De la dimensión óntica y ontológica del saber

Julián Alberto Guillén López

‘De la dimensión óntica y ontológica del saber’

Julián Alberto Guillén López
Julián Alberto Guillén López
Imagem criada por IA da Meta
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Leyendo acerca de la doctrina fenomenológica de Heidegger pude rescatar lo siguiente: “La mente debe expandirse continuamente hacia lo que no entiende.” O en palabras de Heidegger: “Sin embargo para el pensar es más saludable andar en lo que extraña (como desconocimiento) que instalarse en lo comprensible”.

Es decir, que la mente debe vislumbrar hacia el aprehendimiento de lo ente, para así mismo dar el paso a lo Sein (a lo que Es). Hablando en términos generales, no terminamos de captar la vivencia de los objetos hasta que los entendemos en su dimensión de existentes (como manifestación) y de entes (como objetos).

Sin esa apertura el conocimiento no termina de ser actualidad, lo cual lo convierte en incompleto. Conocer es mirar hacia algo y comprenderlo (abarcarlo), que también es, ser-ahí en el instante o acontecer.

Cuando me lanzo a la persecución del conocimiento de algo estoy siendo y existiendo. Me trasciendo como sujeto y es de ahí que el conocimiento como algo intangible se vuelva en un objetivo tangible de la búsqueda de estabilidad humana.

El reconocer que desconozco debe apuntarme al camino del saber. Esa ausencia implica una esencia, la cual al ser reconocida por mí habla de su existencia y necesidad de reconocimiento.

Lo que acaece es entonces posibilidad y excedencia de ser en relación a lo que es.

En términos mucho más simples, aquello que conozco es insignificante frente al conjunto que abarca lo que desconozco. Ergo, debería procurar guardar con denuedo lo que sé, pero estar abierto a la posibilidad de lo que es. Ya que este sigue siendo más inmenso.

Como diría Isaac Newton: “Lo que sabemos es una gota de agua; lo que ignoramos es el océano”. O en mi reinterpretación: “Lo que sé es un grano de arena en el mar infinito de la sabiduría”.

Julián Alberto Guillén López

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Festa da Família

Festa da Família celebra conquistas do Programa AABB Comunidade em Manhuaçu

Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santos

Na noite de terça-feira, 16 de dezembro, o salão de eventos da AABB de Manhuaçu/MG foi palco de uma grande confraternização: a Festa da Família AABB Comunidade, que marcou o encerramento de mais um ano de atividades do programa socioeducativo que há mais de duas décadas transforma vidas na cidade.

Educação e cidadania em foco:

O Programa AABB Comunidade, fruto da parceria entre a Prefeitura de Manhuaçu – por meio da Secretaria de Trabalho e Desenvolvimento Social – e a Fundação Banco do Brasil, atende atualmente 130 crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social. Divididos em dois turnos, os participantes têm acesso a alimentação, atividades pedagógicas, culturais, esportivas e de lazer, além de aulas de música, artes, reforço escolar e práticas esportivas.

Mais do que complementar a educação formal, o projeto busca promover o desenvolvimento integral, estimulando valores como solidariedade, respeito e convivência cidadã.

Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santos

Apresentações e emoção:

Durante a festa, os alunos encantaram os familiares com apresentações musicais conduzidas pelo educador social Jackson Kennedy dos Santos. Outros educadores mostraram, por meio de vídeos, o trabalho realizado ao longo do ano:

  • Fabrício Souza Santos (Artes/Desenho): atividades de desenho à mão livre, arte final e colorido, com temáticas de histórias em quadrinhos, super-heróis, flores e caricaturas.
  • Emerson Teixeira (Educação Física): práticas voltadas para o trabalho em equipe, cooperação e desenvolvimento motor. Apresentou algumas atividades realizadas durante o ano, onde o professor demonstra atividades que desenvolve trabalho em equipe, cooperatividades (a qualidade de cooperar, de trabalhar junto com outras pessoas para alcançar um objetivo comum, baseando-se em princípios de solidariedade, democracia e benefício mútuo, onde todos ganham ao unir esforços), além de habilidades físicas e motoras desenvolvendo o convívio social.
  • Maria José Ferreira de Oliveira (Apoio Pedagógico): reflexões sobre o papel da educação na formação de caráter e valores.
Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santos

A coordenadora Vera Lúcia Domingues destacou: “No projeto AABB Comunidade, a educação é o compromisso diário, é acolhimento, é desenvolvimento humano e social. Aqui, educar é plantar hoje para transformar o amanhã.”

Confraternização e reconhecimento:

Nos intervalos das apresentações, foram realizados sorteios de brindes para os familiares. A prefeita Maria Imaculada Dutra Dornelas e a secretária de Trabalho e Desenvolvimento Social, Sandra Arminda de Melo Santos Gomes, elogiaram a organização do evento e agradeceram à equipe do projeto, formada por educadores sociais, cozinheiras Kelly Cristina da Silva e Maria Lúcia Ferreira, além do motorista José Pedro Oliveira.

Para fechar a noite, os presentes saborearam o tradicional ‘pão com linguiça’ acompanhado de refrigerantes, preparados com carinho pelas cozinheiras da AABB Comunidade.

Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santos

Mais de 20 anos de impacto social:

Com mais de duas décadas de atuação em Manhuaçu, o AABB Comunidade segue firme em sua missão de oferecer oportunidades e esperança a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. O programa reafirma, ano após ano, seu papel essencial na valorização da cultura, na formação cidadã e no fortalecimento dos laços comunitários.

Comendador Fabrício Santos

Outras fotos da confraternização

Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santos
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Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santos
Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santo
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santo

Festa da Família AABB Comunidade - Fotos por Fabrício Santo
Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santo

Festa da Família AABB Comunidade – Fotos por Fabrício Santo

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Não temo o meu morrer poético

‘Não temo o meu morrer poético’ é um livro de poesias romântico, visceral e sofrido. Não é apenas um livro de poesias, mas um soco no estômago

Capa do livro 'Não temo o meu morrer poético', de Letícia Mariana
Capa do livro ‘Não temo o meu morrer poético‘,
de Letícia Mariana

Este não é apenas um livro de poesias. É um olhar poético nas circunstâncias realistas. Quando lemos cada verso, nós percebemos que, por mais mórbida que seja uma realidade, há beleza no que chamamos de vida! Não proponho um livro mediano. Quero um soco no estômago, contudo satisfatório e saudável.

Quem diria! Os poetas não morreram. E as poetas sobrevivem a cada morte fatal. Sou poeta e vivo agora, escrevo como se jamais fosse morrer; ou como se já estivesse morta.

Em seu novo livro, Mariana propõe um soco no estômago poético. Em suas redes sociais, Letícia fez um lançamento on-line para divulgação de seu livro.

Não temo o meu morrer poético que está pela primeira vez em formato físico. A obra de Letícia, anteriormente publicada em formato e-book, também foi utilizada na pesquisa “‘Cê nem parece autista’: O movimento anticapacitista na literatura de mulheres autistas”, de Sílvia Ester Orrú, da Universidade de Brasília.

Para comprar o livro, basta acessar o site da UICLAP.

Sobre a autora

Letícia Mariana
Letícia Mariana

Letícia Mariana é podcaster, influenciadora digital, jornalista em formação, editora do jornal Atípico, palestrante e escritora com cinco livros publicados,

Diagnosticada com autismo nível 1 de suporte e ativista na causa autista.

Já debateu em rádios cariocas e participou de encontros virtuais internacionais.

Redes sociais

Outros livros da autora

Intelecto Drama
Intelecto Drama

Mágoas Sob Doces e Sangues
Mágoas Sob Doces e Sangues

Entre Barbantes
Entre Barbantes

Gabriel Nasceu na Favela
Gabriel Nasceu na Favela

O Quarto de Alice
O Quarto de Alice

A Mente do Bebê
A Mente do Bebê




Concreto de Gelo

No espetáculo, um arquiteto está recluso em seu estúdio de 15 m² há alguns dias e faz uma retrospectiva de sua vida. O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é o tema desta nova produção teatral

Concreto de Gelo - Foto Divulgação
Concreto de Gelo – Foto Divulgação

SAÚDE MENTAL E ETARISMO SÃO TEMAS DE ESPETÁCULO CYBERPUNK

Concreto de Gela – Foto divulgação

Concreto de Gelo é o título do 60º espetáculo da Cia. das Artes Dramáticas (CAD)e fecha a trilogia de saúde mental abordadas em outros textos de Julio Carrara: Castelos de Areia (transtorno bipolar) e Voar é com os Pássaros (sociopatia). O Transtorno Dismórfico Corporal (TDC) é o tema desta nova produção teatral.

Vivemos sob uma luz artificial que ilumina tudo, menos a realidade. Em A Sociedade do Espetáculo (1967), Guy Debord descreve uma sociedade onde as imagens, a mídia e o consumo substituem a experiência real, criando uma forma de dominação social onde a vida se torna uma representação, alienando os indivíduos e transformando o ‘ser‘ em ‘parecer‘, com a cultura de massa controlando a consciência e o comportamento. As redes sociais, o uso excessivo de filtros e a ditadura da beleza potencializaram significativamente o TDC criando um ambiente propício para a comparação social e a internalização de padrões de beleza inatingíveis.

No espetáculo, um arquiteto está recluso em seu estúdio de 15 m² há alguns dias e faz uma retrospectiva de sua vida. Diagnosticado com TDC e viciado nas redes sociais, ele é vítima de etarismo. A partir daí, seus pensamentos obsessivos e inseguranças relacionados a supostos ‘defeitos’ na aparência ficam exacerbados.

A encenação tem a estética Cyberpunk – subgênero visual e temático da ficção científica que mistura ‘alta tecnologia e baixa qualidade de vida(Hich tech, low life) e é ambientada em São Paulo que, segundo dizem, é a cidade mais Cyberpunk do Brasil. 

Concreto de Gela – Foto divulgação
Concreto de Gela – Foto divulgação

BREVE HISTÓRICO DA CIA. DAS ARTES DRAMÁTICAS (CAD)

A Cia. das Artes Dramáticas (CAD) foi fundada por Julio Carrara em 25 de março de 1995 em Votorantim. As apresentações eram realizadas nos centros comunitários, escolas estaduais e na primeira sede do Teatro de Bolso Tatiana Belinky, que funcionou durante todo o ano de 1999 no prédio da subsede do Sindicato dos Têxteis. Em dezembro de 2000, Danielzinho e o Sono, de Ricardo Gouveia foi o primeiro espetáculo encenado no Teatro Municipal Francisco Beranger inaugurado nessa ocasião. 

Com a profissionalização do grupo, em 2005, as montagens passaram a ser apresentadas em São Paulo. Depois da Chuva, O Anjo Maldito, Adega dos Anjos e João Magriço foram algumas delas, alcançando grande repercussão do público e da crítica.

O ano de 2017 marcou a execução de mais um projeto: a série Contos Radiofônicos. Durante dois anos foram produzidos 150 audiodramas do gênero noir (caracterizado por pessimismo, fatalismo e histórias sombrias) para o canal Cadnoar. (https://youtube.com/cadnoar)

Em 8 de dezembro de 2019, o espetáculo A Onça e o Bode inaugurou a nova sede do Teatro Tatiana Belinkyna cidade de Sorocaba. Mas devido à pandemia de COVID-19, as atividades passaram a ser virtuais e o canal CAD Quarentena teve seu lançamento no Youtube. Até o momento foram exibidos 209 programas entre leituras dramáticas e bate-papos com dramaturgos cujo objetivo é traçar um panorama do teatro brasileiro. (https://youtube.com/CADQuarentena)

Bereca, a Intrometida, escrita e dirigida por Elvira Gentil, marcou a reabertura do Teatro, em fevereiro de 2024. Nesse mesmo ano aconteceram duas edições da Mostra de Monólogos (dedicadas à Elvira Gentil e Gabriela Rabelo), a Mostra de Dramaturgia (dedicada à Regina Helena de Paiva Ramos) e o Sarau Bocas da Cidade.

A Cia. das Artes Dramáticas (CAD)recebeu inúmeros prêmios em Festivais de Teatro, incluindo os de Melhor Direção em sua trajetória de três décadas. E para celebrar essa data, Concreto de Geloentra em cartaz.

Concreto de Gela – Foto divulgação

Ficha Técnica

Texto, Direção e Sonoplastia: Julio Carrara

Com: Luciano Schwab

Vozes em off: Alexandre Valentim, Ana Lúcia Mendes, Daniel Nunes, Igor Ogri, Jee México, Otávio Balieiro, Roberto Borenstein e Silmara Gussi

Depoimentos em vídeo: Antonio Carlos Bernardes, Cibele Troyano, Cláudia Dalla Verde, Gabriela Rabelo, Regina Helena de Paiva Ramos e Rosane Gofman.

Poema Sem Eufemismos de Leila Miccolis – escrito especialmente para o espetáculo

Máscara Olé (pintura e colagem): Fernando Castioni

Cenografia e Figurinos: Ana Duarte

Iluminação: Luciano Schwab

Maquete: Santiago Ribeiro

Cenotécnica: Marcelo V. Hessel 

Fotos, Design Gráfico e Vídeos: Alexandre Valentim

Interprete de Libras: Afenda Assessoria (Walkiria Santos Costa) 

Realização: Cia. das Artes Dramáticas (CAD) e Teatro de Bolso Tatiana Belinky

Produção e Supervisão Geral: Julio Carrara

Concreto de Gela – Foto divulgação

Serviço

Espetáculo: CONCRETO DE GELO

Texto e Direção: JULIO CARRARA

Poema: LEILA MICCOLIS

Ator: LUCIANO SCHWAB

Gênero: CYBERPUNK

Classificação: 16 ANOS

Duração: 50 MINUTOS

Temporada: DE 16 DE JANEIRO A 8 DE FEVEREIRO DE 2026 (DE SEXTA A DOMINGO) 

Horários: SEXTAS E SÁBADOS ÀS 20:30 HORAS E DOMINGOS ÀS 19:30 HORAS

Local: TEATRO DE BOLSO TATIANA BELINKY

Endereço: ALAMEDA FRANCA, 864 – VILA NOVA SOROCABA

Capacidade: 20 LUGARES

ENTRADA GRATUITA (Os ingressos estarão disponíveis no local com uma hora de antecedência e também podem ser reservados pelo Whatsapp: 11 943372368 com Julio Carrara)

O espetáculo começa pontualmente. Não será permitida, em hipótese alguma, a entrada após o início da sessão
Este espetáculo foi produzido com recursos da Lei Aldir Blanc através do Ministério da Cultura, Secretaria da Cultura de São Paulo e Secretaria de Cultura de Sorocaba.

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A paz de amar

Denise Canova: Poema ‘A paz de amar’

Denise Canova
Denise Canova
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Amar traz paz

A paz de te amar

Tão boa essa paz, que eu quero viver

Ao teu lado, todos os dias.

Dama da Poesia

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Ano novo

Virgínia Assunção: Poema ‘Ano novo’

Virgínia Assunção
Virgínia Assunção
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Agora que se vai, ano velho,

Tudo se renova?

Vida nova?

Não! Ano Novo

A vida nova do novo ano,

Só depende de como irá vivê-la.

Folha em branco?

Não! Espaços vazios a serem preenchidos

De recomeços, de aperfeiçoamento

Do já existente.

Um ano é somente a soma de dias.

A soma desses dias,

Determinarão se o ano

Será novo ou não.

Na soma dos dias, tudo passa,

Mas a forma como agimos,

Nessa soma,

Construirá a nossa história.

Virgínia Assunção

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Estimule-se o trabalho para as gerações mais novas

Diamantino Loureiro Rodrigues de Bártolo

‘Estimule-se o trabalho para as gerações mais novas’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
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A vida é efêmera, passa muito rapidamente e mesmo quando se pensa numa sucessão de gerações, à frente dos grandes negócios mundiais e das instituições, nada garante que tais gerações venham a usufruir do que os seus antepassados lhes deixaram. Ninguém tem a vida, e, muito menos, o destino nas mãos.

Adote-se, portanto, a lógica de uma justiça distributiva, equitativa, legal e segura. Assuma-se que é necessário proteger os mais fracos, aqueles que já não têm recursos físicos, intelectuais e etários para assegurarem um conforto para o qual e de boa-fé apostaram ao longo da vida.

Estimule-se o trabalho para as gerações mais novas. Consolide-se o emprego para os ativos e reintegrem-se todos aqueles que perderam um dos maiores bens que se pode ter, de entre outros, obviamente: o trabalho. Faça-se tudo pela dignidade, por um futuro promissor a que todos temos direito, porque, no limite das exigências naturais, só queremos: saúde, trabalho, justiça, paz, felicidade e a Graça Divina.

 Finalmente, de forma totalmente pessoal, sincera e muito sentida, desejo a todas as pessoas que, verdadeiramente, com solidariedade, amizade, lealdade e cumplicidade me têm acompanhado, através dos meus escritos um próspero Ano Novo e que 2026 e muitas dezenas de anos que se seguem, lhes proporcionem o que de melhor possa existir, e que na minha perspetiva são: Saúde, Trabalho, Amizade/Amor, Felicidade, Justiça, realizações, pessoais, profissionais, sociais Paz e a Graça Divina. A todas estas pessoas aqui fica, publicamente e sem reservas, a minha imensa GRATIDÃO.

Finalmente, de forma totalmente pessoal, sincera e muito sentida, desejo a todas as pessoas que, verdadeiramente, com solidariedade, amizade, lealdade e cumplicidade me têm acompanhado, através dos meus escritos, um próspero Ano Novo e que 2026 e muitas dezenas de anos que se seguem, lhes proporcionem o que de melhor possa existir, e que na minha perspetiva são: Saúde, Trabalho, Amizade/Amor, Felicidade, Justiça, realizações, pessoais, profissionais, sociais Paz e a Graça Divina. A todas estas pessoas aqui fica, publicamente e sem reservas, a minha imensa GRATIDÃO.

Venade/Caminha – Portugal, 2025

Com o protesto da minha permanente GRATIDÃO

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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