Inteligência Artificial: Como será o futuro?

A Inteligência Artificial (IA) é um dos tópicos mais discutidos na atualidade, permeando diversas áreas e gerando debates sobre o seu impacto no futuro da sociedade.

Logo da seção 'Entrevistas ROLianas'
Logo da seção ‘Entrevistas ROLianas’

Mas afinal, o que é Inteligência Artificial e como ela está transformando o mundo?

Quem nos responde as perguntas é o engenheiro de software José Henriques Martins, que trabalha na área de TI desde 1983 e é o Editor Setorial do Jornal Rol.

ROL: O que é inteligência artificial?

JH: Inteligência Artificial é um campo da ciência da computação que se dedica ao desenvolvimento de sistemas capazes de realizar tarefas que normalmente requerem inteligência humana. Isso inclui aprendizado, reconhecimento de padrões, tomada de decisões, e interpretação de dados sensoriais. A IA utiliza algoritmos complexos e grandes quantidades de dados para ‘aprender’ e melhorar seu desempenho com o tempo.

ROL: A IA irá substituir o trabalho humano?

Robô com Inteligência Artificial olhando o mundo (imagem criado por IA no Bing)
Robô com Inteligência Artificial olhando o mundo (imagem criada por IA no Bing)

JH: Uma das maiores preocupações em torno da IA é a possibilidade de substituição de empregos humanos. De fato, a automação já está substituindo certas funções, especialmente aquelas repetitivas e baseadas em dados. No entanto, especialistas argumentam que a IA pode também criar novas oportunidades de trabalho e transformar as funções existentes, exigindo uma adaptação no mercado de trabalho.

A IA não deve ser vista como uma ameaça, mas como uma ferramenta poderosa que pode complementar o trabalho humano. É crucial que a sociedade se prepare para a transformação digital, investindo em educação e treinamento para novas habilidades.

ROL: O futuro será tudo feito através da IA?

JH: Embora a IA esteja avançando rapidamente, é improvável que ela substitua totalmente a intervenção humana. Em muitas áreas, como saúde e educação, o toque humano e a tomada de decisão ética são insubstituíveis. A tendência é que a IA e os humanos trabalhem juntos, com a tecnologia auxiliando na execução de tarefas complexas e melhorando a eficiência.

ROL: Aonde é utilizada a IA neste momento?

JH: A IA já está presente em diversos setores. Na saúde, por exemplo, é utilizada para diagnósticos de doenças através de imagens médicas e análise de dados de pacientes. No setor financeiro, auxilia na detecção de fraudes e na previsão de mercados. Na indústria, otimiza processos de produção e manutenção preditiva. Além disso, tecnologias de IA estão cada vez mais integradas em produtos de consumo, como assistentes virtuais (Alexa, Siri e outros) e sistemas de recomendação em plataformas de streaming e e-commerce.

ROL: Quais países que estão à frente na IA?

JH: Os países que mais se destacam em pesquisas e desenvolvimento de IA incluem os Estados Unidos, a China, e vários países da União Europeia, como Alemanha e Reino Unido. Os EUA e a China, em particular, estão investindo massivamente em IA, com grandes empresas de tecnologia liderando inovações e o desenvolvimento de aplicações avançadas.

A Inteligência Artificial está moldando o futuro de maneira significativa. Enquanto a tecnologia avança, é fundamental que a sociedade se adapte e aprenda a coexistir com essas novas ferramentas.

Conforme afirma José Henriques Martins: “a chave está em ver a IA como uma aliada, não uma inimiga, e garantir que estamos preparados para um mundo cada vez mais digital.

A jornada da IA está apenas começando, e seu impacto total ainda está por vir. A única certeza é que ela será uma parte integral do nosso futuro, transformando a forma como vivemos e trabalhamos.


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Green60 – Mobile Film Festival

‘Green60 Mobile Film Festival’ recebe filmes de até 60 segundos sobre meio ambiente, diversidade e sustentabilidade

'Green60 Mobile Film Festival
‘Green60 Mobile Film Festival

Em sua quarta edição, evento conta com obras produzidas por realizadores utilizando aparelhos móveis

São Paulo sediará mais uma edição do ’Green60 – Mobile Film Festival’, festival de cinema que promove a exibição de obras audiovisuais sobre temáticas sociais, culturais e ambientais inspiradas na Agenda 2030 da ONU. O evento será realizado nos dias 5, 6 e 7 de junho de 2024 no Parque Ceret, no bairro do Anália Franco, em São Paulo.

Em sua 4ª edição, o ’Green60 – Mobile Film Festival’ visa estimular o acesso à produção audiovisual, permitindo que pessoas de diversas origens e habilidades compartilhem suas histórias, ideias e talentos com um público global a fim de gerar impacto na forma como a mídia é consumida e como as histórias são contadas na sociedade contemporânea.

Os filmes selecionados para o festival serão exibidos ao ar livre em parque público da cidade de São Paulo
Os filmes selecionados para o festival serão exibidos ao ar livre em parque público da cidade de São Paulo

Os filmes selecionados para o festival serão exibidos ao ar livre em parque público da cidade de São Paulo com previsão para o mês de junho. Além da exibição dos filmes em competição, haverá uma mostra de filmes não competitivos definidos pela curadoria.

A iniciativa é uma realização do Instituto São Paulo de Arte e Cultura e da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Governo do Estado de São Paulo.

O festival irá premiar as melhores obras com duração de até 60 segundos produzidos por aparelhos móveis, como celulares e tablets, em duas categorias:

  • Mostra Competitiva I:

Filmes de até 60 segundos realizados com aparelhos móveis (celular ou tablet); (realizadores com 21 anos ou mais).

  • Mostra Competitiva II: Filmes de até 60 segundos realizados com aparelhos móveis (celular ou tablet); (realizadores com até 20 anos).

Os filmes vencedores serão definidos por meio de votação popular no dia de sua exibição e, além de receber um certificado, as melhores obras serão premiadas em dinheiro, por categoria, no valor total de R$ 10 mil ao final do evento com o objetivo de estimular a produção audiovisual de novos realizadores. 

Para se inscrever e conhecer o regulamento, o interessado deve acessar o site www.green60.com.br.  As inscrições são gratuitas e foram prorrogadas até o dia 28 de maio.

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O pilar da saúde alimentar

SAÚDE INTEGRAL

Joelson Mora: ‘O pilar da saúde alimentar’

Joelson Mora
Joelson Mora
O pilar da saúde alimentar
O pilar da saúde alimentar
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

A Saúde integral é um conceito que abrange a totalidade do ser humano. Propõe um olhar abrangente sobre a saúde, considerando aspectos físicos, mentais, emocionais e sociais. Esse enfoque busca não apenas tratar doenças, mas prevenir sua ocorrência e promover um estado de bem-estar contínuo. A Organização Mundial da Saúde (OMS) define saúde como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de disfunções ou doenças”.

No cuidado com o corpo e seus sistemas a base são os pilares da nutrição adequada, exercícios físicos, sono de qualidade e a ausência de doenças.

A nutrição é um dos pilares fundamentais da saúde integral. A alimentação saudável é essencial para o funcionamento adequado do corpo, fornecendo os nutrientes necessários para a energia, crescimento, reparo celular e funcionamento do sistema imunológico. 

Uma dieta equilibrada pode prevenir diversas doenças crônicas, como diabetes, hipertensão, doenças cardíacas e obesidade.

Consumir diferentes tipos de alimentos garante a ingestão de todos os nutrientes necessários. Uma dieta variada inclui frutas, legumes, verduras, grãos integrais, proteínas magras e gorduras saudáveis.

É essencial consumir alimentos em quantidades adequadas. Evitar o excesso de calorias, açúcares, sal e gorduras saturadas é fundamental para manter um peso saudável e prevenir doenças.

Um equilíbrio entre os diferentes grupos alimentares é crucial. Deve-se garantir a ingestão adequada de macronutrientes (carboidratos, proteínas e gorduras) e micronutrientes (vitaminas e minerais).

Dietas ricas em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas magras têm sido associadas à redução do risco de doenças crônicas.

Uma alimentação equilibrada fornece energia para as atividades diárias e promove a vitalidade geral.

Nutrientes como ômega-3, vitaminas do complexo B e antioxidantes são importantes para a saúde cerebral e podem ajudar a reduzir o risco de depressão e ansiedade.

Nutrientes como vitaminas C e D, zinco e selênio são fundamentais para o funcionamento adequado do sistema imunológico.

Segundo nos informou a Dra Kátia R. Mora.

A abundância de informações contraditórias pode confundir as pessoas sobre o que constitui uma alimentação saudável. Educação nutricional baseada em evidências é essencial. Nem todos têm acesso fácil a alimentos saudáveis devido a fatores econômicos e geográficos. Políticas públicas devem ser implementadas para garantir a disponibilidade e acessibilidade de alimentos nutritivos para toda a população.

Tradições alimentares podem influenciar as escolhas. Promover adaptações saudáveis dentro das culturas alimentares existentes pode ser mais eficaz do que tentar substituí-las.

Para alcançar a saúde integral, é necessário integrar práticas alimentares saudáveis em todos os aspectos da vida. Isso inclui:

1. Promover a educação nutricional desde cedo em escolas e comunidades.

2. Incentivar empresas a oferecerem opções alimentares saudáveis e promover pausas para refeições adequadas.

3. Implementar políticas que promovam o acesso a alimentos saudáveis, como subsídios para frutas e vegetais, e regulamentações sobre publicidade de alimentos não saudáveis.

4. Criar redes de apoio que incentivem escolhas alimentares saudáveis e compartilhem informações sobre nutrição.

A saúde alimentar é um pilar essencial da saúde integral. Uma alimentação saudável não apenas previne doenças, mas também promove um estado de bem-estar físico, mental, emocional e social. Para alcançar a saúde integral, é fundamental adotar uma abordagem holística que inclua a nutrição como um componente central, junto com a educação, políticas públicas. Assim, podemos construir uma sociedade mais saudável e equilibrada, onde cada indivíduo tem a oportunidade de viver plenamente e com qualidade.

Joelson Mora

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A vida de cão do Requis

Livro do psicanalista Marcelo Barbosa reúne alucinações, medos e neuroses de um personagem que vivencia o contexto marginalizado de uma favela brasileira

Capa do livro 'A Vida de cão do Requis', 
de Marcelo Barbosa
Capa do livro ‘A Vida de cão do Requis’,
de Marcelo Barbosa

A vida de cão do Requis parece a de muitos brasileiros: ele está em uma situação de semiabandono enquanto tenta formar laços, reinventar-se e entender os próprios conflitos internos em meio ao contexto de negligência na favela onde mora. Muito do que o personagem conhece é um mundo de medo constante, no qual nenhum animal sabe quando será levado pela carrocinha, atingido por uma bala perdida, ou deixado para trás pela família.

Devido ao nome que lhe deram, somado às adversidades enfrentadas diariamente, o protagonista questiona se é cachorro, dinossauro ou pessoa. É por meio desta perspectiva que o psicanalista Marcelo Barbosa constrói uma série de contos neuróticos com o objetivo de levantar questionamentos sobre saúde mental, tratamentos, busca por identidade e impactos da realidade na psique humana.

O autor une as experiências de consultório aos anos como morador de uma das maiores favelas da América Latina para traçar críticas à estrutura social brasileira que marginaliza milhões de cidadãos. “Fiz uma junção de traumas pessoais com traumas de pacientes que atendi para mostrar esse contexto periférico e as violências resultantes das desigualdades”, explica o escritor.

– Acabou de chegar mais uma peça. Olha isso…
– O que aconteceu com esse miserável cachorro?
– Foi atropelado!
– Coitado, parece que sofreu bastante, está todo quebrado esse animal.
– Já não bastasse morrer, tem que sofrer antes da morte?
– Pois é… Vamos ao trabalho. (A vida de cão do Requis, pg. 31)

Ele também decidiu utilizar a literatura para desmistificar o processo terapêutico após perceber preconceitos enraizados sobre os cuidados com a mente. Entre momentos trágicos e cômicos, A vida de cão do Requis apresenta uma história com ritmo fluido e linguagem coloquial, mas com cortes na narrativa que representam a confusão vivenciada pelo protagonista.

A partir da ficção, o psicanalista produz uma obra sobre a subjetividade humana atravessada pelas complexidades das realidades do país. Diante de circunstâncias de violência, profundas desigualdades socioeconômicas e falta de atenção para a mente, o livro reflete sobre qual o espaço que resta para compreender as emoções, os sentimentos e os processos psicológicos internos.

FICHA TÉCNICA:

Título: A vida de cão do Requis

Autor: Marcelo Barbosa

ISBN: 978-6558727675

Páginas: 116

Preço: R$ 42,90 (físico) | R$ 24,90 (e-book)

Onde encontrar: Amazon

Sobre o autor

Marcelo Barbosa
Marcelo Barbosa

Marcelo Barbosa é psicanalista, pedagogo, jornalista e escritor.  É autor da trilogia Favela no DivãFavela no Divã II: a pseudo-herança e Favela no Divã III: polissemia do aglomerado subnormal, cujos dois primeiros lançamentos foram contemplados pela Lei de Incentivo à Cultura, na cidade de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo. As obras conectam psicanálise às vivências de jovens nas favelas da capital paulistana. A quarta publicação da carreira A vida de cão do Requis reúne os anos de experiência dele com atendimento terapêutico às experiências pessoais para narrar a história de um animal com transtorno psiquiátrico.

Redes sociais do autor:

Instagram: @escritor_marcelo_barbosa
Facebook: Escritor Marcelo Barbosa
Site: https://escritormarcelobarbosa.blog/

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A importância do livro para os nossos jovens

Francisco Evandro de OLiveira:

‘A importância do livro para os nossos jovens’

Francisco Evandro Farick
Francisco Evandro Farick
ia dos livros para os nossos jovens'
‘A importância dos livros para os nossos jovens’
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Nos dias atuais é de suma importância a leitura, porque ela expressa e auxilia a organização de ideias e pensamentos que, em consequência, proporcionará, em tese, um melhor aprendizado, acadêmico ou não.

O livro, seja ele de qual estilo for, sempre lhe dará: prazer, repulsa, aversão, encantamento, alegria, bem como outros estados de espírito e, de um modo geral, ensinamentos.

Desde os primórdios da invenção da imprensa, que as palavras e pensamentos contidos nos livros são, sem sombra de dúvidas, as maiores e melhores formas de as pessoas se comunicarem.

No século atual, em face de imensa facilidade de riqueza tecnológica existente que leva as editoras a publicarem centenas de livros impressos e em e-book, tal fato gera uma explosão literária em todo mundo.

No Brasil, particularmente o custo de publicação, em face dos impostos nele contidos, tornam o seu preço muito alto em relação a outros países, mas, mesmo assim, a cada dia cresce o número de escritores no País que, com seus livros, enfatizam uma nova forma de pensar.

Quem lê muito, quase sempre adquire o dom da palavra, devido a sua capacidade de discernimento literário.

E com esse dom pode, em curto espaço de tempo, reunir milhões a sua volta e fazê-los caminhar pelas ações dos seus pensamentos filosóficos e vontades, como, por exemplo, o nazismo e o fascismo, que só tiveram sucesso devido ao grande poder de persuasão que os seus líderes tinham. Eles faziam de suas falas a principal arma que cativaram e arrastaram milhões de pessoas para a derrocada e destruição.

O Brasil precisa de leitores, porque, diante de sua expressiva população, é notório e salta aos olhos que o desenvolvimento educacional e intelectual de seus filhos é diretamente proporcional à educação recebida, e a leitura é uma das molas mestres que tirará o país do abismo da escuridão literária.

O século XXI é notadamente o das ideias que impulsionam o ser humano para frente e o apavora devido os excessos de guerras, terrorismo, uma avalanche de doenças que surgem a cada dia; porém, imagens e palavras contidas nos livros são formas poderosas de o ser humano expressar o seu pensamento, e no momento atual há a globalização que faz surgirem novas tecnologias que levam as civilizações a se aprofundarem para estar em dias com o novo saber tecnológico, que é o capital intelectual e cultural de uma nação.

Ela fez aproximar os comércios e indústrias internacionais, reduziu as distancias entre nações através de possantes aeronaves ou a utilização de meios de comunicações, cujas mensagens atravessam o mundo em frações de segundos e com a utilização da tecnologia que proporcionou o surgimento da internet fez o mundo estar on-line.

E o homem, ser racional de nosso planeta, busca sempre uma forma de caminhar em largos passos e escala ao encontro de novos ideais, que tornarão sua fonte de felicidade, sendo que os livros, com seus ensinamentos, sem sombra de dúvida, são uma das vertentes que proporciona e faz abrilhantar um caminho em que a tríade faz andar e crescer paralelamente: o livro, o homem e o produto de suas criações. Ler é caminhar na estrada que nos leva a ideias inimagináveis!

Os pensamentos contidos nos livros, a bem da verdade, são códigos que são previamente explicitados os seus significados e quando reunidos formam palavras, frases e orações e no momento atual podemos perceber a avalanche de livros que foram escritos e os que foram escritos nos nossos presídios, os quais muitos dos críticos consideram como sendo os maiores autores de nossa literatura atual e os conteúdos neles contidos que são verdadeiras denúncias contra a atual exclusão social, porém em termos de códigos, não são mais que palavras e aí temos novamente o poder da palavra escrita como forma de denunciar uma situação existencial e a lógica narrativa dos manuscritos são as vivências próximas à escrita, algo que quase não se verifica no mundo fora das grades. No atual momento, a violência é uma das maiores preocupações de nossa sociedade, as denúncias através das palavras sejam elas escrita, falada ou televisada torna cada vez maior o poder de seu uso, seja para fins benéficos ou maléficos para sociedade.

Portanto, nada mais justo do que incentivarmos nossas crianças, os nossos jovens e o povo brasileiro para a leitura de livros, porque analiso que sua função principal neste século, em que as pessoas estão com suas mentes aceleradas, devido à avalanche de informações que são recebidas diariamente, é por demais necessário tornar os leitores de uma visão crítica e proporcionar uma inclusão social mediante os conhecimentos neles adquiridos, sendo esta, ao meu ver, uma das principais lições que os livros nos proporcionam.

Francisco Evandro de Oliveira

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Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro

Relação de premiados referente à 42ª Edição do Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro

42ª Edição do Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro
42ª Edição do Prémio de Literatura Juvenil Ferreira de Castro

42a EDIÇÃO DO PRÉMIO DE LITERATURA JUVENIL FERREIRA DE CASTRO

RELAÇÃO DE PREMIADOS

ESCALÃO A
1º PRÉMIO:
«Clube de Teatro»
Lívia de Souza Pimentel | São Paulo | Brasil
Escola Estadual De São Paulo

1ª. MENÇÃO HONROSA:

«A vida de um Lápis»
Kaixin Cheng | São Martinho do Porto
Escola Básica e Secundária de São Martinho do Porto

ESCALÃO B:
1º PRÉMIO:
«Fim»
João de Brito Caldeira Bugalho | Algés
Universidade Nova de Lisboa | Faculdade de Ciências Sociais e Humanas

1ª MENÇÃO HONROSA:
«A vida e morte do Coração»
Leonardo Pessoa Berger | Vila Nova de Gaia
Colégio Ribadouro

2ª MENÇÃO HONROSA:

ex-aequo
«As Madrinhas de Guerra»
Maria Soares da Silva Valente | Oliveira de Azeméis
Universidade do Porto | Faculdade de Direito

ex-aequo
«Deixa aqui estar»
Israel Arcélio Marques da Graça Campos | Lisboa
Universidade Católica Portuguesa

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Léa Garcia – 90 Anos

‘Léa Garcia – 90 Anos’, retrospectiva inédita de uma das figuras mais icônicas do cinema nacional, chega ao Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo

Mostra 'Léa Garcia - 90 Anos'
Mostra ‘Léa Garcia – 90 Anos’

Mostra acontece no CCBB SP de 25 de maio a 23 de junho

Com o objetivo de celebrar a obra de uma das figuras mais icônicas do cinema nacional e a sua importância histórica mundial, o Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo apresenta a mostra inédita “Léa Garcia – 90 anos“, que acontece de 25 de maio a 23 de junho.

A retrospectiva apresenta 15 longas protagonizados por Léa Garcia, dentre os quais Orfeu Negro, de Marcel Camus, pelo qual a atriz foi indicada ao prêmio de melhor interpretação feminina no Festival de Cannes, e que abre a mostra no dia 25/05, sábado, às 17h. Baseado na peça de Vinícius de Moraes, o filme vencedor da Palma de Ouro em Cannes e ganhador do Oscar de melhor filme estrangeiro pela França, conta a trágica história romântica entre a jovem Eurídice e o motorista e músico Orfeu.

Com a curadoria de Leonardo Amaral e Ewerton Belico, a programação traz ainda os longas Ganga Zumba, de Cacá Diegues, Compasso de Espera, de Antunes Filho, O Forte , de Olney São Paulo, Feminino Plural, de Vera de Figueiredo, M8 – Quando a morte socorre a vida, de Jeferson De, Ladrões de Cinema, de Fernando Coni Campos, A Deusa Negra, de Ola Balogun, A noiva da cidade, de Alex Viany, Cruz e Souza – poeta do desterro, de Sylvio Back,  Mulheres do Brasil, de Malu di Martino, Um dia com Jerusa, de Viviane Ferreira e O Pai da Rita, A Negação do Brasil e As Filhas do Vento, de Joel Zito Araújo.

Léa Garcia
Léa Garcia

Além das projeções, a Mostra também traz três sessões comentadas por pesquisadores, realizadores e realizadoras que trabalharam com Léa Garcia, e que irão explorar a importância de sua trajetória e seu pioneirismo como protagonista negra no cinema brasileiro.

A primeira será no dia 01/06, sábado, às 14h, com o realizador Joel Zito Araújo logo após a exibição do filme “As Filhas do Vento” e a segunda no dia 08/06, sábado, às 14h, com a pesquisadora Mariana Queen Nwabasili após a exibição do filme “Compasso de Espera”. Já no dia 21/06, sexta-feira, às 16h, acontece o bate papo com o professor e cineasta Juliano Gomes após a exibição do filme “Ladrões de Cinema”.

Um catálogo online será disponibilizado ao público com crítica inédita, artigos raros dedicados à trajetória de Léa Garcia, seu ativismo, sua personalidade criativa e os filmes em que atuou.

Ao realizar esta mostra, o Centro Cultural Banco do Brasil oferece ao público a oportunidade de se aprofundar na carreira de uma artista brasileira conhecida por sua versatilidade e talento, além de valorizar a produção cinematográfica nacional, reafirmando seu compromisso de ampliar a conexão dos brasileiros com a cultura.

SERVIÇO

Mostra de cinema “LÉA GARCIA – 90 ANOS”

Local: Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

Período25 de maio a 23 de junho

Ingressos gratuitos, disponíveis em bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB SP

Classificação indicativa: de Livre a 16 anos (consultar programação)

Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro Histórico – SP 

Entrada acessível: Pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e outras pessoas que necessitem da rampa de acesso podem utilizar a porta lateral localizada à esquerda da entrada principal.

Funcionamento: aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças-feiras

Informações: (11) 4297-0600

Estacionamento: O CCBB possui estacionamento conveniado na Rua da Consolação, 228 (R$ 14 pelo período de 6 horas – necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB). O traslado é gratuito para o trajeto de ida e volta ao estacionamento e funciona das 12h às 21h.

Transporte público: O CCBB fica a 5 minutos da estação São Bento do Metrô. Pesquise linhas de ônibus com embarque e desembarque nas Ruas Líbero Badaró e Boa Vista.

Táxi ou Aplicativo: Desembarque na Praça do Patriarca e siga a pé pela Rua da Quitanda até o CCBB (200 m).

Van: Ida e volta gratuita, saindo da Rua da Consolação, 228. No trajeto de volta, há também uma parada no metrô República. Das 12h às 21h.

bb.com.br/cultura

instagram.com/ccbbsp | facebook.com/ccbbsp  |  tiktok.com/@ccbbcultura

E-mail: ccbbsp@bb.com.br

PROGRAMAÇÃO COMPLETA

LÉA GARCIA – 90 ANOS

25 de maio (sábado)

15h30 Abertura com Leonardo Amaral

16h Orfeu Negro, Marcel Camus (1959, 100′), 14 anos

26 de maio (domingo)

14h Ganga Zumba, Cacá Diegues (1963, 100′), 14 anos

16h O Dia de Jerusa, 12 anos

16h25 Feminino Plural, Vera de Figueiredo (1976, 72′), 12 anos

30 de maio (quinta)

17h A Negação do Brasil, Joel Zito Araújo  (2000, 92′), livre

31 de maio (sexta)

18h Billi Pig, José Eduardo Belmonte (2011, 98′), livre

01 de junho (sábado)

15h As Filhas do Vento, 14 anos/ Bate-papo com o realizador Joel Zito Araújo logo após a exibição do filme, 14 anos

17h30 O Pai da Rita, Joel Zito Araújo (2022, 97′), 12 anos

02 de junho (domingo)

14h Ladrões de Cinema, Fernando Coni Campos (1977, 127′), 12 anos

16h30 M8 – Quando a morte socorre a vida, Jeferson De (2020, 84′), 16 anos

06 de junho (quinta)

17h Cruz e Souza – O Poeta do Desterro, Sylvio Back (1988, 86′), livre

07 de junho (sexta)

17h A Deusa Negra, Ola Balogun (1978, 96′), 12 anos

08 de junho (sábado)

15h Compasso de Espera, Antunes Filho (1973, 94′) / Bate-Papo com Mariana Queen Nwabasili após a exibição do filme, 12 anos

18h Mulheres do Brasil, Malu di Martino (2006, 106′), 12 anos

09 de junho (domingo)

14h Ganga Zumba, Cacá Diegues (1963, 100′), 14 anos

16h15 O Pai da Rita, Joel Zito Araújo (2022, 97′), 12 anos

13 de junho (quinta)

16h As Filhas do Vento, Joel Zito Araújo (2005, 85′), 14 anos

14 de junho (sexta)

18h Mulheres do Brasil, Malu di Martino (2006, 106′), 12 anos

15 de junho (sábado)

15h O Forte, Olney São Paulo (1974, 90′), 12 anos

17h Cruz e Souza – Poeta do Desterro, Sylvio Back (1988, 86′), livre

16 de junho (domingo)

14h A Noiva da Cidade, Alex Viany (1978, 130′), 12 anos

16h30 M8 – Quando a Morte Socorre a Vida, Jeferson De (2020, 84′), 14 anos

20 de junho (quinta)

17h Feminino Plural, Vera de Figueiredo (1976, 72′), 12 anos

21 de junho (sexta)

16h Ladrões de Cinema, Fernando Coni Campos (1977, 127′) / Bate-Papo com Juliano Gomes após a exibição do filme, 12 anos

22 de junho (sábado)

14h O Forte, Olney São Paulo (1974, 90′), 12 anos

16h Compasso de Espera, Antunes Filho (1973, 94′), 12 anos

23 de junho (domingo)

14h A Noiva da Cidade, Alex Viany (1978, 130′), 12 anos

16h30 A negação do Brasil, Joel Zito Araújo (2000, 92′), livre

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