Conservatório de Tatuí abre temporada de shows 2024

Entre os artistas confirmados, destacam-se Mombojó, Nei Lopes com participação de Fabiana Cozza, Angela Ro Ro, Assucena, Tetê Espíndola, Darrin Miling Low Brass Brazil e muito mais!

Divulgação: Arnaldo Antunes e Vitor Araújo / Crédito: José de Holanda
Divulgação: Arnaldo Antunes e Vitor Araújo / Crédito: José de Holanda
 
No ano em que celebra seus 70 anos de fundação, o Conservatório de Tatuí – instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo e considerado a maior escola de música e artes cênicas da América Latina, gerido pela Sustenidos Organização Social de Cultura – abre a temporada de shows 2024 neste mês com o duo Arnaldo Antunes e Vitor Araújo (dia 28).

Com foco na diversidade de estilos, a programação deste ano prevê pelo menos um show de destaque por mês e antecipa grandes nomes do cenário cultural, como Mombojó, Sobrevento, Nei Lopes com participação de Fabiana Cozza, Angela Ro Ro, Assucena, Tetê Espíndola, Concerto Trio Callas, Darrin Milling Low Brass Brazil e muito mais (sujeito a alterações).

As apresentações serão realizadas no Teatro Procópio Ferreira, com ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia-entrada), que podem ser adquiridos pela internet, na plataforma INTI, ou pessoalmente, na bilheteria do teatro, de terça a sexta-feira, das 13h às 16h e das 17h às 20h. 

A temporada de shows começa na quinta-feira, 28 de março, às 20h, em um cenário de pura introspecção e emoção com “Lágrimas no Mar”, projeto de Arnaldo Antunes e Vitor Araújo. Em uma interpretação intimista, a dupla traz o formato voz e piano, em arranjos que permitem que a essência das músicas seja revelada de uma forma mais crua, destacando as nuances das letras e das melodias. Clássicos como “Fim de Festa”, “Como 2 e 2” e “Lágrimas no Mar” compõem o repertório, juntamente com canções emblemáticas de Arnaldo Antunes e momentos de poesia que permeiam toda a performance. 

A banda Mombojó, conhecida por suas aventuras musicais e sua abordagem única, está pronta para desembarcar no palco do Teatro Procópio Ferreira, no domingo, dia 28 de abril, às 19h. Referência do movimento pós-manguebeat, o grupo lança o álbum “Carne de Caju”, que já está disponível em diversas plataformas e tem sido aclamado pela crítica. Neste trabalho, o grupo reinterpreta o cancioneiro de Alceu Valença, ícone da música pernambucana. Além destes arranjos, o repertório também incluirá sucessos da banda, para celebrar mais de duas décadas de sua trajetória musical. 

Nos dias 03 e 04 de maio, o Conservatório de Tatuí receberá o Grupo Sobrevento, com o espetáculoEscombros“, uma criação colaborativa com as companhias francesas Théâtre de Cuisine e Théatrenciel. A peça, criada a partir do Teatro de Objetos, trata da aniquilação dos relacionamentos e dos seres em um mundo que está desabando. Referência na pesquisa de linguagem do teatro de animação, Sobrevento é pioneiro em diferentes técnicas teatrais no Brasil e exterior. O espetáculo no dia 3 será apresentado às 20h, mas dia 04, às 19h, no Teatro Procópio Ferreira. As apresentações terão entrada gratuita. 

Já no dia 11 de maio, às 20h, o Teatro Procópio Ferreira será palco para a parceria de Nei Lopes e Fabiana Cozza. Nei Lopes é um renomado compositor, cantor, pesquisador e escritor, reconhecido por sua contribuição à música popular brasileira, e une-se a Fabiana Cozza, talentosa cantora e intérprete, aclamada por sua voz poderosa e sua versatilidade musical, especialmente no universo do samba e da música afro-brasileira. Essa colaboração ganha destaque com o álbum “Urucungo”, lançado por Fabiana Cozza no ano passado, com composições inéditas do octogenário compositor carioca. 

Para fechar o primeiro semestre, no dia 15 de junho, às 20h, a compositora e instrumentista Angela Ro Ro chegará à Capital da Música. Com uma carreira de 40 anos e eleita pela revista Rolling Stone como a 33º maior voz da música brasileira, ela percorreu trilhas que vão desde a bossa nova até o rock, deixando sua marca com clássicos cultuados desde o início de sua trajetória. 

Em julho, o Conservatório de Tatuí receberá dentro da programação do 29ª FETESP (Festival de Teatro Estudantil do Estado de São Paulo) o show da cantora baiana Assucena, que despontou na cena musical com a banda ‘As Baías’, indicado ao Grammy Latino e duas vezes vencedora do Prêmio da Música Brasileira.

Em agosto, mês em que completará 70 anos de fundação, a instituição fará uma programação super especial e as atrações ainda não foram anunciadas.

Em setembro, o destaque ficará com Tetê Espíndola, cantora de voz inconfundível, que ganhou o mundo com a música ‘Escrito nas Estrelas’ e por sua habilidade de imitar o canto dos pássaros.

Para outubro, o premiado internacionalmente Trio Callas promete um concerto repleto de possibilidades, com expressões únicas, resultantes de diversas origens culturais.

E para encerrar a temporada, em dezembro, o trombonista Darrin Milling sobe ao palco do Teatro Procópio Ferreira acompanhado do quinteto Low Brass Brazil. Os detalhes destes shows e a atualização de toda a programação cultural do Conservatório de Tatuí podem ser acompanhados na Agenda Cultural da instituição.

 SERVIÇO
Agenda Cultural do Conservatório de Tatuí
Link
Mais informações: (15) 3205-8434

*** Agradecemos aos patrocinadores do Conservatório de Tatuí e da Sustenidos Organização Social de Cultura, que apoiam nossas atividades por meio da Lei Federal de Incentivo e por verba direta. 

Patrocinador platina: Visa
Patrocinadores Bronze: Sicoob e Cipatex   

Sobre o Conservatório de Tatuí: Fundado em 11 de agosto de 1954, o Conservatório Dramático e Musical “Dr. Carlos de Campos” de Tatuí – ou apenas Conservatório de Tatuí (SP), como é conhecido internacionalmente – é uma das mais respeitadas escolas de música e artes cênicas da América Latina.

Oferece mais de 100 cursos regulares, livres e de aperfeiçoamento gratuitos nas áreas de Música Erudita (instrumentos, canto e regência), Música Popular Brasileira, Artes Cênicas e Luteria.

Atende aproximadamente 2 mil alunos anualmente, vindos de todas as regiões do Brasil e, também, de outros países, como Argentina, Chile, Coreia do Sul, Equador, Estados Unidos, Japão, México, Peru, Portugal, Síria, Uruguai e Venezuela.

É considerado uma das mais bem-sucedidas ações culturais do Estado, oferece ensino de excelência, com a missão de formar instrumentistas, cantores, atores, regentes, educadores e luthiers de alto nível. Sua importância no cenário musical é tão acentuada que garantiu à cidade de Tatuí o título de Capital da Música, aprovado por lei em janeiro de 2007. A instituição é gerida pela Sustenidos Organização Social de Cultura.  

Sobre a Sustenidos: A Sustenidos é uma organização referência na concepção, implantação e gestão de políticas públicas na área de educação musical. Atualmente, é gestora do Complexo Theatro Municipal de São Paulo e do Conservatório de Tatuí, além dos projetos especiais: Musicou, MOVE, Ethno Brazil e Imagine Brazil. De 2004 a 2021, também foi gestora do Projeto Guri, maior programa sociocultural brasileiro. Eleita a Melhor ONG de Cultura em 2018, a Sustenidos conta com o apoio do Governo do Estado de São Paulo, de prefeituras, empresas e pessoas físicas. As instituições interessadas em investir na Sustenidos podem contribuir por verba livre ou através das Leis de Incentivo à Cultura (Federal e Estadual). Pessoas físicas também podem ajudar de diferentes maneiras. Saiba como contribuir no site da Sustenidos.   

Voltar: https://jornalrol.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/JCulturalRol/




Quintessência

Ella Dominici: Poema ‘Quintessência’

Ella Dominici
Ella Dominici
Quintessência. Casal afastado pelo adeus
Quintessência. Casal afastado pelo adeus
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

L’amour débutant

luz de uma pérola ainda molhada de mar
brilha água-íris, em arcos te cintila
dorme fêmea minha de fios rubros
os fios de teus cabelos meus e teus

luz de uma pérola em concha
solitária em cor amanteigada
banhado de amor-salmoura
serei teu neste infinito ninho d’água

profundo passado sua ascendência
magno perolado de azul oceano
em teu colo acho fina essência

o agora nos unindo num refletido
alvorotar de falas, toques quintessência
amor dos tempos no hoje soberano

Après l’adieu

O que brilha não morre implore-me
lume lumia!
sei que a água brilha em mim, demore
o céu, se descora atrás da ilha no horizonte
só um suspiro o sol desaparece

sei que o sacrifício, é mudo das estrelas
onde moram rio e ondas falsas
que choram feito nuvem antiga
sei que é querer muito que voltes
com teus olhos tristes daquele adeus que não foi teu

sorrias meu bem, no final da tarde
lembras e lembrando-me que a vida existe
mora onde brilha e nunca morre
águas deste amor que nos implora

Ella Dominici

Contatos com a autora

Voltar:https://jornalrol.com.br/

Facebook: https://facebook.com/JCulturalRol/




Páscoa na sua dimensão espiritual

Diamantino Loureiro Rodrigues de Bártolo:

‘Páscoa na sua dimensão espiritual’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
A ascensão de Jesus ao Céu
A ascensão de Jesus ao Céu
Geração de imagem por AI, da Gencraft

Como em todos os anos, desde há muitos séculos, o tempo Pascal revela-se um período extremamente simbólico, que culmina com o Domingo de Páscoa. Segundo a tradição Cristã é comemorado com alegria, na medida em que significa a Ressurreição de Jesus Cristo, e a sua ascensão ao Céu.

A Páscoa também é um período que finaliza o tempo quaresmal, durante o qual se cumprem algumas regras religiosas, alimentares em determinados dias da semana, e os rituais próprios, segundo os preceitos católicos, naturalmente que observados pelos crentes em Jesus Cristo ressuscitado, nos dogmas da Igreja Católica e nos seus valores, inerentes à Fé, numa vida celestial eterna.

A semana que antecede o “Domingo da Ressurreição de Cristo”, é carregada de simbolismo, profundamente vivida e sentida pelos fiéis católicos, com uma adesão ainda muito significativa, a um conjunto de rituais que, ao longo da “Semana Santa”, decorrem em todas as Igrejas Católicas.

A exemplo do que acontece com outras festividades: Ano Novo, Carnaval, Natal, entre outras comemorações, também a Páscoa se caracteriza por uma outra vertente, não religiosa, porém, legítima, que se prende com o aumento do consumo de bens materiais, principalmente aqueles que são de uso corrente em geral, e para o próprio dia pascal. Há todo um conjunto de objetos que são tradicionais desta solenidade católica.

Importa, todavia, refletir sobre a dimensão espiritual da Páscoa, a vertente religiosa, com toda a sua influência nos crentes católicos, e também na conjugação prática destas valências, no sentido de se construir uma solução eclética: que leve cada pessoa em particular; e a sociedade no seu todo, a alterar comportamentos lesivos dos legítimos e legais interesses individuais e coletivos, respetivamente.

A Humanidade é uma só que, juntamente com outros seres animais, vegetais e minerais, habitam este mesmo planeta. Degradar o equilíbrio, já de si muito precário, entre os diferentes seres e forças da natureza, é um erro que a inteligência humana deve corrigir de imediato, e evitar no futuro.

Na Páscoa, mas não só, a confraternização entre crentes das diferentes religiões é possível, basta que se respeitem, que se aceitem as convicções, a fé e os rituais dos diferentes, que se congreguem as convergências e assumam as diferenças, sem hostilidades, porque, afinal, ainda está por se provar qual a religião que é dona da verdade absoluta.

Neste mundo complexo, difícil, conturbado e, por vezes, sem rumo, o que se verifica, em alguns pontos do planeta, é que os conflitos políticos, estratégicos, religiosos, económicos, e até de natureza financeira, têm de ser resolvidos pela força do diálogo, e nunca pela violência das armas que, estas sim, destroem tudo por onde passam: crianças, mulheres, idosos, pessoas inofensivas e frágeis, que não pediram para nascer, nem para viver sob a ameaça dos poderosos meios bélicos.

A Páscoa é um tempo especial, a época para se ressuscitar os valores religiosos mais consentâneos com a civilização moderna, humanista e defensora dos Deveres e Direitos Humanos, mas para isso o diálogo entre religiões, a política e a economia, têm de ser melhoradas, aprofundadas e sempre aperfeiçoadas, com medidas justas, que proporcionem paz, tranquilidade, conforto e Felicidade.

A Páscoa deverá ser, também, a festa da “Ressurreição” dos valores humanistas universais, um tempo de indulgência e reconciliação, em todos os aspetos inerentes à condição humana, na medida em que há erros que se cometem, que apenas uma entidade Divina tem poderes para perdoar e, ainda assim, no que ao ser humano respeita, absolver não significa esquecer, porque com o perdão/desculpa, pretende-se dar uma nova oportunidade, a quem nos magoou e ofendeu.

Recuperar, portanto, boas práticas humanistas, também no âmbito das virtudes que mais desejamos ver exercidas – Prudência, Temperança, Fortaleza, Justiça, Fé, Esperança, Caridade, Compaixão, Benevolência, entre outras – porque só o ser humano é dotado destas superiores qualidades, por isso, mas não só, ele é tão diferente de todos os seres que coabitam com ele na terra.

Um apelo deixo aos mais favorecidos, a começar nos governos de todas as Nações, para que nunca, em circunstância alguma, descurem os cuidados humanistas que devem, e têm obrigação para com os seus cidadãos, afinal, todos aqueles que lhes concederam o imenso poder que, após o voto popular, assumem em seus países. Essa é que é a obra mais importante e que nesta Páscoa sirva de profunda reflexão para toda a população mundial.

Páscoa que se pretende para todas as pessoas, como um dia, pelo menos um dia no ano, de meditação, de recuperação de valores humanistas universais; um dia para festejar e recomeçar com novas: Precaução, Moderação, Robustez, Justiça, Fé, Confiança, Caridade, Comiseração e Generosidade. Uma nova Esperança Redentora, entre a família, os verdadeiros e incondicionais amigos. A todas as pessoas: Páscoa Muito Alegre e Feliz. ALELUIA.

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

Contatos com o autor

Voltar: http://jornalrol.com.br/

Facebook: https://facebook.com/JCulturalRol/




Um jeito de encantar

Eliana Hoenhe Pereira: ‘Um jeito de encantar’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
Um olhar que traz calma à alma
Um olhar que traz calma à alma
Imagem criada pela IA do Adobe Firefly

Me curvo diante do seu olhar,
Olhar de quem não viu o tempo passar
Que traz calma na alma
Inspira admiração e seduz a atração,
Livre de inquietação e lamentação.
Traços marcantes e significantes,
Marcados por sabedoria dos anos vividos
Mãos que dedilham uma canção,
Que fala de amor com serenidade do coração,
Coerência no pensamento,
Sem receios de expressar sentimentos
Um jeito de encantar,
Que me faz balançar
Acordar de madrugada
em noite enluarada
Na certeza de estar apaixonada
e querer te encontrar.

Eliana Hoenhe Pereira

Contatos com a autora

Voltar: https://jornalrol.com.br/




O vão entre o trem e a plataforma

Companhia dos Solilóquios estreia ‘O vão entre o trem e a plataforma’ no Sesc 24 de Maio

Companhia dos Solilóquios
Companhia dos Solilóquios
Foto por: Rayssa Zago

O espetáculo convida o público a refletir sobre suas próprias histórias de vida e em como cada escolha feita na juventude, pode levar a diferentes cenários na vida adulta

Sesc 24 de Maio recebe temporada de estreia de teatro jovem com a Companhia dos Solilóquios 

De 18 a 27 de abril de 2024, de quinta-feira à sábado, às 18h, a Companhia dos Solilóquios (@ciadossoliloquios) realiza a temporada de estreia do espetáculo de teatro jovem  “O vão entre o trem e a plataforma”, no Sesc 24 de Maio, na Rua 24 de Maio, 109 – República, São Paulo – SP. Os ingressos custam a partir de R$9 e podem ser adquiridos no site ou nas bilheterias das unidades do Sesc SP. 

Em “O vão entre o trem e a plataforma” uma jovem persona se atrasa e acaba perdendo o tempo de entrada em um trem. Durante a espera pela próxima embarcação, ela passa a divagar por pensamentos sobre o trem perdido, as estações que frequentou, e as baldeações que já fez na vida e nas pessoas.

Companhia dos Solilóquios
Foto por: Rayssa Zago
Companhia dos Solilóquios
Foto por: Rayssa Zago

Ao mergulhar no vazio entre o trem e a plataforma, ela acaba divagando sobre nuances do passado, do presente e do futuro, se deparando com diferentes versões de si mesma.

Com cinco intérpretes em cena representando esta única personagem, o espetáculo busca realçar a complexidade e multiplicidade de identidades que cada pessoa possui ao longo da juventude. Elementos e essências, por vezes até contraditórios, que prosseguem também ao longo da vida. 

Ao explorar as emoções de uma figura perdida em pensamentos, durante um atraso que a leva a perder um trem, o espetáculo convida o público a refletir sobre suas próprias experiências, trajetórias e em como certas escolhas reverberariam em diferentes multiversos. 

“Seríamos os mesmos? Gostaríamos das mesmas coisas? Teríamos os mesmos amores, referências ou lados políticos?”, comenta a Companhia dos Solilóquios

A jornada pela memória, futuro e diferentes realidades cria um ambiente de reflexão sobre o significado das linhas do tempo, das relações humanas e amorosas.

Companhia dos Solilóquios
Foto por: Rayssa Zago

E, buscando reflexões e pensamentos sobre o caminhar da juventude para a vida adulta, “O vão entre o trem e a plataforma” propõe uma abordagem lúdica, introspectiva e filosófica sobre o tempo e as escolhas da vida. 

O espetáculo faz parte da trilogia “Peças de amores que não ganham peça” que busca valorizar o protagonismo jovem em cena e na vida, explorando um olhar que se afasta de estereótipos e aposta em formatos que inspirem novas formas de se relacionar com o teatro jovem, buscando novos públicos, incluindo o público adulto.

Defendendo a pesquisa de um teatro feito por jovens e para jovens, a Companhia dos Solilóquios, fundada por Bruna Vilaça e Weslley Nascimento, desenvolve desde a sua fundação, em 2019, a criação de dramaturgias próprias, a fim de contribuir com textos exclusivamente brasileiros que possuam um grande poder de comunicação com a diversidade das juventudes. 

Desta forma, os trabalhos desta companhia nascem da dramaturgia documental daqueles que produzem, contribuem e orbitam em volta deste coletivo de arte que preza pela legitimidade da temática jovem. 

A trilogia foi iniciada com o espetáculo “CAFÉ(2019), seguido por “Doa-se um sofá verde menta” (2022), e será finalizada agora com “O vão entre o trem e a plataforma” (2024).

O espetáculo “CAFÉ” estreou em janeiro de 2019, no Centro Cultural São Paulo (CCSP), em parceria com a curadoria de teatro jovem representada por Lizette Negreiros (1940-2022). A produção cumpriu uma longa temporada, sendo reconhecida como um dos três melhores espetáculos para jovens do primeiro semestre de 2019 pelo renomado jornalista e crítico teatral Dib Carneiro Neto. Até o atual momento, a peça já cumpriu mais de 70 apresentações no estado de São Paulo.

Em 2022, seguindo a trilogia “Doa-Se Um Sofá Verde Menta” estreou no Sesc 24 de Maio. A continuidade do sucesso de “Doa-Se Um Sofá Verde Menta” refletiu em uma nova temporada no Centro Cultural São Paulo, fortalecendo a presença do grupo na programação de Teatro Jovem do CCSP. 

De janeiro a maio de 2023, a Companhia dos Solilóquios, por meio do ProAc Circulação, levou suas produções, “CAFÉ” e “Doa-se um sofá verde menta“, a diversas cidades da grande São Paulo, estendendo-se por Barueri, Santo André, São Paulo, Osasco e Ribeirão Preto.

Em abril de 2024, através do Sesc 24 de Maio, o grupo estreia “O vão entre o trem e a plataforma”, a terceira e última parte da trilogia de teatro jovem.

Informações: www.facebook.com/ciadossoliloquios ou @ciadossoliloquios

Ficha Técnica:
Dramaturgia: Bruna Vilaça. Direção e Concepção de Cenografia: Julia Correa e Mayara Constantino. Elenco: Bruna Vilaça, Daniela Carinhanha, Felipe Herculano, Santiago Acosta Cis e Weslley Nascimento. Figurinos: Bruna Vilaça e Wallace Fiel. Cenotécnico: Ivanildo Alceu. Sonoplastia e Operação de Som: Aghata. Desenho de Luz: Andreza Dias e Weslley Nascimento. Operação de Luz: Andreza Dias. Foto Still: Rayssa Zago. Fotos de Estreia: Rafael Sá. Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini. Produção Executiva: Weslley Nascimento. Assistente de Produção: Julia Iwanaga. Realização: SESC-SP e Companhia dos Solilóquios

SERVIÇO:
Estreia – Espetáculo “O vão entre o trem e a plataforma” 

Com Companhia dos Solilóquios

Sinopse:
Após um atraso que a leva a perder o trem, uma jovem persona, consumida pelo tempo da espera, dá início a um ensaio de pensamentos sobre o trem perdido, as estações que frequentou, as baldeações que já fez na vida e nas pessoas. Mergulhando no vazio entre o trem e a plataforma, a personagem, representada por cinco intérpretes, visita o passado, vislumbra o futuro e percorre pelas linhas e multiverso encontrando diferentes versões de si mesma. Duração: 60 minutos.

Classificação: 12 anos 

Onde: Sesc 24 de Maio – 4º Andar – Endereço: Rua 24 de Maio, 109 – República, São Paulo – SP

Quando: 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de abril de 2024 (de quinta-feira a sábado) – Horário: 18h

Ingressos: R$30,00 (inteira) / R$15,00 (meia) / R$9,00 (credencial SESC)

Informações: https://www.sescsp.org.br/unidades/24-de-maio/

Voltar: https://jornalrol.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/JCulturalRol/




Nostalgia Cinematográfica – Uma Experiência em 16 mm

Sesc Sorocaba traz o projeto CineCafé, em abril com uma celebração ao cinema analógico, na mostra ‘Nostalgia Cinematográfica – Uma Experiência em 16 mm’

 

O morro dos ventos uivantes / Foto: Divulgação.
O morro dos ventos uivantes / Foto: Divulgação. 

Na fazenda chamada Morro dos Ventos Uivantes, nasce uma paixão devastadora entre Heathcliff e Catherine, que se conheciam desde a infância, mas foram cruelmente impedidos de se encontrar por conta de barreiras sociais. Apesar de todos os percalços, a união do casal se mostra mais forte do que qualquer tormenta, resultando um amor proibido que deixará rastros de ira e vingança. Classificação 12 anos. Cinema em reflexão com Paolo Gregori. 

9/4 | O camelô da rua larga 

Direção: Eurides Ramos | Comédia | Brasil | 82 min. | 1958 

O camelô da rua larga / Foto: Divulgação.
O camelô da rua larga / Foto: Divulgação. 

Um vendedor ambulante, após uma confusão nos bastidores de uma boate, troca sua mala de muamba por uma outra contendo dinheiro falso. Ignorando o fato, não aproveita a “erva” que é descoberta pela dona da pensão onde mora e acaba utilizando dos mais antiéticos expedientes para vender sua mercadoria. Classificação 12 anos. Cinema em reflexão com Paolo Gregori. 

16/4 | Mazurka 

Direção: Willi Forst | Drama | Alemanha | 91 min. | 1935 | LEG.

Mazurka / Foto: Divulgação.
Mazurka / Foto: Divulgação. 

Um dos primeiros dramas de tribunal da história do cinema, e ainda bastante atual, em que uma mulher vai a julgamento por assassinar a sangue frio um músico em um cabaré. Durante o julgamento, uma trama surpreendente se desenrola com flashbacks para esclarecer as razões que a levaram a cometer o ato. Classificação 12 anos. Cinema em reflexão com Isabel Wittmann. 

23/4 | O refúgio de Emma 

Direção: Soren Kragh-Jacobsen | Drama | Dinamarca | 93 min. | 1988 | LEG. 

O refúgio de Emma / Foto: Divulgação.
O refúgio de Emma / Foto: Divulgação. 

Emma é uma filha única de onze anos de idade de uma rica família dinamarquesa. Os pais de Emma parecem mais interessados em si próprios do que nela. Uma noite, quando Emma ouve a mãe falando sobre o quão trágico deve ser ter seu filho raptado, Emma decide encenar seu próprio sequestro. Classificação 12 anos. Cinema em reflexão com Isabel Wittmann. 

30/4 | Cine piano: Mãe 

Direção: Vsevolod Pudovkin | Drama | Rússia | 89 min. | 1926 | LEG.  

 

Mãe / Foto: Divulgação.
Mãe / Foto: Divulgação. 

Na cidade operária de Sormovo, um ferreiro bêbado e fura-greves, é morto acidentalmente por um militante, amigo de seu filho. A viúva, acreditando agir corretamente, ajuda os investigadores, porém, seu filho é preso e ela se arrepende profundamente. Com isso, ela participa de uma manifestação revolucionária de solidariedade proletária. Classificação 12 anos. Apresentação de piano ao vivo e cinema em reflexão com Tony Berchmans. 

Confira a programação completa em sescsp.org.br/sorocaba.   

 
SERVIÇO 

Sesc Sorocaba       

Rua Barão de Piratininga, 555 – Jardim Faculdade.       

Fone: (15) 3332-9933.     

Prefira o transporte público 

Terminal São Paulo 

Linha 13: Santa Izabel/ Jd. Europa 

Linha 71: Campolim via Raposo Tavares 

Terminal Santo Antônio 

Linha 65: Campolim 

BRT 

Linha D200: Terminal Vitória Régia/ Campolim 

+ informações  

facebook.com/sescsorocaba 
instagram.com/sescsorocaba 
youtube.com/sescsorocaba 
twitter.com/sescsorocaba 
sescsp.org.br/sorocaba 

Voltar:https://jornalrol.com.br/

Facebook: https://www.facebook.com/JCulturalRol/




Inspiração sintética

Sergio Diniz da Costa: ‘Inspiração sintética’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
O poeta, inspirando pela noite, escrevendo um poema
Criação de imagem pela IA do Genecraft

Noite,

Sentimentos,

Labaredas!

Mãos ágeis,

Febre poética!

Noite,

Sentimentos,

Criação!

Sergio Diniz da Costa

Contatos com o autor

Voltar: https://jornalrol.com.br/

Facebook: https://facebook.com/JCulturalRol/