I tuoi occhi traducono in tutti gli idiomi del Pianeta la sublime arte impressa nella tua anima espressione della scrittura sumera del riflesso dai caratteri cuneiformi ai pittogrammi millenari messaggeri.
La tua mano benedetta, adagiate dita affusolate forgiate da maestro scultore su palpebre socchiuse onde evitare d’essere decifrate da chi vuole scrutare intime emozioni risultato di gioia o di dolore!
Labbra serrate formano un cuore sono esse traditrici dell’inconfutabile e inarrestabile desiderio di correre veloce più del vento che nell’incontro della luce trova il tempo in una frazione di secondo per far trapelare le nuvole che stazionano leggere veloci e lievi portatrici di rigenerante pioggia.
Via la mano è tornato il sereno dopo la tempesta l’annuncio dell’arcobaleno.
إنَّ عينيكَ تترجمان، بجميع لغات الأرض، ذلك الفنَّ السامي المنقوش في روحك؛ التجلّي الحيّ للكتابة السومرية، من انعكاس الحروف المسمارية إلى الرسوم التصويرية العريقة، تلك الرسائل القادمة من أعماق آلاف السنين. ويدُك المباركة، بأصابعها الرشيقة المسترخية، كأنّها من نحتِ معلّمٍ عظيم، تستقرّ فوق أجفانٍ نصفِ مغمضة، كي لا تُفكَّ شيفرةُ ما يختبئ فيها ممّن يحاول التلصّص على خفايا المشاعر، أهي وليدةُ فرحٍ… أم ثمرةُ وجع؟ وشفتان مطبقتان ترسمان هيئةَ قلب، لكنّهما تخونان الحقيقةَ التي لا سبيل إلى إنكارها، والرغبةَ الجامحة التي لا يمكن كبحها، في الانطلاق أسرعَ من الريح. وحين يلتقي النور، يعثر الزمن، في جزءٍ من الثانية، على فرصةٍ لتنكشف الغيوم المعلّقة بخفّة، السريعة والعذبة، الحاملة لمطرٍ يبعث الحياة من جديد. ترتفع اليد… فيعود الصفاء بعد العاصفة، ويُعلن قوسُ قزح بشارةَ السلام.
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Na saga do arqueiro, a imersão em seus pensamentos o leva ao seu destino. No retesar do arco, o esforço prepara o percurso almejado da flecha. Na trajetória da flecha lançada, o olhar do arqueiro acompanha aquele voo em direção ao seu destino. E o arqueiro, imerso… Vendo sua única flecha lançada… Leva consigo a certeza de que o destino de seu lançamento… Foi alcançado.
Basta um!
Mas, para o único atingir seu objetivo… Há muitos treinos! E nas tentativas de acertar, muitos lançamentos foram feitos.
E, naquele dia, bastava um!
Jadson Porto
Jadson Porto
Bacharel e licenciado em Geografia (UFPa, 1990, 1993); mestre em Geografia (UFSC,1998); doutor em Ciência Econômica (Unicamp, 2002); pós-doutor em Desenvolvimento Regional (FURB, 2014): pós-doutor em Geografia, pela Universidade de Coimbra (Portugal) (2015); pós-doutor em Estudos Sociais, pela Universidad Nacional de la Patagonia Austral – Unidade Rio Gallegos (UNPA/UARG), Argentina (2017); pós-doutor em Desenvolvimento Regional (UFT, 2020); pós-doutor em Planejamento Territorial (Idega/Universidade de Santiago de Compostela, Espanha, 2025).
Coordenador do Núcleo de Estudos Regionais e Urbanos (Nesur/Unifap).
Professor titular da Universidade Federal do Amapá (Unifap).
Professor do Mestrado em Desenvolvimento da Amazônia Sustentável da Unifap.
Integrante efetivo da Academia de Letras José de Alencar (Curitiba, PR), cadeira de no 3, patrono Alberto Oliveira (2022).
Integrante efetivo da Academia Amapaense de Letras (Macapá, AP), cadeira de no 17, patrono Joaquim Caetano da Silva (2022).
Tem se destacado em pesquisas sobre a Amazônia Setentrional brasileira e a Região das Guianas. Doutor Honoris Causa Multiplex.
Dizem que a maldade nasce em um ato de amor ou paixão.
Ela nasce, sorri e se amamenta com leite; depois engatinha, aprende a caminhar e, quando cresce, saca o que há de pior em seu coração, psique ou mente.
São os ambiciosos, aqueles que perderam o sentido de humanidade e compaixão.
Muitos inocentes são treinados para a guerra e, para os seus sedutores, não importa gerar a dor e o choro de suas mães ao nascer e muito menos ao morrer.
Não lhes dói mandar os mais desvalidos a derramar seu sangue, enquanto eles contam o dinheiro em seus cofres. A guerra destrói, danifica e contamina.
Às vezes, os desalmados abusam de crianças em nome da guerra, mas são suas baixezas internas escudando-se nela…
A guerra empobrece a terra, os estados e o universo.
Até quando tomaremos consciência? O que mais devemos esperar!
Acaso devemos aguardar que os deuses venham e acabem conosco?
Será que nos é grande demais, como espécie, respeitar e viver em paz?
Carlos Javier Jarquín: Crónica ‘Vivan com alegría’
Carlos Javier Jarquin
La adolescencia es ese intervalo de la vida en el cual puedes marcar una diferencia si sabes elegir cómo deseas ser de adulto. La vida te presenta dos mundos: el bien y el mal, pero la elección es personal. Aprendan a vivir esa etapa sin tanto estrés, sin miedo. Vivan con alegría, con entusiasmo, con ganas de conocer el mundo y aspiren a lo que quieran. Si son disciplinados, comprometidos y honestos con ustedes mismos podrán lograr todo y más de lo que se puedan imaginar, sin importar las circunstancias del presente.
En la adolescencia nace la verdadera cimentación del futuro que anhelas. La era digital puede ser una herramienta de doble filo. Para algunos ofrece oportunidades excepcionales; para otros puede ser lo peor que les ha pasado. Depende de cada uno, no de los demás. Con las redes mucha gente cae en la trampa de perder su tiempo y las principales víctimas son los adolescentes.
Queridos jóvenes: los invito a aprovechar al máximo, a invertir y a utilizar la magia que la tecnología nos brinda para hacer cosas grandes que, sin ella, serían más difíciles de materializar. Aprovechen al máximo el universo digital al que tienen acceso; hagan de esta herramienta su principal fuente de inspiración. Sepan usar ese tiempo amplio que tienen hoy, en comparación con el que tendrán en la vida adulta.
En estos años dorados comienzan a despertar en el cuerpo y en la mente preguntas, curiosidades, sentimientos, emociones… En fin, es una etapa de diversas exploraciones en las cuales, en cada una de ellas, deben actuar con absoluta responsabilidad. En esta etapa dorada de la existencia, donde cada decisión es crucial, aprovechen el tiempo para estudiar, leer e investigar; así se podrán enriquecer a través de los libros y del conocimiento científico. Lean e investíguenlo todo, pero principalmente sobre los temas que más les despiertan curiosidad.
Para ti que tienes entre 12 y 18 años, te digo desde lo más hondo: no pienses aún en construir una familia. Mejor piensa en quién quieres convertirte cuando seas adulto. Tu cuerpo está en constante cambio; también se comienza a consolidar tu personalidad y tu pensamiento, pero a este último debes prestarle más atención y, por ende, dedicarle tiempo exclusivo, dedícale tiempo a solas, a oscuras, a preguntarte quién eres y quién deseas llegar a ser.
Aprende a escuchar. Escucha a tus padres, que muchas veces no aciertan, pero casi siempre aman. Escucha a tus profesores, que siembran en ti lo que un día cosecharás sin saberlo. Escucha a los adultos que te ofrecen su tiempo, porque su voz es el eco de sus propios errores y aciertos. Si aprendes a escuchar, te ahorrarás incontables noches de lágrimas y días de arrepentimiento. Pero sobre todo, si aprendes a escucharte a ti mismo, habrás encontrado la brújula que nunca se desvía. Vivir con alegría no es ignorar la tormenta, es bailar bajo la lluvia sabiendo que el arcoíris siempre encuentra su momento. Y ese momento, queridos jóvenes, es ahora.
Dia desses um sujeito me abordou na rua, e eu não o reconheci de imediato. Digo até que estranhei o modo que ele me chamou.
— Ei, Eduardo!
Se o meu nome é esse? Sim, mas praticamente ninguém me chama assim. Meus amigos costumam me chamar de Edu e, por conta do meu blog, de Dudu. Alguns até de Du e, creio que apenas o escritor J. Emiliano Cruz (Jota), de Ed. Ah, o meu amigo Marco Antônio também me chamava de Ed, mas não sei por quê.
Pensando bem, creio que, no caso do Jota, seja por causa do personagem Ed Mort, do Luis Fernando Verissimo. É, provavelmente seja por isso mesmo. Dia desses vou questioná-lo a respeito. Quanto ao Marco Antônio, há tempos que não nos vemos e, pelo menos por enquanto, terei que conviver com essa incógnita.
Mas lá estava aquele tipo me gritando na rua. Aliás, do outro lado da calçada, as mãos erguidas, como se fosse um náufrago em uma ilha isolada.
— Ei, Eduardo! É você mesmo, cara?
Confesso que, naquele instante, a dúvida se instalou bem ao lado da quase certeza. É que talvez ele tenha me confundido com um amigo homônimo. Afinal, são tantos Eduardos, que daria para lotar vários Maracanãs. E não estou falando do Maracanã de agora, mas do tempo das arquibancadas e geral. Acredite ou não, somos mais de 650 mil só no Brasil.
Antes que eu pudesse dizer alguma coisa, eis que o homem se arriscou entre os automóveis e, milagrosamente sem nem mesmo um arranhão, atravessou a rua. Pior, o cara carregava aquele sorriso que me deixou ainda mais ressabiado, pois, por mais que eu tentasse, não conseguia me lembrar de onde eu o conhecia. E, antes que eu pudesse colocar tudo a perder, eis que o meu querido desconhecido, esbaforido por conta da carreira, estendeu a mão e se revelou:
— Puxa, sou seu maior fã! Já li o seu livro duas vezes. Você é o melhor!
Que falta faz um cinegrafista do Canal 100 nessas horas. Já pensou? E com aquela música de abertura, a voz do Cid Moreira narrando todo aquele espetáculo, a galera atenta a cada lance, o sujeito com o radinho de pilha grudado na orelha… De repente, surgem as pernas do Garrincha sambando pra cá, sambando pra lá, os marcadores no chão, lá vai o rei dos dribles em direção ao gol… Acorda, Eduardo! Literatura não é futebol!
— Oh, meu amigo, muito obrigado!
Costumo falar que escritores não são astros do rock. Podemos sair tranquilamente, ir à padaria tomar um café, jogar conversa fora na esquina, passear com o cachorro, andar de mãos dadas com a namorada… Nós não sabemos o que são paparazzi na prática. Mesmo assim, lá estava eu diante de um fã. Pois é, meu amigo, um fã! Que isso chegue ligeiro aos ouvidos do meu grande amigo e escritor Daniel Marchi, o Dan, que, por acaso, só me chama de Edu. Fico aqui imaginando a sua reação.
— Sério, Edu?
— Pois é, Dan. Pra você ver. A coisa está de um jeito, que mal posso colocar os pés na rua.
— Que loucura!
— Sim. Uma loucura! Mas é a vida, meu amigo. Não dá pra fugir do meu destino, que é brilhar, brilhar, brilhar…
O meu fã, talvez o único no quarteirão inteiro, me arranca do devaneio.
— Eduardo, posso tirar uma foto com você?
Obviamente que disse sim e tratei de mostrar o meu melhor ângulo, caso ele realmente exista. Não queria que a captação daquele momento, que espero ficar para a posteridade, tenha me pegado de olhos fechados, boca torta ou… feio. Será? Quanta bobagem! O que importa mesmo é o texto que fica. Essa é a vantagem de ser escritor. Ninguém liga se você não tenha o rosto do Alain Delon ou do Tarcísio Meira.
Ser lido é muito bom! E digo mais, meu amigo, é especial. Veja bem, ninguém aumenta o volume quando está lendo. É íntimo, quase sempre solitário, escondido, no máximo bem lá no fundo do metrô ou do ônibus, correndo os olhos, sentimentos guardados no peito, folheando as páginas discretamente.
Virei ouvinte do meu leitor, cujas palavras me pareceram muito maiores do que as que o meu coração está acostumado. Coisa linda demais. Será que a minha esposa vai acreditar? O que as minhas filhas vão dizer? E o Dan? A vida tem dessas coisas, meu amigo. Se a gente não está preparado, melhor nem pisar na rua.
Jane Nashhttps://gemini.google.com/app/c458e366999487e7?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
It arrives, a box containing two smaller boxes within. He doesn’t open both of them, only one. He glances at the label on the second box. He opens the first box. It contains what he has ordered. He smiles to himself.
The label on the second box predicts its contents. That’s all it is, a prediction. But what if it is the wrong label? What if the contents are different to the original order?
He decides not to look inside incase its contents are different. It doesn’t occur to him that he might be pleasantly surprised. The odds are good that the box does indeed contain his order but still he can’t be completely sure. He rationalises that he does like surprises and so places the box at the back of his cupboard for a rainy day when he is in need of a surprise.