Há livro que contam histórias e tem o poder de nos colocar dentro delas…
É nesse lugar de encontro, entre memória, emoção e espiritualidade, que se constrói a obra de Paulo Cesar Ferreira, escritor, poeta e pesquisador apaixonado pelos mistérios do corpo, da mente e da alma humana.
Natural de Minas Gerais, Paulo carrega em sua trajetória uma formação sólida na área da saúde, é farmacêutico, mestre em Ciências da Saúde e especialista em Neurofarmacologia, Psicologia e Psicanálise Clínica.
P.C. Ferreira
Mas é na escrita que encontra um caminho de expressão, cura e conexão.
A inspiração para sua obra nasce de um desejo profundo: preservar histórias.
Crescido na pequena cidade de Carmo do Paranaíba, o autor percebeu que muitas lendas, relatos e memórias locais corriam o risco de se perder com o tempo.
Foi a partir desse olhar atento para a própria origem que surgiu a vontade de registrar, valorizar e dar voz a essa ancestralidade, reunindo história e sensibilidade em uma narrativa que ultrapassa gerações.
O livro “Entre a cruz e a estrada” conduz o leitor por dois tempos distintos: o início do século XIX, marcado pela fundação da comunidade e suas histórias, e a década de 1990, onde acompanhamos a vida de um menino de apenas 8 anos.
É através do olhar desse garoto que a narrativa ganha ainda mais força.
Entre medos, descobertas e sonhos, ele se envolve em uma busca que vai além de uma simples tarefa escolar.
Ao investigar os mistérios da cidade, acaba mergulhando em uma lenda sobre um possível “baú do tesouro”, que, em sua inocência, acredita ser a solução para seus próprios conflitos e dores familiares.
Ao longo da obra, o leitor é convidado a percorrer não apenas cenários, mas sentimentos.
As idas e vindas típicas das cidades do interior, os laços familiares, os desafios da vida e as escolhas que moldam destinos aparecem com delicadeza e verdade.
Tudo isso inserido em um contexto histórico que influencia diretamente as ações e os caminhos dos personagens.
Mas há algo que atravessa toda a narrativa de forma muito especial: a fé.
Presente de maneira sutil e profunda, ela se entrelaça aos acontecimentos e dá sentido às experiências vividas, trazendo à história um toque de espiritualidade que acolhe e emociona.
“Entre a cruz e a estrada” equilibra com sensibilidade a pesquisa histórica e a liberdade da ficção, criando uma narrativa rica em simbolismo, valores e reflexões.
É um livro onde a simplicidade caminha lado a lado com a profundidade, e onde a infância, com sua pureza e verdade, nos convida a olhar novamente para dentro de nós.
Ler essa história é mais do que acompanhar uma jornada.
É se emocionar, se reconhecer e, de alguma forma, voltar para casa.
E se a história da sua cidade escondesse muito mais do que você imagina?
Em uma pequena cidade do interior de Minas Gerais, onde a fé marcou os primeiros passos da comunidade, passado e presente se encontram em uma narrativa sensível, profunda e carregada de significado.
Entre a Cruz e a Estrada é uma obra de ficção histórica que mistura fatos reais, memória coletiva e liberdade criativa para contar uma história sobre infância, amizade, escolhas e valores que atravessam gerações.
Pedro é apenas um menino comum do interior.
Frequenta a escola, brinca na rua, convive com amigos e desafios típicos da infância.
Mas, aos poucos, ele percebe que há muito mais por trás das histórias contadas pelos mais velhos, das tradições locais e dos silêncios que rondam o passado.
Ao investigar a história da própria cidade, Pedro se vê diante de relatos sobre os primeiros habitantes da região, antigas expedições, símbolos de fé e personagens reais que ajudaram a moldar o lugar onde hoje ele vive.
Cada descoberta levanta novas perguntas, sobre o passado, sobre o presente e sobre si mesmo.
Neste romance, o leitor é convidado a refletir sobre temas universais:
A importância da fé e da esperança nos momentos difíceis
O peso das escolhas e suas consequências
A construção do caráter ao longo das provações da vida
O valor da memória e da história local
A força dos laços de amizade e da família
Com uma ambientação histórica cuidadosamente pesquisada e uma narrativa acessível, Entre a Cruz e a Estrada conduz o leitor por diferentes épocas, revelando que, em qualquer tempo, o ser humano enfrenta dilemas morais semelhantes, e que nem toda lágrima é sinal de derrota, assim como nem toda cruz representa o fim.
Este é um livro para quem: ✔ Gosta de histórias que emocionam e fazem refletir ✔ Valoriza a cultura, a fé e a memória do interior brasileiro ✔ Busca uma leitura leve, mas profunda ✔ Acredita que boas histórias também educam e transformam
Se você aprecia narrativas que parecem reais porque nascem de fatos históricos, tradições e experiências humanas verdadeiras, este livro foi escrito para você.
Charla con el genio asiático tecnológico Parvej Husen Talukder desde Bangladesh
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Mis queridos amigos planetarios:
Hoy les traigo una charla inspiradora con un gran amigo que me ha dejado asombrado por sus logros a sus apenas 20 años. Les presento a Parvej Husen Talukder, poeta, escritor, emprendedor y aspirante a ingeniero en computación. Nació el 23 de agosto de 2005 en Derai Upazila, Bangladesh. Su padre es médico de aldea y su madre, ama de casa; él es el mayor de cinco hermanos.
Parvej Husen Talukder, poeta, escritor, emprendedor y aspirante a ingeniero en computación. Nació el 23 de agosto de 2005 en Derai Upazila, Bangladesh. Su padre es médico de aldea y su madre, ama de casa; él es el mayor de cinco hermanos.
Parvej es un verdadero genio asiático de la informática. En la industria tecnológica, destacan sus proyectos: fundador y ex CEO de Kavya Kishor International (KKI), una plataforma nacida para promover la poesía y escritura juvenil en bengalí, que hoy cuenta con autores invitados de diversos países. Es cofundador de WikiGenius y fundador de Bhikitia. Desde inicios de 2026, es miembro del Movimiento Poetas del Mundo, el poeta chileno Luis Arias Manzo, es el fundador y secretario general de este movimiento. Nuestro querido invitado, me lo presentó hace varios meses mi amigo poeta y artista plástico australiano Michael Hislop.
Talukder, detalla en esta charla los objetivos de estas increíbles iniciativas que ha impulsado en los últimos años, también nos habla de los reconocimientos que ha obtenido a nivel nacional tanto en su mundo poético como emprendedor en el universo digital. Es admirable cómo Parvej contribuye a su país, su idioma y a la comunidad internacional desde sus plataformas digitales, diseñadas con pasión y entrega total. Lamentablemente, muchos jóvenes desperdician su tiempo sin invertir en el conocimiento que está a un clic: ese saber global y universal presente en la pantalla. Él es un ejemplo a seguir en estos tiempos tecnológicos; extiendo mis más sinceras felicitaciones a este joven poeta y emprendedor.
Espero que disfruten este recorrido a través de esta entrevista, en la que exploramos su trayectoria literaria, sus proyectos digitales, su visión sobre el avance acelerado de la IA y otros temas que le apasionan. Los invito a conocer más a este joven que, con escasos recursos económicos, logra éxitos que muchos no consiguen ni con oportunidades privilegiadas. Que su historia inspire a muchos a sacar el máximo provecho de las herramientas tecnológicas a su alcance. ¡Felicidades, amigo poeta! Que tus fantásticas iniciativas alcancen cada día a más personas que comparten tu visión de esta era global.
Parvej Husen Talukder ofrece una presentación sobre “El futuro de la inteligencia artificial” a los estudiantes del curso de composición y comprensión del lenguaje en el Mini Auditorio de la Universidad Internacional de Sylhet , Sylhet, 27 de noviembre de 2025. Foto/Cortesía de Parvej Husen Talukder.
¿Cómo percibes el mundo actual sin Internet?
Es muy difícil imaginar el mundo actual sin internet. Internet juega un papel muy importante en la educación, la comunicación, los negocios, los servicios médicos y los servicios gubernamentales. Sin internet, las personas no podrían obtener información rápidamente y la comunicación sería mucho más lenta. Los estudiantes no podrían estudiar en línea y el trabajo de investigación sería más difícil.
Hoy en día, muchos trabajos como el comercio electrónico, el trabajo independiente (freelancing) y la banca digital dependen de internet. Sin internet, las actividades económicas serían limitadas y se perderían muchas oportunidades de empleo. La comunicación internacional y los negocios globales también se verían afectados.
Por otro lado, si no hubiera internet, las personas podrían pasar más tiempo en la comunicación social directa y depender menos de la tecnología. Sin embargo, en el mundo moderno actual, internet es una parte esencial de la vida que ayuda a acelerar el desarrollo y hace la vida diaria más fácil.
Parvej Husen Talukder (derecha) recibe su Certificado de Contribución a la Olimpiada de Física de Bangladesh, Capítulo Regional de Sylhet, de Md. GM Abdullah Al Kafi (Profesor, CSE) en nombre de la Olimpiada de Física de Bangladesh en el Departamento de Ciencias de la Computación e Ingeniería, Universidad Internacional de Sylhet , Sylhet, 6 de enero de 2026. Foto/Cortesía de Parvej Husen Talukder.
¿Quién te ha inspirado a emprender en el mundo digital?
Siempre soy una persona creativa e innovadora. Al inicio de mi carrera como escritor, enfrenté muchos problemas inesperados al publicar mi trabajo. De esa experiencia, aprendí y en 2020 inicié Kavya Kishor Online Magazine para ayudar a los nuevos escritores a publicar sus trabajos fácilmente. Es la primera publicación de Kavya Kishor International.
Tengo un gran interés por aprender. En ese tiempo, yo era estudiante de escuela. Ahorré mi dinero de bolsillo y compré un dominio y un hosting. Más tarde, usé el teléfono de mi madre para aprender WordPress y construí el sitio web yo mismo. El sitio web todavía está activo kavyakishor.com. El proyecto Kavya Kishor recibió una buena respuesta tanto dentro como fuera del país, lo que me motivó a trabajar más en el mundo digital y crear cosas nuevas.
Recientemente recibiste el título de “Rey Rimista de la Región Haor”. ¿En qué consiste este reconocimiento y cuál fue el motivo por el que te lo otorgaron?
Sí, este es un evento de 2021. Nací en una zona remota de los Haor de Bangladesh. Desde muy joven, alrededor de los 14 o 15 años, mis escritos comenzaron a publicarse en diferentes periódicos nacionales. Más tarde, los medios de comunicación locales también publicaron entrevistas y reportajes sobre mis trabajos literarios.
Poco a poco, desde la región de Haor hasta todo el país, obtuve un reconocimiento respetable por mi contribución a la poesía y las rimas, gracias a los reportajes de los medios y al cariño y apoyo de la gente.
¿Cuál es tu fuerte o estilo principal para escribir?
Mi principal fortaleza al escribir es la creatividad, el uso de un lenguaje sencillo pero rítmico, y la capacidad de conectar emociones con la realidad social y la vida cotidiana. Me especializo principalmente en la poesía, la rima y la literatura infantil, donde intento transmitir mensajes positivos, educativos y motivacionales.
Mi estilo se caracteriza por la fluidez del ritmo en las rimas, la narración de experiencias personales y la representación de la vida en zonas rurales y regiones como los haors de Bangladesh. También me enfoco en inspirar a los nuevos escritores y promover la creatividad en la literatura juvenil.
Además, mis escritos suelen combinar imaginación, valores sociales y aprendizaje, con el objetivo de hacer la literatura accesible y atractiva para los lectores jóvenes.
¿Cuántos libros has publicado y en qué idiomas están disponibles?
He publicado varios libros hasta ahora. Entre ellos están Chorar Jhalak (rimas), Mojar Porha Chondo Chora (rimas y poemas), Smrithir Alponay Kavya (poesía) y Chawa Na Chawa (una novela corta). Estos libros se han publicado principalmente en idioma bengalí. También tengo algunos libros individuales y conjuntos en inglés de diferentes géneros.
El objetivo principal de mi escritura era desarrollar la literatura bengalí y la literatura infantil. En el futuro, planeo publicar mis trabajos en inglés y otros idiomas para que más lectores internacionales puedan leer mis escritos.
¿Qué poetas de Bangladesh nos recomiendas leer?
Si quieres comenzar a leer poesía de Bangladesh, puedes explorar a algunos poetas muy influyentes como Kazi Nazrul Islam (Poeta nacional de Bangladesh), conocido por su poesía revolucionaria sobre la libertad y la justicia social; Jasim Uddin, famoso por retratar la vida rural, el folclore y las emociones simples del campo bengalí con un lenguaje muy accesible; y Shamsur Rahman, uno de los principales representantes de la poesía moderna con temas urbanos, políticos e identitarios. Estos poetas ofrecen una excelente introducción a la riqueza y diversidad de la poesía bengalí.
Eres el fundador y ex CEO de Kavya Kishor International (KKI). ¿Puedes hablarnos de esta iniciativa?
Soy el fundador y ex CEO de Kavya Kishor International (KKI). Es una plataforma literaria y creativa global que comencé el 1 de agosto de 2020. La iniciativa empezó como una pequeña revista literaria bengalí llamada Kavya Kishor, enfocada principalmente en la literatura juvenil, la poesía y la escritura creativa.
Al principio fue difícil cubrir los costos de publicación, y apoyé el proyecto con mis propios ahorros. Sin embargo, con la orientación de personas respetadas en Bangladesh, la revista creció lentamente y comenzó a publicarse regularmente desde octubre de 2020.
En 2021, la revista se expandió y pasó a llamarse Kavya Kishor Worldwide, lanzando dos publicaciones separadas: una revista bengalí llamada Monthly Kavya Kishor y una revista en inglés llamada Kavya Kishor English. La revista en inglés estuvo dirigida por la poeta y académica Profesora Nilufar Jahan del Kabi Nazrul Government College de Dhaka.
Para 2022, KKI comenzó a atraer escritores y lectores internacionales. Escritores de países como Kirguistán y Australia contribuyeron a la revista. En 2023, el poeta Michael Hislop se unió como editor ejecutivo de la publicación en inglés.
En septiembre de 2023, Kavya Kishor Worldwide se transformó oficialmente en Kavya Kishor International (KKI), una organización literaria internacional sin fines de lucro. En ese momento, la revista en inglés se suspendió, mientras que la publicación bengalí continuó junto con una nueva revista internacional llamada Luminance.
Hoy en día, KKI funciona como una plataforma creativa global que promueve la literatura, la paz y los valores humanitarios. Publica poesía, ficción, ensayos, traducciones y arte digital de creadores de todo el mundo. La organización también trabaja en proyectos culturales digitales y busca apoyar a jóvenes escritores, especialmente de Bangladesh y otras regiones en desarrollo.
En general, mi visión, junto con el Asesor Principal de KKI, Michael Hislop, es construir una comunidad literaria global que conecte cultura, tecnología y creatividad, al mismo tiempo que dé voz a escritores jóvenes y emergentes de todo el mundo.
Eres cofundador de la plataforma WikiGenius. ¿Cuáles son sus objetivos específicos?
Soy uno de los cofundadores de WikiGenius, un directorio en línea y plataforma tipo enciclopedia en formato wiki que se enfoca en perfiles de personas notables, empresas y diversos temas de todo el mundo. A diferencia de las enciclopedias tradicionales con reglas estrictas de notoriedad, es una plataforma más abierta y fácil de usar, que permite crear páginas verificadas sobre una variedad más amplia de temas.
Lancé el proyecto en 2023 junto con mi amigo Shovon Ahmed, quien es empresario. Como cofundador, me encargué del desarrollo web y de la configuración técnica del proyecto.
Mi visión original para el proyecto era un poco diferente de cómo finalmente evolucionó; algunas ideas no coincidieron con la dirección preferida por mi(s) cofundador(es), por lo que con el tiempo me alejé de las actividades diarias. Actualmente no participo activamente en las operaciones, pero sigo vinculado como cofundador. Ocasionalmente doy consejos para ayudar a que el proyecto crezca (ya se ha vuelto bastante popular en su nicho), y si surge algún problema técnico o se necesita ayuda en desarrollo, con gusto apoyo al equipo.
¿Cuál es la visión y misión de Bhikitia?
Como fundador de Bhikitia, mi visión es construir una plataforma de conocimiento abierta e inclusiva que se enfoque en todo tipo de conocimiento general sobre Bangladesh y el mundo. Quiero que Bhikitia sea un lugar donde las personas puedan encontrar fácilmente información sobre historia, cultura, ciencia, personas y temas actuales, especialmente en bengalí y otros idiomas en crecimiento.
Nuestra misión es hacer que el conocimiento sea libre, sencillo y accesible para todos. No seguimos estrictamente las reglas tradicionales de notoriedad al estilo de Wikipedia. En cambio, seguimos nuestras propias normas claras y justas. Si una persona es reconocida o celebrada por un trabajo significativo en su campo, para nosotros es notable. Creemos que el conocimiento no debe estar limitado por reglas demasiado rígidas. Nuestro objetivo es crear una enciclopedia equilibrada y colaborativa que apoye las voces locales mientras las conecta con una audiencia global.
¿Qué tal han sido los resultados de Bhikitia desde su lanzamiento?
Desde su lanzamiento, Bhikitia ha recibido un fuerte apoyo del público por parte de muchos usuarios. La plataforma creció rápidamente hasta alcanzar más de 1,000 artículos creados por voluntarios. Bhikitia sigue su propia filosofía de conocimiento abierto, en lugar de las estrictas reglas de notoriedad al estilo de Wikipedia. En Bhikitia, consideramos que las personas o los temas son notables si son reconocidos, celebrados o han realizado contribuciones significativas a través de su trabajo.
Hubo críticas por parte de algunas personas y comunidades relacionadas con Wikipedia. Un administrador de Wikipedia en bengalí, Aftabuzzaman Ullah, envió públicamente un correo electrónico expresando fuertes críticas sobre Bhikitia a Daily Jalalabad, un periódico que anteriormente había publicado noticias positivas sobre Bhikitia. Rechazó firmemente estas afirmaciones. Bhikitia es una plataforma de conocimiento abierta, independiente y sin fines de lucro, creada para apoyar el intercambio de conocimiento en bengalí y a nivel global.
En mi opinión, estas reacciones ocurrieron porque Bhikitia sigue una filosofía de conocimiento diferente a los modelos tradicionales de enciclopedias. Bhikitia no busca competir con ninguna plataforma, sino crear un espacio alternativo de conocimiento.
Como muchas plataformas abiertas, Bhikitia también ha enfrentado intentos de vandalismo, lo cual es normal en proyectos impulsados por la comunidad. Estamos mejorando continuamente nuestros sistemas de seguridad, moderación y tecnología para proteger la plataforma.
A pesar de las críticas, Bhikitia continúa creciendo y recibiendo apoyo de muchos usuarios. Nuestro objetivo es construir un ecosistema de conocimiento educativo, abierto y sólido que apoye el conocimiento en idiomas locales y el aprendizaje global.
¿Qué opinan tus padres de los proyectos que has emprendido?
Actualmente tengo varios proyectos, pero Bhikitia y Kavya Kishor International son mis principales y más importantes proyectos. Los miembros de mi familia siempre están a mi lado y apoyan mis iniciativas. Su apoyo y motivación me inspiran a hacer cosas nuevas y seguir avanzando.
Sin duda eres un amante de la tecnología y has emprendido muchos proyectos. ¿De qué manera has sabido equilibrar la poesía, la ingeniería, gestión cultural, periodismo y vida social?
No veo la tecnología y la literatura como campos separados; para mí, todo se mide por el estándar de la creatividad. Practicar la poesía y programar códigos me parecen dos formas de expresión rítmica. La lógica del código y la elección de las palabras en la poesía son, para mí, lenguajes de la creatividad. Por eso he obtenido premios en ambos campos. Recientemente, un equipo liderado por mí (equipo de 2 miembros) se coronó campeón en un concurso intrauniversitario de programación competitiva.
Actualmente, dedico tiempo a mis proyectos en curso de manera semanal. Para los proyectos que requieren atención continua, trabajamos con un equipo de voluntarios para apoyar las tareas. Cabe destacar que la mayoría de mis proyectos son sin fines de lucro. En el ámbito del periodismo, trabajo como periodista independiente. Por ahora, solo escribo noticias o columnas de opinión sobre temas específicos y no de manera regular, aunque continuaré escribiendo según sea necesario en el futuro.
Desde tu perspectiva como ingeniero informático, ¿qué le espera a la humanidad con el avance rápido que está escalando la IA?
El rápido avance de la IA puede traer tanto grandes oportunidades como desafíos para la humanidad. Mejorará la productividad, la medicina y la educación, además de ayudar a automatizar muchas tareas. Sin embargo, no creo que los riesgos de pérdida de empleo, privacidad y problemas éticos sean demasiado profundos. En el futuro, se espera que la IA se utilice principalmente como una tecnología de apoyo para los seres humanos. Muchas personas tienen diferentes opiniones, pero no debemos olvidar que la IA no puede crearse ni funcionar por sí sola; siempre necesita la intervención humana. Por lo tanto, la IA es principalmente una tecnología de apoyo y no un competidor.
¿Qué representa para ti haber nacido en el albor del siglo XXI?
No pensé demasiado sobre lo que significa haber nacido a principios del siglo XXI. Sin embargo, haber nacido en esta época me permitió familiarizarme con la tecnología, la información y la innovación desde mi niñez, y despertó mi interés en trabajar en el mundo digital. Creo que esta época me ha dado oportunidades en conocimiento digital, creatividad y comunicación global, lo que me inspira a aprender y crear cosas nuevas.
¿En qué proyectos literarios y tecnológicos estás trabajando actualmente?
Actualmente estoy escribiendo un libro sobre temas políticos y espero poder terminarlo muy pronto. Durante este tiempo, me he alejado un poco de la práctica de la poesía y la escritura de versos.
Aunque actualmente estoy enfocado en la programación competitiva, no estoy trabajando en ningún proyecto de uso público o de código abierto. Sin embargo, con fines de práctica, estoy desarrollando una aplicación web de gestión de concursos basada en pagos, lo que me ayudará a mejorar mis habilidades técnicas.
En el siguiente enlace podrán disfrutar de un vídeo que nos ha compartido en inglés desde Bangladés el poeta Parvej Hüsen Talukder: https://n9.cl/9gmma
Cristina Rhea traz ao ROL a alma literária da Romênia, terra da luz e solidão, mistérios e lendas, Cárpatos e Danúbio, o ‘rio da melodia’!
Rhea Cristina
Cristina Rhea, natural de Găești, Romênia, na área profissional é professora assistente e especialista em Relações Públicas. Licenciatura em Jornalismo pela Universidade de Bucareste, Faculdade de Jornalismo e Ciências da Comunicação. Admitida no Mestrado em Jornalismo da Universidade de Indiana, Escola de Jornalismo, Estados Unidos, Estudos de Pós-Graduação, 2005. Graduada no Curso Avançado em Comunicação Empresarial, Universidade Internacional Isabel I de Castilla e ISEB – Instituto Superior Europeu de Barcelona, Espanha. Mestrado em Marketing Digital e eCommerce, Universidade Internacional Isabel I de Castilla e Instituto Superior Europeu de Barcelona (ISEB), Espanha.
Na área literária e jornalística, conhecida pelo pseudônimo Rhea Cristina, é membro da União de Escritores Romenos, com 10 livros publicados nas áreas de literatura, jornalismo e ciências da comunicação.
Recebeu o Prêmio da União de Escritores Romenos, 1996; Prêmio Especial Poesia dei Popoli – in memoria di ‘Alfredo Pirola’, por ocasião da 24ª edição do Prêmio Internacional, Centro Giovani e Poesia – Triuggio, concedido pelo Centro Giovani e Poesia em Triuggio, Itália, 2015.
Bolsista da Fundação Kulturkontakt Austria, Programa de Escritores em Residência, Viena, Áustria, 2007.
Publicou poesia e artigos literários em muitas revistas e antologias culturais romenas na Alemanha, Espanha, Líbano, Romênia e República da Moldávia.
Cristina ingressa na Família ROLiana, apresentando aos leitores do ROL o poema Caça, traduzido para o Português por Felix Nicolau (Romênia)
Caça
Apaixonados. Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69bb037c-1a0c-832e-bcc6-df69a46a7dea
Elaine dos SantosImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69bd5845-db80-83e9-8fa3-97963d12835f
A história da humanidade, pelo menos, no Ocidente legou à figura feminina algumas responsabilidades que talvez não fossem, assim, tão obrigatórias.
Na Grécia antiga, berço da nossa cultura letrada, Pandora foi forjada pelos deuses do Olimpo que queriam vingar-se de Prometeu, o semideus que lhes roubara uma centelha de fogo. Enviaram-lhe Pandora, que portava uma caixa com todos os sentimentos existentes, mas, precavido, Prometeu não a abriu. O irmão dele o fez.
Quando a caixa foi aberta, escaparam o ódio, a inveja, a tristeza, a calúnia, o amor, a alegria. Prometeu conseguiu fechá-la, lá dentro, porém, restara apenas a esperança. À mulher atribuiu-se as responsabilidades pelas dores do mundo.
A tradição cristã e a ideia do pecado original têm a figura principal centrada em Eva. O ser humano perdeu o direito ao paraíso e, nisso, se resume praticamente todos os erros do mundo, que Eva e as mulheres que a sucederam devem purgar.
Com a sociedade burguesa, a mulher ganhou função mercantilizada. O pai e o novo marido tornam-se sócios em empreendimentos diversos, o dote oferecido pelo pai no casamento e a própria noiva são a materialidade dessa sociedade.
A noiva, por sua vez, dependente do pai e, depois, do marido, deveria ser bonita, de preferência tocar piano e, se possível, ter noções de língua francesa (o que se dava no contexto brasileiro, em particular), sabendo comportar-se em sociedade etc.
Parece claro que esses valores se fixaram no imaginário popular. Uma mulher deve casar-se, deixar de ser protegida pelo pai, passar pela proteção do marido e, se necessário, do filho mais velho. Daí, a ‘importância’ de ter filhos, segundo concepção ainda vigente.
Gosto desse termo, ela deve ser ‘prendada’ ou, como prefere Augusto Comte, pai da doutrina Positivista, ser anjo tutelar e rainha do lar: cuidar do marido, dos filhos, da casa.
Como afirma Camões em um conhecido soneto ‘Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades‘, as demandas do mundo capitalista e a necessidade da sobrevivência financeira da família exigiram que a mulher entrasse no mercado do trabalho, se profissionalizasse.
Muitas mulheres abriram mão do casamento, outras tantas tentaram conciliar os afazeres domésticos com as atividades laborais em escritórios, em grandes empresas ou mesmo nas tarefas mais comuns, em que elas buscam colaborar com o sustento da família ou responsabilizam-se pelo próprio sustento.
É possível compreender a lógica que está por trás da sociedade ocidental – entenda-se Europa e Américas -, mas por mais que estudiosos da área tenham tentado elucidar a onda de ódio e violência postas contra mulheres, ainda é assustador o número de feminicídios, associado às agressões físicas.
Ser mulher no Brasil parece ser um risco diário. Por quais caminhos andar? Quais os melhores horários para sair de casa? Aliás, é preciso mesmo sair de casa que não seja para trabalhar?
A pergunta maior – para a qual não tenho respostas – é como nós e todas as demais mulheres podemos nos sentir em segurança nesse cenário?
A minha perplexidade advém de um fato corriqueiro na região em que resido, sul do Brasil: as mulheres que defendem o comportamento dos homens, as atitudes dos homens. Como professora, eu sei que a educação pode salvar as novas gerações, mas e nós, mulheres adultas, e tantas outras, inseridas nessa sociedade e submetidas a essa lógica?
Ella DominiciImagem gerada pelp ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69bd5138-c27c-83e9-ac55-1d33d1478253
em mares nórdicos navega homem e busca encontrar próprio destino
fada-lhe o espírito dói-lhe vida tão tosca tenta achar seu solstício
nas peladas águas frias barco branco em liso ventre desliza
fecha os olhos, mentaliza curvas de um corpo entre glória e euforia
no oceano avista o pórtico entre fiordes cristalinos geleiras diamantes poéticos coroa transparente do destino
enxerga altos bicos nus que brilham
a vela move, a veia sorve, suor escorre na testa gelam pingos de lua os bicos seios são só miragem o alcance do eros-desejo bobagem da lua de verão cheia e nua
se frusta a alma apaixonada o tudo ou nada segue viagem atravessa polos de madrugada pórtico penetra como em virgem
sumo milagre da alta atmosfera se funde às partículas solares no vento qu’as trouxe em plenos mares voltarei com a êxtase que me dera
o brilho que observo em céu noturno no âmbito do norte magnético desfaz quem desmedrava taciturno… no pórtico nasce ser sinérgico espírito uno completo
homem mulher unidos são fenômeno perfeito da existência partículas imantadas fluorescência reflexivas no real milagre da óptica glacial magnífica aurora
Surendra Nagaraju – ElanaagaImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69bd3748-6854-83e9-89c9-c48657ddf47a
God has given us a mouth to talk sparingly, and a pair of hands to comfort others caringly. “Always talk less and work more” is what should dwell in your heart’s core.
Elanaaga
Value of words
Words are ducks that swim in the lake of a composition. Don’t push them in large numbers; they will give rise to congestion.
Words are gems set in a crown – they add to elegance. Don’t overuse them, else they will produce repugnance.
Pedidos que Ninguém Ouviu reúne oito contos de terror psicológico que transformam o medo em um espelho das dores que a sociedade insiste em ignorar
Capa do livro Pedidos que Ninguém Ouviu, de Gabriela Castro
No dia 28 de marçode 2026, das 14h às 17h, os amantes da Literatura têm um encontro marcado na livraria Mundo dos Livros – Itapê Shopping.
Pedidos que Ninguém Ouviu, de Gabriela Castro, ganha vida fora das páginas e ela quer encontrar seus leitores pessoalmente.
O lançamento será dinâmico, com bate-papo, leitura dramática e sessão de autógrafos.
Um momento para conversar sobre as histórias que gritam, mesmo quando o mundo finge não escutar.
Sinopse
Pedidos que Ninguém Ouviu reúne oito contos de terror psicológico que transformam o medo em um espelho das dores que a sociedade insiste em ignorar.
Cada história acompanha personagens à margem, vozes silenciadas, existências negligenciadas, vidas atravessadas por preconceito, abandono ou invisibilidade. Em comum, todos carregam um pedido: por ajuda, por escuta, por reconhecimento. Mas, em um mundo que escolhe não ouvir, esses pedidos se perdem… ou retornam de formas inquietantes.
Entre casas que escondem segredos, corpos que revelam traumas invisíveis e presenças que se alimentam do silêncio, os contos exploram o terror que nasce não apenas do sobrenatural, mas das relações humanas e das estruturas sociais que excluem e descartam.
Com uma atmosfera densa e perturbadora, a antologia utiliza o horror como crítica social, revelando que o verdadeiro medo não está apenas no que se vê, mas no que é ignorado. Porque, quando pedidos de socorro não são ouvidos… algo sempre responde no lugar.
Livraria Mundo dos Sonhos: Rua Dr. Coutinho, 733 – Centro – Itapetininga (SP)
Entrada gratuita.
Sobre a autora
Gabriela Castro
Gabriela Castro é escritora e roteirista, dedicada à criação de narrativas que exploram o lado mais sombrio da experiência humana. Sua escrita transita entre o terror psicológico, o suspense e a crítica social, construindo histórias intensas, sensoriais e profundamente inquietantes.
Mãe atípica, Gabriela traz para sua obra uma percepção sensível sobre as margens da sociedade, sobre aquilo que muitas vezes é ignorado, silenciado ou invisibilizado. Essa vivência atravessa sua escrita, dando origem a histórias que não apenas provocam medo, mas também reflexão.
Ao longo de sua trajetória, já teve contos selecionados e publicados em diferentes antologias literárias, ampliando sua presença no cenário do terror contemporâneo brasileiro.
Em Pedidos que Ninguém Ouviu, sua primeira antologia autoral, Gabriela une horror e crítica social para dar voz a personagens e realidades que raramente são escutadas.