Prêmio Destaque Literário 2025 

Escritor de São Caetano do Sul recebe prêmio Destaque Literário 2025 

Capa do livro Os Dez Monstrinhos, de Josemir Lemos
Capa do livro Os Dez Monstrinhos, de Josemir Lemos,
ilustrado por Camila Scavazza

O professor e escritor Josemir Lemos recebeu, em fevereiro de 2026, o prêmio Destaque Literário 2025, como Melhor Autor. A premiação se deu por meio de voto popular nas redes sociais e foi organizada pela Editora NSPUBLICAÇÕES. 

O escritor é professor em São Caetano do Sul desde 2013 e foi realizando um trabalho com a obra literária ‘O diário do Erasmo’, que teve contato com o escritor Robson Cuer. A partir desse momento, floresceu o desejo de escrever. 

Josemir Lemos, além de professor e escritor, também é contador de história e apresenta os seus livros de forma lúdica em escolas, feiras literárias e bibliotecas. 

No ano de 2025, o seu livro ‘Os dez monstrinhos‘ ficou em segundo lugar no Prêmio Pluma de Ouro, como Melhor Livro Infantil. Esse livro foi lançado na Flip em Paraty, na Bienal do Rio de Janeiro, em Pesqueira-PE e em algumas cidades do estado de São Paulo, inclusive na capital. 

O autor também está participando do prêmio Ecos da Literatura como Melhor Autor Nacional e com o livro ‘Os dez monstrinhos’ nas categorias Melhor Livro Infantil, Melhor Livro Ilustrado e Melhor Livro Nacional. 

Sinopse do livro 

Os Dez Monstrinhos viviam animados no planeta Master, mas um dia, perceberam que lá não faziam nada de diferente, eram sempre as mesmas tarefas. Então, resolveram sair pelo espaço em busca de novos conhecimentos. Foi assim que encontraram o planeta Terra. Descobriram que os habitantes deste planeta adquirem conhecimentos na escola e foram para lá em busca de novos saberes. 

Quando tiveram o primeiro contato com as crianças, diferente do esperado, os monstrinhos ficaram com medo delas. Ficaram assustados com o comportamento daqueles humaninhos, pois era diferente do que estavam acostumados. 

No entanto, com a convivência, aprenderam a lidar com as diferenças e a respeitar o jeito de ser do outro. 
Sobre o autor

Sobre o autor

Josemir Lemos
Josemir Lemos

Josemir Lemos é natural de Pesqueira (PE), onde, até os 19 anos, cuidava do gado e da roça no sítio dos pais. Mudou para São Paulo, Capital, em 2002, onde trabalhou como vendedor de frutas, de Yakult e de doces caseiros.

A partir de 2005, ingressou na área da Educação como Estagiário de Apoio à Inclusão e Monitor da Educação de Jovens e Adultos. Em 2007, ingressou como professor na rede estadual paulista e ficou até 2023. Atualmente, leciona na rede municipal de São Caetano do Sul, onde reside também.

É graduado em Pedagogia e Letras e pós-graduado em Literatura Inglesa, Psicopedagogia, ABA, Ensino da Matemática, PIGEAD, Educação Especial e cursando Contação de História e Alfabetização e Letramento.

É autor de cinco livros infantis, um de poemas e tem participações em sete coletâneas. Realiza mediações de leitura e contação de histórias em escolas públicas, particulares, bibliotecas e em eventos literários.

Destaque Literário em 2024 no prêmio Cultivista. Em 2025 recebeu o Prêmio Cultivista – Vozes que Inspiram. No mesmo ano, recebeu Voto de Congratulações da Câmara Municipal de Sorocaba e foi finalista do Prêmio Plumade Ouro.

Os interessados em adquirir o livro poderão fazê-lo ao preço de R$ 30,00, pelas redes sociais do autor.

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She takes a sip

Jane Nash: Microfiction ‘She takes a sip’

Jane Nash
Jane Nash
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Just a sip. It is enough to register in her hair if needs be but not enough to kill her. She’s practiced the smile she now uses, urging her husband to finish his Coke. Old style bottles in a crate. She has rehearsed removing the lid. She has also learned how to replace the cap quite closely, leaving no room for mistakes.

He is thirsty, She brings him another Coke, opening the bottle in front of him at the dinner table. She takes a sip before she gives him the bottle.

He feels bilious. He aches in his guts. Nausea permeates his sinuses. This subsides overnight leaving in its wake, increasing lethargy and confusion.

Each night at dinner, she opens a bottle, takes a sip and leaves the rest for him to finish.

Any ill effects she feels, she knows will pass. It is worth it. She gives up drinking Coke with him. She prefers water, she says as he glugs down the tainted soda. She comforts herself. It shouldn’t take that long. She has the patience of Job.

Arsenic, so light to ingest, too heavy to move.

Jane Nash

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Mulher, ser difícil de decifrar

Sandra Albuquerque: ‘Mulher, ser difícil de decifrar’

Sandra Albuquerque
Sandra Albuquerque
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Mulher, ah, mulher! Difícil de se entender! Tem de todos os tipos e as mesmas com diversas fases.

Se formos viajar no tempo, encontraremos inúmeras diferenças e contradições. Basta um olhar observador e estudioso para delinear das mulheres indígenas até as mulheres de nossos dias.

Segundo os historiadores, na Pré-historia as mulheres também participavam da caça e da produção da arte. Na Antiguidade sobressaiu o Patriarcado e, com isto, a submissão das mulheres aos seu esposos era crucial e elas cuidavam dos afazeres domésticos . Na idade média, as mulheres eram vistas, apenas, como reprodutoras e cuidadoras. Porém, foi nos séculos XlX e XX, com a Revolução Industrial, que impulsionou a entrada das mulheres no mercado de trabalho e outros direitos também.

Mas, na luta por melhores condições de vida, a equiparação salarial sempre foi uma luta constante, e é até nos nossos dias. O primeiro país a dar direito ao voto feminino foi a Nova Zelândia, em 1893. E a luta continuou, e no Brasil, a mulher teve um avanço com o direito à educação básica, à faculdade, ao voto feminino.
Com a criação do Estatuto da mulher casada em 1962, a mulher podia trabalhar e viajar sem a permissão do marido e, após a aprovação da lei do divórcio, em 1977, somente em 1988 a Constituição estabeleceu igualdade plena entre homens e mulheres .

Na realidade, sabemos que não é bem assim que funciona. A mulher não é um ser frágil, e sim, um ser forte. Ela busca e corre atrás de suas conquistas.
As mulheres são seres indecifráveis. Por mais que os homens queiram afirmar que são superiores a elas, estão enganados.
Ainda restam muitas questões a serem definidas para que o termo ‘plenos direitos iguais’ seja alcançado. As mulheres, hoje, ocupam espaços que antes eram permitidos somente aos homens e isto já é um grande começo, mas na realidade é, apenas, o puxar da linha de um novelo de lã.

Por isto é que concluo esta crônica, afirmando que a mulher é um ser indecifrável, pois nunca se sabe qual será o próximo passo.

Sandra Albuquerque

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Strolling in the gardens of the dead

Abdulla Issa: Poem ‘Strolling in the gardens of the dead’

Abdulla Issa
Abdulla Issa
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Imagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69a56bcf-9fa0-8325-a29b-2957b353d9fe

The postman did not care
for the letters left behind,
in mailboxes

hardened by telegrams bearing the obituaries of the ancestors,

and he found no trace of the addresses
that vanished with the lives of their residents
beneath the rubble of neglected houses.

As if the last October of all the months
Was whipping us
from between our legs toward the Wall of Resurrection,

drawing the dead out
of the ancient scroll
Believing what they foretold,
heralding its ruin in the margins of ancient myths,
and among the gerbils that dug up the graves of the dead.

It makes yarrow sprout beneath the fingernails
of corpses that were once soldier—
rained fire and darkness upon us.

I saw a woman who wished to draw her child back into her womb;
Even the graves are unsafe, she screams.

I saw a child who could not find
the shadow of his own arms
cast upon his brother’s shoulders
in their last embrace;
as if the death of light in his eyes
were like another shell
colliding with your entire head.

I saw a young woman mourning her life before the cameras:
This is my beloved
They brought him back in a body bag

I don’t believe what the dead recount,
says the history teacher,
For geography , there is use in your remaining logged
in longing for yourself-
there-
where you lay a posthumous feast for the family’s slain
And you chase the darkness,
In pursuit of those
Who once lurked around our white shadows,
Within the scrolls.

Do not bury the remains of the oleander at the edge that lake,

Do not mourn your own dying before you wore the crown of thorns,

Waiting for the resurrection on the road to the sky.
A nun says to a soldier she saw the devil’s index finger on his trigger:
I am no longer hungry or completely afraid,
I don’t want a warm loaf of bread or a glass of cold water.
No refuge or candle
But only a grave,
And let it be communal ,
Shared with the sparrows who have dreamed of
Trees, rivers that embrace us,
Forests that pray for us on the mountains,
Cave explorers whose lineages became heritage of our first drawings,
And a people, caught between two alters, cursing their killer.

Abdulla Issa

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O professor de Matemática

Eduardo Cesario-Martínez: ‘O professor de Matemática’

Eduardo Cesario-Martínez. Foto por Irene Oliveira
Eduardo Cesario-Martínez – Foto por Irene Oliveira
Imagem criada por Gemini - a IA do Google - 1ºde março de2026, às 05:37
Imagem criada por Gemini – a IA do Google – 1ºde março de2026, às 05:37

Não vou conseguir precisar o dia em que aquele rapaz atravessou o portão da propriedade, sorriu confiante, apesar da vestimenta surrada, e foi direto cumprimentar meus pais, que já o aguardavam sentados a uma das mesas ao redor da piscina. Soube naquele momento que aquele jovem, apesar da aparência mais velha, contava apenas 18 anos, enquanto eu, no mês seguinte, completaria 20.

           Meu pai não tardou e se levantou. Foi em direção ao velho José, que já o aguardava, junto a um de nossos automóveis, com a porta de trás aberta. Minha mãe acompanhou com o olhar o marido. Os dois se despediram com beijos soltos no ar. Nessa época, creio que ainda guardavam um resquício do amor, que talvez tiveram algum dia.

            Assim que o Opala partiu, minha mãe pegou a mão do rapaz e veio até mim. Não muito alta, ela carregava o costumeiro du Maurier acoplado à piteira dourada. Por conta de tal hábito, um câncer a tomaria por completo duas décadas após.

            — Augusto, meu querido, quero lhe apresentar o Olegário. Ele o ajudará nas tarefas de matemática. 

            Olegário me estendeu a mão. Olhei para ele com ar de arrogância, que, na verdade, não passava de pura inveja. Como é que aquele maltrapilho poderia me ensinar algo? Mero bandalho! Devo ter feito cara de poucos amigos, pois a minha mãe lançou-me aquele olhar fulminante. Não tive escolha e aceitei o cumprimento.

           A partir da semana seguinte, comecei a ter aulas com o meu novo professor. Um prodígio em trigonometria e geometria, devo admitir. Relutante a princípio, acabei me encantando por aquela situação. Não pelos números, diga-se de passagem, pois até hoje não encontrei razão para decorar nem mesmo a tabuada. Se me interessei, foi por aquela voz rouca do Olegário, que, ainda por cima, era dono do sorriso mais lindo que, até recentemente, não tive o prazer de ver igual.

           Durante nossas tardes no meu quarto, ele tentava a todo custo me ensinar atalhos para que eu não tomasse bomba no final do ano. Por debaixo da mesa, ele cutucava a minha perna com a sua, com o intuito de me fazer prestar atenção. Isso me causava calafrios por todo o corpo, mas, covarde que ainda sou, mirava o piso para não ser descoberto.

          As provas finais vieram e, não sei como, consegui concluir meus estudos. Na certa, devo ter me esforçado além do esperado, pois não queria decepcionar o meu mestre. Não sei se ele ficou feliz com a minha aprovação, pois nunca mais o vi. Minha mãe, hoje consigo ter maior clareza sobre isso, o dispensou assim que possível para evitar que algo pudesse causar certo constrangimento na família. 

          Passei os anos seguintes envolto em códigos civis, penais e trabalhistas. Formei-me com louvor e, a partir de então, comecei a exercer a advocacia no escritório do meu pai. Foi justamente nessa época em que conheci Glória, brilhante advogada, com quem muito aprendi do ofício.

            Protegida do meu velho, ela passou a frequentar a nossa casa. Entretidos que estávamos com o volume de trabalho, não tínhamos tempo para o amor. Foi como um acordo que nos casamos no ano seguinte, logo após ganharmos uma causa de milhões. Minha mãe pareceu aliviada com o matrimônio.

            Como prêmio, viajamos para Europa por uma semana. A agora minha esposa, com um francês muito melhor do que o meu, pareceu adorar aquelas explicações intermináveis nas idas aos museus. Como bom marido, mantive-me sempre ao seu lado, mas com a cabeça na pilha de processos que me esperava no escritório.

            Assim que o avião pousou no Galeão, senti um grande alívio. Nada mais de passeios infrutíferos por Paris, onde sentamos em todos os cafés possíveis. A companhia era ótima, é verdade, tanto é que na segunda semana de volta ao Brasil, Glória se sentiu indisposta e correu para o banheiro a fim de evitar devolver, sobre a mesa, o salmão com nozes ingerido há pouco.

            No verão seguinte, eis que estávamos na sala de parto. Minha mulher segurava minhas mãos tão fortemente, que imaginei que iria arrancar todos os meus dedos. Devo confessar que aquela era uma situação nova para mim também, porém, muito mais cômoda. Afinal, todas as dores do parto se encontravam com Glória. 

            Às 12h43 do dia 15 de fevereiro de 1989, ouvimos pela primeira vez o choro de Rubens. Minha esposa e eu, talvez não querendo deixar nosso filho chorando sozinho, o acompanhamos. Esse momento mostrou a nós dois que, apesar de ter surgido de um acordo, aquele casamento havia conseguido gerar um fruto do nosso amor. 

            Depois de alguns meses de correria, a nossa vida acabou entrando nos eixos. É verdade que agora tínhamos um filho para criar e, hoje posso afirmar, o tempo é sábio e toma conta de tudo. Ou, caso não cuide tão bem assim, o dinheiro ajuda a superar as dificuldades.

            Nosso menino cresceu cercado de todos os mimos e regalias, é verdade. No entanto, até entre os abastados há certos percalços. Seja como for, lá estávamos para lhe dar o suporte necessário. E foi assim que fizemos, quando, antes de completar 10 anos, ele cismou em ser tenista.

            Compramos os melhores materiais esportivos, contratamos o mais afamado treinador. Até mandamos construir uma quadra de tênis na nossa ampla propriedade. Entretanto, essa febre passou e a raquete, comprada a peso de ouro, foi parar em algum canto.

            Aos 13, Rubens cismou que queria ser músico. Como dinheiro não era problema, compramos vários instrumentos, mas, no final, o nosso rapazinho desistiu de todos. Ainda carregou a gaita no bolso por alguns meses, mas nunca o vi soprando-a nem uma vez sequer.

            Rubens, prestes a concluir o ensino médio, parece ter herdado a minha aversão por números. Por isso, a minha mãe, ainda que adoentada, contratou um professor de matemática para o único neto. Na hora nem me dei conta da situação, até que, sentados a uma das mesas ao redor da piscina, vi passar pelo portão um jovem de lá seus 25. Na verdade, soube logo em seguida, ainda contava 18. Ele parou diante de mim e sorriu um sorriso, que há muito guardo na lembrança, e, então, naturalmente, acabei por me encantar por aquela rouquidão: “- Prazer, sou o Olegário!”

Eduardo Cesario-Martínez

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Pipa vadia

Paulo Siuves: Poema ‘Pipa vadia’

Paulo Siuves
Paulo Siuves
IA criada com auxílio do ChatGPT1º de março de 2026,
às 23:07

O sol no meio dessa imensidão azul,
a ausência de nuvens,
uma pipa;
ligação de um pivete à imensidão azul.

Uma linha,
um menino,
um sonho,
sonho de estar no lugar da pipa
e esquecer que existem horas,
horas de parar de brincar,
horas de ir pra esquina da avenida
esperar o vermelho do semáforo…

No céu não existe semáforo.

Dá-se um puxão na linha
e magicamente eu vou com ela pra esquerda,
levo a pipa pra direita
ou pra baixo!

Subo sobre ela até perto do sol,
vou cortar a linha do sol.

“- Êta, solão!”

De repente – zás.

“- Um intruso no meu limite!?”

A pipa sobe incontrolável
como a ira do menino sentado à beira do caminho,
sonhando em ser pipa,
conhecer os sete céus
e os sete mares.

“- Por onde você anda querida pipa?”

“- Com certeza nas mãos de outro menino que sonha ser a pipa, aquela pipa vadia!!”

Coração apertado,
latinha de linha na mão,
menino suado,
cabeça confusa,
desilusão…

Chegou a hora,
essas horas,
que mundo!

“- Esquina, ai vou eu, contar os meus carros, cobrar dessa gente grande por passar na minha rua…”

Paulo Siuves

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Educação falhada

Tomás Eugénio Tomás: ‘Educação Falhada’

Logo da seção O Leitor Participa
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Imagem gerada por IA do Grok – https://grok.com/imagine/post/9326fe89-234e-4a33-b518-a5954f00f5d6

A escola seria um lugar de facilidade e publicidade. Infelizmente se tornou um lugar de dificuldade, onde o estudante não tem liberdade de expor as suas ideias.

Que Educação é essa? ‘Educação Falhada’.

Dizem que querem uma ‘Escola Nova’, mas a prática não é nova, não inovam, só se movem.

Ok! Ainda dizem que querem uma Escola de justiça e igualdade. Justificam isso com injustiça e desigualdade.

Aonde esta o critério de fraternidade, liberdade e igualdade?

Tomás Eugénio Tomás

Tomás Eugénio Tomás, é professor, escritor,  palestrante, CEO do projecto Ensinar e Aprender. Tem desenvolvido debates pedagógicos e literários.

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