Quando os Estrangeiros Chegarem

Primeiro livro de Alex Dornelles, Quando os Estrangeiros Chegarem, com tons de romance, suspense e aventura aborda tema recorrente no cinema: extraterrestres!

Capa do livro 'Quando os Estrangeiros Chegarem
Capa do livro ‘Quando os Estrangeiros Chegarem, de Alex Dornelles

Estreando na literatura, Alex Dornelles lança o livro ‘Quando os Estrangeiros Chegarem‘, pela Editora AGE, com tons de romance, suspense e aventura, abordando um tema recorrente no cinema e, inclusive, objeto de especulação científica: extraterrestres!

SINOPSE

Após um encontro em meio à notícia de que extraterrestres estão vindo à Terra, a paixão secreta de Sílvio por Viviane torna-se ainda mais forte. Ao conhecerem um simpático jornalista inglês, acabam envolvidos em várias situações decorrentes da iminente chegada dos alienígenas e ainda precisam lidar com os temores e incertezas que os acontecimentos representam. O ano é 2056, na cidade de Porto Alegre.
Será que a humanidade estará preparada para receber visitantes de outro planeta?

FICHA TÉCNICA

Título: Quando os Estrangeiros Chegarem

Autor: Alex Dornelles

Editora: AGE

ASIN: B0CBW54RGM

Páginas: 148

Preço: R$9,90

Onde encontrar: Amazon

Sobre o autor

Alex Dornelles
Alex Dornelles

Alex Dornelles é natural de Porto Alegre.

Formado em Ciências Contábeis e Direito, atuou como escrivão na Polícia Civil do RS, fiscal-contador no CRCRS e técnico superior administrativo de uma estatal. Atualmente está tentando outras atividades correlatas com sua formação acadêmica, bem como segue escrevendo novos trabalhos.

O gosto pela leitura iniciou desde a infância, quando começou a ler os primeiros livros, em especial os da antológica coleção vagalume, sobrevindo, com isso, a vontade de escrever, e tendo como incentivador o melhor amigo, Flávio Soares.

Sempre adorou o tema Ufologia, principalmente em filmes, e a essência de ‘Quando os Estrangeiros Chegarem‘, condimentada entre romance, suspense e aventura, é a reflexão sobre como seria a convivência entre seres humanos e seres extraterrestres.

A ideia do livro teve início em 2001, quando escreveu em torno de 40 páginas. Porém, os compromissos profissionais e acadêmicos tomavam muito seu tempo e não conseguia manter o foco. Não obstante, Alex Dornelles acredita que a nova atividade de escritor veio no momento certo, pois considera que hoje tem maturidade suficiente para escrever. Com 52 anos de idade, muitos fatos marcaram-lhe a vida; particularmente, dois filhos, ter sido policial civil, contador de uma empresa de grande porte e, mais recentemente, ter concluído a faculdade de Direito.

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Instantâneos

Sergio Diniz da Costa: ‘Instantâneos’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
Entre as ameias, meias verdades, meia visão, de uma ilusão inteira
Entre as ameias, meias verdades, meia visão, de uma ilusão inteira
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

A mente, um pula-pula

Pula pra cá e pula pra lá

Parece um saci

Voam os balões

Levam, levam consigo

Sonhos-meninos

Poente rubro

Transmutando emoções

Solidão e vida

O dia raiou,

Radiantemente,

Os homens dormem

Num instante

O instante

Se faz distante

Trilhos

Que trilham

As trilhas da vida

Entre as ameias,

Meias verdades, meia visão, 

De uma ilusão inteira

Folhas ao vento vão

De roldão; que visão

Que a natureza nos dá

Céu azul anil

Nuvens de algodão dão

Suave impressão

Sergio Diniz da Costa

Contatos com o autor

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30 anos

Marcelo Augusto Paiva Pereira: Poema ’30 anos”

Card de comemoração dos 30 anos do 
Jornal ROL - Marcelo Paiva Pereira
Card de comemoração dos 30 anos do
Jornal ROL – Marcelo Paiva Pereira
Logo do Jornal Cultural ROL
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Este é o jornal virtual ROL

Da cultura é seu farol

Criado há trinta anos

Sempre evitou os enganos.

O ROL conquistou os leitores

Acolheu diversos colaboradores

Também expandiu seu espaço de ação

Para além do território da nação.

De lá para cá muito se publicou

O foco na cultura nunca se apagou

Reformas no “site” se fez necessárias

Para trazer à cultura mais luminárias.

No início de fevereiro deste ano

Seu fundador infelizmente faleceu

A ele se dedicou em seu quotidiano

Até o dia que a morte o venceu.

O jornal ROL continuará sua jornada

Ainda que não seja nas estrelas

Continuaremos nossa empreitada

De publicar cultura para que todos possam tê-la.

Marcelo Augusto Paiva Pereira 

Contatos com o autor

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Amor ou mentira?

Denise Canova: Poema ‘Amor ou mentira’?

Denise Canova
Denise Canova
Amor ou mentira?
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Amor ou mentira?

Devo crer que é amor?

Só me diz

Abraçado comigo

Diz

Dama da Poesia

Contato com a autora

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Celina Cyborg

Resenha do livro ‘Celina Cyborg. No limte do coração’, de Carla Cadete, pela Editora Uiclap.

Capa do livro 'Celina Cyborg', de Carla Cadete, pela Editora Uiclap.

RESENHA

U

m cientista da NASA tem um tempo muito curto após a provação de seu projeto para que dê vida a seu experimento.

Assim que consegue o corpo perfeito, ele dá vida a Celina Cyborg, que se torna uma policial e é recrutada para auxiliar o delegado Rafael Silva.

Uma história cheia de reviravoltas, paixão, ação e um final surpreendente.

Uma leitura muito bacana.

Leiam!!!

Assista à resenha do canal @oqueli no Youtube

SINOPSE

NASA, 2150, um experiente cientista apresenta seu mais novo projeto, CyborgWoman.

Ao ser aceito, ele precisará de um corpo e o encontra andando pelas vastas salas da NASA.

O corpo de Celina Braga está destruído devido ao acidente que sofreu, mas sua beleza incrível está intacta, assim como o cérebro e o coração.

Rafael, o delegado do futuro, luta contra inúmeros arruaceiros, seu dia a dia é cansativo, se dedica ao serviço de corpo e alma, impedindo-o de descansar.

Para ajudá-lo, um projeto dos Estados Unidos lhe é oferecido como um experimento.

A primeira mulher biônica policial: Celina Cyborg, perigosa, temida e sensual.

Um romance entre uma mulher cyborg e um homem.

Algo que vai além da compreensão de muitos, esse casal vai mudar o conceito da população do Texas.

Embora ninguém saiba se eles conseguirão resolver os seus próprios conceitos e desejos, em relação ao amor.

SOBRE A OBRA

Carla nos conta que criou Celina Cyborg durante uma fase muito difícil de sua vida, onde passava por muitos problemas , o que a levou a um bloqueio temporário para a escrita.

Neste momento ela teve a ideia de tentar desenvolver um livro de fantasia para poder superar este bloqueio.

Então Celina Cyborg surge, em menos de duas semanas.

Após a avaliação e aprovação de duas betas readers, Carla finalmente escreveu rapidamente a história.

SOBRE A AUTORA

Imagem da escritora Carla Cadete

Carla Gisele Ferreira Cadete tem 42 anos.

Brasileira, cursou o ensino médio completo.

Leitora desde 1992, aos onze anos de idade, época em que ganhou o primeiro romance de sua mãe.

Desde então nunca mais parou.

Assim que conheceu o app Chapters em 2021, não perdeu a oportunidade de escrever, e se dedica a escrita desde então.

Adora o gênero fantasia, tanto para escrever quanto para ler.

OBRAS DA AUTORA

Capa do livro Celina Cyborg. No limite do Coração, de Carla Cadete, pela Editora Uiclap

Capa do livro "A Vingança do CEO. Entre o amor e o ódio" de Carla Cadete, pela Editora Uiclap.

ONDE COMPRAR


Resenhas da colunista Lee Oliveira




Orquestra Jovem do Estado

Orquestra Jovem do Estado interpreta Clarice Assad, Cécile Chaminade e Leoš Janáček na Sala São Paulo 

Concerto da Orquestra Jovem do Estado na Sala São Paulo. Crédito: Heloísa Bortz
Concerto da Orquestra Jovem do Estado na Sala São Paulo. Crédito: Heloísa Bortz

A temporada da Orquestra Jovem do Estado terá sequência com o concerto de 14 de abril, às 16h, na Sala São Paulo

A temporada da Orquestra Jovem do Estado, grupo ligado à EMESP Tom Jobim, instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo, gerida pela Santa Marcelina Cultura, terá sequência com o concerto de 14 de abril, às 16h, na Sala São Paulo. Sob a regência de Cláudio Cruz, a Orquestra irá executar obras de Clarice Assad (1978-), Cécile Chaminade (1857-1944) e Leoš Janáček (1854-1928). 

O espetáculo inicia com Terra Brasilis, da compositora, pianista e cantora carioca Clarice Assad, que celebra na peça a diversidade cultural e geográfica do país. Jogando com a formação da história do Brasil, Assad compôs uma fantasia sobre o hino nacional que combina uma variedade de elementos musicais, incluindo ritmos tradicionais brasileiros, melodias cativantes e harmonias coloridas. 

A sequência do programa traz Suíte Callirhoë, uma das obras mais conhecidas da compositora e pianista francesa Cécile Chaminade. Escrita em 1888 para piano, a peça já recebeu arranjos para diversas formações instrumentais, tendo seus movimentos inspirados pelo mito grego de Callirhoë, uma das filhas de Oceano e Tetis. 

O concerto da Orquestra Jovem do Estado terá como encerramento Taras Bulba, uma rapsódia para orquestra do compositor tcheco Leoš Janáček. A obra tem como base a novela homônima de Nikolai Gogol, que aborda as sangrentas batalhas entre ucranianos e poloneses no século XVI. Dividida em 3 movimentos, a composição de Janáček apresenta alta intensidade emocional para representar os eventos dramáticos da história de Taras Bulba.  

BILHETERIA  

Os ingressos para o concerto custam R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) e podem ser adquiridos em: https://encurtador.com.br/DKMW9 

TRANSMISSÃO AO VIVO 

O concerto será também transmitido ao vivo gratuitamente pelo canal de YouTube da EMESP Tom Jobim, em: www.youtube.com/tjemesp 

SERVIÇO 

ORQUESTRA JOVEM DO ESTADO NA SALA SÃO PAULO  

ASSAD | CHAMINADE | JANÁČEK 

Orquestra Jovem do Estado 

Cláudio Cruz, regência 

Programa 

CLARICE ASSAD (1978-)  

Terra Brasilis 7’  

CÉCILE CHAMINADE (1857-1944) 

Suíte Callirhoë, Op. 37 – 18′ 

[INTERVALO] – 20′ 

LEOŠ JANÁČEK (1854-1928) 

Taras Bulba – 25′ 

I. The Death of Andrei / A morte de Andrei 

II. The Death of Ostap / A morte de Ostap 

III. The Prophecy and Death of Taras Bulba / A Profecia e a morte de Taras Bulba 

Data: 14 de abril, domingo   

Horário: 16h   

Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16   

Classificação: Livre 

Ingressos: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia) em: https://encurtador.com.br/DKMW9 

ORQUESTRA JOVEM DO ESTADO    

Referência tanto por seu bem-sucedido plano pedagógico, quanto por sua cuidadosa curadoria artística, a Orquestra Jovem do Estado é sinônimo de excelência musical no Brasil. Há mais de 40 anos contribui para o aprimoramento técnico e artístico dos bolsistas que a integram, ajudando-os a se prepararem para a vida profissional.

Sob a direção musical do maestro Cláudio Cruz, o grupo já tocou nos principais palcos e festivais do Brasil e do mundo, com a participação de renomados solistas, gravou CDs e recebeu prêmios. Em parceria com o Machado Mayer Advogados, realiza o Prêmio Ernani de Almeida Machado desde 2012. A Orquestra Jovem do Estado é um grupo artístico ligado à EMESP Tom Jobim, instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo gerida pela organização social Santa Marcelina Cultura.     

ESCOLA DE MÚSICA DO ESTADO DE SÃO PAULO – EMESP TOM JOBIM    

Referência no ensino brasileiro de música, a EMESP Tom Jobim é uma escola do Governo do Estado de São Paulo gerida pela Santa Marcelina Cultura, Organização Social parceira da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Atende gratuitamente mais de 1.300 alunas e alunos em seus cursos e habilitações em música popular e erudita, da teoria à prática musical. Em 2019, a EMESP Tom Jobim comemorou 30 anos de atuação.

A Escola tem como objetivo a formação dos futuros profissionais da música erudita e popular. Com um corpo docente altamente qualificado, a EMESP Tom Jobim vem construindo um projeto pedagógico inovador, com foco no ensino de instrumento, no convívio dos alunos com grandes mestres e nas práticas coletivas (música de câmara e prática de conjunto), além de disciplinas teóricas de apoio.

Em constante diálogo com as principais instituições de formação musical do Brasil e do mundo, a EMESP Tom Jobim oferece a cada ano centenas de shows, concertos, workshops e master classes. A EMESP Tom Jobim mantém um eixo de difusão artística complementar às atividades de formação com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de seus alunos e criar uma ponte entre o aprendizado e a profissionalização, além de fomentar a formação de público e a difusão da música em todas as modalidades.

A Escola mantém os grupos artísticos: Banda Sinfônica Jovem do Estado, Coral Jovem do Estado, Orquestra Jovem do Estado e Orquestra Jovem Tom Jobim que oferecem bolsas para as alunas e os alunos da Escola.       

   

SANTA MARCELINA CULTURA    

Eleita a melhor ONG de Cultura de 2019, além de ter entrado na lista das 100 Melhores ONGs em 2019 e 2020, a Santa Marcelina Cultura é uma associação sem fins lucrativos, qualificada como Organização Social de Cultura pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura, Economia e Indústria Criativas que atua com a missão de formar pessoas.

Criada em 2008, é responsável pela gestão do GURI, da Escola de Música do Estado de São Paulo – Tom Jobim (EMESP Tom Jobim) e do Theatro São Pedro. O objetivo da Santa Marcelina Cultura é desenvolver um ciclo completo de formação musical integrado a um projeto de inclusão sociocultural, promovendo a formação de pessoas para a vida e para a sociedade.

No Theatro São Pedro, a Santa Marcelina Cultura desenvolve um trabalho voltado a montagens operísticas profissionais de qualidade aliado à formação de jovens cantores e instrumentistas para a prática e o repertório operístico, além de se debruçar sobre a difusão da música sinfônica e de câmara com apresentações regulares no Theatro.

Para acompanhar a programação artístico-pedagógica do Guri, da EMESP Tom Jobim e do Theatro São Pedro, baixe o aplicativo da Santa Marcelina Cultura. A plataforma está disponível para download gratuito nos sistemas operacionais Android, na Play Store, e iOS, na App Store. Para baixar o app, basta acessar a loja e digitar na busca “Santa Marcelina Cultura”.    

    

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Karina Duarte faz apresentação em Harvard

Mulher, indígena, atriz e idealizadora do Instituto Cultural ‘A Arte Salva’, Karina Duarte participará da Brazil Conference apresentando uma performance narrando sua história e lutas

Karina Duarte
Karina Duarte

Anualmente a Universidade de Harvard e o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Boston (EUA) realiza a Brazil Conference, um evento que nesta edição completa 10 anos de atividades. Organizado pela comunidade brasileira de estudantes da região de Boston, a conferência reúne artistas, políticos e atores com o objetivo de atrair cada vez mais atenção global para o Brasil e discutir seu futuro.

Neste ano, a atriz, ativista e transformadora social, Karina Duarte, fundadora do Instituto Cultural e empresa social ‘A Arte Salva‘, apresentará performance ‘Ghaima Thamathin‘ (Estamos Vivos em Puri ), que vai mostrar a diversidade indígena brasileira.

“Eu escolhi este nome, porque sou indígena do Povo Puri, um povo que deram como extinto, porque sempre quiseram nos dar como mortos, mas resistimos”, diz a artista que fará uma apresentação solo pela primeira vez.

Neste ano, o evento criou novos programas,um deles é o  “Cultura em Ação”, com o objetivo de mostrar ao mundo como a arte e cultura de rua brasileira podem promover debates sociais. É nesse espaço que Karina se apresentará, após participar de uma competição com mais de 200 inscritos e 2 vencedores  para representar o Brasil no palco de Harvard.

“Estou muito entusiasmada por estrear nesse palco e me apresentar para um público tão plural. Serão 10 minutos muito impactantes para todos os presentes”, ressalta Karina

Ela iniciará a performance contando a própria história. Em seguida, trará a diversidade indígena brasileira, sem rótulos, enaltecendo a presença e importância de cada um na sociedade.

A Arte Salva

Indígena do Povo Puri, Karina nasceu no município de Embu das Artes (SP). Apesar de ser natural da cidade conhecida como “terra das artes”, foi no Grupo de Teatro Nós do Morro que ela percebeu o poder da arte como agente de transformação social. A companhia de teatro fica na favela do Vidigal, no Rio de Janeiro, onde a atriz morou por 12 anos.

“Desde da minha infância eu sempre quis fazer arte e mesmo sendo da famosa terra das artes, não tinha oportunidade ao meu redor, infelizmente até hoje tem pouquíssimas oportunidades na cidade, por isso eu também insisto com projetos aqui, além da galeria, eu também estou abrindo um novo núcleo, o arte salva Embu, que chega para promover o resgate, a valorização e amplificação dos artistas locais, da história e toda riqueza cultural e impacto com turismo local

Em 2015 que Karina começou o projeto social “A Arte Salva”, no Jardim Gramacho, o maior e mais antigo lixão da América Latina, localizado no

 Rio de Janeiro. A história começou quando ela conheceu o menino Bryan, com 5 anos na época.

“Ela tinha acabado de fazer umas pinturas em sua casa. Eram lindas! Eu o chamei de artista e ele amou o elogio, ele nunca tinha ouvido essa palavra antes e eu expliquei pra ele um pouco da diversidade em profissões com a arte. Como estava chegando o Natal, perguntei o que ele queria ganhar do Papai Noel e ele disse: “Já que sou um artista, quero uma tela para pintar e enfeitar minha casa”, conta a idealizadora do projeto.

 Karina foi em busca de doações e parcerias para atender o pedido de Bryan. O que era para ser o presente para uma criança se tornou a primeira atividade do A Arte Salva, um aulão de artes que atendeu 30 crianças do Jardim Gramacho. A atuação no Jardim Gramacho mesmo com poucos recursos realizou diversas atividades pedagógicas/culturais e passeios socioeducativos; que renderam, além de muito aprendizado, prêmios, documentários e mais de 500 obras que fazem parte do acervo do Instituto.

Prestes a completar nove anos de atuação, o Instituto busca recursos para construir o acervo e galeria do Instituto, na cidade natal de Karina

“Meu foco é na organização do acervo e abrir nossa sede, quero muito levar nossa história e nossas obras para o mundo todo, minha intenção é ter nosso espaço físico em Embu das Artes e montar um projeto com exposição e expografia da nossa história, e aproveitar a venda do Fineart para continuar gerando impacto social para os participantes”, explica a fundadora.

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