Show ‘Terra Batida’

São José dos Campos recebe o show ‘Terra Batida’ dos músicos João Oliveira, Jota Erre e Kabé Pinheiro

Cartaz do show Terra Batida'
Cartaz do show Terra Batida’

Projeto dos artistas João Oliveira, Jota Erre e Kabé Pinheiro terá apresentação gratuita no Parque Vicentina Aranha, mesclando canções autorais e releituras de músicas populares brasileiras

No dia 14 de abril de 2024 (domingo), às 10h, com entrada gratuita, os músicos João Oliveira (@joaooliveiramusik), Jota Erre (@jotaerreoficial) e Kabé Pinheiro (@kabepinheiro) apresentam o show ‘Terra Batida’ na Parque Vicentina Aranha, que fica na Rua Eng. Prudente Meireles de Morais, 302 – Vila Adyana, em São José dos Campos (SP).

‘Terra Batida’ é uma proposta idealizada pelos artistas e pesquisadores João Oliveira, Jota Erre, e Kabé Pinheiro com o objetivo de transitar por diferentes ritmos tradicionais brasileiros como samba, forró, maracatu, congada, jongo e outros, apresentando ao público canções autorais e releituras originais de ícones populares da música. 

Apresentando diferentes características e sonoridades, João Oliveira, cantor e multi-instrumentista versátil, se une aos percussionistas Jota Erre e Kabé Pinheiro para apresentar composições que transitam desde as profundas raízes da música popular brasileira até a mais livre improvisação, convidando a plateia a participar ativamente da emoção que gera esse encontro.

Partindo dessa essência universal que é o som percussivo, os músicos capturam o legado desses instrumentos típicos da alma brasileira e convidam os espectadores para um mergulho ainda mais além de regionalismos, pelo universo da criação, onde as fronteiras são universais.

Uma concepção criativa de se fazer música brasileira e contemporânea, que deságua em uma profunda interação que se estabelece entre os músicos no palco, que exaltam a expressão da particularidade que se propõem com o espetáculo “Terra Batida”

As ações fazem parte do projeto “Terra Batida”, contemplado pelo ProAC Editais para a realização de uma Circulação de Shows em 2024. A temporada segue com apresentações em Campos do Jordão, no dia 06 de abril (sábado), no Sesc Taubaté, no dia 10 de maio (sexta-feira), entre outras. 

Sobre os músicos de Terra Batida

João Oliveira é cantor, compositor, multi-instrumentista, pesquisador e produtor musical. Apresentando diferentes características e sonoridades, com uma capacidade ímpar de unir ideias e sons de maneira original e criativa, o músico celebra a música popular, a arte e a história da cultura do Brasil, através de composições que transitam entre as tradições culturais brasileiras e a música instrumental contemporânea, mostrando também as diversas influências musicais do mundo na música brasileira.

Já o artista Jota Erre tem o ritmo como parte vital de seu pensamento, comportamento e  maneira de se relacionar com o mundo. Nascido em Pernambuco, utiliza a voz como mais um instrumento em seu set, expondo a poesia onomatopéica de chão batido de suas canções, encaixando cada sílaba num groove pulsante.

O terceiro integrante do projeto é Kabé Pinheiro. Músico Percussionista e Baterista, Produtor, Compositor, Sapateador, Diretor e Produtor Audiovisual, Kabé é especialista em gravações e mixagens a distância, e pesquisa as relações entre música e dança, percussão e ritmos instrumentais, corporais e vocais como objetos sonoros.

INFORMAÇÕES: 
www.instagram.com/joaooliveiramusikwww.instagram.com/jotaerreoficial e www.instagram.com/kabepinheiro

FICHA TÉCNICA:
João Oliveira: voz , violões e percussão. Jota Erre: percussão e voz. Kabé Pinheiro: percussão e voz. Luciana Passarini (Carretel Arte e Música): Produção Executiva – Coordenação geral. 

Apoio Cultural:
Instituto Mpumalanga – Casa Brasileira. Laís Branco: Produtora VMD: Produção Audiovisual. Malu Freire: Produtora VMD – Fotografia. Luciana Gandelini: Assessoria de Imprensa. Lívia Loureiro: Cenografia. Realizado pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e ProAc.

SERVIÇO: Show “Terra Batida”

Com João Oliveira, Jota Erre e Kabé Pinheiro

Sinopse: Apresentando diferentes características e sonoridades, João Oliveira, cantor e multi-instrumentista versátil, se une aos percussionistas Jota Erre e Kabé Pinheiro para apresentar composições que transitam desde as profundas raízes da música popular brasileira até a mais livre improvisação, convidando a plateia a participar ativamente da emoção que gera esse encontro.

Duração: 70 minutos

Classificação Livre – Grátis – Não é necessário retirar ingresso

Quando: 14 de abril de 2024 (domingo) – Horário: 10h

Onde: Parque Vicentina Aranha – Endereço: Rua Eng. Prudente Meireles de Morais, 302 – Vila Adyana, São José dos Campos (SP) – 12243-750

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Inconsciente em flamas

Ella Dominici: Poema ‘Inconsciente em flamas’

Ella Dominici
Ella Dominici
"Inconsciente em chamas*
“Inconsciente em chamas
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A coerência é o porte da placidez
na face, no íntimo do pensamento
esta sabedoria refletida fluidez
é fleuma nos olhos, em lábios unguentos

o ser discorda se inflama, insensatez
no estremecer das orlas em fomento
nudez da foz – consciência triz de lucidez
Fereza nas reações doridas é alimento

às rédeas do desejo enrustido bem guiadas
por homem que guia cavalos- carruagem
e insiste em cavalgar ardências espraiadas

amor musicaliza sensores de linguagem
paixão que dribla, deixas insaciáveis
da imponente consciência em chantagem

Ella Dominici

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Tenho fome

Ivete Rosa de Souza: Poema ‘Tenho fome’

Ivete Rosa de Souza
Ivete Rosa de Souza
Tenho fome de amar a quem me ama; que me chama, pelo meu nome..."
Tenho fome de amar a quem me ama; que me chama, pelo meu nome…”
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De viver plenamente sem receios

Sem medo, sem entremeios

Tenho fome

De amar a quem me ama

Que me chama, pelo meu nome

Nos passos da caminhada

Tenho fome

De encontrar motivos para rir

Deixar ruir, destruir a maldade

Encontrar a felicidade sem temer o que vier

Tenho fome

De consumir a verdade

Com saudade, do amanhã

Sem esquecer o que de bom eu vivi

Tenho fome 

De conquistar meus sonhos

Aqueles que componho

Por mim

Deixar que a vida me compreenda

Me surpreenda

Com a vontade perene do existir

Tenho fome de estar aqui

Ivete Rosa de Souza

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A Flor despetalada

Ceiça Rocha Cruz: Poema ‘A flor despetalada’

Ceiça Rocha Cruz
Ceiça Rocha Cruz
"Longas noites, com olhar vago, em busca do amor no coração do tempo, lágrimas no rosto da noite..."
“Longas noites, com olhar vago, em busca do amor no coração do tempo, lágrimas no rosto da noite…”
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Manhã solitária e taciturna,
suspiros ao vento
e, no silêncio, a solidão
em denúncia ao viver.

Florbela!
Bela flor no jardim do existir
versava com sapiência e destreza,
aos encantos do amor
e paixões abrasadoras.

Na quietude sombria,
tênue e esvaecida,
vagava o sofrimento, e desditosa,
a irreprimida saudade
dos encontros e desencontros
do tempo que passou.

Longas noites, com olhar vago,
em busca do amor no coração do tempo,
lágrimas no rosto da noite, e no seu,
incontida tristeza.

Em seu pranto,
no desespero e na desilusão,
a flor bela, bela flor
despetalada pela vida,
sucumbiu, dormiu eternamente
ao abrir das pálpebras douradas do sol,
entre cortinas transparentes da aurora.

Por fim, ventos sussurrantes
sopraram desesperados,
e a flor bela,
a bela flor, ao despetalar-se
o dia chorou!

Ceiça Rocha Cruz
(Relembrando Florbela Espanca)

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A escada

Isabel Furini: Poema ‘A escada’

Isabel Furini
Isabel Furini
"A vida é uma escada. Todos podemos triunfar...
“A vida é uma escada. Todos podemos triunfar…”
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A vida é uma escada
todos podemos triunfar
e nesse longo caminho
precisamos aprendera defender nosso lugar
sem prejudicar o vizinho. 

Isabel Furini

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ALSPA outorga título honorífico de Grão-Mestre das Artes

Os contemplados serão Diplomados e participarão de exposição virtual de suas biografias e de um Varal Poético com as referidas Biografias

Logo da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia
Logo da Academia de Letras de São Pedro da Aldeia
Logo do título honorífico Grão-Mestre das Artes
Logo do título honorífico Grão-Mestre das Artes

A Academia de Letras de São Pedro da Aldeia | ALSPA, institui a outorga do título honorífico de GRÃO-MESTRE DAS ARTES com o intuito de destacar a brilhante atuação de seus Imortais.

O Título de GRÃO-MESTRE DAS ARTES é o mais alto grau em ordens honoríficas ou de mérito, isto é, título dado à máxima autoridade de uma ordem, dado pelos méritos ao artista ou autoridade que possui poder e conhecimento quase absoluto sobre sua área de atuação, tendo seu reconhecimento entre os altos membros nacionais e internacionais da confraria que pertence.

Grão-Mestre |Dirigente de Ordem honoríficas

O Título de Grão-Mestre era apenas usado para designar os líderes das ordens de cavalaria, maçonaria, ordens militares, ordens religiosas, mas atualmente é também atribuído ao Chefe de Estado ou a algum outro soberano do país aonde se instituiu a ordem e a grandes autoridades do campo acadêmico, sociocultural e político.

Sobre a outorga:

Seleção: Através de análise criteriosa, serão indicados os candidatos ao Título Imortal;

Outorga:
Os contemplados serão Diplomados e participarão de exposição virtual de suas biografias e de um Varal Poético com as referidas Biografias;

Data: A outorga e titulação acontecerá no evento de aniversário da Alspa;

Taxa de Chancelaria: A outorga terá uma taxa de Chancelaria que poderá ser efetuada em até 2x, após aprovação.

Dúvidas:
https://wa.me/message/JHL6OCC5EHNUF1

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Uma voz chorosa

Verônica Moreira: ‘Uma voz chorosa’

Verônica Moreira
"Como não sentir, se tudo em mim são emoções transcendentais, sentimentos que nem eu mesma sei decifrar..."
Como não sentir, se tudo em mim são emoções transcendentais, sentimentos que nem eu mesma sei decifrar…”
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Dentro de mim, uma voz chorosa ecoa.

Sinto o coração queimar no peito, urge expor o que vai na alma!

Lá no íntimo, essa voz lacrimosa clama por alívio.

Permita-me entoar meus versos, dissimular minha angústia nas entrelinhas.

Mesmo que minha poesia pareça assombrosa…

É preciso escrever com rapidez, pois minha aflição corre como água de cachoeira e devo levá-la até a margem, onde certamente encontrarei refúgio.

Como não sentir, se tudo em mim são emoções transcendentais, sentimentos que nem eu mesma sei decifrar, um emaranhado de sensações!

Eruptivas explosões, terremotos poéticos, chama ardente no coração que me consome por inteira, deixando-me em cinzas, à beira de um rio plácido e sereno.

Afinal, afogar-me em amor é a única maneira de prolongar a existência por mais um instante?

Deixe-me afogar meus sentimentos. Talvez não seja amor.

Verônica Moreira.

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