A energia na promoção da saúde integral

SAÚDE INTEGRAL

Joelson Mora: ‘A energia na promoção da saúde integral’

Joelson Mora
Joelson Mora
"A energia na promoção da saúde integral
‘A energia na promoção da saúde integral’
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A Energia é um substantivo feminino que na Física podemos definir como a capacidade que um corpo, uma substância ou um sistema físico tem de realizar trabalho e, na Filosofia, em Aristóteles é ação de um motor (físico ou metafísico) que permite a atualização de uma potencialidade.

Além de seu papel físico e perceptível, a energia desempenha um papel mais profundo e sutil na promoção da saúde integral.

Hoje quero ir além da energia como simples combustível para as atividades diárias e mergulharemos em sua natureza mais essencial e transcendental.

Na tradição oriental, como na medicina tradicional chinesa e na filosofia iogue, a energia é vista como um fluxo vital que permeia todos os aspectos do ser. Essa energia, conhecida como “Qi” ou “Prana”, flui através de canais sutis do corpo, conhecidos como meridianos ou nadis, e é essencial para a saúde física, emocional e espiritual. Quando esse fluxo é bloqueado ou desequilibrado, surgem doenças e desconfortos.

A energia está intimamente ligada à consciência. Quanto mais conscientes somos de nossos pensamentos, emoções e padrões mentais, mais podemos direcionar e canalizar nossa energia de forma eficaz. A prática da meditação e da atenção plena nos permite acessar e direcionar conscientemente nossa energia, promovendo um estado de equilíbrio e harmonia.

Além de afetar nossa saúde individual, nossa energia também influencia nossas interações com os outros. Quando estamos vibrando em uma frequência elevada, irradiamos uma energia positiva que pode inspirar e elevar aqueles ao nosso redor. Da mesma forma, quando estamos desequilibrados ou sobrecarregados, podemos transmitir uma energia negativa que impacta negativamente os outros e afeta nossos relacionamentos.

A energia transcende a dualidade de corpo e emoções, matéria e espírito. Ela nos lembra da comunicação entre todos os aspectos do ser e nos convida a transcender as limitações percebidas da existência física. Ao reconhecermos a natureza energética de nossa realidade, nos abrimos para uma compreensão mais profunda de nós mesmos e do universo ao nosso redor.

Ao explorarmos a profundidade da energia na saúde integral, somos convidados a expandir nossa compreensão além dos limites do tangível e do mensurável. A energia não é apenas uma força física, mas também uma expressão da vida e da consciência em sua forma mais pura e essencial. Ao honrarmos e cultivarmos essa energia, abrimos as portas para um estado de saúde e bem-estar que vai além do físico e alcança os domínios mais sutis do ser.

Joelson Mora

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Altíssima Comenda Sigmund Freud

A Altíssima COMENDA SIGMUND FREUD / INSÍGNIA DE ALTOS CONHECIMENTOS será outorgada aos membros da ALSPA, durante as atividades de aniversário da academia

Card da Comenda Sigmund Freud - Insígnia de Altos Conhecimentos
Card da Comenda Sigmund Freud – Insígnia de Altos Conhecimentos

No mês de maio, a Academia de Letras de São Pedro da Aldeia | ALSPA comemorará o seu aniversário e o do Pai da Psicanálise, Sigmund Freud, com a outorga de alguns títulos e prêmios a seus membros que se destacam nas mais diversas áreas do saber, com destaque para a COMENDA SIGMUND FREUD / INSÍGNIA DE ALTOS CONHECIMENTOS, uma Comenda que acontecerá de forma única durante às atividades de aniversário da ALSPA.

Outro título a ser outorgado será o de Comendador da ALSPA, utilizado como um título distintivo de honra, oferecido por algum tipo de autoridade às pessoas que se destacam por ajudar a engrandecer a sociedade, seja por trabalhos ou influências sociais, culturais, científicas, pedagógicas, econômicas e políticas.

A Academia de Letras de São Pedro da Aldeia | ALSPA, através de suas Comendas destaca a notoriedade e feitos daqueles que, de forma ímpar, impactam com suas atitudes sociais e realizações artísticas a Cultura Lusófona.

As Comendas da Alspa agregadas ao seu título, possuem a importância e relevância das figuras históricas cunhadas em seu corpo.

A ALSPA conta com as seguintes condecorações:

• Altíssima Comenda Princesa Isabel

• Altíssima Comenda Gabriel Joaquim Dos Santos

• Comenda heroica Professora Heley de Abreu

• Altíssima Comenda Gastão de Orléans | Conde D’Eu

• Comenda Memorial Victorino Carriço

• Altíssima Comenda Sigmund Freud

Todos os candidatos devem submeter sua biografia para apreciação do Conselho e ter unanimidade do referido Conselho.

Sobre a outorga
A cerimônia de outorga acontecerá em 15 de junho de 2024, na cerimônia de aniversário da ALSPA. Os ausentes receberão sua Comenda, certificado e título de Comendador via correios.

• Taxa de adesão
No caso de aprovação do currículo haverá uma taxa de adesão.

Dúvidas e envio de currículo:

https://wa.me/message/JHL6OCC5EHNUF1

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O perigo do amor-próprio

Letícia Mariana: ‘O perigo do amor-próprio’

Leticia Mariana
Letícia Mariana
Foto por Letícia Mariana

Acordei. Me vislumbrei sem espelhos, pois já me reconheço ao longe. A luta que carrego se transforma em mais um sorriso matinal. Me sentei para meditar: o relógio diz que são seis da manhã.

“Mas é claro que o Sol vai voltar amanhã
Mais uma vez, eu sei…”

Lavo a louça, tomo café, jogo o lixo, lavo a louça. Dou um beijo em meu amor. Arrumo a mochila, oro pelas pessoas que amo. Oro por mim.

“Escuridão já vi pior, de endoidecer gente sã
Espera que o sol já vem…”

Tento ser fria, mas sou mais quente que o café que me acolhe. E a cada manhã me faço mais poesia. Desço pelas escadas do eu, me reconecto, leio meus devaneios. O quanto já sofri. O quanto já quis viver o hoje.

“Tem gente que está
do mesmo lado que você,
Mas deveria estar do lado de lá
Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar…”

O amor é a mais bela nuance de um ser humano. Gosto de amar. Quero amar! Nunca soube me amar e por isso me culpo quando tenho um resquício de amor por mim. Minha psicóloga diz que não é egoísmo se priorizar, se amar e se cuidar. Mas continuo achando que o mundo dos outros é de minha responsabilidade.

“Tem gente enganando a gente
Veja a nossa vida como está,
Mas eu sei que um dia a gente aprende…”

Pus um coração rosa em meu quadro. Sempre que faço um ato de amor-próprio, desenho um coração lá. É um compromisso comigo. Amor-próprio me parecia tão longe. Agora é lei.

“Se você quiser alguém em quem confiar,
Confie em si mesmo
Quem acredita sempre alcança!”

Ouvi muita coisa nessa vida. Tudo que eu faço parece um fardo para alguém. Mas não quero carregar incômodos alheios nos meus cômodos particulares.

“Nunca deixe que lhe digam
que não vale a pena
Acreditar no sonho que se tem…”

Minha vida me é plena…

“Ou que seus planos nunca vão dar certo…”

Mais uma rotina estudantil…

“Ou que você nunca vai ser alguém…”

Lágrimas na hora do almoço. Seco o rosto e vou pra aula.

“Tem gente que machuca os outros
Tem gente que não sabe amar…”

Pego a câmera. Treino a fotografia.

“Mas eu sei que um dia a gente aprende…”

Estudar foto é estudar almas.

“Se você quiser alguém em quem confiar,
Confie em si mesmo!”

Em quatro anos serei jornalista. Em quatro anos serei comunicadora. Mas talvez eu já seja.
Me chamaram de narcisista. Me chamaram de egoísta. Pela primeira vez em toda a minha vida, penso em mim. Respiro e me sinto alegre perante o mundo. O tanto que já me senti um fardo. Amo as pessoas. Amo quem sou. Amar é perigoso em todas as nuances.

“Quem acredita sempre alcança!”

Letícia Mariana

Citações: RUSSO, Renato

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Coqueiro solitário

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘Coqueiro solitário’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
Nas calmas tardes de estio ao rumor da brisa fria às margens do rio, um coqueiro sorri, majestoso"
“Nas calmas tardes de estio ao rumor da brisa fria às margens do rio, um coqueiro sorri, majestoso”
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Nas calmas tardes de estio

ao rumor da brisa fria

às margens do rio,

um coqueiro sorri majestoso.

Na sombra, 

o balanço da rede.

Na areia branca,

sonhos que o amor assistiu

nos versos 

da minha/da tua canção.

Sopra o vento,

baila no tempo em lentidão.

Folhas que se entrelaçam

e nos trazem lembranças,

nas tardes sombrias

onde canta o sabiá…

Nas sombras da vida,

espreita o deslizar das águas

e o ir-e-vir de barcos.

E, num véu de areia,

o sol se esconde,

a nuvem passa…

Nas manhãs de inverno

o coqueiro balança ao vento,

às vezes chora,

açoitado pelo tempo,

maltratado pelo acaso.

Nas tempestades,

o silêncio impera.

Ouve-se o murmúrio das ondas

fragmentadas nas dunas, no cais.

E a ventania, a retorcer suas palhas

sussurrantes,

que balançam e tremem o velho coqueiro,

que, contudo, não teme, enverga, mas não cai,

ao furor dos solavancos dos ventos

da morte e da solidão.

Ceiça Rocha Cruz

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Vejo flores em teus olhos

Verônica Moreira: Poema ‘Vejo flores em teus olhos’

Verônica Moreira
Verônica Moreira
“Vejo flores em teus olhos”
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Sinto-me leve como uma pluma a flutuar
Quando teus olhos, de repente, cruzam os meus.
Pois sou cativa do teu olhar
Pena que, às vezes, seja dualidade

Há dias em que olhando em teus olhos
Recebo flores, chocolate e mel
Outros, recebo indiferença
Insegurança e desalento

Então me contenho e me afasto
Não por querer, mas para evitar a dor
Porque um amor unilateral
Não deve ser nutrido na mente

Ainda que ele resida no íntimo do coração
Ainda que viva em delírio na mente
Sem pretensões de partir
O amor sempre merece ser vivenciado

Por um instante vi flores em teus olhos
E elas questionaram minha existência
Num piscar de olhos vi jardins
Mas o vento os levou para longe de mim.

Verônica Moreira

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Eu sou a morte

Francisco Evandro de Oliveira: ‘Eu sou a morte’

Francisco Evandro Farick
Francisco Evandro Farick
O vírus da covid-19
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Eu nasci bem nos confins da China, em uma pequena cidade chamada Wuhan e meu senhor me criou para não gostar de brancos, negros, morenos, pardos, caboclos, mulatos ou de qualquer outra cor de pele do ser humano. 

E também não faço distinção de muito milionário, milionário, ricos, pobres e miseráveis, porque todos a quem eu beijo, recebem quase sempre a minha marca: a morte; e eu sorrio, porque deixei o mundo perplexo e apavorado com o nascer de minha existência. 

O objetivo do meu senhor sempre foi dizimar as economias dos países ocidentais e de outros continentes, para tornar seu país poderosíssimo! 

Obriguei a todos do mundo atual voltarem a conviver socialmente e isso foi outro dos meu intuitos, para voltarem a conversar normalmente entre si; os lares agora estão com vida ativa, tudo porque não desejam receber o beijo de minha marca, que é letal e todos fogem de mim!!! 

Estão desesperadamente procurando algo para eliminar minha existência. Sei que sou frágil, muito frágil em minha membrana plasmática, assim dizem os especialistas em infectologia, porque não resisto a dois minutos a luz solar.

 Minha existência foi causada pelo excesso de egoísmo existente e exacerbado entre os seres humanos, o orgulho, o pedantismo, o excesso de pobreza existente no mundo, por causa de economias de países ricos que dizimam a de países pobres e levam o povo à miséria!!!! 

O excesso de pornografia e a moral mais baixa do que o solo, o elevado desrespeito da população às autoridades constituídas somente nos países democráticos. 

Tudo isso fez com que eu nascesse para poder fazer o mundo se voltar para o Criador ou, pelo menos, voltarem a conviver com mais sabedoria para que possam desfrutar de um mundo melhor e em paz. 

Por isso, todo aquele que não foi beijado por mim e não recebeu a minha marca, é porque foi escolhido pelo Criador para continuarem na Terra e perpetuarem a espécie, porque, eu sou a marca, sei bem sei que meus dias estão contados e sinceramente almejo que o mundo tenha entendido meu nascimento. 

Quanto ao povo brasileiro sei que é um povo emblemático que tem todas as condições e sairá, após muitas perdas, dessa situação que causei a todos vocês porque são carismáticos e tem grandes pessoas exponenciais. 

No Rio de Janeiro eu fui vencido por um nordestino e por várias outras pessoas, mas eles me venceram porque mereceram.

Francisco Evandro de Oliveira

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AFLAS lança concurso literário de poesias

O I Concurso de Poesia da Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe foi lançado em homenagem à professora ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe

Logo da AFLAS
Logo da AFLAS

A AFLAS – Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe lançou o I Concurso de Poesia em homenagem à Profª. Dra. ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe.

As avaliações dos poemas foram feitas às cegas, ou seja, seus avaliadores receberam os poemas, sem saberem os nomes dos autores para que a integridade do concurso fosse mantida, sendo eles: a Prof.ª Dr.ª Marleide Cunha; Prof.ª Dra. Advanuzia Santos; a Prof.ª Ma. Geovana de Oliveira Lima, e os acadêmicos da ASL – Academia Sergipana de Letras, Dr. Domingos Pascoal de Melo e Dr. Paulo Amado Oliveira.

Todos os participantes terão seus poemas publicados nesta coluna do Jornal Cultural Rol, que há 30 anos leva cultura para todo o mundo, e fará conhecer os talentos literários do pequeno grande Estado de Sergipe.

Vera Lúcia dos Santos

Vera Lúcia dos Santos
Vera Lúcia dos Santos

Definhando-me

Definhando-me na tristeza

Na incerteza ou na certeza 

Do nada.

Definhando-me na tristeza

Por uma semente não

Germinada.

Definhando-me na tristeza

Pelo tempo perdido

Com diálogos inúteis.

Definhando-me na tristeza

Pela plantinha que não floresceu

E nunca o fará.

Definhando-me na tristeza

Pelas lágrimas que escorrem

Sem cessar.

Definhando-me na tristeza

Pela luz que se apagou

Pela orquestra que não tocou.

Definhando-me na tristeza

Por um ano inteiro de dor

Por um arco-íris que desapareceu

Definitivamente no infinito.

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