Direitos humanos, enquanto pontes para a paz

Diamantino Lourenço Rodigues de Bártolo

‘Direitos humanos, enquanto pontes para a paz’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
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A problemática da educação para a cidadania, e para os direitos humanos, ganhou visibilidade e pertinência maiores a partir da Segunda Guerra Mundial e também em Portugal. Mas se entre portugueses existiram (e ainda existem) graves situações de violação dos direitos humanos, como adiante se anotará, também nos territórios que atualmente constituem a CPLP – Comunidade de Países de Língua Portuguesa, o panorama não será o melhor, todavia, é oportuno, e justo, realçar o esforço que a partir das respetivas “Constituições Políticas”, bem como no domínio da intervenção concreta e diária se vem fazendo, para melhorar comportamentos, atitudes e sensibilidades, relativamente ao cumprimento intransigente dos direitos humanos, os quais quando respeitados, constituem autenticas Pontes entre povos.

Um aspeto que importará referir, prende-se com o apelo que fica à sensibilidade de cada um, para a formação da cidadania. Em função das épocas, dos locais, das culturas, da formação e educação das sociedades, entre outros fatores, também os valores serão diversos, não opostos, mas diferentes e, mesmo assim, haverá uma panóplia comum a todos os homens ou, pelo menos, é necessário que o seja. Os valores absolutos serão difíceis de se aplicar, contudo, cabe o dever de tentar implementá-los.

É importante, neste breve apontamento, vincar a ideia da tolerância, entendendo-a como fundamental para a compreensão dos demais valores, que visam proteger a cidadania, esta como a grande PONTE, quando se habita um mundo cada vez mais universal, mais integral e globalizante, em que não é fácil lutar contra sectarismos e etnocentrismos onde, quando convém, consideram-se como bons os próprios atos, como excelentes as suas ideias; porém confrontados com opiniões, contrariedades e interferências, nos interesses privados, faltam a cidadania e a tolerância para compreender e aceitar os atos e as ideias dos outros concidadãos. Em vez de muros, construam-se PONTES.

Venade/Caminha – Portugal, 2026

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Características do líder democrático

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

‘Características do líder democrático’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
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A lealdade na política pressupõe, portanto, atitudes que sejam entendidas como preocupações que o líder/candidato tem para com a comunidade que, voluntária e generosamente, quer servir. Ações de grande transparência, sinceridade e humildade, nas quais se possa acreditar como sendo próprias de uma pessoa bem-formada, sem preconceitos de uma qualquer superioridade.

A lealdade não é compatível com intervenções improvisadas, ilusórias e de pura e sedutora hipocrisia. A lealdade, em política, deve, inclusivamente, contribuir para a credibilização, para a dignificação de todos os agentes no processo democrático.

É pela lealdade que se incute a confiança, seja nos concorrentes, seja no povo anónimo. Em princípio, quem não é leal para com os seus adversários, muito menos o será para com os cidadãos comuns, pelo que estes devem estar muito atentos em relação ao que é dito, prometido e exequível de realização pelos diversos candidatos, a um determinado cargo público.

O líder leal será sempre uma pessoa que procurará a verdade, que sabe esclarecer com clarividência todas as suas posições, que não recorre a métodos que humilham as pessoas em geral, e os seus adversários em particular. O líder leal, assertivo e justo deve apoiar-se na sua própria convicção, acerca de uma ideia, de um projeto de grandes princípios, valores e sentimentos, até porque este líder deverá ser uma pessoa portadora de diversas dimensões humanas, familiares, religiosas, políticas, profissionais, sociais, entre tantas outras.

A lealdade, em política, paga um preço muito alto, quando confrontada com a deslealdade dos adversários, com os ataques pessoais, vilipendiosos, difamatórios e intimidatórios. Mas o povo é sábio, prudente e justo, pelo que saberá muito bem que se um líder/candidato não é leal para com os seus concorrentes, jamais o será para com a comunidade em geral.

A mentalidade da promessa fácil e enganosa, do sorriso forçado, do cumprimento hipócrita, do denegrir os adversários para “conquistar” simpatias, entre outros “truques”, tem os seus dias contados, porque, em bom rigor: “Quem hoje me quer mal a mim; amanhã quererá o teu mal”; ou ainda: “Quem é amigo do meu adversário, não pode ser meu amigo, nem estar do meu lado”.

O líder que se pauta pela lealdade, preocupa-se com o respeito pelos seus adversários, solidariza-se com eles quando são vítimas de injustiças, de ataques pessoais, de comportamentos que humilham e ofendem. A lealdade na política coloca-se acima de meros interesses político-partidários, egoísmos e oportunismos. A lealdade não é solidária com jogos duplos, nem compatível com posições ambíguas, neutras, de mero comportamento de circunstância. Lealdade implica firmeza, verticalidade, transparência, tolerância e solidariedade.

O líder/candidato a um cargo público, através do voto livre e democrático, tem de ser uma pessoa com formação cívico-institucional e democrática, bem consolidada, porque o respeito pelos valores da cidadania, exercidos pelos adversários e eleitores, é o núcleo central, à volta do qual deve funcionar todo o processo democrático.

Como corolário, pretende-se deixar bem vincado que a lealdade em política passa, necessariamente, pelos valores cívicos, pelos comportamentos democráticos, pelas atitudes corretas, educadas e amáveis, rejeitando, liminarmente, toda e qualquer intervenção que vise devassar a vida privada, profissional, social, cultural, religiosa e empresarial dos adversários, dos seguidores e da população em geral.

O líder leal orienta a sua atividade política dentro dos valores democráticos, no respeito pela dignidade, ideias e projetos dos seus adversários, que é solidário com estes, sempre que forem vítimas de injustiças, humilhações e ofensas. O líder leal terá de ser a pessoa com quem a sociedade pode contar, para o bem e para o mal, confiar e socorrer-se sempre que seja necessário.

O líder democrático, em circunstância alguma, se for bem formado, recorrerá à injúria, à humilhação, à devassa da vida dos seus adversários, familiares, seguidores e colegas. O líder leal, suscita confiança, estima, consideração, solidariedade e, por que não, amizade, e recebe também idênticos valores e sentimentos de todos os que como ele intervêm na sociedade.

Venade/Caminha – Portugal, 2026

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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A Filosofia deve apoiar todos os projetos de paz

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

‘A Filosofia deve apoiar todos os projetos de paz’

Diamantino Bártolo
Diamantino Bártolo
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Por mais estratégias, metodologias, técnicas e recursos que se utilizem, a educação-formação de novas gerações, sensibilizadas para modernas práticas de convivência pacífica, e para os valores do humanismo e da afetividade, é o caminho que se apresenta como o mais adequado, para se atingirem os objetivos da pacificação do Mundo, porque, de contrário, os problemas, os conflitos, as situações degradantes, jamais se resolverão.

A escola, logo nos primeiros anos de vida da pessoa, deverá ter um papel interventivo primordial, no sentido de formar a consciência destes novos cidadãos, que terão por missão suprema, e altruísta, a pacificação do mundo: «Diante deste quadro, a escola, especialmente do ensino fundamental e médio se apresenta como a instituição carregada e única capaz de dar um encaminhamento a este verdadeiro drama humano que a sociedade contemporânea vive, e que se manifesta através da proliferação da violência, do alcoolismo, do consumo de drogas, das doenças endémicas e atípicas, dos acidentes mutilantes e responsáveis por mortes prematuras e desnecessárias, do desemprego, da corrupção, fome, miséria e tantos outros males que, num crescimento desenfreado ameaça a própria estabilidade do estado, democrático ou autoritário.» (COLETA, 2005:19).

As gerações que, atualmente, ainda se encontram na sua fase de vida de crianças, devem ser, de imediato, preparadas para um futuro que, elas próprias, vão usufruir e, simultaneamente, todas as restantes pessoas, incluindo aquelas que já se aproximam do fim do seu percurso biológico normal. 

Na família, na Igreja, na escola, na empresa, na comunidade, na sociedade mais alargada, no país, enfim, em todos os locais e circunstâncias em que se encontre uma pessoa, deve-se intervir, porque cada dia que passa, neste pré-caos humano, poderá representar anos na recuperação das pessoas e do mundo. 

Impõe-se uma pedagogia para a paz, se possível já, para hoje, porque amanhã poderá ser demasiado tarde. Uma pedagogia para democratizar a política, os políticos, os educadores e a humanidade em geral. Uma pedagogia que ensine toda a pessoa, qualquer que seja o seu estatuto ou condição, como pode e deve participar nas soluções dos problemas: «Todos os homens ao longo da sua existência, terão de resolver problemas que lhes serão apresentados, semelhantes aos de ontem ou marcados pela mudança; (…). Isso leva a considerar as questões ligadas ao cuidado com a educação de todos e de cada um…» (BONBOIR, 1977:189)

Igualmente, uma filosofia para analisar, reflexivamente, a situação em que o mundo se encontra, que aponte caminhos possíveis para rumos compatíveis com a dignidade humana. As disciplinas da área das ciências sociais e humanas, têm um grande contributo a dar para a pacificação da humanidade, a Filosofia não pode ser excluída deste projeto, aliás, sem ela e seus ramos específicos, muito dificilmente se atingirão resultados que atenuem o sofrimento em que a humanidade vive, neste primeiro quarto de século.

Uma parceria entre Ciência, Técnica, Filosofia, Pedagogia, Antropologia, Ética e Axiologia, enfim com as Ciências Sociais e Humanas, pode fazer parte da fórmula que conduza aos primeiros e bons resultados do processo de pacificação: «Sem dúvida, a filosofia tem uma importante tarefa epistemológica, mas ela não pode ser desenvolvida sem a referência a uma antropologia fundante bem como a uma axiologia geral. A questão do agir humano, tanto no plano ético, como no plano político, não pode ser posta de lado numa reflexão filosófica sistematizada. E o pedagógico, como contexto da existência humana, constitui a mediação articuladora do ético com o político.» (SEVERINO, 1997:242).

BIBLIOGRAFIA

BONBOIR, Anna, (Dir.). (1977). Uma Pedagogia para Amanhã. Trad. Frederico Pessoa de Barros. São Paulo: Cultrix.

SEVERINO, António Joaquin, (1999). A Filosofia Contemporânea do Brasil. Petropolis RJ: Vozes. Venade/Caminha, Portugal, 2015

BENEVIDES, 1991 e AVRITZER, 1994 apud MIOTTO, 2006:65).

Venade/Caminha – Portugal, 2026

Diamantino Lourenço Rodrigues de Bártolo

Presidente HONORÁRIO do Núcleo Académico de Letras e Artes de Portugal

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Porque fábulas acalmam

O poder das fábulas no cuidado emocional das crianças

Porque fábulas acalmam
Porque fábulas acalmam

Obra une ciência, afeto e imaginação para ajudar crianças a compreenderem e regularem suas emoções desde cedo.

Em um mundo cada vez mais acelerado, em que até as emoções parecem precisar de respostas rápidas, surge um convite delicado e necessário: o de desacelerar e escutar.

Escutar o que a criança sente, o que ela ainda não consegue dizer, mas que, muitas vezes, revela por meio da imaginação.

É nesse espaço sensível entre o sentir e o compreender que nasce o trabalho de Sonia Ribeiro Gonçalves e Alex Ferreira, autores que transformaram a prática clínica em um caminho de cuidado acessível e profundamente humano.

Sônia Ribeiro Gonçalvez e Alex Ferreira
Sonia R. Gonçalvez e Alex Ferreira

Sonia, psicóloga, mestre em Neuropsicologia e especialista em Neurodesenvolvimento, construiu sua trajetória ouvindo com atenção o universo emocional das crianças, respeitando seus tempos, acolhendo seus silêncios e compreendendo que nem tudo pode ser traduzido em palavras.

Já Alex Ferreira, psicólogo, neuropsicólogo e gerontólogo, traz em sua experiência um olhar ampliado sobre o cuidado emocional ao longo da vida, construindo pontes entre gerações e reforçando que o afeto e a escuta são essenciais em qualquer fase.

A ideia do livro “Porque fábulas acalmam” nasce justamente desse encontro entre prática, sensibilidade e ciência.

Baseada na Teoria Polivagal e nos estudos da neurociência, a obra propõe uma abordagem inovadora e, ao mesmo tempo, profundamente simples: utilizar histórias e fábulas como instrumentos de regulação emocional.

Mais do que entreter, as narrativas de “Porque fábulas acalmam” tornam-se ferramentas terapêuticas, capazes de acessar o sistema emocional da criança de forma leve, simbólica e segura.

Em vez de impor controle, o livro sugere acolhimento.

Em vez de corrigir, propõe conexão.

Destinado a psicólogos, educadores e pais, o conteúdo oferece caminhos práticos para ajudar crianças a compreenderem suas emoções desde cedo, fortalecendo, assim, sua qualidade de vida emocional no futuro.

No fim, a mensagem é simples, mas poderosa: Cuidar das emoções na infância é um gesto de amor que ecoa por toda a vida.

E talvez, entre tantas técnicas e teorias, a resposta esteja em algo que sempre esteve ao nosso alcance, uma boa história, contada com presença, afeto e escuta.

REDE SOCIAL DOS AUTORES

PORQUE AS FABULAS ACALMAM

SINOPSE

Você sabia que ouvir histórias pode ser mais poderoso do que qualquer técnica de disciplina?

Que uma fábula bem contada pode ser a chave para acalmar uma criança agitada, ansiosa ou insegura?

Este livro é um convite encantador para pais, educadores e terapeutas mergulharem na mágica conexão entre contos de fadas, teoria polivagal e autorregulação emocional.

Unindo neurociência, ludicidade e poesia, os autores revelam como narrativas simbólicas tocam o sistema nervoso da criança, ativando o “Guardião da Calma”, uma metáfora poderosa que ensina os pequenos a lidarem com emoções de forma leve e segura.

Com linguagem acessível, orientações práticas e meditações guiadas , Por que Fábulas Acalmam? transforma ciência em aconchego, teoria em afeto, e comportamento em conexão.

Como seria se, em vez de controlar, você pudesse acalmar com histórias?

Descubra o poder terapêutico das fábulas e ofereça às crianças um presente que elas levarão para a vida toda: a capacidade de se autorregular com amor, segurança e imaginação.

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




A mulher e o ambiente familiar  sem respeito

Lina Veira

‘A mulher e o ambiente familiar  sem respeito’

Lina Veira
Lina Veira
Foto por Lina Veira

É absurdo no atual  mundo contemporâneo, em uma sociedade que busca o equilíbrio entre  o desenvolvimento e a sustentabilidade, a mulher que não trabalha fora ser tão desrespeitada, como se o respeito humano e a dignidade estivessem condicionados a uma remuneração financeira. Todo trabalho doméstico e o cuidado com o lar são essenciais, exigem real  esforço, organização da rotina, limpeza, educação dos filhos e apoio emocional. Esse reconhecimento de respeito é  o pilar essencial do lar.

Apesar de  ter uma origem antiga, o pensamento  ‘machista’ ganhou força no século XX com estudos feministas. E ainda hoje é uma ideologia forte  contra a mulher, (que trabalha em casa, seja em regime de home office ou fora de casa) manifestado  por um comportamento violento e de desvalor das tarefas domésticas e  de seus prazeres .

50% das mulheres denunciam o desrespeito dentro e fora de casa todos os dias. É o que mostra a 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, o maior levantamento do país sobre o tema, realizado pelo DataSenado e pela Nexus, em parceria com o Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), do Senado. Agência Brasil,  2025. Logo, não é só a rua que se apresenta  o perigo e desrespeito, com as mulheres, conforme demonstram nossos altos índices de feminicídio atual.

Reitero aqui que, num ambiente familiar, o respeito em casa baseia-se na valorização mútua das  atividades, não do salário.  A mulher que cuida da casa, dos filhos e da rotina familiar exerce uma profissão diária que merece respeito, não humilhações.  A rotina de limpar o banheiro, por exemplo, exige cuidados e educação de higiene, que  relatam aspectos negativos no comportamento cultural e, às vezes, psicológicos  do casal  em ação. Incômodos com  a higiene e limpezas das mãos  e o não uso da descarga são frequentes nas sessões de terapia familiar. 

Rotina, que seja qual for, precisa ser saudável, existir tolerâncias e  abranger  atitudes organizadas, com horários e tarefas, gerando conexão entre pais e filhos, inclusive nas atividades físicas e momentos de lazer. 

Resgatar nesta geração a rotina familiar  é desafiante,  pois nem todos estão decididos a definir prioridades e transformar seus sonhos em objetivos organizados.

Contudo, creio, que  somente uma rotina familiar pode reduzir  a ansiedade de crianças e adolescentes. Desenvolver o respeito,  autonomia e responsabilidade na vida, diminuindo a procrastinação e  melhorando  a conexão entre todos.

Não aceitar isso ,  é   não  aceitar contribui  com sua função na estruturação de uma sociedade mais equilibrada.

Um marido que não valoriza sua esposa, frequentemente demostra o descaso emocional, ignora as necessidades básicas dela, dos filhos e do lar. As críticas serão  constantes, com uso de palavras ásperas, e piadas ofensivas  e irônicas que  menospreza a opinião da esposa.

Estudos demostram, que as principais causas  que mantem a violência doméstica é  a dependência emocional e econômica –  E que fatores que dificultam a saída da vítima é o  financeiro e a  ilusão da esperança de mudança do parceiro.

Não mantenham relações com perfis controladores e abusivos,  modelos de um psicológico violento, caracterizado por baixa tolerância à frustração, necessidade de controle e falta de empatia. Entenda:  O tempo entre as pessoas não é homogêneo, olhar para você e ter certeza que a vida está seguindo do jeito que gostaria que fosse é refrigério. Não ignore a desigualdade intelectual nem a diferença cultural  entre vocês – são chaves que precisam ser postas sobre a mesa sem cópias.

Lina Veira

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FLIMAUÁ – Feira Literária de Mauá

FLIMAUÁ: Mauá ganha sua primeira Feira Literária e celebra o poder transformador da leitura

Card da Feira Literária de Mauá
Card da Feira Literária de Mauá

FLIMAUÁ: Mauá ganha sua primeira Feira Literária e celebra o poder transformador da leitura.

A cidade de Mauá se prepara para viver um marco em sua trajetória cultural. Surge a FLIMAUÁ, uma iniciativa que nasce do amor pelos livros e da convicção de que a leitura é capaz de transformar vidas, conectar pessoas e fortalecer comunidades.

Idealizada pela professora e escritora Vanessa Leite, a feira é promovida em parceria com a Associação Casa do Senhor, por meio do Projeto Leitura: A Certeza de um Mundo Melhor. A iniciativa tem como foco ampliar o acesso à leitura e à educação, reconhecendo-as como ferramentas essenciais de transformação social.

Mais do que um evento pontual, a FLIMAUÁ se apresenta como um verdadeiro movimento literário. A proposta é reunir escritores, leitores, educadores e artistas em um ambiente acolhedor, onde a literatura se torna ponte entre histórias, vivências e sonhos.

A programação promete encantar públicos de todas as idades, com atividades como encontros com autores, contação de histórias, apresentações culturais, espaço infantil e lançamentos literários. A ideia é proporcionar uma experiência rica e inspiradora para toda a família, despertando o gosto pela leitura e estimulando a imaginação.

Inscrições e participação de autores

Autores interessados em integrar a programação tiveram a oportunidade de se inscrever entre os dias 24 de março e 03 de abril, reforçando o caráter inclusivo e participativo da feira, que busca valorizar vozes diversas da literatura.

Data e local

A primeira edição da FLIMAUÁ acontece no dia 25 de abril (sábado), das 10h às 17h, no Restaurante Recanto Maria Margarida, espaço que será transformado em palco de um grande encontro cultural.

Com o lema de que toda grande transformação começa com uma história, a feira convida a população a viver esse momento especial, no qual Mauá respirará literatura e celebrará o poder das palavras.

Para mais informações, os interessados podem acessar o Instagram oficial (@flimaua) ou entrar em contato pelo telefone (11) 98387-5701.

A FLIMAUÁ chega para fortalecer a cultura local e reafirmar uma verdade essencial: investir em leitura é investir no futuro.

Márcio José Zacarias

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Dia do Jornalista

Denise Canova: Poema ‘Dia do Jornalista’

Denise Canova
Denise Canova
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Dia do Jornalista

Porta- voz da informação

Jornalista

A voz do mundo

Parabéns a todos.

Dama da Poesia

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