Surendra Nagaraju – ElanaagaImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69edf2cf-1d58-83e9-9d5c-b7a62aaf8af3
Once a birdless tree, a garden sans spring, a sea bereft of waves, or a reptile befriending a desert devoid of marquee creeps into your heart, it is the end.
The outcome that threatens the very existence of an essential inner ingredient generates an untold peril. True it is that one should resist it but the effort may stop just at the stage of proclamation.
Foreseeable happenings can be smelt but not those that suddenly surface with no inkling.
Non-stop, unabated circumspection, with open vigilant eyes on all sides, becomes imperative.
By the time you realise that a dried-up well is equal to a honeyless comb, it is too late.
‘Autenticidade, este conceito de existência da vida humana’
Rhea CristinaTema da imagem: autenticidade – Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69bb037c-1a0c-832e-bcc6-df69a46a7dea– 24 abril 2026, 21:21:53
Somos perfeitos, em todas as nossas imperfeições! Se olharmos com sinceridade para o fundo do nosso ser, a autenticidade é mais do que um estilo de vida. Porque ser autêntico nestes tempos de mudanças planetárias é uma condição sine qua non da existência humana.
O que dizemos, o que fazemos ou o que pensamos está ligado à autenticidade de cada um de nós e tem início no amor-próprio. É com ele que a vida em nós começa e com ele que se encerra a nossa existência física na Terra. A autenticidade torna-se, assim, um dom incomparável.
Claro que viemos experimentar a vida neste plano de formas completamente diferentes. A evolução espiritual de cada um é uma escolha estritamente individual e, dependendo dela, nos aproximamos ou nos afastamos da nossa autenticidade.
As pessoas autênticas sabem viver o momento em sua beleza mais preciosa. Quando digo isso, não me refiro apenas aos momentos felizes da vida, mas também aos de sofrimento. O destino é vivido em etapas distintas da vida, que nos ajudam a crescer espiritualmente.
Eu, na maioria das vezes, encontrei a autenticidade com frequência em pessoas simples, que vivem a partir do espaço do Amor, da bondade, do respeito e da confiança nas pessoas. Elas têm uma vibração energética que lhes permite libertar-se dos bloqueios do ego. Conseguiram, de forma intrínseca, permitir que a luz da Consciência penetrasse em sua própria existência e traçar, elas mesmas, o seu destino.
A autenticidade está presente, muitas vezes, em pessoas que não são, frequentemente, aquelas com altos estudos ou preocupadas com conceitos filosóficos sobre o mundo ou a vida. No entanto, são elas que conseguem se conectar de forma mais profunda com outras pessoas.
Como seres multidimensionais que somos, escolhemos ter na Terra uma experiência humana, física. No entanto, depende apenas de nós escolher permanecer, nesta existência física, aqueles seres energéticos e espirituais que viemos ser aqui. A autenticidade faz parte desse conceito de existência da vida humana.
Ao mesmo tempo, estamos em pleno processo de ascensão espiritual planetária. Apenas aqueles que não querem conhecer o seu eu interior, divino, não reconhecem isso. Porque não estamos curados — todos nós ainda não estamos completamente curados. Estamos apenas na escala da cura. Quando sentirmos a nossa perfeição, saberemos amar a nós mesmos, uns aos outros, e estaremos curados: das feridas, da violência, da raiva, da vingança, das emoções e sentimentos negativos. Das tempestades em nossas almas.
A nossa grandeza interior começa com o ser autêntico, continua com uma alta vibração energética e, por fim, com a elevação da consciência humana em nível global. Doloroso ou sublime, é uma necessidade do ser humano SER NO PRESENTE, em escala planetária, atravessar juntos esse caminho.
Ramos António AmineImagem criada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69ec0679-4970-83e9-86fd-6c282a77a74c
A fuga da mãe e do miúdo passou despercebida aos olhares impávidos dos filhos da quinta. Os ímpios encontravam-se em festa, apesar da confusão instalada no interior da tenda, que culminara na queda do cálice sobre o altar da hipocrisia.
Após o último gole do vinho que sustentava a celebração, o monge, com gestos incomuns, solicitou o incensário para a bênção final. Foi então que os ímpios se recordaram: o incensário havia sido levado pelo miúdo, logo após a bênção inicial.
O miúdo não estava presente. Nem a mãe.
Um silêncio denso instalou-se. Para quebrá-lo, ergueu-se um assobio, um só, suficiente para convocar todos os cães fardados.
Vieram as filhas da quinta, trémulas. Vieram os cães fardados. Vieram os informantes da bófia, os garimpeiros, os lavradores. Até a guardiã dos avisos ignorados se fez presente.
Menos a mãe e o miúdo.
A ausência despertou inquietação entre os ímpios. Onde estão?
A resposta foi um silêncio ensurdecedor.
Assim, a festa que começara sob a exibição da luxúria e da comunhão dos ímpios terminou com uma bênção sem incensário. Afinal, o miúdo era a oferenda dos filhos da quinta aos convidados, e o incensário, apenas o pretexto.
Declarou-se, então, a caça.
Uma rusga foi lançada em direção ao resgate do miúdo e da mãe.
A quinta foi reforçada. Novos arames farpados foram erguidos. A altura dos muros aumentou. A eletrificação do portão foi intensificada.
Os filhos da quinta permaneceram sob custódia da nova guardiã dos avisos ignorados, uma figura oferecida pelos ímpios convidados, trazida numa sacola triste.
Aos lavradores foram atribuídas porções maiores de terra, para que o cansaço lhes roubasse o tempo e, com ele, qualquer tentativa de fisgar o coração de uma das filhas da quinta, como sucedera com a mãe refugiada.
Aos garimpeiros impôs-se uma dívida eterna: pagariam pela morte do pai do miúdo, morto por ambição desmedida após encontrar ouro de valor ímpar. A dívida seria saldada na mina do Diabo, nas profundezas da quinta, sob exploração incessante, sem remuneração e vigiados pelos informantes da bófia.
Recrutaram-se novos cães fardados, mais jovens e de faro apurado. Os antigos foram expulsos e condenados a vaguear pelo mundo, à procura da mãe e do miúdo, agora como cães vadios.
Nenhuma punição recaiu sobre os filhos da quinta. Afinal, eram peritos em não sujar as mãos.
A caça estava declarada.
Enquanto isso, longe dali, a mãe, agora prostituta ressuscitada, enfrentava os piores solavancos da sua vida.
Sem teto. Sem alimento. Sem água sequer para a pureza do corpo.
Naquele novo mundo, tudo escasseava, excepto o sexo. O sexo, esse, fora elevado à condição de negócio mais rentável.
Diante disso, decidiu reinventar-se.
Tomou emprestado de uma amiga, também desalojada após a morte do marido, uma calça de pernas apertadas, uma blusa curta que mal lhe cobria o umbigo, um par de sapatos de salto alto, alguns cosméticos e um relógio simples para controlar o tempo.
E seguiu em direção ao prostíbulo.
Pela primeira vez, deixou o miúdo entregue ao destino, o mesmo destino que fora cruel com o pai.
Nos primeiros dias, enfrentou a resistência das outras mulheres. Chamaram-lhe velha. Intrusa. Indesejada.
A tensão só cessou com a intervenção do dono do prostíbulo.
O dono, um dos ímpios que estivera presente na festa da quinta. O mesmo cuja ação precipitada na tenda provocara a queda do cálice e, por consequência, a fuga da mãe e do miúdo.
Agora, ali estava ele.
E não a reconheceu.
Ela, porém, reconheceu-o sem hesitação.
A sua presença ajustou-lhe as intenções.
O destino, caprichoso, quis que o seu primeiro cliente fosse um rosto familiar: o monge.
Já não parecia velho. Já não era cego. Já não era surdo.
Nada do que fingira ser na tenda permanecia.
Atraído pelos seios firmes da recém-chegada, o monge escolheu-a. Naquele espaço, a novidade era sempre um atractivo e ele apreciava medir territórios ainda não explorados.
Ignorava, porém, que diante dele não estava apenas mais um corpo à venda.
Estava a memória viva daquilo que fingira não ver.
Na casa onde tudo obedecia a regras invisíveis, a prostituta ainda não conhecia os seus limites. Quando o monge a procurou, não recusou. Não por desejo, mas por hábito antigo, feito de sobrevivência e resignação.
Depois do acto apressado, ele levantou-se com a leveza dos que nunca ficam. Disse que ia buscar cigarros, como se o fumo pudesse justificar a impotência. Saiu. E não voltou.
Ficou o quarto. Ficou o cheiro. Ficou a ausência, essa presença mais pesada do que qualquer corpo.
Ela percebeu, então, que não haveria pagamento pelo serviço prestado. Nem palavra, nem responsabilidade, nem vestígio de moral. O monge, homem de fé na aparência e de corrupção nos gestos, dissolvera-se na noite. E, como rumor ainda mais amargo, sabia-se que mantinha ligações com o dono do prostíbulo, alianças silenciosas entre homens que vestiam virtude como máscara.
Saiu à sua procura. Não por esperança, mas por necessidade de sentido.
As outras mulheres perceberam. Já conheciam aquele tipo de abandono. Ainda assim, riram-se. Não por crueldade consciente, mas por desgaste, como quem já não distingue a dor dos outros da própria indiferença.
Mas nela o riso não encontrou eco. Encontrou forma.
Algo se endureceu por dentro. A humilhação deixou de ser ferida e tornou-se direcção. Já não queria apenas o monge. Queria o colapso de tudo o que o sustentava: a quinta, os homens, a ordem invisível dos ímpios.
Quando regressou, trazia o peso de quem já procurou demais e encontrou apenas vazio. Sentou-se em silêncio. E deixou a pergunta que nasceu inevitável: por quê?
O filho aproximou-se e enxugou-lhe as lágrimas. E nesse gesto simples, quase imperceptível, aprendeu uma verdade sem nome: as lágrimas de uma mãe não são como as de crocodilo.
O filho cresceu sem nome, sem pai, sem escola e sem Deus. Cresceu a observar o mundo de fora. Um dia viu uma carrinha levar crianças da sua idade para a escola. Enquanto uns eram conduzidos ao futuro, outros nem sequer sabiam que ele existia.
Ainda assim, o mundo encontrou forma de chegar até ele. Fragmentos de línguas antigas e estrangeiras: latim, alemão, francês, inglês, tiveram lhe atravessado a vida lá na quinta como restos de uma ordem maior que nunca o incluiu.
Depois veio a rua.
A rua não o rejeitou. Absorveu-o. Tornou-se parte do que sobra. Aprendeu a viver entre restos, a abrir sacos como quem abre destinos. E havia nisso uma ironia cruel: os mesmos lixos que lhe garantiam sobrevivência eram admirados por altruístas performativos como paisagens curiosas da pobreza.
A mãe, por sua vez, afundava-se cada vez mais no prostíbulo, não por escolha, mas por perseguição. Havia nela uma obsessão: encontrar o monge, obrigá-lo a olhar com a lâmpada acesa para aquilo que tinha deixado para trás.
Na rua, o rapaz encontrou os que já não perguntavam “porquê”. Mas dentro dele ainda havia resistência.
Até que encontrou o limite.
Num contentor, entre restos sem nome, viu um recém-nascido morto, apertado num saco de plástico. Não disse nada. Guardou o silêncio, como se tivesse herdado o peso do mundo.
Noutro contentor, encontrou comida ainda boa. E pensou no absurdo: o que uns descartam como excesso, outros disputam como sobrevivência.
Começou então a questionar tudo. A mesma sociedade que ridiculariza os que falam sozinhos na rua celebra aqueles que decidem destinos com uma assinatura.
Um dia, cansado, deitou-se sob uma árvore cujas flores pareciam desistir antes de cair. Da sua sacola, retirou um livro: Cândido. Leu e encontrou Pangloss, com o seu otimismo insistente, quase ofensivo diante da realidade.
Mas ali compreendeu: não bastava aceitar o mundo como o melhor possível. Era preciso enfrentá-lo.
O sol desaparecia quando um padre se aproximou. Chamou-o sem pressa, sem julgamento.
O rapaz abriu os olhos.
Tinha o corpo cansado de restos, mas a consciência inquieta de quem já não cabe no lugar onde está.
Levantou-se.
E seguiu.
No santuário da Nossa Senhora, deram-lhe um novo nome, ou talvez apenas um novo lugar.
E assim, o quarto sinal cumpriu-se: não como resposta, mas como início de uma outra forma de dúvida.
E, no caso de Dilvar da Silva Teixeira, sua escrita é exatamente o encontro entre essas duas forças.
Natural de Capão da Canoa, no Rio Grande do Sul, Dilvar carrega em sua trajetória a força de quem aprendeu desde cedo o valor do trabalho, da família e da resiliência.
Segundo de seis irmãos, cresceu em um ambiente simples, mas profundamente marcado por amor, dedicação e ensinamentos que moldaram não apenas o homem que se tornou, mas também o escritor que hoje emociona e provoca reflexões.
Ainda na infância, conciliando estudos e trabalho ao lado do pai na construção civil, aprendeu lições que ultrapassam qualquer profissão: dignidade, esforço e respeito pela vida.
Ao longo dos anos, transitou por diferentes áreas, da tecnologia à marcenaria, da fotografia ao empreendedorismo, experiências que ampliaram seu olhar sobre o mundo e, principalmente, sobre as pessoas.
Mas foi durante um dos períodos mais desafiadores da humanidade que algo dentro dele floresceu.
Durante a pandemia, em meio ao silêncio e às incertezas, Dilvar viveu um profundo despertar espiritual.
Foi nesse momento que encontrou, na introspecção e na conexão com o divino, um novo propósito: compreender a essência da existência e compartilhar esse caminho com outras pessoas.
Sua jornada como escritor começou justamente por aí, com obras voltadas ao autoconhecimento, como “Semeando a Paz Interior” e “Florescer na Jornada”, livros que convidam o leitor a olhar para dentro, com sensibilidade, acolhimento e verdade.
Mas, em “O Código de Lilith”, sua escrita ganha novos contornos.
Sem abandonar a espiritualidade, Dilvar mergulha na ficção mística para conduzir o leitor por uma narrativa intensa, repleta de simbolismos, mistérios e questionamentos que atravessam séculos.
Dilvar Teixeira
Inspirado por obras como O Código Da Vinci, o autor utiliza a ficção como ferramenta para instigar, não para impor respostas, mas para despertar perguntas.
A história nasce de sua curiosidade pelos textos apócrifos, pelos manuscritos antigos e pelos conhecimentos que, ao longo da história, foram ocultados ou esquecidos.
E é nesse cenário que surge Lilith, uma figura envolta em mistério, força e liberdade.
Mais do que contar uma história, “O Código de Lilith” propõe uma experiência.
Uma jornada que transita entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, entre aquilo que nos foi ensinado… e aquilo que ainda ousamos questionar.
E talvez seja justamente esse o maior diferencial da obra.
Dilvar não escreve para convencer.
Escreve para provocar.
Ele escreve para acender no leitor a chama da busca interior.
Para lembrar que, muitas vezes, as respostas não estão prontas, elas nascem das perguntas que temos coragem de fazer.
Com uma escrita que une sensibilidade, espiritualidade e imaginação, o autor dá um novo passo em sua trajetória literária, mostrando que a ficção pode ser, também, um caminho profundo de conexão e transformação.
E essa história… ainda não termina aqui.
Desde as últimas páginas, o leitor percebe que há mais por vir, novos caminhos, novos mistérios e novas descobertas aguardam aqueles que decidirem continuar essa jornada.
Porque, no fim, talvez a maior verdade não esteja nas respostas reveladas… mas na coragem de buscá-las.
Entre segredos enterrados há milênios e uma verdade capaz de abalar os alicerces da fé, uma descoberta pode mudar tudo.
Quando Davi, um jovem e brilhante pesquisador de teologia em Roma, encontra um fragmento oculto dentro de um antigo códice, ele acredita ter descoberto apenas mais uma peça esquecida da história.
Mas o que está escrito naquele pergaminho vai muito além de uma simples variação das Escrituras.
O texto revela uma versão proibida da Criação, uma verdade apagada deliberadamente pela Igreja: antes de Eva, existiu outra mulher.
Uma mulher que não se curvou.
Uma mulher que escolheu a liberdade ao invés da submissão.
Seu nome: Lilith.
A partir desse momento, Davi deixa de ser apenas um estudioso e passa a ser um alvo.
Perseguido por uma sociedade secreta conhecida como os Guardiões do Silêncio, ele mergulha em uma conspiração que atravessa séculos, envolvendo manuscritos proibidos, códigos ancestrais e segredos que jamais deveriam ser revelados.
Ao lado da enigmática Helena e sob a orientação de um mentor que teme pelo pior, Davi precisa decifrar o verdadeiro significado do chamado “Nome Inefável”, uma chave que pode libertar uma verdade esquecida… ou desencadear consequências irreversíveis.
Entre o sagrado e o proibido, entre a fé e a liberdade, uma pergunta ecoa: E se a maior mentira da humanidade estiver escondida na própria origem da criação?
I burned to ashes by jealousy— While you play your love games with another woman. I can still feel your physique, your body’s scent, your warmth— That sacred time was only ours. It is easier to die than to surrender my right. You memorize countless names, reciting them by heart— and my own curse has slowly killed me. I don’t exist anywhere within you. I am not extraordinary enough to endure this pain. I cannot ignore that ever-familiar femininity— How insulting— our blissful union never reached your heart, only touched your body. Her hair, her scent— no longer weakens you. You abandoned your own goddess, yet filled your mind with hundreds, thousands of idols. You write more poetry— but for whom? I die every day. Look— Blood drips down my face. What a red, What a red! dark as a wedding saree.