Os Benefícios das Assinaturas Digital e Eletrônica
No Brasil, tanto a assinatura digital quanto a assinatura eletrônica são amplamente utilizadas para autenticar documentos, mas possuem diferenças significativas em termos de segurança, complexidade e requisitos legais.
Assinatura digital e eletrônica Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer
A assinatura digital é um tipo específico de assinatura eletrônica que utiliza criptografia assimétrica para garantir a autenticidade e a integridade dos documentos. Ela requer um certificado digital emitido por uma autoridade certificadora credenciada pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
Essa modalidade é considerada a mais segura e é frequentemente utilizada em transações que exigem um alto nível de segurança e confiabilidade, como contratos de transferência de bens, notas fiscais e relações com o poder público.
Já a assinatura eletrônica é um termo mais amplo que abrange várias formas de autenticação digital, como geolocalização, biometria, códigos SMS ou e-mail, e até mesmo a grafia de uma assinatura em dispositivos móveis. Ela é mais acessível e fácil de usar, sendo adequada para documentos que não requerem um nível de segurança tão elevado. Exemplos incluem atas de reunião, propostas comerciais e contratos simples.
A assinatura eletrônica no Brasil é regulamentada principalmente pela Medida Provisória 2.200-2 de 2001 e, mais recentemente, pela Lei nº 14.620 de 2023. Ambas estabelecem os requisitos para a validade jurídica dessas assinaturas, garantindo que documentos eletrônicos tenham a mesma validade legal que os documentos em papel, desde que cumpram os requisitos de autenticidade, integridade e não repúdio.
Diretor da Nova Integral Marcos Veras, responsável pela plataforma AssinaWeb
Segundo o diretor da empresa Nova Integral, Marcos Veras, responsável pela plataforma de assinatura digital e eletrônica AssinaWeb, “…a utilização de assinaturas digitais e eletrônicas reduz significativamente o tempo necessário para processar documentos, eliminando a necessidade de deslocamentos, armazenamento, impressão de documentos em papel e reconhecimento de firmas.“.
Veras ainda explanou sobre a parte de desempenho e segurança dos documentos assinadas via plataformas de assinatura: “As assinaturas digitais e eletrônicas melhoram a segurança dos documentos, utilizando tecnologias criptográficas avançadas que previnem fraudes e manipulações, além da possibilidade de realizar auditorias contribui para a confiabilidade dos documentos assinados.“.
A adoção dessas tecnologias contribui para a redução do uso de papel, promovendo práticas mais sustentáveis dentro das empresas. Essa prática contribui não apenas para a conservação ambiental, mas também fortalece a reputação da empresa em termos de responsabilidade socioambiental.
Em suma, as assinaturas digitais e eletrônicas oferecem uma série de benefícios significativos para as empresas, proporcionando maior agilidade, redução de custos, aumento da segurança e uma operação mais sustentável. A escolha entre uma e outra dependerá do nível de segurança necessário e do tipo de documento a ser assinado.
5ª edição do ‘MAB Margens – Feira de Artes Gráficas’ acontece no Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
Cartaz da 5ª edição do ‘MAB Margens – Feira de Artes Gráficas’
O Museu celebra o sucesso do evento que reúne artistas e coletivos sob sua marquise, diante do lago do Parque Ibirapuera, em meio à 22ª Semana Nacional de Museus
IMAGENS AQUI (compilado de obras + poster divulgação) IMAGENS AQUI (obras individuais com créditos na legenda + fotos dos artistas)
Cartaz da 5ª edição do ‘MAB Margens – Feira de Artes Gráficas’
O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, em meio à 22ª Semana Nacional de Museus reúne artistas e coletivos para celebrar um evento que já se tornou tradição no calendário cultural de São Paulo. Com gratuidade no Museu durante todo o dia 18 de maio (sábado), a 5ª edição da feira de artes gráficas MAB – MARGENS ocorre das 12h às 18h. Venha conhecer e refletir sobre “as margens” enquanto espaço-fronteira de produções, com artistas e coletivos que nem sempre são visibilizados no cenário das artes visuais.
Como um manifesto vivo, o Museu oferece sua bela marquise diante do lago do Parque Ibirapuera para as produções de artistas inovadores, visando o diálogo e as trocas com o público, possibilitando o fomento da diversidade e a valorização. O objetivo é lhes oferecer espaço privilegiado de divulgação e venda de suas produções gráficas.
Para esta 5ª edição, foi lançado um chamamento público, divulgado via redes sociais e site do Museu, por meio do qual foram selecionados 14 artistas e coletivos pela Comissão de Seleção formada por profissionais de diferentes núcleos de trabalho do Museu. Foram também convidados 5 artistas, cujos portfólios retratam a diversidade social brasileira.
Cartaz da 5ª edição do ‘MAB Margens – Feira de Artes Gráficas’
Segundo Guinho Nascimento, um dos artistas que irão expor na feira, participar da MAB Margens é uma possibilidade de encontro. “É estar em comunidade pra ser e fazer mercado, entendendo a feira numa perspectiva que Exu apresenta: um lugar de movimentação, comunicação, prosperidade e caminhos. Assim, vai além de estar à margem do museu, é estar dentro. Não é a parede que nos distancia, porque a MAB é o quintal do Museu, aberto para comer, dançar, enfeitar, apreciar, rezar e celebrar”.
Para a artista Neia Martins, a importância é, “estar no espaço do Museu Afro Brasil Emanuel Araujo e no coletivo de artistas que representam esse cenário cada vez mais inclusivo”.
Haverá ainda uma oficina que convida os visitantes à reflexão sobre articulações comunitárias em torno da cultura e do direito à cidade. Será realizada com mediação de Izabel Gomes, educadora popular e artista que divide suas histórias com as pessoas na região do Jardim Miriam, no JAMAC – Jardim Miriam Arte Clube.
O evento contará com a venda de bebidas e de quitutes do tabuleiro baiano do Alcides.
A 5ª MAB – MARGENS acontecerá na marquise do Museu, localizada na área externa do pavilhão Padre Manoel da Nóbrega no Parque Ibirapuera, próximo ao Portão 10. O acesso será livre e sem a necessidade de inscrição prévia, lembrando que no dia da feira a entrada do Museu Afro Brasil Emanoel Araujo será gratuita.
Artistas e coletivos selecionados:
CaiOshima
De um lado, o mundo da ginga; do outro, o equilíbrio. De família metade pernambucana, metade japonesa, o artista visual CaiOshima nasceu e cresceu nas duas culturas. Instagram: @Cai0shima
Cauã Bertoldo
Artista visual autodidata, produz imagens a fim de discutir o mundo estético que tange às questões das pessoas negras em sua pluralidade e subjetividades. Instagram: @cauabertoldo
Daiely Gonçalves
Artista visual mineira, articula narrativas que se lançam sobre a representação do corpo e território em temas de raça e gênero por meio da pintura, desenho e gravura. Instagram: @daielygoncalvesart
Guinho Nascimento
Educador e multi-artista, graduado em Artes Visuais pela Universidade Cruzeiro do Sul e em Dança pela Escola Viva. Instagram: @guinhonascimento @galopretoatelie
Hanna Gomes
Artista visual e designer de Salvador, explora visualmente os questionamentos sobre o ato revolucionário de sonhar, utilizando cores primárias e cenários tropicais ou desérticos. Instagram: @the.hannag
Juliana Mota
Designer gráfico paulistana, trabalha com ilustração digital, pintura, bordado e a experimentação disso tudo junto. É inspirada pela mistura da natureza com retratos femininos. Instagram: @julianamotabordado
Katarina Martins
Artista plástica e arte educadora paulistana, investiga o campo botânico e de manchas orgânicas, com ênfase na busca da beleza cotidiana, com diferentes técnicas da gravura e fotografia. Instagram: @katarinamartins_
Mayara Smith
Mestre em Artes Visuais pela Universidade Federal de Minas Gerais (2024), é artista visual, designer gráfica e pesquisadora. Em seu trabalho aborda identidade e corpo negro, principalmente feminino. Instagram: @mayarasmith_
Neia Martins
Trabalha com escultura, pintura, desenho, calcogravura e seus segmentos. Instagram: @neia.vancatarina
ÒRÚ
Artista da zona leste de São Paulo, possui trabalhos voltados à ilustração e colagem digital. Instagram: @oru.artista
Pixote Mushi
Artista visual, trabalha com muralismo, arte 3D, xilogravura, pintura e educação artística. Iniciou sua carreira no graffiti e tem explorado temas como raça, sociedade e espiritualidade. Instagram: @pixote_mushi
Rodrigo Abdo
Designer, ilustrador e artista preto. Seu trabalho observa o cotidiano e organiza coisas que estão no ar. Busca representar a rua, a juventude e questões sociais diversas. Instagram: @vbdx_
Thiago Vaz
Artista visual e arte-educador, faz um recorte especial sobre a arte urbana: graffiti e street art; pesquisa sobre os modos de ocupação com arte nos espaços públicos: zonas e territórios. Instagram: @thiagovaz.arts
Yaya Ferreira
Carioca, a artista visual multimídia é graduada em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Atua com ilustrações, grafitti e tatuagem, concentrando suas pesquisas em retratar pessoas pretas. Instagram: @arteprayaya
Artistas e coletivos convidados:
Coletivo Anansi Lab
Laboratório de experiências transmídia que promove o letramento racial por meio de livros, revistas, papelaria, eventos, cursos, exposições e produtos digitais. Instagram: @anansi.La
Gejo Tapuya
Reúnem-se via editora especializada em prints, toy art, gravuras e street art. Buscam criar renda para artistas originários, negros e periféricos da cultura hip-hop, graffiti, pixação e outras manifestações culturais marginais. Instagram: @editora.marginal
Izabel Gomes
Artista popular autodidata, autora de estampas exibidas em diversas exposições, cujas inspirações relembram as memórias da sua infância, banhadas pelas belezas do Rio São Francisco. Instagram: @izabel._gomes – @jardim.miriam.arte.clube
Nei Vital
Baiano que cresceu em São Paulo, se inspira em suas origens do cordel, em seus traços que mesclam o sertão com a metrópole. Instagram: @cordelurbano
Coletivo Xiloceasa
Coletivo formado por integrantes periféricos que buscam por meio da arte, manifestar suas ideias e desejos do cotidiano. Instagram: @xiloceasa
Sobre o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo
O Museu Afro Brasil Emanoel Araujo é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo administrada pela Associação Museu Afro Brasil – Organização Social de Cultura. Inaugurado em 2004, a partir da coleção particular do seu diretor curador, Emanoel Araujo (1940-2022), o museu é um espaço de história, memória e arte. Localizado no Pavilhão Padre Manoel da Nóbrega, dentro do mais famoso parque de São Paulo, o Parque Ibirapuera, o Museu Afro Brasil Emanoel Araujo conserva, em cerca de 12 mil m2, um acervo museológico com mais de 8 mil obras, apresentando diversos aspectos dos universos culturais africanos e afro-brasileiro e abordando temas como religiosidade, arte e história, a partir das contribuições da população negra para a construção da sociedade brasileira e da cultura nacional. O museu exibe parte deste acervo na exposição de longa duração e realiza exposições temporárias.
Serviço: 5ª edição MAB MARGENS – Feira de Artes Gráficas
Sábado, 18 de maio, das 12h às 18h, com gratuidade no Museu das 10h às 17h
Serviço: Oficina de Estamparia em Pano de Prato com JAMAC, arte e vida em superfície
Na atividade, serão apresentadas técnicas de estamparia em tecido com os artistas do JAMAC (Jardim Miriam Arte Clube). A Educadora Izabel Gomes utiliza materiais simples e acessíveis para criação de padrões únicos e personalizados em panos de prato – uma superfície para contar histórias e ensinar a técnica de estêncil, criando desenhos a partir de memórias pessoais e coletivas. Não é necessário ter experiência prévia para participar, mas as vagas são limitadas! As inscrições podem ser feitas via site do Museu.
Endereço do Museu: Parque Ibirapuera, Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, portão 10, São Paulo – SP ( acesso via transporte público ou veículo de aplicativo)
Funcionamento: terça a domingo, 10h às 17h (permanência até às 18h)
Ingresso: R$15 (meia entrada, R$7,50)
Grátis às quartas e em 18 de Maio de 2024, dia da 5ª Mab Margens
Escritores de várias regiões do país estarão na cidade, formando um grande movimento literário. Além disso, o leitor terá a oportunidade de trocar experiências e fortalecer a arte do poeta vivo
Cartaz do XIX Congresso de Poetas Brasileiros
Boituva será a capital nacional da poesia de 17 a 19 de maio. O município vai sediar o XIX Congresso de Poetas Brasileiros.
A realização é da ANLPPB – Academia Nacional de Letras do Portal do Poeta Brasileiro, com apoio da Prefeitura de Boituva, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, com apoio da Prefeitura de Boituva, por meio da Secretaria Municipal de Cultura.
Escritores de várias regiões do país estarão na cidade, formando um grande movimento literário. Além disso, o leitor terá a oportunidade de trocar experiências e fortalecer a arte do poeta vivo.
A abertura oficial acontece no dia 17 de maio, com o lançamento de livro dos poetas, das 18h às 20h, no Alamedas Brooklin, seguido de Concerto Poético com André Gandolfo, das 19h às 20h.
No dia 17, às 13h50, na escola Esmeralda Bertolli, a poetisa e colunista do Jornal Cultural ROL, VÂNIA MOREIRA, levará aos alunos o universo mágico da poesia, por meio de recital e interações poéticas.
Francisco Evandro Farick“um sentimento avassalador de amor existente e a necessidade de explanar esse amor escondido no mais profundo do seu ser“ Microsoft Bing – Imagem criada pelo Designer
A composição musical “Explode Coração”, letra e música do cantor e compositor Gonzaguinha, que também foi gravada pela cantora Maria Betânia, a qual foi lançada no ano de 1979, em análise mais direta, reflete um confronto entre um sentimento avassalador de amor existente e a necessidade de explanar esse amor escondido no mais profundo do seu ser.
O autor vê se aproximar o momento de jorrar e explanar para todos o amor sofrido e sentido por alguém que não enxerga esse belo sentimento.
A pressão é forte e ele não suporta mais não ser visto e sentido seu imenso amor. Não deseja mais segurar e seu coração explode de emoção sentida e seu amor emerge com todas as suas forças e desejos de amar e ser amado.
Entretanto, a música também ao meu ver, reflete, sem sombra de dúvida, momentos tristes do autor aliado ao imenso amor, possivelmente platônico dedicado a alguém que não o enxerga e que o deixa amargurado, melancólico, triste e delambido por causa desse amor impossível, mas ele é forte e ao explodir seu amor para todos é uma maneira de tentar vencer as adversidades do momento desse seu profundo amor.
Em sentido bem mais amplo, a música pode ter sua letra analisada de forma subjetiva, e percebe-se que é um grito de liberdade da sociedade que já não suportava e não aguentava mais a opressão da ditadura e o amor oprimido representava o povo brasileiro e seu desejo de liberdade e a anistia, geral, ampla e irrestrita que o governo concedeu no citado período que a música foi lançada.
É, sem sombras de dúvidas, o ‘explode coração’, é a voz do povo que se faz ouvir em busca da liberdade, após tantas prisões, torturas e assassinatos.
Vejo e sinto nessa belíssima composição uma forma mais que sutil do poeta Gonzaguinha falar para o povo brasileiro sobre a conjuntura política reinante em sua época, sem explicitar diretamente a situação.
Somente quem analisou com olhar mais escorreito é que pode perceber essa comparação entre a música ‘Explode Coração’ e o grito de liberdade com a chegada da anistia.
Foi assim que eu analisei, e sei que, porventura, poderá haver outras análises.
Joelson Mora“A esperança é uma força poderosa que impulsiona as pessoas a seguirem em frente” Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer
A saúde integral é um conceito que vai além da ausência de doenças, envolvendo o bem-estar físico, emocional, social e espiritual. Neste contexto, surge o questionamento: que horas são? Este questionamento vai além do aspecto temporal, abordando a relação entre dor, perdas, a situação atual do Rio Grande do Sul no Brasil e a esperança.
A dor e as perdas são elementos inevitáveis na jornada da vida. No contexto da saúde integral, é essencial reconhecer e lidar com essas experiências de forma adequada. No Rio Grande do Sul, como em outras regiões do Brasil, a população enfrenta desafios relacionados à saúde física e emocional/mental, bem como questões socioeconômicas que podem amplificar o sofrimento.
No Brasil, no estado do Rio Grande do Sul enfrentamos desafios significativos em diversas áreas, incluindo saúde, economia e segurança. Os sistemas de saúde sobrecarregados, tornando difícil o acesso a serviços essenciais para a promoção da saúde integral. Além disso, questões como desemprego e desigualdade social podem impactar negativamente o bem-estar da população.
Apesar dos desafios, a esperança é uma força poderosa que impulsiona as pessoas a seguirem em frente, mesmo nos momentos mais difíceis e move pessoas na solidariedade. No Rio Grande do Sul, assim como em todo o Brasil, há exemplos inspiradores de resiliência e solidariedade que demonstram a capacidade de superação e transformação. Iniciativas de saúde emocional/mental e esforços para promover o bem-estar social são exemplos de como a esperança está sendo cultivada e nutrida.
A busca pela saúde integral é um processo contínuo que requer atenção aos diversos aspectos que compõem a experiência/existência humana. Em todo o mundo, é fundamental reconhecer a importância de enfrentar os desafios de frente, buscando soluções que promovam o bem-estar de todos. Ao olhar para o relógio da vida, é possível encontrar momentos de dor e perda, mas também de esperança e renovação. Que possamos cultivar a esperança e trabalhar juntos para construir um futuro mais saudável e justo para todos.