faris | Drama/Comédia | EUA | 102 min. | 2006 | Legendado 

Nenhuma família é verdadeiramente normal, mas a família Hoover extrapola. Nada funciona para o clã, até que a filha caçula, a desajeitada Olive, é convidada para participar de um concurso de beleza para meninas pré-adolescentes. Durante três dias, eles deixam todas as suas diferenças de lado e se unem para atravessar o país numa kombi amarela enferrujada. Classificação 14 anos. 

Central do Brasil - Foto: Divulgação
Central do Brasil – Foto: Divulgação

25/6 | Central do Brasil 

Direção: Walter Salles | Drama | Brasil | 110 min. | 1998 

Dora, uma amargurada ex-professora, ganha a vida escrevendo cartas para pessoas analfabetas, que ditam o que querem contar às suas famílias. Ela embolsa o dinheiro sem sequer postar as cartas. Um dia, Josué, o filho de nove anos de uma de suas clientes, acaba sozinho quando a mãe é morta em um acidente de ônibus. Ela reluta em cuidar do menino, mas se junta a ele em uma viagem pelo interior do Nordeste em busca do pai de Josué, que ele nunca conheceu. Classificação 12 anos. 

Confira a programação completa em sescsp.org.br/sorocaba.   

 
SERVIÇO 

Sesc Sorocaba       

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.       

Fone: (15) 3332-9933.     

Prefira o transporte público 

Terminal São Paulo 

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa 

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares 

Terminal Santo Antônio 

Linha 65: Campolim 

BRT 

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim 

+ informações  

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Títulos de Mestre Acadêmico e Doutor Honoris Causa

Estão abertas inscrições para seleção de candidatos aos Títulos de Mestre Acadêmico e Doutor Honoris Causa do Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano e Academia de Letras de São Pedro da Aldeia

Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano
Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano

Estão abertas inscrições para seleção de candidatos aos Títulos de Mestre Acadêmico e Doutor Honoris Causa do Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano e Academia de Letras de São Pedro da Aldeia.

O Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano, é uma instituição de ensino civil de caráter científico, cultural e histórico, mantida e tem sua administração cultural pela Academia de Letras de São Pedro da Aldeia | ALSPA, instituição acadêmica reconhecida de forma internacional.

Realizando no ano de 2023 intercâmbios culturais com instituições como a Universidade de Rovuma | Moçambique e a City University of New York e parcerias com o Nalla – Núcleo Artístico e Literáro de Luanda, Altas – Associação Literária de Tarrafal de Santiago, Cabo Verde – África, Grupo Lankom de Guiné-Bissau e Clube Olhar Literario de Moçambique.

O Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano tem por finalidade principal a formação de profissionais, o estudo, a pesquisa, a preservação, a promoção e a difusão da Cultura Lusófona, das Ciências Históricas, Ciências Jurídicas, Letras, Artes, Educação, Filosofia, especialmente aos temas ligados à Cultura Lusófona.

O Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano e a Academia de Letras de São Pedro da Aldeia poderão outorgar títulos e distinções ‘HONORIS CAUSA’ em todo âmbito do saber, temas ligados aos estudos de ciências históricas, ciências jurídicas, letras, artes, educação, filosofia, cultura popular e outros…

O título Honoris Causa é das mais altas honras que um indivíduo pode receber. No passado, este título era concedido pelo monarca somente devido a algum feito militar, mas atualmente as mais variadas contribuições ao país e à vida pública também são honradas. De políticos a cientistas, de atores a professores, de empresários a escritores, é grande a gama de agraciados com o título.

Honoris causa (abreviado como h.c.), ou Doctor Honoris Causa, é uma locução gramatical latina (em Português: “por causa de honra”) usada em títulos honoríficos concedidos por Instituições à pessoas consideradas eminentes, que não necessariamente sejam portadoras de uma graduação do ensino superior, mas que se destacaram em determinada área, por sua virtude, mérito ou serviços.

O Instituto Baronesa de Ensino e Desenvolvimento Humano fará a concessão de Títulos Honoris Causa nas seguintes áreas:

– Dhc em Literatura;

– Dhc em Belas Artes;

– Dhc em Radiologia;

– Dhc em Cultura de Matriz Africana;

– Dhc em Terapias Integrativas;

– Dhc em Terapia holística;

– Dhc em Administração;

– Dhc em Cultura Popular Brasileira;

– Dhc em Jornalismo;

– Dhc em Arquitetura e Urbanismo;

– Dhc em Filosofia;

– Dhc em Teologia;

– Dhc em Sociologia;

– Dhc em Ciências da Natureza;

– Dhc em Ciências Contábeis;

– Dhc em Ciências Políticas;

– Dhc em Educação;

– Dhc em História;

– Dhc em Ciências Biológicas;

– Dhc em Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural;

– Dhc em Ciências Jurídicas;

– Dhc em Direitos Sociais e Humanitários;

– Dhc em Música;

– Dhc em Saúde Mental e Resiliência;

– Dhc em Ciência da Religião;

– Dhc em Comunicação Social;

– Dhc em Psicanálise; e

– Dhc em Psicologia.

A outorga do Título Doutor Honoris Causa consistirá na concessão de Diploma.

Os indicados deverão enviar currículo aos cuidados do Dr. Rogério Veiga, por meio do WhatsApp.

Os currículos serão avaliados pelo Conselho Acadêmico e Cultural da instituição.

Interessados à outorga:

https://wa.me/message/JHL6OCC5EHNUF1

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A José Martiniano de Alencar

Francisco Evandro de Oliveira:

‘A José Martiniano de Alencar’

Francisco Evandro Farick
Francisco Evandro Farick
José Martiniano de Alencar
Imagem gratuita da Store Norske Leksikon

José de Alencar, escritor que está entre os maiores expoentes da nossa Literatura Brasileira, na atualidade é pouco citado nos meios acadêmicos, no entanto, em qualquer lista de grandes nomes de escritores brasileiros que se possa vir a ser feita, ele estará sempre entre os dez melhores. Citando Augusto Meyer, que nos disse:

“Bastaria Iracema para consagrá-lo o maior criador da prosa romântica, na língua portuguesa. Mas além disso, lá na Câmara escura da nossa íntima devoção, onde começa o cinema interior. José de Alencar soube esboçar a largo traço um grandioso afresco, que não se encontra paralelo na ficção americana”.

José de Alencar desde muito jovem tornou-se famoso com suas pérolas: Iracema, O Guarani, Ubirajara, As Minas de Prata, O Ermitão da Glória, Guerra dos Mascates, Cinco minutos, A Viuvinha, Lucíola Diva, Senhora, A Pata da Gazela e tantos outros livros que produziu para o deleite da sociedade do segundo reinado.

Antes de ser nomeado Senador da República, o Imperador Dom Pedro II o considerava muito jovem para nomeá-lo Senador e ele disse na festa da nomeação do indicado: ”Vossa Majestade deveria ter rasgado a bula que o nomeou imperador”, já que o Imperador foi sagrado aos 14 anos e essa frase o colocou em rota de colisão com Dom Pedro II; no entanto ele soube reconhecer a grandeza de José de Alencar e em outra oportunidade o nomeou Senador da Republica. 

Para os cearenses, Alencar foi a voz do Ceará que fazia ecoar no centro da capital do reinado, e até hoje, na cidade de Messejana-CE, Alencar comunicava as paixões da nossas gente e das nossas coisas do dia a dia, um autor profundamente voltado para as mazelas nacionais. 

Um exímio romancista que nos deixa saudades de sua grandeza deixado externado em sua última frase na última página do livro Iracema: ”E tudo passa sobre a Terra”.

José de Alencar será sempre um exemplo a ser seguido pelos atuais escritores que representam a modernidade de nossa Literatura e a ele devemos tirar o chapéu para reverenciá-lo.

Francisco Evandro de Oliveira

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Profundidade versus superficialidade

Virgínia Assunção:

‘Profundidade versus superficialidade’

Virgínia Assunção
Virgínia Assunção
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Em um desses dias lindos e alaranjados de outono, quando as folhas caem parecendo pequenos colibris cercando as flores, parece que sussurram algo desconhecido para nós. Sentei-me no batente da casa de mamãe que dá para o jardim. A vida, como sempre, estava acontecendo ao meu redor. Meu pai assistindo a alguma coisa na TV e minha mãe perguntando-lhe o que queria para o almoço. O barulho de algumas crianças passando pela rua, correndo e rindo de tudo, completamente imunes às preocupações dos adultos. Nesse momento, em meio a esse cenário cotidiano, me peguei refletindo sobre a profundidade da vida.

     Somos incentivados constantemente a viver com intensidade, a buscar novas experiências que nos transformem, que nos façam pessoas melhores a garimpar nossas almas para nos tornarmos mais autênticos. Essa busca pela profundidade das coisas é praticamente uma obrigação contemporânea. Hoje, temos que meditar, fazer exercícios, terapia, viajar, ler livros complexos, escrever textos mais complexos ainda, fingir muitas vezes que somos o que não somos, que temos um conhecimento que não temos; tudo isso para garantir que estamos vivendo uma vida com sentido, uma vida ‘profunda’.

     Porém, ouvindo o barulho daquelas crianças que riam de tudo, imunes às preocupações, às vaidades, às competitividades vazias dos adultos, compreendi algo, no mínimo, curioso. Elas não se preocupavam, nem mesmo sabiam o significado de profundidade. A alegria para elas, estava exatamente na superfície: no correr, no brincar, no sorrir, no agora. E então, pensei que toda essa espontaneidade não tem como ser necessariamente superficial. Lembrei-me da passagem bíblica, quando Jesus nos ensina que, “quem não se fizer como uma criança, não herdará o reino dos céus. ” Esta sim, é uma sentença profundíssima.

     Acredito que o problema não esteja em viver uma vida ‘superficial’, mas sim, no medo de encarar a simplicidade que encontramos nela. Em acharmos que, se não estamos reiteradamente imersos em questionamentos existenciais, estamos fraquejando. A superficialidade tem sua beleza e sua função, como tudo na vida. É na superfície onde encontramos as flores, o mar, os rios, as pessoas, os cumprimentos de bom dia!, boa tarde!, boa noite!; como vai? É na simplicidade que muitas vezes encontramos o aconchego, o descanso, o afago e o conforto de que precisamos. Qual a necessidade de que todos os momentos sejam notáveis, profundos e cheios de significados?

     Às vezes, nos preocupamos tanto em viver com tanta intensidade que esquecemos que a vida também é para ser leve. E, sem dúvida, há uma leveza na superficialidade que é essencial para entrarmos em contato com o acessível, o descomplicado, o cristalino, o direto, sem subterfúgios. Cantar aquela música brasileira ou francesa que você ama, embaixo do chuveiro, mesmo sabendo que tem a voz desafinada, mas cantada com tanta paixão e simplicidade, que quando percebemos já não estamos mais no superficial, e sim, no nosso mais profundo momento e eles não precisam ser mais do que são, pois já são válidos por si mesmos.

     Evidentemente, que temos que ter cuidado com a superficialidade extrema; eludir da nossa vida os momentos de profundidade, pode sim, levar a um grande vazio. O segredo, portanto, é manter o equilíbrio. Entretanto, também devemos nos dar a permissão de tão somente, simplesmente ser, sem a opressão ou imposição de estar sempre buscando algo maior.

     E ao me levantar daquele batente na casa da minha mãe, percebi quão boa é a superficialidade, pois abraçando-a, abraço também, paradoxalmente, a profundidade. Nossa vida é feita de momentos profundos e de instantes superficiais, e cada um com o seu valor no grande aglomerado de acontecimentos da nossa existência. E talvez, só talvez, ao entender a superficialidade, descobriremos uma nova profundidade em cada momento vivido.

Virgínia Assunção

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Avanço para a Igualdade de Género

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo:

‘Avanço para a Igualdade de Género’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
Avanço para a igualdade de género
Avanço para a igualdade de género
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A Mulher e o Homem, em igualdade de participação, segundo, certamente, as suas diferenças naturais, resolvem a maior parte dos problemas, eventualmente, no seio das próprias famílias de que fazem parte. Impõe-se, portanto, derrubar as mentalidades das “superioridades”, sejam elas masculinas, sejam, num ou noutro caso, femininas.

A sociedade, ainda fortemente masculinizada, tem de compreender o papel cada vez mais relevante da Mulher, cada vez em mais domínios de intervenção, não adiantando nada colocar “barreiras” a este avanço justo, que ao longo das últimas décadas a Mulher vem conseguindo. Pelo contrário, a humanidade só terá a ganhar com a união de esforços dos dois géneros, tendo por objetivo o bem-comum. 

Além disto ninguém pode ignorar o papel crucial da Mulher quando ela assume, verdadeiramente, a função mais nobre que qualquer ser humano pode conseguir na vida: gerar no seu próprio ventre outro ser que vem dar sentido à vida dela e do seu parceiro progenitor e, depois, ao enriquecimento da família. 

Na verdade: «Com efeito a intimidade da relação mãe-criança é tão estreita que poderemos considerá-la a unidade básica do sistema social a que chamamos parentesco. O segundo ponto é que, durante os primeiros anos, pelo menos, a relação como o pai parece ser de importância secundária. É importante para a segurança e a saúde mental da mãe, e, através dela, da criança, que possa contar com o apoio e a segurança de um homem.» (GOLDTHORPE, 1977:87). 

Verifica-se, assim, que nem a Mulher pode prescindir do Homem nem este daquela. Apesar desta evidência, parte significativa da comunidade masculina, não conseguiu, ainda, ultrapassar certos preconceitos que herdou do passado, o que tem dificultado as boas-práticas de procedimentos de igualdade de género. 

Vem chegando à opinião pública, e às escolas, algumas iniciativas, ainda tímidas, quanto à formação dos cidadãos para esta temática, reconhecendo-se, todavia, existirem muitas resistências que, nesta sociedade, dita pós-moderna, já não fazem sentido.

A solução para as situações do não reconhecimento da igualdade de género, no que é possível, passa: em primeira instância, pela educação/formação, o mais cedo possível, na vida de cada pessoa; também pela especialização de professores/formadores; pela elaboração e disponibilização de material didático a utilizar nas diversas idades; pelas boas-práticas no seio das famílias.

Ainda que haja quem pretenda menosprezar as funções da família, devido a várias circunstâncias, desde logo as imensas dificuldades que se colocam aos jovens, a verdade é que: «É ao grupo família que cabe um dos primeiros lugares, porque, no quotidiano, são os membros da família que asseguram, desde a mais tenra infância, a continuidade do nosso desenvolvimento.» (ANGERS, 2003:56). 

Significa isto que o progresso para a igualdade de género, entre outras características, deve passar pela família, no seio da qual, mulheres e homens, serão tratadas/os de igual forma, apenas se respeitando as suas especificidades biofísicas. 

A harmonia de género nasce, portanto, neste núcleo coeso que é (ou deve ser) a família e que, posteriormente, quando cada elemento assume a sua liberdade individual, irá preparado para respeitar o género oposto. Dificilmente se obterá a harmonia por outro processo.

Claro que a harmonia de género passa, necessariamente, por outras exigências, nomeadamente a igualdade de oportunidades. Discriminar, preconceituosamente, no acesso a uma determinada atividade, quaisquer outras pessoas, pelo facto de serem do género feminino ou masculino, é uma atitude, no mínimo, inaceitável, injusta e ilegal.

O ato discriminatório verifica-se mais durante o processo de recrutamento: «As entrevistas com as candidatas a um emprego assumem uma grande importância. Não é raro que as mulheres tenham de se defender ao longo da entrevista, contra os preconceitos que decorrem da repartição tradicional dos papéis entre os homens e as mulheres, ou de outros preconceitos que revelam que os responsáveis põem em dúvida a importância dada pelas mulheres à sua vida profissional, quando não mesmo a própria competência das mulheres para assumirem certos postos e funções.» (ROMÃO, 2000:63).

Bibliografia

ANGERS, Maurice, (2003). A Sociologia e o Conhecimento de Si. Uma outra maneira de nos conhecermos graças à Sociologia. Tradução, Maria Carvalho. Lisboa: Instituto Piaget.

GOLDTHORPE, J. E., (1977). Sociologia e Antropologia Social: Uma Introdução. Tradução, Álvaro Cabral. Rio de Janeiro: Zahar Editores.

ROMÃO, Isabel, (2000). A Igualdade de Oportunidades nas Empresas. Gerir para a Competitividade. Gerir para o Futuro. Lisboa: Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres – Presidência do Conselho de Ministros. Coleção Bem-estar, Nº 1

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Ventos a soprar

Irene Rocha: Poema ‘Ventos a soprar’

Irene Rocha
Irene Rocha
Ventos a soprar
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Nos ventos a soprar, encontro minha voz,
Coragem e fé, na jornada sem repousar.

Estrelas guiam, estradas se revelam,
E no mar sereno, o brilho que se espelha.

Sol e Lua, eternos guardiões da emoção,
Ao meu lado, a vibração da inspiração.

Pássaros, pedras, seres em harmonia,
Na terra e ar, a vida em sinfonia.

Amor em cada batida, em cada olhar,
Dias cavalgados, horas a navegar.

Sonhos que tecem cada instante fluente,
A vida dança, poesia eloquente.

Irene Rocha

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Relatos de amor

Nilton Rocha: Poema ‘Relatos de amor’

Nilton Rocha
Nilton Rocha
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Ver o Sol nascer,
Tomar café proseando,
Sentir-se alegre,
Gratidão pela vida encontrando.

Curtir as estrelas,
Agradecer a vida e a saúde,
Caminhar de mãos dadas,
Com amor e plenitude.

Comprar pipoca, sorvete,
Ir ao cinema, namorar,
Devagarzinho, em cada gesto,
Dormir abraçados, sonhar.

Ver o Sol nascer de novo,
Em um ciclo de amor e luz,
Relatos de um viver sincero,
Onde o amor nos conduz.

Nilton Rocha

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