Surendra Nagaraju: Drabble ‘The misery of a finger’
Surendra Nagaraju – ElanaagaImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69b16383-6e64-8326-918a-2ec123553906
An index finger was admitted to a hospital with twitchings. Investigations could not clinch the
diagnosis. The perplexed doctors pinned hopes on digging deep into the medical history.
Meanwhile, the finger became delirious. The interrogation was intensified. Then came the clue. “Withdrawal Syndrome,” they shouted jubilantly. But withdrawal from what? It could not be ascertained.
Correlating the patient’s past habits with the symptoms gave a clue. The doctors advised the finger to resume its habit of scrolling the posts on Facebook etc.
The patient followed the instructions again diligently.
Hurrah, the finger got well and was discharged from the hospital!
O evento reuniu leitores, membros da academia, amigos e admiradores do autor em um encontro marcado por conversa, autógrafos e celebração da palavra escrita
Autor e colunista J. H. Martins lança dois livros e prepara participação na Bienal do Livro de São Paulo
A literatura ganhou novos contornos no último sábado, 7 de março de 2026, com o lançamento de duas obras do escritor e colunista J.H. Martins, realizado na Academia de Letras de Indaiatuba.
O evento reuniu leitores, membros da academia, amigos e admiradores do autor em um encontro marcado por conversa, autógrafos e celebração da palavra escrita.
Na ocasião, J.H. apresentou ao público ‘Libélula da Esperança’, uma coletânea de haicais de sua autoria, e ‘Névoa Fatal’, um thriller psicológico que conduz o leitor por uma narrativa de mistério, tensão e investigação emocional.
Em ‘Libélula da Esperança’, o autor explora a delicadeza do haikai, forma poética de origem japonesa caracterizada pela síntese e pela contemplação.
Os poemas capturam instantes da vida, da natureza e das emoções humanas, revelando uma escrita sensível que convida o leitor à pausa e à reflexão.
J. H. Martins
Já ‘Névoa Fatal’ apresenta uma atmosfera completamente diferente. A obra mergulha no universo do suspense psicológico, em uma narrativa envolta em segredos, memórias e inquietações que se revelam pouco a pouco.
O romance conduz o leitor por uma trama densa, na qual o silêncio e as sombras da cidade parecem esconder muito mais do que aparentam.
Segundo o autor, publicar obras tão distintas faz parte de sua própria relação com a literatura.
“Cada livro nasce de um estado diferente da alma. Há momentos de contemplação e silêncio, que se transformam em poesia, e há momentos de inquietação, que pedem histórias mais intensas”, comenta.
O lançamento na Academia de Letras de Indaiatuba marcou não apenas a chegada das duas obras ao público, mas também um momento simbólico na trajetória literária de J.H., que tem se destacado tanto como escritor quanto como colunista.
BIENAL SP 2026
A jornada dos livros, no entanto, não termina em Indaiatuba.
O autor já confirmou que apresentará suas obras na Bienal Internacional do Livro de São Paulo de 2026, no estande da editora UICLAP, ampliando o alcance de seus trabalhos para leitores de todo o país.
Entre a delicadeza dos haicais e a tensão de um thriller psicológico, J. H. Martins mostra que a literatura pode assumir muitas formas e que todas elas têm algo em comum: a capacidade de tocar o leitor e permanecer na memória.
Paulo SiuvesImagem gerada pela IA do Bing – 10 de março de 2026, às 12:34
Hoje eu sonhei com você.
E você jamais saberá disso,
a menos que tropece neste poema.
Sonhei — e foi bom — de um jeito simples, como quem encontra abrigo numa varanda
enquanto a tarde desmancha.
Acordei sorrindo, sem pressa,
com a sensação de que o mundo, por um instante,
tinha se alinhado ao que eu queria sentir.
Não importa o que fizemos. Nem o que dissemos. Amor, nós não fizemos.
Ficamos vestidos, inteiros, leves, como duas brasas que preferem o calor contido ao incêndio. Rimos. Flertamos. E havia ali algo maior do que o cotidiano comporta, um brilho que não cabe na claridade comum dos dias. Foi bonito. Tão bonito que quase doeu ao despertar.
Mas eu não vou te contar. Não direi que sonhei, que gostei, que por segundos desejei que tudo tivesse sido real.
Guardo o sonho comigo, como se fosse uma garrafa de água fresca que não se divide, porque minha sede não acabou no sonho.
Loid PortugalImagem gerada pela IA do Grok – https://grok.com/imagine/post/14ebdeed-9adf-49e8-893c-ec6d3183cb7a
Linda Bela Maravilhosa Preta Esbelta De todos os nomes lindos, Nenhum supera O de uma mulher sorrindo Cantando Pulando Gritando É. Mulher é tudo isto Um misto De caos Loucura Alegria Pureza Dor leveza, É mistura De bom Mau Lento Frio Rápido E morno, É compostura Um livro mal Lido Atirado E flor no Jardim bem cultivado
Augusto DamasImagem gerada por IA do Grok – https://grok.com/imagine/post/2bea912f-e263-4d3f-ab65-f6bcf02ffd94
Não há razão para que o dia de hoje passe sem que se exalte a grandeza da mulher. Celebrar sua presença no mundo é, antes de tudo, um gesto de coerência e de reconhecimento. A mulher não é apenas parte da história humana — ela é, em muitos aspectos, o próprio caminho pelo qual a história se torna possível.
Na tradição cristã, acredita-se que, no princípio da humanidade, ecoou uma ordem divina: “multiplicai-vos e enchei a Terra.” Nessa missão sagrada de continuidade da vida, a mulher ocupa um lugar essencial, como guardiã do mistério da existência e da renovação das gerações.
Reconhecer as virtudes da mulher é também reconhecer a nossa própria origem. Cada ser humano que caminha sobre a Terra traz em sua história o primeiro abrigo do amor: o ventre de uma mulher. Assim se revela uma verdade simples e profunda — somos todos filhos de uma mulher.
Mesmo aquela que, por circunstâncias da vida, não venha a experimentar a maternidade, jamais deixa de carregar consigo esse elo primordial, pois também ela nasceu do cuidado e da esperança de outra mulher. Nesse laço silencioso e eterno repousa um dos fundamentos mais belos da condição humana.
Quando olhamos para o mundo sob as lentes da antropologia, da cultura, da ciência, da política e das artes, percebemos que a presença feminina não é apenas participação: é inspiração, é sensibilidade, é inteligência que molda caminhos e constrói futuros.
Pode haver vozes dissonantes ou ideias inflamadas que tentem diminuir esse papel. Contudo, tais discursos dificilmente resistem a uma reflexão honesta. A própria dinâmica da vida e da sociedade testemunha a interdependência entre homens e mulheres na construção da civilização.
A voz da demografia, silenciosa e firme, lembra-nos de que a continuidade da humanidade depende desse equilíbrio sagrado entre as forças da criação. A mulher, nesse contexto, permanece como símbolo de origem, de esperança e de permanência.
Por isso, em 8 de março, não celebramos apenas uma data do calendário. Celebramos um princípio da própria vida. Renovamos nossas felicitações a todas as mulheres do mundo — pela ternura que inspira, pela coragem que sustenta e pela beleza de sua existência na história humana. Porque, em última análise, celebrar a mulher é celebrar a própria vida.
Professor Carlos Cavalheiro publica artigo em e-book da UERJ
O artigo escrito e apresentado pelo professor Carlos Carvalho Cavalheiro é parte de uma pesquisa de Doutorado em Comunicação e Cultura
Foto do arquivo pessoal de Carlos Carvalho Cavalheiro
“Um rio de possibilidades: a comunicação rebelde dos pescadores da área urbana de Sorocaba” é o título do artigo do professor Carlos Carvalho Cavalheiro, publicado nesta semana (dia 09 de março) no e-book Comunicar o tempo – Memórias, vivências e visões, publicado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Faculdade de Comunicação Social.
Organizado pelos professores Ana Carla Longo, Guilherme Alves, Julia Barroso, Luís Fellipe dos Santos e Rafael Malhado, o livro é resultado das apresentações realizadas em 2024 durante a ocorrência do Simpósio Territórios, Tecnologias e Culturas (Tetecul).
O artigo escrito e apresentado pelo professor Carlos Carvalho Cavalheiro é parte de uma pesquisa de Doutorado em Comunicação e Cultura, e tem como tema a cidade compreendida como um sistema comunicacional em interação com seus habitantes. Desse modo, se debruça sobre a seguinte questão: a prática da pesca no rio Sorocaba, em área urbana, pode ser considerada como uma forma de comunicação rebelde? O objetivo é compreender de que maneira as práticas de pesca nessa área se configuram como formas críticas de interação com a cidade.
Cavalheiro é doutorando em Comunicação e Cultura pela Universidade de Sorocaba (UNISO), sendo Bolsista CNPq pelo Observatório de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Sorocaba, o qual, por sua vez, tem se debruçado sobre os múltiplos aspectos que envolvem o rio Sorocaba. O professor Carlos Carvalho Cavalheiro resolveu pesquisar a ação da pesca como uma forma de comunicação, a qual denominou de ‘comunicação rebelde’, uma ‘rebeldia de persistência’, em que o corpo e o território tornam-se os principais dispositivos de contranarrativa frente ao apagamento histórico e ao racismo estrutural.
Carlos Carvalho Cavalheiro utiliza os pescadores do Rio Sorocaba no IV TETECUL (2024) para exemplificar a ‘comunicação rebelde’ como um ato de resistência que contesta o planejamento urbano focado no capital. A pesquisa demonstra que a presença desses pescadores nas margens poluídas atua como uma “rasura” na paisagem moderna, exercendo o ‘direito à cidade’ através do fazer cotidiano, e não por meios digitais. A prática da pesca, com seu silêncio e presença, transforma-se em um emissor da mensagem rebelde, segundo o trabalho apresentado no evento.
O conceito de comunicação rebelde tem sido desenvolvido e aprimorado pelo professor Carlos Carvalho Cavalheiro e por seu orientador no Doutorado, o professor Dr. Paulo Celso da Silva. Cavalheiro e Silva têm se valido de diversos teóricos nessa construção, como Joice Berth, Paulo Freire, Michel de Certeau, David Harvey entre outros.
O livro ‘Comunicar o tempo – Memórias, vivências e visões’ pode ser acessado gratuitamente pelo link: https://drive.google.com/file/d/1S4-DN2zVrinSOFoPmWx8F-myAlufaV0Y/view Carlos Carvalho Cavalheiro é professor da rede pública municipal de Porto Feliz, onde leciona História desde 2006. É historiador, tendo se destacado na produção historiográfica regional, abarcando cidades como Sorocaba, Porto Feliz, Itu, Capivari dentre outras. Paulo Celso da Silva é Doutor e Mestre em Geografia pela USP e desenvolve projetos de pesquisa que abordam as políticas públicas de alcance tecnocomunicacional na smartcity: principalmente no projeto 22@barcelona no campo das Geografias da comunicação. Atualmente, é coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura pela UNISO.