TIM Music Rio

TIM Music Rio começa no próximo fim de semana com shows de Marina Sena, Baco Exu do Blues, Gloria Groove e Diogo Nogueira homenageando Beth Carvalho na Praia de Copacabana

TIM Music Rio
TIM Music Rio

Fotos de divulgação

É dada a largada para a terceira edição do TIM Music Rio, maior festival gratuito de música do Brasil, que acontece no próximo final de semana com shows começando pontualmente às 16h no Posto 4 da praia de Copacabana. O line-up aposta na diversidade de ritmos e na representatividade de gêneros reunindo nas areias da princesinha do mar públicos das mais diversas gerações e dos mais variados gostos musicais.

No primeiro sábado do festival, estão escalados dois artistas da nova cena musical brasileira. O pop cheio de sensualidade e ginga de Marina Sena abre o TIM Music Rio. A cantora apresentará o espetáculo “Vício Inerente”, com canções do mais recente álbum, de mesmo nome, além de sucessos como “De Primeira”, “Dano Sarrada” e “Sonho Bom”. Destaque da música contemporânea brasileira, Baco Exu do Blues faz o segundo show da noite. O rapper, natural de Salvador,  que tem mais de 6,3 milhões de ouvintes mensais nas plataformas digitais, interpretará sucessos do álbum “Quantas vezes você já foi amado?”, e outras músicas de seu repertório como “Te Amo Disgraça”, “Samba In Paris” e  “Lágrimas”.

No dia seguinte, domingo, 26 de maio, Diogo Nogueira abre os trabalhos do festival TIM Music Rio, com um show especialmente criado para o evento em homenagem à grande madrinha do samba, Beth Carvalho.  O sambista dividirá o palco com Roberta Sá e Marvvilla, que vão representar todas as mulheres que têm a sambista como grande inspiração. Sucessos como “Coisinha do Pai”, “Andança” e “Vou Festejar” estão garantidos no repertório. Fechando o primeiro fim de semana, a estrela pop Gloria Groove, Drag Queen mais ouvida no país, apresenta o show de sua turnê “Noite de Glória” , que reúne seus maiores sucessos em uma apresentação histórica dividida em quatro atos.

No domingo, a programação do festival vai ser aberta pela Bateria do Instituto TIM, formada por 50 crianças, adolescentes e adultos liderados pelo Mestre Mangueirinha, da escola de samba Unidos de Vila Isabel. O projeto existe desde 2010 e promove educação musical gratuita, além de trabalhar o tema da inclusão e a integração ao reunir pessoas com algum tipo de deficiência – como surdez, transtorno do espectro autista e síndrome de down – e pessoas sem deficiência.

Segundo fim de semana

O segundo fim de semana do festival TIM Music Rio traz um line-up formado apenas com artistas pretos, reforçando sua proposta de ser um evento inclusivo e representativo. No sábado, dia 1º de junho, Preta Gil traz seu “Baile da Preta”, com um repertório animado, composto por músicas próprias e muitos sucessos, como “Sinais de Fogo”, “Stereo” e “Decote”, em uma miscelânea de ritmos brasileiros como funk, samba, axé, sertanejo. A cantora traz como convidado, o cantor e compositor pop, Thiago Pantaleão, que ficou conhecido na internet por seu rebolado inconfundível e seu timbre de voz único. Em seguida, é a vez da grávida do ano, Iza, embaixadora da marca TIM, encerrar os trabalhos com o show “Afrodhit Tour”. No repertório, faixas do novo disco como “Fé Nas Maluca”, “Que Se Vá”, “Mega da Virada”, e completam o set list músicas já conhecidas na voz da cantora como “Brisa”, “Pesadão” e “Meu Talismã”.

No domingo, dia 2 de junho, o palco do TIM Music Rio recebe um ícone da música popular brasileira: o cantor e compositor Djavan. O alagoano vai apresentar o espetáculo ”D”,  que traz faixas do último trabalho como “Num Mundo de Paz” e “Iluminado”, além de mais de 20 sucessos de todas as fases de sua discografia, com sucessos como “Sina” e “Flor de Lis”, músicas que têm lugar cativo em todos os shows porque, segundo o artista, “são canções que o povo ama”. Antes, o hip hop da zona sul de São Paulo chega às areias de Copacabana com o som de Rael, com um  setlist  que reúne obras de seu álbum “Capim-Cidreira”, além de “Vem com Tudo” e  “Rei do Lual”. 

TIM Music Rio

Grandes nomes da música brasileira já passaram pelo palco do TIM Music Rio, reunindo mais de meio milhão de pessoas na praia de Copacabana. No primeiro ano, em 2022, o evento apresentou aos cariocas uma programação de shows cheios de potência e diversidade com nomes como Seu Jorge, Luiza Sonza, Xamã e Criolo.  Em sua segunda edição, no ano passado, trouxe a estrela Caetano Veloso, que fez uma apresentação histórica, além de Daniela Mercury, Matuê, Liniker, BaianaSystem Pretinho da Serrinha com Jorge Aragão.

“O TIM Music Rio representa nosso compromisso de levar música de qualidade para todas as pessoas. Só uma marca como a TIM – que tem essa conexão tão forte com a música e valores como coragem, liberdade e respeito – poderia realizar um festival tão grandioso, diverso e 100% gratuito para o público. A nossa plataforma de música também é uma oportunidade de nos aproximarmos ainda mais dos consumidores e destacar nossa tecnologia e conectividade que potencializam a experiência em grandes eventos”, explica Fabio Avellar, VP de Receitas da TIM.

Para Rafaello Ramundo, sócio-diretor da Novo Traço e diretor artístico do eventoo desafio da curadoria é sempre proporcionar uma experiência inesquecível para as pessoas: “Vamos ocupar mais uma vez as areias de Copacabana com um evento cuja marca principal é a diversidade. Escalamos artistas dos mais diferentes ritmos, passando pela MPB, o pop, o rap, entre outros, para garantir entretenimento para todos os públicos, e, assim, promover um encontro de gerações. Para coroar esse momento, teremos um grande show de Djavan e uma homenagem mais do que merecida à ‘Madrinha’ e inspiração de vários sambistas consagrados, Beth Carvalho. Tudo com o máximo de qualidade que o entretenimento deve ter, com total segurança e organização”.

O TIM Music Rio é realizado através da Lei de Incentivo à Cultura do Estado do Rio de Janeiro. Os shows contam com toda a infraestrutura e suporte necessários dos órgãos públicos e acontecem sempre entre 16h e 20h.

TIM e a música: conexão que inspira

A TIM sempre foi reconhecida como forte incentivadora de projetos musicais no Brasil, com histórico de realização de ações proprietárias e patrocínios nacionais e regionais. Foi ainda a primeira operadora a incluir streaming de música em suas ofertas, popularizando o acesso em linha com os novos hábitos de consumo dos brasileiros.

A companhia começou o ano de 2024 com um estande de destaque no Festival de Verão Salvador, quando foi a marca com mais menções positivas nas redes sociais durante o evento. No Rio de Janeiro, além do TIM Music Rio, a empresa tem o naming right do TIM Music Noites Cariocas pelo terceiro ano seguido e já se prepara para, novamente, marcar presença em mais uma edição do Rock in Rio. Em 2022, foi a segunda marca mais comentada durante o festival, com 85 mil menções nas mídias sociais.

Novo Traço

Com 16 anos de mercado, a Novo Traço é uma empresa de entretenimento, com foco na produção, criação e direção artística de grandes festivais de música gratuitos, especializada em proporcionar o diálogo de grandes marcas com seus públicos através de projetos culturais. Sob o comando de seu fundador, Rafaello Ramundo, a empresa cria, organiza e realiza eventos nas áreas de música, de cinema, entre outros, sempre entregando máxima qualidade de entretenimento, com segurança e organização. Além do TIM Music Rio, a agência já realizou para a operadora os eventos Verão TIM, 2020, e o TIM Mulheres Positivas, em 2022. Também é responsável pelos projetos EMS Música em Movimento, Festival Enel Por Você, Prudential Concerts e o Festival Natal Equatorial.

SERVIÇO

Datas: 25 e 26 de maio, e 1º e 2 de Junho

Local: Praia de Copacabana, Posto 4, RJ

Abertura: 16h*

Encerramento: 20h*

Gratuito

*show serão realizados dentro do horário, com encerramento previsto para às 20h 

25/05/2024 – Marina Senna (17h)/ Baco Exu do Blues (19h)

26/05/2024 – Show em homenagem a Beth Carvalho com Diogo Nogueira, Marvvila, Roberta Sá (17h) / Gloria Groove (19h)

01/02/06 – Preta Gil convida Thiago Pantaleão (17h)/ IZA (19h)

02/06/2024 – Rael (17h)/ Djavan (19h)

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Sangue amoroso

Denise Canova: Poema ‘Sangue amoroso’

Denise Canova
Denise Canova
Um ser humano solidário
Um ser humano solidário
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Sangue caridoso

Sangue amoroso

Sangue esperançoso

Sangue de alguém

que pensa no outro

Dama da Poesia

Contato com a autora

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Todas as minhas mortes

Livraria da Vila do JK Iguatemi recebe Paula Klien para o lançamento do livro ‘Todas as minhas mortes’

Divulgação | Citadel Grupo Editorial
Divulgação | Citadel Grupo Editorial

Artista multidisciplinar, reconhecida internacionalmente, volta à cena com um romance autoficcional que provoca um inquietante pensar sobre a vida, amor e perdas

Paula Klien, artista plástica carioca, autora de importantes obras contemporâneas, lança um intenso romance inspirado nas próprias vivências: Todas as minhas mortes. O coquetel e sessão de autógrafos para celebrar este lançamento com amigos, familiares, celebridades e fãs acontece dia 24 de maio, sexta-feira, a partir das 19 horas, Livraria da Vila, localizada no shopping JK Iguatemi em São Paulo.

Com uma narrativa visceral que desafia pudores e mergulha na complexidade humana, a obra, publicada pela Citadel Grupo Editorial, retrata as muitas mortes que desenham o curso existencial da protagonista. Por meio dos relatos de Laví, abreviação de la vie ― ou vida em francês –, é possível acompanhar as dores que uma mulher enfrenta desde a infância até o pós-menopausa.  

Reconhecida internacionalmente por seus projetos multidisciplinares, Paula Klien utiliza técnicas ancestrais para criar artes e pinturas. Pioneira em criptoarte e NFT (token não fungível), as obras visuais da artista integram acervos de museus e importantes coleções, bagagem que ela agora incorpora à narrativa literária, que aborda temas como erotismo, sexo, paixão, amor, família, maternidade, cura e fé. 

Como fotógrafa, publicou os livros de retratos “Pessoas Me Interessam” (2010) e “It’s Raining Men” (2014), além de retratar uma ampla gama de modelos e personalidades no Brasil e no exterior. O portfólio de Paula contém o último retrato de Oscar Niemeyer, feito quando o arquiteto tinha 104 anos, e de personalidades como Alexandre Nero, Arduíno Colasanti, Cauã Reymond, Emílio Santiago, Grazi Massafera, Juliana Paes e Reynaldo Gianecchini.  

Lançamento – Todas as minhas mortes 

  • O que: coquetel de lançamento do livro “Todas as minhas mortes” 
  • Quando: 24 de maio (sexta-feira); 
  • Horário: a partir das 19h; 
  • Onde: Livraria da Vila; 
  • Endereço: Av. Juscelino Kubitschek, 2041, Loja 335/336 – Piso 2 – Itaim Bibi, São Paulo
  • Onde encontrar o livro: Amazon e principais livrarias do Brasil

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Coletivo Kukuru Itan

Coletivo Kukuru Itan realiza oficina gratuita de teatro de Nanã para idosos durante o mês de junho

Ingrid Alecrim e Miguel Estevão | Crédito: Duda Viana
Ingrid Alecrim e Miguel Estevão | Crédito: Duda Viana

Atividades acontecem no CEU Alvarenga, no Centro Cultural Grajaú, no CEU São Mateus e no Centro Cultural Penha 

Com a missão de valorizar a identificação de idosos racializados, sobretudo negros, o Coletivo Kukuru Itan criou a oficina de teatro de Nanã, que acontece durante o mês de junho em vários centros culturais e CEUs da cidade de São Paulo. As atividades são gratuitas e serão ministradas por Ingrid Alecrim e Miguel Estevão.  

As oficinas acontecem nos dias 18 de junho, das 13h às 16h30, no CEU Alvarenga; 22 de junho, das 13h às 16h30, no Centro Cultural Grajaú; 25 de junho, das 9h às 12h30, no CEU São Mateus; e 29 de junho, das 10h às 13h30, no Centro Cultural Penha. 

Os encontros são destinados ao público a partir de 60 anos, com ou sem experiência na linguagem do teatro. Cada oficina recebe até 20 alunos e as inscrições são feitas por este link aqui: https://forms.gle/BxFhPcCZMcHwK7EA8 – basta selecionar o local da sua preferência e preencher o formulário respectivo. Para quem tiver dificuldade, os próprios espaços culturais auxiliam na inscrição online. É só ir presencialmente e tirar as dúvidas. 

Como a ideia do Coletivo Kukuru Itan é dialogar com as heranças culturais afrodiaspóricas, a oficina tem como tema um conto iorubano da orixá Nanã sobre a criação do ser humano. O grupo vai trabalhar a consciência corporal pessoal, a manipulação de bonecos e o jogo cênico.  

Conteúdo da oficina Nanã

Durante 3h30, os alunos aprendem sobre a importância dos orixás para o povo iorubá, a contribuição dos iorubás para a cultura brasileira e as relações entre religião e cultura, além de discutirem intolerância religiosa e racismo. 

Além disso, os participantes fazem uma boneca abayomi, elaborada com panos coloridos cortados e feita somente com amarrações, assistem a uma contação de história e participam de um exercício corporal inspirado nos elementos da natureza presentes na narrativa apresentada (água, terra, fogo, vento, madeira e pedra). 

Depois de entender todas as potencialidades do corpo, o público inicia uma fase de experimentação livre para a manipulação das bonecas, descobrindo maneiras de unir tudo o que foi aprendido. Neste momento, os oficineiros compartilharão suas experiências e darão dicas.

Por fim, as pessoas se juntam em grupos para construir uma cena de até 3 minutos que será apresentada para todo mundo. Para inspirar as criações, serão distribuídos contos iorubanos impressos. 

Este projeto foi contemplado pelo Programa para Valorização das Iniciativas Culturais no Estado de São Paulo – VAI. 

Sobre o Coletivo Kukuru Itan

Formado por artistas-educadores pretos das periferias sul e leste da cidade de São Paulo, o Coletivo Kukuru Itan nasce em novembro de 2022 a partir de uma conversa sobre a importância de transmitir a cultura afrodiaspórica para as novas gerações e as distintas maneiras de realizar essa transmissão. O resultado foi a escolha pelo trabalho com contação de itans (lendas iorubanas) e realização de oficinas teatrais prioritariamente para o público infantil.   

O grupo acredita que é necessário estabelecer caminhos que reconfigurem saberes, sujeitos e histórias para além do que é ensinado nas escolas. Para os artistas, é primordial para as camadas da infância e da juventude entrar em contato com a história afro-brasileira, uma vez que esse conhecimento lhes é negado.  

SERVIÇO
Oficina de teatro para idosos de Nanã
Público-alvo: pessoas a partir de 60 anos
Link de inscrição: https://forms.gle/BxFhPcCZMcHwK7EA8

 CEU ALVARENGA
Data:  18 de junho, das 13h às 16h30
Endereço: Estr. do Alvarenga, 3752 – Balneário São Francisco

CENTRO CULTURAL GRAJAÚ
Data: 22 de junho, das 13h às 16h30
Endereço: R. Prof. Oscar Barreto Filho, 252 – Parque America

CEU SÃO MATEUS
Data: 25 de junho, das 9h às 12h30
Endereço: R. Curumatim, 201 – Parque Boa Esperança

CENTRO CULTURAL PENHA
Data: 29 de junho, das 10h às 13h30
Endereço: Largo do Rosário, 20 – Penha de França

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Isadora

Marília Passos lança em livro uma peça sobre a dançarina norte-americana Isadora Duncan

Capa do livro 'Isadora' - Marília Passos
Capa do livro ‘Isadora’ – Marília Passos

Lançamento acontece no dia 18 de junho em Ubatuba (SP) com  uma oficina gratuita de escrita criativa

A autora, atriz e dançarina Marília Passos conta a história da norte-americana Isadora Duncan (1877-1927), considerada precursora da dança moderna, na peça inédita ‘Isadora‘, que será lançada em formato de livro pela e Editora Labrador, no dia 18 de junho, das 14h às 17h, no Teatro Municipal Pedro Paulo Teixeira Pinto, em Ubatuba, no litoral de SP. 

O evento será uma oficina de escrita criativa, ministrada pela autora no Teatro Municipal Pedro Paulo Teixeira Pinto de Ubatuba, a ser realizada no dia 18 de junho das 14h às 17h. A atividade é voltada para jovens e adultos que tenham interesse nesse assunto. 

Ao longo de 3 horas, a autora desvendará a escrita a partir de experiências pessoais, constituindo uma aproximação entre os participantes e a escrita teatral. A oficina será promovida em parceria com a FundArt – Fundação de Arte e Cultura de Ubatuba.

Isadora Duncan revolucionou a dança na virada dos séculos XIX para XX. A peça “Isadora” é inspirada em sua autobiografia intitulada “Minha vida” e conta a trajetória da bailarina através da retrospectiva de sua vida e sua relação com sua mãe. 

Dividida em dois tempos, a peça começa com o reencontro de Isadora com a mãe depois que a bailarina volta consagrada para os EUA, vinte anos depois de ter chegado à Europa. As duas veem a tristeza em seus rostos e refletem como duas mulheres que tiveram vidas tão distintas podiam trazer no rosto marcas tão semelhantes. Ao refletir sobre isso, elas começam a relembrar suas trajetórias. 

O livro tem tiragem prevista de 500 exemplares da obra, com parte da distribuição (20%) doada às instituições de ensino técnico nas áreas do teatro, da dança e da produção cultural, além de equipamentos culturais e bibliotecas públicas do Estado.

Este projeto foi integralmente realizado com o apoio do Edital ProAC Expresso Direto nº 22/2023 – LITERATURA / REALIZAÇÃO E PUBLICAÇÃO DE OBRA TEATRAL INÉDITA.

Sinopse

Isadora Duncan revolucionou a dança na virada dos séculos XIV para XX e é considerada a precursora da dança moderna. Antes dela trazer ao público sua dança de pés descalços e improvisação, o mundo das artes só entendia como dança o balé.

Isadora Duncan escreveu sua autobiografia intitulada “A minha vida” depois da Primeira Guerra Mundial, mas só foi publicada em 1928, um ano após a sua morte. Isadora foi arrancada do carro conversível que pilotava por sua echarpe, que se enroscou na roda do automóvel, e morreu sufocada. 

A peça “Isadora” conta a trajetória da bailarina através da sua própria retrospectiva de vida e de sua relação com sua mãe. Dividida em dois tempos, a peça começa com o reencontro de Isadora com a mãe quando a bailarina volta consagrada para os EUA, vinte anos depois de ter chegado à Europa. As duas vêem a tristeza em seus rostos, e refletem como duas mulheres que tiveram vidas tão distintas podiam trazer no rosto marcas tão semelhantes. Ao refletir sobre isso, elas começam a relembrar a trajetória de Duncan.

Nascida na Califórnia, sua mãe se divorciou de seu pai quando Isadora ainda era bebê. Ela criou os quatro filhos dando aulas de piano. Além do ambiente artístico que a mãe trazia para a casa, Isadora credita à infância pobre e livre a semente da sua dança. Ela conta que havia abandonado a escola para passar horas dançando à beira do mar.

Com dezessete anos, acreditando que só na Europa sua dança seria reconhecida, ela parte com a família de carona em um cargueiro de gado para a Inglaterra. Depois de meses de pobreza, onde tiveram até que dormir na rua, Isadora começa a se apresentar nos salões da alta sociedade inglesa, mas é só depois de se mudar para Paris que seu nome começa a se espalhar pelos salões da sociedade e ambientes artísticos. Logo ela começa a se apresentar em teatros de diferentes cidades da Europa, sendo reconhecida como uma revolucionária do mundo da dança e das artes. 

Seu temperamento livre e avançado para o padrão da época renderam muitas críticas, mas Isadora nunca se deixou amedrontar por elas. Do seu relacionamento com o cenógrafo Gordon Craig, tem seu primeiro filho e depois se relaciona com o empresário Paris Singer, pai de seu segundo filho.

Isadora havia adotado quarenta crianças em Paris para as quais pretendia ensinar sua dança, fazendo com que seu legado continuasse, porém, essa escola consumia todos os seus ganhos. Paris Singer oferece a ela o suporte financeiro para que ela pudesse manter suas alunas, mas a grande paixão entre os dois encontra desavenças e logo eles se separam, mesmo estando apaixonados.

Em um dia de muita chuva, o carro que levava os dois filhos de Isadora e a babá sofre um acidente e cai no rio Sena, matando todos. Isadora entra em uma grande depressão que se estende pela Primeira Guerra Mundial. Na peça, Paris Singer a encontra depois de muito procurá-la por Paris e a resgata da depressão. Ao encontrá-la abandonada em um pequeno quarto alugado, ele diz que nos EUA, sua pátria, estão todos à espera da grande Isadora Duncan, a bailarina dos pés nus que revolucionou a dança. Sua fama havia enfim chegado à sua terra natal, e uma grande turnê havia sido organizada para que ela voltasse triunfalmente ao seu país. É nesse retorno que ela reencontra a mãe, e voltamos para as reflexões das duas no início da peça, quando juntas tentam entender o sentido da vida. 

Sobre Marília Passos

Marília Passos iniciou sua carreira como atriz, estreando na novela “Coração de Estudante”. (Rede Globo), seguido de outros trabalhos para Globo, HBO, FOX e cinema. Paralelamente, fez faculdade de dança. Ao longo da carreira, se envolveu também com produção de vídeo e roteiro. Trabalhou como videomaker e cenógrafa, ao mesmo tempo em que começou a frequentar um curso permanente de escrita criativa e roteiro. 

Desde então, lançou quatro romances e colaborou com projetos de séries e diversas revistas. 

Suas principais experiências como escritora são: Finalista do Prêmio Jabuti com o romance “Selvagem” (2023); publicação do romance “Selvagem” pela Editora Labrador; participou de mesa redonda com o lançamento do romance “Selvagem” no Festival Literário de Paraty (FLIP 2022); lançamento do romance “Intragável” pela Editora Labrador com participação no Festival Literário de Paraty (FLIP 2018); apresentação do romance “A natureza das coisas” na Casa Publishnews; lançamento do romance “A natureza das coisas” pela Editora Labrador; foi co-roteirista no projeto da série “Vagabunda”, assinado por Ilan Rawet (2016 -2017); lançamento do romance “Azul e Sombra”, pela Editora Oito e Meio. Como atriz, seus principais trabalhos foram em “Mandrake” (HBO – 2005), “Irmãos de Fé” (2005), “Um só coração” (GLOBO – 2004) e “Coração de estudante” (GLOBO – 2002).

Ficha Técnica:

Autora e produtora executiva: Marília Passos

Coordenação editorial: Pamela J. Oliveira

Assistência editorial: Leticia Oliveira

Projeto gráfico e capa: Luiz Stein

Diagramação: Nalu Rosa e Marina Fodra

Preparação de texto: Andresa Vidal

Revisão: Jaqueline Corrêa

Revisão dramatúrgica: Aimar Labaki

Gestão: IC Cultura

Coordenadoras de produção: Bia Ramsthaler e Aryane Barcelos

Editora Labrador

SERVIÇO

Lançamento do livro Isadora, de Marília Passos
Oficina de Escrita Criativa

Quando: 18 de junho, das 14 às 17h

Teatro Municipal Pedro Paulo Teixeira Pinto – Praça Exaltação à Santa Cruz, 22, Centro, Ubatuba/SP

Entrada gratuita

Isadora

Editora Labrador

Número de páginas: 96 pgs

Inscrições: projetos.fundart@gmail.com

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Festival Sesc Culturas Negras

Sesc Sorocaba recebe o Festival Sesc Culturas Negras, com dança Zulu e show da artista sul-africana Nduduzo Siba, celebrando sua ancestralidade 

 Nduduzo Siba / Foto: Divulgação.
Nduduzo Siba / Foto: Divulgação. 

Atividades são gratuitas para todas as idades e acontecem nessa quinta dia 23/5 

Link de fotos em alta:
https://photos.app.goo.gl/JTZ7RrDZvJxBpVig6 

O Festival Sesc Culturas Negras dedica-se à valorização, ao reconhecimento e à difusão da cultura negra. O Festival parte da potencialidade como força motriz, buscando realçar e evidenciar experiências e territórios de existência firmada na ancestralidade negra, no encruzilhamento de possibilidades, cujo tempo e espaço, passado, presente e futuro, se atravessam, dialogam e se contaminam.   

O Festival compreende uma ampla programação alinhavando apresentações, vivências, experimentações, rodas de conversas, passeio, marcada pela diversidade de possibilidades de formatos e pela participação de artistas, grupos e coletivos, lideranças comunitárias, mestres e mestras tradicionais e pesquisadores e pesquisadoras da arte e da cultura negra.   

O Sesc Sorocaba recebe duas atividades do Festival, confira: 

Aula aberta de Dança Zulu, onde a artista e ativista sul-africana de origem Zulu, Nduduzo Siba, compartilha suas vivências, de quena África do Sul, a dança e o canto Zulu se aprendem na infância. Assim como a dança, o canto também é uma forma de expressão política, sempre presente nas manifestações contra a segregação racial do Apartheid. Os mais velhos contam que nessa época a língua zulu era proibida, então, a solução para mantê-la viva era cantar. A atividade acontece na quinta, dia 23, das 17h às 18h. Grátis, com classificação livre, para participar é só chegar. 

Seguindo no mesmo dia, às 20h, Nduduzo Siba se apresenta em um show que celebra sua ancestralidade, convidando músicos africanos para acompanhar seu trabalho, como o percussionista togolês Edoh Amassize. Grátis, com classificação livre, para participar é só chegar. 

Confira mais sobre essas e outras atividades da programação do Sesc Sorocaba em sescsp.org.br/sorocaba. 

SERVIÇO 

AULA ABERTA DE DANÇA 

Dança Zulu 

Quinta, dia 23/5, das 17h às 18h. 

Classificação livre. Grátis. 

Para participar é só chegar. 

MÚSICA 

Nduduzo Siba 

Quinta, dia 23/5, às 20h. 

Classificação livre. Grátis. 

Para participar é só chegar. 

Sesc Sorocaba       

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.       

Fone: (15) 3332-9933.     

Prefira o transporte público 

Terminal São Paulo 

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa 

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares 

Terminal Santo Antônio 

Linha 65: Campolim 

BRT 

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim 

+ informações  

facebook.com/sescsorocaba 

instagram.com/sescsorocaba 
youtube.com/sescsorocaba 
twitter.com/sescsorocaba 

sescsp.org.br/sorocaba 

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Línguas africanas que fazem o Brasil

‘Línguas africanas que fazem o Brasil’ é a nova exposição temporária do Museu da Língua Portuguesa

Museu da Língua Portuguesa
Museu da Língua Portuguesa. Imagem gratuita Flickr
https://www.flickr.com/photos/governosp/52692624765

Com curadoria do músico e filósofo Tiganá Santana, projeto destaca a influência das línguas iorubá, eve-fom e do grupo bantu no português falado no Brasil e na cultura nacional. Mostra será aberta no dia 24 de maio

O dia a dia do povo brasileiro é atravessado pelas presenças africanas na forma como nos expressamos – seja na entonação, no vocabulário, na pronúncia ou na forma de construir o pensamento. É sobre essas presenças que trata a exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasilcom curadoria do músico e filósofo Tiganá Santana e realização do Museu da Língua Portuguesa, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo. A mostra abre ao público no dia 24 de maio e fica em cartaz até janeiro de 2025.  

A exposição conta com patrocínio máster da Petrobras, patrocínio da CCR, do Instituto Cultural Vale, e da John Deere Brasil; e apoio do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra e da CAIXA. 

Línguas dos habitantes de terras da África Subsaariana, como o iorubá, eve-fom e as do grupo bantu, têm participação decisiva na configuração do português falado no Brasil, seja em seu vocabulário ou na maneira de pronunciar as palavras e de entoar as frases, mesmo que esta estruturação não seja do conhecimento dos falantes. Trata-se de uma história e de uma realidade legadas por cerca de 4,8 milhões de pessoas africanas trazidas de forma violenta ao país entre os séculos 16 e 19, durante o período do regime escravocrata. Além da língua, essa presença pode ser sentida em outras manifestações culturais, como a música, a arquitetura, as festas populares e rituais religiosos.  

Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil
Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil

“Ao mesmo tempo que a gente quer mostrar ao público que falamos uma série de expressões e estruturas que remontam a línguas negro-africanas, também desejamos revelar de que maneira isso acontece. Por que falamos caçula e não benjamim? Por que dizemos cochilar e não dormitar? Essas palavras fazem parte de nosso vocabulário, da nossa vida, do nosso modo de pensar”, afirma Santana. 

A exposição Línguas africanas que fazem o Brasil recebe o público com 15 palavras oriundas de línguas africanas impressas em estruturas ovais de madeira penduradas pela sala. Serão destacadas palavras como bundaxingarmarimbondodendêcanjicaminhoca e caçula. O público também poderá ouvi-las nas vozes de pessoas que residem no território da Estação da Luz, onde o Museu está localizado.  

Outro destaque no espaço é a obra do artista plástico baiano J. Cunha – um tecido estampado com os dizeres “Civilizações Bantu” que vestiu o tradicional Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, no Carnaval de 1996. Além disso, cerca de 20 mil búzios também estarão suspensos e distribuídos pelo ambiente. Na tradição afro-brasileira, as conchas são usadas em práticas divinatórias e funcionam como linguagem que conecta o mundo físico e espiritual.  

Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil
Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil

“Os búzios estão presentes nos espaços afro-religiosos no Brasil que foram, não os exclusivos, mas os principais núcleos de preservação e reinvenção das línguas africanas do Brasil. A partir deles, as presenças negras se irradiaram para outras dimensões da cultura popular brasileira”, diz Santana. 

Ainda na entrada da exposição, o público avistará vários adinkras espalhados pelas paredes. Trata-se de símbolos utilizados como sistema de escrita pelo povo Ashanti, que habita países como Costa do Marfim, Gana e Togo, na África. Eles podem representar desde diferentes elementos da cultura até sentenças proverbiais inteiras em um único ideograma. Evidenciando a presença desse povo como parte da diáspora africana, é possível encontrar, em diversas regiões do Brasil, gradis de residências e outras construções arquitetônicas adornados com alguns dos mais de 80 símbolos dos adinkras. 

Fazem parte da exposição duas videoinstalações da relevante artista visual fluminense Aline Motta. Na obra Corpo Celeste III, emprestada pela Pinacoteca de São Paulo e projetada no chão em larga escala, a artista destaca formas milenares de grafias centro-africanas, especificamente as do povo bakongo, presente em territórios como o angolano. Este trabalho foi desenvolvido com o historiador Rafael Galante. Já em Corpo Celeste V, criada exclusivamente para o Museu da Língua Portuguesa, quatro provérbios em quicongo, umbundo, iorubá e quimbundo, traduzidos para o português, serão exibidos em movimento nas paredes e em diálogo com Corpo Celeste III.  

Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil
Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil

Um dos principais nomes da nova geração da escultura no país, a baiana Rebeca Carapiá  assina obras de arte criadas em diálogo com frequências e grafias afrocentradas, a partir de seu trabalho com metais. 

A exposição também mostra como canções populares no Brasil foram criadas a partir da integração entre línguas africanas e o português, como Escravos de Jó e Abre a roda, tindolelê. O “jó”, da faixa Escravos de Jó, advém das línguas quimbundo e umbundo e quer dizer “casa”, “escravos de casa”. “Escravizados ladinos, crioulos e mulheres negras, que realizavam trabalho doméstico e falavam tanto o português de seus senhores quanto a língua dos que realizavam trabalhos externos, foram a ponte para a africanização do português e para o aportuguesamento dos africanos no sentido linguístico e cultural”, diz Tiganá Santana com base nas pesquisas da professora Yeda Pessoa de Castro. 

Além dos búzios, a mostra explora outras linguagens não-verbais advindas das culturas africanas ou afro-diaspóricas. Entre elas, os cabelos trançados, que, durante o período de escravidão no Brasil, serviam como mapas de rotas de fugas. E de turbantes, cujas diferentes amarrações indicam posição hierárquica dentro do candomblé. Há ainda dois trabalhos da designer Goya Lopes, cujas principais referências são as capulanas, os panos coloridos usados por mulheres em Moçambique. Tais trabalhos enfatizam uma articulação significativa com a língua iorubá. 

Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil
Guilherme Sai
Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil

Outro exemplo da linguagem não-verbal são os tambores, que compõem uma cenografia constituída por uma projeção criada por Aline Motta, com imagens do mar e trechos do texto Racismo e Sexismo na Cultura Brasileira, de Lélia Gonzalez, uma das principais intelectuais do Brasil, referência nos estudos e debates de gênero, raça e classe. Nestes trechos, verifica-se o uso da expressão pretuguês cunhada pela intelectual. Por fim, ainda nessa cena, é importante ressaltar a presença de esculturas da Rebeca Carapiá, conversando com as frequências dos tambores. 

Numa sala de cinema interativa, o visitante será surpreendido com uma projeção de imagens ao enunciar palavras de origem africana como axéafoxézumbi acarajé.  

O público terá acesso a uma série de registros de manifestações culturais afro-brasileiras e de conteúdos sobre as línguas africanas e sua presença no português do Brasil. Há performance da cantora Clementina de Jesus, imagens da Missão de Pesquisas Folclóricas idealizada por Mário de Andrade, entrevistas com pesquisadores como Félix Ayoh’Omidire, Margarida Petter e Laura Álvarez López, além de gravações de apresentações do bloco Ilú Obá De Min e da Orkestra Rumpilezz, e o vídeo Encomendador de Almas, de Eustáquio Neves, que retrata o senhor Crispim, da comunidade quilombola do Ausente ou do Córrego do Ausente, na região do Vale do Jequitinhonha.  

Tudo isso em meio a sons de canções rituais e narrativas em iorubá, fom, quimbundo e quicongo, captados pelo linguista norte-americano Lorenzo Dow Turner nos anos de 1940 na Bahia e cedidos pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. Será possível, ainda, assistir aos filmes sobre o Quilombo Cafundó: um que já existia há mais de 40 anos e outro que foi concebido para a exposição, versando sobre a língua cupópia de modo mais enfático.  

SERVIÇO 

Exposição temporária Línguas africanas que fazem o Brasil 

De 24 de maio a janeiro de 2025 

De terça a domingo, das 9h às 16h30 (com permanência até as 18h)  

R$ 24 (inteira); R$ 12 (meia)  

Grátis para crianças até 7 anos  

Grátis aos sábados  

Acesso pelo Portão A  

Venda de ingressos na bilheteria e pela internet:  
https://bileto.sympla.com.br/event/90834/   

Museu da Língua Portuguesa   
Praça da Língua, s/nº – Luz – São Paulo   

SOBRE O MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA   
Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa tem como tema a língua como patrimônio cultural e imaterial, fazendo uso da tecnologia e de suportes interativos para construir e apresentar seu acervo. O público é convidado para uma viagem sensorial e subjetiva, apresentando a língua como uma manifestação viva, rica, diversa e em constante construção.   

O Museu da Língua Portuguesa é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo de Estado de São Paulo, concebido e implantado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. O IDBrasil Cultura, Esporte e Educação é a Organização Social de Cultura responsável pela sua gestão.   

PATROCÍNIOS E PARCERIAS   
A temporada 2024 conta com o patrocínio máster da Petrobras, patrocínio da CCR, do Instituto Cultural Vale, e da John Deere Brasil; com apoio do Itaú Unibanco, do Grupo Ultra e da CAIXA. Conta ainda com as empresas parceiras Instituto Votorantim, Epson, Machado Meyer, Verde Asset Management. Revista Piauí, Guia da Semana, Dinamize e JCDecaux são parceiros de mídia. A EDP é patrocinadora máster da reconstrução do Museu. A reconstrução e a temporada 2024 são uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet.   

Museu da Língua Portuguesa – Comunicação  
Alan de Faria | alan.faria@idbr.org.br – 11 99894 0702  
Renata Beltrão | renata.beltrao@idbr.org.br – 11 99267 5447  
 

Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo – Assessoria de Imprensa   
(11) 3339-8062 / (11) 3339-8585   
imprensaculturasp@sp.gov.br   
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