Abertas inscrições para honrarias do sodalício acadêmico da FEBACLA

As cerimônias de outorgas ocorrerão nos dias 26 de abril de 2024, (sexta-feira) às 15h (presencial) e 17 de maio de 2024, (sexta-feira) às 20h (virtual, pela plataforma Google Meet

Logo da Febacla
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A FEBACLA – Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes está abrindo inscrições para outorgas de honrarias do Sodalício Acadêmico.

Serão outorgadas as seguintes honrarias:

Grande Prêmio Internacional de Literatura Luís de Camões

Grande Prêmio Internacional de Literatura Machado de Assis

Grande Prêmio Olavo Bilac de Literatura e Poesia

Comenda Baluarte da Literatura Nacional – Homenagem à Memória de Cecília Meireles.

Medalha Comemorativa Alusiva aos 500 anos de Nascimento de Luís de Camões.

Títulos Doutor Honoris Causa.

Título de Embaixador Cultural da Paz.

Próximos eventos da FEBACLA:

Dia 26 de abril de 2024, (sexta-feira) às 15h.

Local: CÂMARA MUNICIPAL DE NITERÓI Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 – Centro, Niterói – RJ.

Dia 17 de maio de 2024, (sexta-feira) às 20h. Evento virtual pela plataforma Google Meet.

INFORMAÇÕES:

Grande Prêmio Internacional de Literatura Luís de Camões
Grande Prêmio Internacional de Literatura Luís de Camões

Grande Prêmio Olavo Bilac de Literatura e Poesia
Grande Prêmio Olavo Bilac de Literatura e Poesia

Grande Prêmio Internacional de Literatura Machado de Assis
Grande Prêmio Internacional de Literatura Machado de Assis

Comenda Baluarte da Literatura Nacional - Homenagem à Memória de Cecília Meireles
Comenda Baluarte da Literatura Nacional – Homenagem à Memória de Cecília Meireles

Medalha Comemorativa Alusiva aos 500 anos de Nascimento de Luís de Camões
Medalha Comemorativa Alusiva aos 500 anos de Nascimento de Luís de Camões

Títulos Doutor Honoris Causa
Títulos Doutor Honoris Causa

Título de Embaixador Cultural da Paz
Título de Embaixador Cultural da Paz.

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Parabéns pelos 30 Anos Jornal Cultural ROL!

Joelson Mora: ‘Parabéns pelos 30 Anos Jornal Cultural ROL!

Card comemorativo dos 30 anos do Jornal Cultural ROL
Joelson Mora
Card comemorativo dos 30 anos do Jornal Cultural ROL
Joelson Mora

Quero expressar minha profunda gratidão ao Jornal Cultural ROL por me acolher como colunista e por fazer parte da família jornalística.

É uma honra contribuir para esta publicação tão importante. Parabéns pelos 30 anos de existência, que venham muitos mais anos de sucesso e realizações!

Fazer parte da equipe do Jornal Cultural ROL, contribuir com a coluna ‘Saúde Integral’, fornecendo aos leitores informações valiosas e práticas para promover o bem-estar físico, mental e emocional é gratificante e uma realização.

Agradeço ao jornal pela oportunidade de compartilhar conhecimentos e inspirar hábitos saudáveis no mundo inteiro. É incrível!

Gratidão!

Joelson Mora

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30 anos de Jornal ROL

Irene Rocha: ’30 anos de Jornal ROL’

Card Comemorativo dos 30 anos do JOrnal Cultural ROL - Irene Rocha
Card Comemorativo dos 30 anos do JOrnal Cultural ROL
Irene Rocha

No Jornal ROL, a cultura floresce, sementeira do conhecimento e dos saberes, há 30 anos labuta como guardião do saber a tecer. Cultivar a mente, o coração, é sua missão, erguendo-se como farol, na vastidão da educação.

Eu, como fonoaudióloga, escritora e poeta, mergulho nesse mar de luz que é escrever para o Rol, Comemorando este marco, essa jornada que muito seduz. Neste terceiro ano, como colunista a escrever, Neste periódico que muito me honra na arte de conhecer.

Deus, em sua magnificência, enobrece nossos anseios, Superando em grandiosidade tudo o que pedimos em nossos crepúsculos. Hélio Rubens, Sérgio Diniz, Verônica, entre tantos outros, pessoas que se desdobram para nos colocar no ar. Agradeço esses rostos que enaltecem estes anos, dignos de prantos.

30 anos de letras, de “ser” em ação, Valorizando a humanidade em toda sua dimensão. No Jornal Rol, a cultura é venerada, Um tributo à essência do “ser”, uma jornada sagrada.

Irene Rocha

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Celebrando 30 anos de cultura e paixão

Paulo Siuves: ‘Celebrando 30 anos de cultura e paixão’

Card comemorativo dos 30 anos do Jornal Cultural ROL
Card comemorativo dos 30 anos do Jornal Cultural ROL

Em um mundo onde cada dia traz um novo desafio, há algo reconfortante na constância de uma voz que celebra a cultura, a arte e as histórias que nos unem. Estamos comemorando os 30 anos do Jornal Cultural ROL, uma instituição que tem sido essa voz, ecoando os ritmos do coração e da alma da nossa sociedade. Trinta anos de existência são marcados não apenas por dias no calendário, mas por uma jornada rica em histórias, descobertas e celebração da cultura.

Desde suas primeiras edições, o ROL cresceu para se tornar um farol de inspiração, guiando-nos através das melodias da vida com palavras que tocam o amor em suas muitas formas. E é com imensa honra que saúdo não apenas a efeméride de uma instituição, mas também a dedicação incansável daqueles que a tornaram possível. Neste marco impressionante, é impossível não destacar o trabalho incansável do nosso editor, Sergio Diniz.

Sergio não é apenas um editor, mas um visionário, um guardião dos valores que norteiam o ROL há tanto tempo. Sua liderança inspiradora e sua paixão pela arte têm sido os pilares sobre os quais este jornal se ergue, proporcionando um espaço seguro e acolhedor para os mais diversos talentos se expressarem. Sergio, sua visão e dedicação não apenas mantiveram o ROL vibrante e relevante, mas também criaram um espaço onde escritores como eu podem florescer. Seu compromisso com a excelência é evidente em cada página publicada, em cada história que inspira.

Como colunista, é uma honra fazer parte desta família desde maio de 2021. Ao longo desse tempo, tive o privilégio de explorar uma miríade de temas, mas nenhum tão profundamente conectado ao ethos do ROL quanto o amor e sua relação com a música. É através dessa lente que tenho tentado capturar a essência da experiência humana, traduzindo em palavras a melodia de nossos corações.

Então, enquanto celebramos o passado, olhamos também para o futuro com esperança e entusiasmo. Que o Jornal Rol continue a ser um palco para a expressão cultural e um testemunho do poder transformador da arte, sabendo que o ROL continuará sendo uma fonte de inspiração e enriquecimento para as gerações futuras. Que sua luz continue a brilhar, guiando-nos através das paisagens da arte e da alma.

Nesta data tão especial, levanto minha voz em homenagem ao Jornal Cultural Rol e a todos aqueles que o tornaram uma realidade. Que possamos continuar compartilhando nossa paixão pela cultura, celebrando a beleza que ela traz para nossas vidas.

Parabéns, Rolianos, por três décadas de contribuições inestimáveis à nossa cultura. Parabéns, ROL, pelos seus 30 anos de excelência e por todos os anos que estão por vir. E para você, Sergio, um brinde especial por ser o maestro dessa orquestra maravilhosa, por liderar esta jornada com dedicação, visão e amor.

Que o Rol continue sendo a trilha sonora de nossas vidas, enchendo nossos dias com harmonia e inspiração.

Paulo Siuves

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Parabéns Jornal Cultural ROL!

Berenice Miranda: ‘Parabéns Jornal Cultural ROL!

Card comemorativo dos 30 anos do Jornal ROL
Card comemorativo dos 30 anos do Jornal ROL

De acordo o dicionário etimológico, a palavra cultura tem origem do latim e significa ‘ação de tratar’, ‘cultivar’ ou ‘cultivar a mente e os conhecimentos’.

Partindo do último pressuposto, o Jornal Cultural Rol comemora 30 anos como semeador e cultivador de conhecimentos.

Como historiadora e apaixonada pelo estudo do homem por meio da cultura, comemoro com ainda mais vigor, pois é o meu primeiro ano como colunista de tão renomado jornal. É incrível como Deus honra nossos sonhos de forma superior ao que fomos capazes de pedir.

Nesse leque de conquistas, surgem rostos, entre eles destacam os de Helio Rubens, Sergio Diniz e Verônica. São 30 anos de valorização das letras, do ‘ser (verbo) humano’ e do ‘ser (substantivo) humano’.

Parabéns Jornal Cultural Rol!

Berenice Miranda

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Aos 30 anos do Jornal ROL

Gabriela Lopes: ‘Aos 30 anos do Jornal ROL’

Gabriela Lopes
Gabriela Lopes
Logo do Jornal cultural ROL
Logo do Jornal Cultural ROL

Ao longo das décadas que se passaram…
Desde a primeira matéria que aqui brotou,
Há muito a agradecer, sem sombra de dúvida…
O Jornal Rol, robusto pilar,
Com o brilho lá do alto do eterno Hélio Rubens,
E na mesma medida, o diamante humano, Sergio Diniz,
Ambos, preciosidades pelas quais cada colunista
Se sente abençoado.
Se há missões divinas neste mundo,
Conhecer almas como as suas
Nos inspira a crer,
Que para deixar uma marca na vida dos outros
Basta caneta e papel na mão
E um coração ardente de amor
Para o eterno florescer.
Parabéns Jornal Rol pelos seus 30 anos.

Gabriela Lopes

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Lucio Fulci, o horror e sua derivações

CINEMA EM TELA

Marcus Hemerly: ‘Lucio Fulci, o horror e sua derivações’

Flyer Cinema m Tela: 'Lucio Fulci, o horror e sua derivações'
Flyer Cinema m Tela: ‘Lucio Fulci, o horror e sua derivações

Conhecido como o maestro ou poeta do macabro pelos famosos títulos de terror desdobrando icônicas cenas de gore a partir de sofisticados efeitos práticos, o diretor italiano Lucio Fulci (1927 – 1996), assimila como particularidade a versatilidade temática de sua filmografia. Desde suas primeiras realizações, foram explorados gêneros tais como a comédia, romance, faroeste, documental, e, finalmente, teve sua consagração internacional como um dos principais expoentes do horror no século XX.

Após uma desilusão amorosa e já havendo desistido de continuar o curso de Medicina, iniciou seus estudos de cinema no Centro Sperimentale di Roma, após trabalhar como crítico nos periódicos Gazzetta delle Arti e Il Messaggero, posteriormente tendo contato direto com nomes do calibre de Fellini, Antonioni, Vittorio de Sica, entre outros contemporâneos.

Inclusive, em entrevistas, mormente no famoso registro ‘Fulci Talks’, gravado em 1993, três anos antes de seu falecimento, revelou sua amizade próxima com Federico Fellini, dizendo que nos momentos de intimidade, conversavam sobre “paixões antigas e cachorros”, não necessariamente diluindo a cinefilia como tópico mandatório, a despeito de permear suas existências de maneira constante. Aliás, para o diretor, o cinema como razão de viver era um instrumento não só de expressão artística, mas de comunicação com o mundo, os sentimentos mais animalescos e os mais nobres traduzidos à tela a partir de sua esmerada regência. 

Ainda que frequentemente associado ao subgênero Giallo, junto a realizadores como Dario Argento e Mario Bava, é lembrado devido a produções de horror mais gráfico, seja por conhecidas cenas envolvendo ruptura de globos oculares, seja por regurgitações sanguinolentas, em filmes como ‘Zumbi 2’ e ‘O Estripador de Nova York’. Sua obra, todavia, não destoou do viés humano, intimista e, até mesmo, cósmico. Decerto, não é inaudito que tal desdobramento pode ser mais aterrorizante do que mortos-vivos e assombrações.

Importante lembrar que o cineasta captou o olhar de público e crítica, ainda que de forma controversa, a partir do drama histórico ‘Beatrice Cenci’, e o suspense policial ‘Uma sobre a Outra’, ambos de 1969, este último rodado e ambientado em São Francisco. Inclusive, a transposição de tramas à América, a exemplo dos western spaghetti, não seria algo pouco usual ao período, até como forma de divulgação.

Por um lado, se os gialli – modalidade de slasher com estilística própria e marcante – foram inaugurados por Maria Bava na produção ‘A moça que Sabia Demais’ (1963), este foi responsável de forma mais relevada na formatação de horror gótico, contudo, Fulci se destacou em ambas as vertentes.  A famosa ‘Trilogia das Portas do Inferno’, composta por ‘Terror nas Trevas’, ‘Pavor na Cidade dos Zumbis’ e ‘A casa do Cemitério’, desborda tanto eventuais close ups extremos sobre eviscerações, como cenas de suspense complexamente montadas, sobrepostas por trilhas sonoras marcantes. Constantemente, objeto de inspiração a criações nas décadas seguintes, valorizando um tom artesanal quando ainda não se conhecia o CGI. 

Por óbvio, seria inviável e até desrespeitoso, tentar exaurir impressões acerca do mestre em poucas linhas. Temas correlatos às motivações subjacentes de vários argumentos, suas funções como roteirista, produtor, além de ator em suas películas merecem objeto de dissertação mais verticalizadas. Seria, no mesmo tom, impossível cerrar os olhos às divas que aformosearam de modo igualmente intenso, não apenas as segmentações de Fulci, mas o cinema Italiano dos anos 60 a 80, precipuamente, as talentosas Barbara Bouchet, Edwige Fenech, Carroll Baker, star system similarmente formatado no Brasil, na época das produções da Boca do Cinema, em São Paulo. 

Suas últimas obras foram relegadas como títulos sem entusiasmo e carecendo do brilho vinculado ao início da carreira, que já era numerosa como roteirista e assistente de direção, muito antes de ‘Uma Sobre a Outra’ e os fabulosos ‘Uma Lagartixa Num Corpo de Mulher’ e ‘O Mistério do Bosque dos Sonhos’, ambos estrelados pela brasileira Florinda Bolkan e sucesso mundial. No entanto, filmes como ‘Vozes das Profundezas’ e ‘Porta Para o Silêncio’ de 1991, guardam não apenas o estilo de Fulci, replicado em toda sua filmografia, como novos toques experimentais. O cineasta já havia transposto um brilhante panorama de metalinguagem no impressionante ‘Um Gato no Cérebro”, um ano antes, no qual interpreta a si mesmo, pois o trabalho do artista, como cediço, é inovar dentro do tradicional. Aliás, o clássico é perene, não sem justa motivação. 

FILMOGRAFIA SELECIONADA

1953 – O Homem, a Besta e a Virtude – L´uomo, La Bestia, La Vírtu (Roteiro)

1954 – Um Americano em Roma – Un americano a Roma (Roteiro)

I ladri (1959)

1959 – Rock, Twist e Doce Vida – I ragazzi del juke box

Urlatori alla sbarra (1960)

Colpo gobbo all’italiana (1962)

I due della legione (1962)

Le massaggiatrici (1962)

Uno strano tipo (1963)

Gli imbroglioni (1963)

I maniaci (The Maniacs, 1964)

I due evasi di Sing Sing (1964)

I due pericoli pubblici (1964)

002 agenti segretissimi (1964)

Come inguaiammo l’esercito (1965)

002 operazione Luna (1965)

I due parà (1965)

Come svaligiammo la Banca d’Italia (1966)

Le colte cantarono a morte e fu… tempo di massacro (Massacre Time, 1966)

Come rubammo la bomba atomica (1967)

Il lungo, il corto, il gatto (The Long, the short, and the Cat) (1967)

1967 – Operação São Pedro (1967)

1969 – Uma Sobre a Outra – Una Sull’Altra

Beatrice Cenci (The Conspiracy of Torture, 1969)

1971 – Uma Lagartixa Num Corpo de Mulher – Una Lucertola con la Pelle di Donna

1972 – O Deputado Erótico – All’onorevole piacciono le donne (Nonostante le apparenze e purché la Nazione non lo sappia…)

1972 – O Segredo do Bosque dos Sonhos / O Estranho Segredo do Bosque dos Sonhos – Non si sevizia un paperino

1973 – Presas Brancas / Desafio ao Lobo Branco – White Fang

The Challenge to White Fang (1974)

Il cavaliere Costante Nicosia demoniaco… ovvero Dracula in Brianza (Young Dracula/Dracula in the Provinces (1975)

1975 – Os Quatro do Apocalipse – The Four of the Apocalypse

La pretora (1976)

1977 – Premonição – Sette Note in Nero (Seven Notes in Black, The Psychic)

1978 – Sela de Prata – Silver Saddle

1979 – Zombie A volta dos Mortos – Zombi 2 (Zombie Flesh Eaters, Zombie, 1979)

Contraband (1980)

1980 – Pavor na Cidade dos Zumbis – Paura nella Ciittà dei Morti Viventi (The Gates of Hell)

1981 – O Gato Negro – Il Gatto Nero

1981 – Terror nas Trevas – …E tu Vivrai nel Terrore! L’Aldilà (Seven Doors of Death)

1981 – A Casa do Cemitério – Quella Villa Accanto al Cimitero

1982 – O Estripador de Nova York – The New York Ripper

Manhattan Baby (1982)

Conquest (1983)

I guerrieri dell’anno 2072 (The New Gladiators/Rome 2033 – The Fighter Centurions, 1984)

Murder-Rock (1984)

O Mel do Diabo – The Devil’s Honey (1986)

Aenigma (1987)

Zombi 3 (1988)

When Alice Broke the Mirror (também conhecido como Touch of Death, 1988)

Sodoma’s Ghost (também conhecido como The Ghosts of Sodom, 1988)

The Sweet House of Horrors (1989, TV)

The House of Clocks (1989, TV)

Demonia (1990)

Um gato no Cérebro – A Cat in the Brain (Nightmare Concert, 1990)

Vozes das Profundezas – Voices From Beyond (1991)

Porta Para o Silêncio – Door to Silence (1991)

Marcus Hemerly

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