Escritora brasileira vence prêmio literário internacional
Fernanda Teixeira é a primeira mulher brasileira a ganhar um prêmio literário internacional. Ganhou o ‘9º Prêmio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa – Novos Talentos: Novas Obras em Língua Portuguesa’
Fernanda Teixeira Ribeiro
Fernanda Teixeira Ribeiro foi a primeira mulher a vencer o Prémio Revelação Literária UCCLA-CMLisboa: Novas Obras em Língua Portuguesa, com o romance “Cantagalo”. Nascida em 1984 em Uberaba, no estado de Minas Gerais, no Brasil, é bacharel em Comunicação Social e doutora em Ciências do Desenvolvimento Humano. Atua como pesquisadora no campo da neurobiologia das emoções e como jornalista e editora de ciência. Integrou o Curso Livre de Preparação do Escritor (CLIPE) da Casa das Rosas em 2019. Faz parte do coletivo artístico In-Fâmia e é coautora da antologia de contos “Somos Todos Perigosos” (Urutau, 2021).
Sucesso de crítica e público, A Idade da Peste emprega sua abordagem contundente contra o racismo em novas apresentações nos centros culturais Vila Formosa, Olido e Penha em abril
Solo do Núcleo Caixa Preta tem atuação e direção da premiada atriz Cácia Goulart e dramaturgia do também premiado Reni Adriano
O que aconteceria se uma mulher branca de classe média alta realmente se descobrisse branca? A que custo isso se daria, e qual o discurso possível dessa constatação? Foi a partir dessa provocação que o dramaturgo Reni Adriano e a atriz Cácia Goulart, artistas do Núcleo Caixa Preta conceberam o bem-sucedido solo A Idade da Peste.
O espetáculoestreou em 2022 no Sesc Pinheiros e agora ganha novas apresentações gratuitas nos Centros Culturais Vila Formosa (nos dias 3 e 4 de abril), Olido (dias 11 e 12) e Penha (dias 24, 25, 27 e 28).A temporada de circulação é possível graças ao apoio da 17ª edição do Prêmio Zé Renato.
Na trama, Senhora C. assiste ao assassinato do filho da empregada, encurralado pela polícia, dentro da sua casa de classe média alta. O episódio desencadeia um profundo exame de consciência em que os desejos inconfessados da branquitude emergem como um marcador racial aterrorizante, questionando a própria possibilidade de justiça em um mundo feito à imagem e semelhança dos brancos.
Escrita por um dramaturgo negro para atuação de uma atriz branca, a peça mobiliza e tensiona os marcadores identitários raciais de modo a evidenciar que, antes de ser um “problema de negros”, o racismo é um flagelo de brancos. O exercício de franqueza de uma mulher branca sobre a perversão de seu próprio status identitário torna A Idade da Peste uma assombrosa reflexão em que pensar o racismo é um debate sobre o mal.
Mas engana-se quem espera da atuação de Cácia Goulart uma personagem branca se autoelogiando como “antirracista” ou performando mea culpa e comiseração. “Senhora C. não tem esse complexo de Princesa Isabel; não pretende ser reconhecida como a ‘branca redentora’ da causa. Pelo contrário: ela é consciente da infâmia do lugar racial que ocupa, sabe que esse lugar é indefensável”, reflete Cácia, que também assina a direção da peça.
Para ela, o risco da abordagem pelo viés escolhido seria a tentação de redimir a personagem, ou cobri-la de elogios por sua consciência racial. “Mas a desgraça dela é saber que não basta ter consciência: ela está, como branca, submersa na indignidade, uma vez que reconhece seu lugar na branquitude, mas é incapaz de desocupar esse lugar privilegiado”, conclui.
Para o dramaturgo Reni Adriano, esse assunto costuma ser violentamente rechaçado por pessoas brancas, porque instintivamente reconhecem que subjaz a esse tema-tabu uma dose dolorosa de vergonha e infâmia. “Mas o status da branquitude se perpetua e se atualiza justamente nesse silenciamento”, pondera. Além disso, o autor, que é negro, ironiza que escrever para uma atriz branca funcionaria como uma espécie de mascaramento para que brancos possam ouvi-lo de boa vontade.
“O fato de sermos um país em que negros não têm um dia sequer de descanso só é possível ao preço de que os brancos tenham uma dignidade muito frágil. Eu quero questionar essa dignidade frouxa dos brancos. Debater racismo com negros é fácil; o que eu quero é racializar os brancos em cena e situá-los no lugar de suas responsabilidades”, crava.
Para o Núcleo Caixa preta chamar à responsabilidade pelo desnudamento da branquitude implica um vasto exercício de solidariedade para com todos os que a branquitude degredou como o outro do branco. O parâmetro de humanidade à semelhança da branquitude, ao custo da violação da diferença até o paroxismo predatório de pôr em risco a sobrevida do planeta, aqui é repensado à luz de uma comunidade de destino engajada em outras possibilidades do humano, balizadas notadamente pelo perspectivismo das culturas negras e ameríndias.
Sinopse:
Uma mulher branca assiste ao assassinato do filho da empregada, acossado pela polícia, dentro da sua casa de classe média alta. O episódio desencadeia um profundo exame de consciência em que os desejos inconfessados da branquitude emergem como um marcador racial aterrorizante, questionando a própria possibilidade de justiça em um mundo feito à imagem e semelhança dos brancos.
Sobre o Núcleo Caixa Preta
Fundado em 1999 por Cácia Goulart, Joaquim Goulart e Reni Adriano. O Núcleo Caixa Preta ao longo de sua trajetória pesquisa estruturas dramatúrgicas não convencionais e os sentidos da narrativa. Não por acaso, mais de uma vez buscou na literatura universal inspirações que, associadas à expressão teatral, trouxeram à tona temas pungentes da condição humana e das relações sociais, como as opressões nas relações de trabalho, a morte, o racismo estrutural, violência de gênero, entre tantos outros, estabelecendo pontos de contato que se atualizam e dialogam com o público, em suas dimensões políticas e estéticas.
Participou de várias Mostras Nacionais e Festivais Internacionais e recebeu 03 Indicações do Prêmio Shell de Melhor atriz para Cácia Goulart: A morte de Ivan Ilitch (2013), Bartleby (2008) e Navalha na carne (2003), e Indicação do Prêmio Aplauso Brasil com o espetáculo Hilda (2018) para Melhor Trabalho de Grupo e melhor atriz para Cácia Goulart.
Entre as principais realizações destacam-se: A Idade da Peste (2021), Hilda (2018), A Morte de Ivan Ilitch (2013), O Abajur Lilás ou Uma Medeia Perdida Na Augusta? (2013), Menina Nina: Duas Razões Para Não Chorar (2010), Dissidente (2010), Bartleby (2008), Navalha na Carne (2003), Quando as Máquinas Param (2001), Cegonha, Avião… Mentira, Não! (1999) e Medeia é um Bom Rapaz (1999).
Ficha Técnica
Dramaturgia: Reni Adriano
Direção, Cenografia/Figurinos e atuação: Cácia Goulart
Ator convidado- Voz OFF: Samuel de Assis
Assistente Direção: Inês Aranha
Desenho de Luz: Wagner Pinto
Música original: Marcelo Pellegrini
Vídeomapping: (Um Cafofo)
Vídeo de cena: Nelson Kao
Designer gráfico: Osvaldo Piva
Fotos: Cacá Bernardes
Produção: Núcleo Caixa Preta da Cooperativa Paulista de Teatro/Cácia Goulart
SERVIÇO
A Idade da Peste,doNúcleo Caixa Preta
Duração: 80 minutos
Classificação: 16 anos
Ingressos: Gratuitos, retirar na bilheteria uma hora antes do espetáculo.
Centro Cultural Vila Formosa – Teatro Zanoni Ferrite
Av. Renata, 163 – Vila Formosa
Quando: 3 e 4 de abril, às 20h
Capacidade: 204 lugares
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
Centro Cultural Olido – Sala Olido
Av. São João, 473, Centro Histórico
Quando: 11 e 12 de abril, às 19h
Capacidade: 297 lugares
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
Centro Cultural Penha – Teatro Martins Penna
Largo do Rosário, 20, Penha
Quando: 24 a 28 de abril (exceto no dia 26), de quarta, quinta e sábado, às 20h, e no domingo, às 19h
Capacidade: 200 lugares
Acessibilidade: teatro acessível a cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida
O GRANDE PRÊMIO OLAVO BILAC DE LITERATURA E POESIA será concedido aos poetas, escritores, apreciadores da literatura e personalidades culturais brasileiras, cujos trabalhos ou ações mereceram especial destaque na defesa, promoção e valorização da cultura nacional
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OUTORGA DO GRANDE PRÊMIO OLAVO BILAC DE LITERATURA E POESIA – FEBACLA
Grande Prêmio Olavo Bilac de Literatura e Poesia
A Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Arte – FEBACLA, sempre com a missão de honrar e premiar os Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes, outorgará o GRANDE PRÊMIO OLAVO BILAC DE LITERATURA E POESIA.
O GRANDE PRÊMIO OLAVO BILAC DE LITERATURA E POESIA é uma homenagem ao grande poeta brasileiro OLAVO BILAC (Olavo Braz Martins dos Guimarães Bilac).
O GRANDE PRÊMIO OLAVO BILAC DE LITERATURA E POESIA será concedido aos poetas, escritores, apreciadores da literatura e personalidades culturais brasileiras, cujos trabalhos ou ações mereceram especial destaque na defesa, promoção e valorização da cultura nacional.
Olavo Bilac foi jornalista, poeta e inspetor de ensino. Nasceu no Rio de Janeiro/ RJ, em 16 de dezembro de 1865, e faleceu na mesma cidade, em 28 de dezembro de 1918. Foi Um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, tendo criado a cadeira nº 15, que tem como patrono Gonçalves Dias.
Olavo Bilac foi, no seu tempo, um dos poetas brasileiros mais populares e mais lidos do país, tendo sido eleito o ‘Príncipe dos Poetas Brasileiros’, no concurso que a revista Fon-Fon lançou em 1º. de março de 1913. Fon-Fon foi uma revista brasileira fundada no Rio de Janeiro, que circulou entre 13 de abril de 1907 e setembro de 1958.
Alguns anos mais tarde, os poetas parnasianos seriam o principal alvo do Modernismo. Apesar da reação modernista contra a sua poesia, Olavo Bilac tem lugar de destaque na literatura brasileira, como dos mais típicos e perfeitos dentro do Parnasianismo brasileiro. Foi notável conferencista, numa época de moda das conferências no Rio de Janeiro, e produziu também contos e crônicas.
Olavo Bilac é também autor da letra do Hino da Bandeira Nacional.
Os homenageados, poderão receber suas condecorações em uma de nossas solenidades, que serão realizadas nos seguintes locais e datas:
Dia 26 de abril de 2024, (sexta-feira) às 15h.
Local: CÂMARA MUNICIPAL DE NITERÓI Av. Ernani do Amaral Peixoto, 625 – Centro, Niterói – RJ.
Espetáculo foi criado a partir das rubricas de ‘Uma Casa de Bonecas’, de Herink Ibsen; ‘Senhorita Júlia’, de August Strindberg, e ‘Um Bonde Chamado Desejo’, de Tennessee Williams
As rubricas de três clássicos do teatro ocidental deram origem ao espetáculo Didascálias, fruto do encontro entre a atriz brasileira Giovanna Monteiro e a bailarina e coreógrafa portuguesa Leonor Mendes, que convidaram Vicente Antunes Ramos para dirigir o espetáculo.Após apresentar uma versão do trabalho no festival Materiais Diversos em Portugal,a peça tem sua temporada de estreia na Oficina Cultural Oswald de Andrade, entre os dias 16 e 27 de abril.
As didascálias, ou rubricas, são a parte dos textos teatrais que descrevem os ambientes onde a ação da peça decorre, e também os humores, trejeitos e aparências das personagens. E o espetáculo foi criado justamente a partir dessa estrutura das peças “Uma casa de bonecas”, de Henrik Ibsen; “Senhorita Júlia”, de August Strindberg; e “Um bonde chamado desejo”, de Tennessee Williams.
O espetáculo se volta para as estruturas que nos cercam cotidianamente: aquilo que nomeamos como casa. Este espaço, doméstico e corriqueiro, também é construído por silêncios ensurdecedores. Em comum, as três peças se passam em uma casa e têm como personagens centrais três mulheres.
Júlia, Nora e Blanche, apesar das diferenças temporais e geográficas que as caracterizam, estão todas sujeitas às estruturas sociais de suas épocas, essa gigantesca casa construída ao seu redor. Didascálias são como as vigas, aquilo que se esconde por trás das paredes, da mobília, dos objetos. É a partir desses fragmentos de texto que o espetáculo se desenvolve.
Costurando um pedaço da cozinha com o tapete no centro da sala; um canto do quarto e uma alegria animal; um jardim com choupos da Lombardia e um piano em outro tom; as crianças e um sofá de um metro e setenta e cinco; um fiapo de voz e uma pausa. Os cômodos são construídos ao mesmo tempo em que um léxico é compartilhado com o público, desenhando um jogo de sentidos a partir da sobreposição destas palavras que foram escritas para não serem ditas em voz alta.
O projeto foi contemplado pelo ProAC – 47/2022 da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativa do Governo do Estado de São Paulo e recebeu apoio da Associação Materiais Diversos e Fundação GDA, em Portugal.
Giovanna Monteiro, Vicente Antunes Ramos e Matheus Brant – light designer e realizador audiovisual- colaboram em diferentes projetos desde 2017. No mesmo ano, junto a outros artistas da cidade de São Paulo, fundaram o comitê escondido. Em 2023, o comitê estreou o espetáculo “Um Memorial para Antígona” no TUSP – Maria Antônia.
Ficha Técnica
Concepção e performance Giovanna Monteiro
Cocriação e performance Leonor Mendes
Cocriação e direção Vicente Antunes Ramos
Colaboração na criação Isis Andreatta
Desenho de luz Matheus Brant
Design gráfico Pedro Levorin
Gestão do projeto Leonardo Birche
Produção executiva Giovanna Monteiro
Vídeo Francisco Miguez e Lucas Damiani
Fotografia Iolanda Pereira e Matheus Brant
Assessoria de imprensa Pombo Correio
Apoio ProAC (Programa de Ação Cultural) – Secretaria de Economia Criativa do Estado de São Paulo
Residências artísticas associação SÙ e Casa do Povo.
Sinopse
A partir das didascálias de três textos clássicos do teatro, o trabalho revisita os espaços domésticos descritos nos textos e o imaginário de “casa” que carregam. Duas intérpretes jogam com as palavras e com o tempo e assim constroem outros espaços, figuras, relações. O desenrolar deste jogo de construir e desconstruir deixa a questão em suspenso: o que se pode imaginar a partir dessas palavras que foram escritas para não serem ditas?
*Didascálias: nos textos teatrais, as didascálias descrevem o espaço e o tempo no qual a dramaturgia decorre. Além disso, servem como indicações para a interpretação das atrizes e dos atores. Também são conhecidas como rubricas.
SERVIÇO
Didascálias
Apresentações: 16, 17, 18, 19,22 e 26/4, às 19h30, e dias 20 e 27/4, às 18h
Oficina Cultural Oswald de Andrade – Rua Três Rios, 363, Bom Retiro
Ingressos: grátis, distribuídos uma hora antes de cada sessão
Saúde Integral – Atividade Física x Exercícios Físicos
Joelson Mora:
‘Saúde Integral – Atividade Física x Exercícios Físicos’
Joelson Mora‘Saúde Integral – Atividade Física x Exercícios Físicos’ Imagem gerada por AI do Gencraft
Ao refletir sobre a Saúde integral, é crucial lembrar destes três pilares:
alimentação equilibrada, exercícios físicos regulares e o sono de qualidade.
O fenômeno das redes sociais, impõe o padrão do físico perfeito, com influenciadores digitais arrastando multidões com seus discursos e narrativas equivocadas.
Trago o conceito e orientações práticas que nos auxiliarão para entendermos um pouco deste universo do ser saudável fisicamente.
Existem duas formas de nos exercitarmos, para isso temos o treino anaeróbico e o treino aeróbico. Antes de entendermos esses dois conceitos temos que entender que existe diferença em exercício físico e atividade física.
Enquanto a atividade física refere-se a qualquer tipo de movimento corporal produzido pelos músculos esqueléticos, o exercício físico é uma atividade física planejada, estruturada e repetitiva com o objetivo de melhorar ou manter a aptidão física. Exemplos o andar, o subir um lance de escadas são atividades físicas, já uma musculação, correr uma maratona são exercícios físicos.
Agora podemos entender que existem exercícios físicos de longa duração onde exige do nosso organismo o metabolismo aeróbio (um consumo maior de oxigênio) a corrida, a caminhada, a natação, o andar de bike.
E ao contrário disso, onde os exercícios físicos são mais curtos em duração exigindo mais intensidade como uma musculação, são os exercícios predominantemente anaeróbios.
Então o segredo para o resultado satisfatório com relação ao treinamento físico é saber combinar estas duas formas de treinamento, porque as duas formas são importantes, trazendo ao nosso organismo um aumento da capacidade cárdio respiratória, tônus muscular, fortalecimento do nosso organismo geral, uma melhora no funcionamento dos nossos órgãos.etc…
A complexidade das diversas formas de treinamento físico e modalidades exige a presença de um profissional qualificado, para fazer a avaliação física com uma anamnese, conhecendo dessa forma seu aluno, e planejar o programa mais adequado a realidade deste aluno e orientar sobre a forma correta de execução, uma periodização de treinamento, com ciclos de treinamento ajustados.
No entanto, muitos não priorizam sua saúde.
Reserve tempo para incluir você na sua agenda e lembre-se sempre: você é muito importante, sua saúde é seu maior patrimônio e sem ela, não podemos alcançar nosso pleno potencial.
Cuide de si mesmo, pois é o primeiro passo para uma vida plena e satisfatória e integral.
Irene da Rocha Mentes inquisitivas buscam respostas além do limiar Imagem criada pela IA do Adobe Firefly
No cosmos vasto estrelas brilham, Ondas cósmicas dançam num ritual sem fim, Na matriz do espaço-tempo a luz se dobra, Mentes inquisitivas buscam respostas além do limiar.
Átomos tecem o tecido do universo, Forças fundamentais entrelaçam-se em harmonia, Da entropia à ordem, a Física revela sua dança, Em cada equação, segredos do universo se desdobram.
Nos circuitos neuronais, pensamentos se entrelaçam, Sinapses disparam, conexões se formam, No laboratório do cérebro, a mente explora Os mistérios do self, em um vasto mar de sinapses.
Da célula à galáxia, a vida floresce, Moléculas dançam em um balé molecular, A evolução molda cada forma de vida, Em um elã de adaptação e sobrevivência.
Assim, na sinfonia do cosmos, somos meros espectadores Testemunhando a beleza da natureza, Em cada descoberta, uma pequena luz se acende, Iluminando o caminho da busca pelo conhecimento.