A Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós

Segundo livro da escritora Dorilda Almeida, A Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós é lançado em Frankfurt, Alemanha, na maior Feira do Livro do mundo

Capa do livro 'A Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós', de Dorilda Almeida
Capa do livro ‘A Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós‘, de Dorilda Almeida

A escritora, poetisa, psicanalista clínico e filósofa Dorilda Almeida, num voo literário ainda mais alto, no dia 18/10/2025 lançou seu segundo livro, A Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós, em Frankfurt, Alemanha, na maior Feira de Livros do mundo.

A obra, lançada pela Editora Mágico de Oz e com prefácio da renomada escritora e poetisa Claudia Gomes, em suas 165 páginas e 30 contos e memórias, traz aos leitores temas variados e atuais, dentre os quais, respeito às diferenças; eesiliência; bullying; doenças mentais; generosidade; relação afetiva entre pais e filhos; violência contra a mulher; preconceitos; infância; adolescência; solidão e amizade.

Sinopse

Em A Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós, Dorilda Almeida nos convida a entrar numa casa feita de lembranças, afetos e histórias entrelaçadas pela ternura e pela resistência. Entre contos e textos de memórias, a autora costura cenas da infância, da vida familiar e das relações comunitárias, trazendo à tona uma Bahia profunda marcada por cheiros, vozes, sabores e sentimentos que atravessam gerações. Com linguagem acessível, traços de oralidade e toques poéticos, Dorilda transforma experiências pessoais em patrimônios coletivos, em narrativas que nos fazem lembrar da casa da vó, do quintal compartilhado, das amizades da infância, das dores silenciosas e da força resiliente de quem sonha com uma vida mais digna. Este livro é uma celebração das memórias que moldam quem somos e um convite para revisitarmos nossos próprios quintais, reais ou simbólicos. Uma leitura que aquece, emociona e nos faz compreender que, contar histórias é, também, um ato de amor, permanência e transformação.

Serviço

Livro: Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós

Autora: Dorilda Almeida

Editora: Mágico de Oz

ISBN: 978-65-5298-109-7

Número de páginas: 165

Preço: R$ 40,00

Contatos com a autora: Instagram / E-meio

Sobre a autora

A autora, no lançamento, recebendo da Editora Mágico de Oz o Prêmio Personalidade do Ano 2025
A autora, no lançamento, recebendo da Editora Mágico de Oz o Prêmio Personalidade do Ano 2025

Dorilda Almeida, natural de Jacobina (BA), e radicada em Salvador, é escritora, poetisa, psicanalista clínico, filósofa, coordenadora geral do CEDHIA, professora, especialista em Direitos Humanos e Educação. Possui artigo publicado na Revista Neurociências Psicologia.

É criadora e coordenadora de projetos sobre Direitos Humanos com alunos adolescentes na Comunidade Escolar de Salvador (BA). Membro Fundadora de várias Academias nacionais e internacionais.

Coautora de várias antologias e revistas eletrônicas, como a LiteraLivre e Pragmatha, e na Seleção Especial de Textos Talentos Brasileiros.

Detentora de vários títulos, medalhas, prêmios e destaques literários e culturais, dentre os quais o Título de Dra. h. c. em Educação e Direitos Sociais e Humanitários, pela FEBACLA e Consulesa Honorária do Estado da Bahia.

Autora do livro Entusiastas Palavras-Conexão Amorosa e A Casa das Memórias e o Quintal de Todos Nós.

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Vazia

Loide Afonso: Poema ‘Vazia’

Loid Portugal
Loid Portugal
Imagem criada por IA da Meta
Imagem criada por IA da Meta

A dor era tudo que
Eu sentia
Mesmo tentando fugir dela
Ela doía

Eu não quero ser o tipo de ser humano
Que chora
Sem uma pedra nas mãos

Não quero estar vazia
Não
Quero que as pedras se multipliquem
Minhas mãos se encham

Mais sem peso
Sem sentir raiva
Ou vontade de chorar
Só de mãos cheias

Não quero correr com
As mãos cheias
Quero caminhar tranquilamente

Como se nada tivesse nas minhas mãos
Quero voar também
Sentir o vento batendo forte

Não quero correr vazia
Nem sentindo peso
Quero estar em paz!

Loid Portugal

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Samuel Wincheski Garcia

O jovem autor que ilumina mundos com palavras

Samuel Wincheski Garcia
Samuel Wincheski Garcia

Aos 28 anos, o paulistano Samuel Wincheski Garcia vive aquilo que muitos apenas sonham: transformar imaginação em realidade.

Jornalista por formação e contador de histórias por vocação, ele estreou na literatura com o livro “Elýria: Três Luzes na Escuridão”, uma fantasia independente que une aventura, drama e espiritualidade em um universo próprio, cheio de símbolos e humanidade.

Desde criança, Samuel é fascinado por fantasia, RPG e mitologia, paixões que o acompanharam até a vida adulta e se tornaram combustível para sua escrita.

Inspirado por mundos épicos como Dragon Age, Final Fantasy e Dungeons & Dragons, o autor criou Elýria, um cenário vasto e profundo, onde luz e escuridão convivem não apenas nas paisagens, mas dentro de cada personagem.

Em Elýria: Três Luzes na Escuridão, três protagonistas muito diferentes têm seus destinos entrelaçados por forças misteriosas.

Cada um carrega dores, medos e memórias, e é nesse equilíbrio entre o épico e o íntimo que Samuel revela sua verdadeira força como escritor.


“Eu queria que meus personagens fossem reais, e que o leitor se visse neles, que sentisse junto suas quedas e recomeços. Não busco fama. O que realmente valorizo é que as pessoas leiam meus livros e se conectem com eles. É isso que me move.”

Samuel Wincheski Garcia


Mais do que uma história sobre batalhas e reinos, “Elýria: Três luzes na escuridão” fala sobre identidade, esperança e a luz que sobrevive mesmo nos momentos mais sombrios.

O livro, disponível em formato digital na Amazon, é o primeiro passo de um projeto maior, um universo literário que Samuel vem construindo com paciência, paixão e propósito.

Com escrita envolvente e sensível, Samuel representa uma nova geração de autores brasileiros: criadores que sonham grande, mas com os pés firmes no chão, iluminando o caminho de seus leitores com histórias que nascem da alma.

REDE SOCIAL DO AUTOR

ELÝRIA: TRÊS LUZES NA ESCURIDÃO

SINOPSE

A Floresta da Primavera está morrendo. As árvores retorcem-se, o solo apodrece, os animais se corrompem.

Nas sombras, monstros aguardam, guiados por uma força ancestral e faminta.

Nesse cenário surge Samantha Valence, uma meio-dragão exilada de sua casa nobre, rejeitada por um mundo que a teme sem compreendê-la.

O destino a conduz ao encontro de um cavaleiro errante, de coração tão duro quanto sua teimosia, e de uma semideusa cuja luz brilha tão intensa quanto seu orgulho.

Três luzes erguem-se contra a escuridão, frágeis, dispersas, incompletas… e que, unidas, talvez possam devolver o amanhecer à floresta.

Se estas palavras despertaram algo em você, seja bem-vindo.

Elýria o aguarda.

Que esta história acenda a chama da aventura em seu coração.

Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

"Elýria: Três Luzes na Escuridão"
“Elýria: Três Luzes na Escuridão”

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




O atalho do amor

Denise Canova: Poema ‘O atalho do amor’

Denise Canova
Denise Canova
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O atalho do amor

Eu quero encontrar e ser feliz

O amor em mim vida é tudo

Esse atalho mudará muita coisa em mim

Amor pleno, começo da jornada.

Dama da Poesia

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Coletânea Pedagógica

Coletânea Pedagógica destaca a arte como linguagem transformadora na formação docente

Card da Coletânea Pedagógica - Vol. 1
Card da Coletânea Pedagógica – Vol. 1

Obra reúne produções de alunos de Pedagogia da FAF e propõe uma nova visão sobre o ensino da arte na Educação Infantil.

A Editora Gotland lança o volume 01 da Coletânea Pedagógica: Entre Cores e Letras – A Pedagogia da Expressão, resultado de um projeto educativo desenvolvido com os alunos do curso de Pedagogia da Faculdade do Futuro (FAF), sob coordenação do professor Fabrício Santos, também editor-chefe da publicação.

A coletânea apresenta textos autorais e planos de aula voltados para o ensino da arte na Educação Infantil, propondo abordagens criativas, afetivas e inclusivas para o trabalho pedagógico. A obra é fruto das atividades desenvolvidas na disciplina ‘Ensino da Arte’, e revela como a arte pode ser instrumento de formação sensível, crítica e transformadora.

“Mais do que uma coletânea, este livro é um manifesto artístico-pedagógico que celebra o encontro entre estética e educação, entre teoria e prática, entre o sentir e o saber”, afirma o professor Fabrício Santos.

Com linguagem acessível e conteúdo prático, o livro convida à reflexão sobre a importância da expressão artística na formação dos futuros professores, valorizando o olhar, a escuta e a criatividade como elementos essenciais no processo de ensinar e aprender.

A publicação marca o início de uma série de volumes que pretendem registrar e difundir experiências pedagógicas inovadoras, fortalecendo o diálogo entre universidade e práticas educacionais humanizadas.

Comendador Fabrício Santos

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Sue Guimarães

O poder de transformar dor em libertação

Sue Guimarães
Sue Guimarães

Há escritoras que narram histórias, e há outras que as transmutam.

Sue Guimarães, pertence a este segundo grupo: o das autoras que escrevem com a alma, costurando emoção, consciência e coragem em cada linha.

Nascida em Aracaju (SE) e radicada em Rio das Ostras (RJ), Sue é uma mulher multifacetada, licenciada em Filosofia e Sociologia, bacharela em Serviço Social e mestranda em Educação.

Sua formação, extensa e diversa, reflete uma busca constante por compreender o ser humano e suas complexidades. “Educar é refletir a essência do outro”, diz ela, frase que resume sua trajetória marcada pela escuta, pela empatia e pelo desejo de transformação social.

Autora de “Oxente, vamo que vamo” e do romance “Não, isso não é amar!”, Sue mergulha nas profundezas das relações humanas para falar de temas que nem sempre encontram voz: o abuso psicológico, o autoconhecimento e a redescoberta do amor-próprio.

Sua obra mais recente, concorrente ao Prêmio Literário Fundação Biblioteca Nacional 2025 – Categoria Romance (Prêmio Machado de Assis), é um verdadeiro grito em forma de livro, mas também um sussurro de acolhimento.


“Mais do que escrever um livro, eu quis criar um abraço em forma de páginas, um espaço onde o leitor pudesse se reconhecer, se questionar e, quem sabe, encontrar forças para se libertar de tudo aquilo que não é, e nunca foi, amor.”

Sue Guimarães


Com uma escrita potente e sensível, Sue constrói narrativas que falam sobre coragem, libertação e recomeço.

Em “Não, isso não é amar!”, ela desmistifica o amor idealizado e dá voz às dores silenciosas que tantas pessoas carregam.

Já em “Oxente, vamo que vamo”, revela seu lado otimista e resiliente, uma celebração da vida, da fé e da capacidade de seguir em frente, mesmo diante das tempestades.

Além da literatura, Sue atua como palestrante, mediadora e articuladora social, levando suas reflexões a escolas, instituições públicas e espaços comunitários.

Fala sobre saúde mental, diversidade, educação e direitos humanos com a mesma intensidade e ternura que imprime em suas páginas.

Em tudo o que faz, Sue reafirma uma convicção: escrever é um ato político, poético e profundamente humano.

Suas palavras acolhem, despertam e inspiram e, como ela mesma diz, “deixam no leitor a sensação de que ninguém está sozinho no que sente”.

REDE SOCIAL DA AUTORA

NÃO, ISSO NÃO É AMAR!

SINOPSE

Nem todo sentimento intenso é amor.

Às vezes, o coração precisa desaprender certezas para descobrir verdades que libertam.

Neste romance sensível e envolvente, accompanhamos a história de uma jovem que se vê desafiada a repensar tudo o que sempre acreditou sobre amar e ser amada.

“Não, isso não é amar!” é um convite à reflexão sobre os limites entre o amor idealizado e o amor real.

Uma jornada de descobertas, silêncios quebrados e escolhas que transformam, por dentro e por fora.

Assista à resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRAS DA AUTORA

Não, isso não é amar!
Não, isso não é amar!

Oxente, vamo que vamo
Oxente, vamo que vamo

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




Compostura que flui

Suziene Cavalcante: Poema ‘Compostura que flui’

Suziene Cavalcante
Suziene Cavalcante
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Flua, ó minha alma, ouse pensar diferente!
Derrame essências na própria compostura reluzente!
Siga assertiva em cada resposta!
Um espírito autêntico nunca sobra!
É indispensável realmente!

Siga exalando intelectualidade!
Num mundo farto de mediocridade!
Tua Arte não é para as massas, na verdade!
É pr’os seletos, qualitativamente!
C’a compostura fiz convênio…
Imponho-me até c’o meu silêncio!
Flua, ó minha alma! Como o voo dos gênios!
Tens um espírito antigo como os milênios!
Viventemente!

A poesia te escolheu de modo formidável!
Flua como o voo d’um gênio insondável!
Prefira a liberdade dos pássaros a um ninho ‘confortável’…
Flua livremente!

Soberania interior, com certeza!
Movo-me com domínio de mim mesma!
Senhora de minha inteireza!
Irrevogavelmente.

Ó poesia…que eu sempre a componha!
A Arte de dominar o verbo com o espírito terno dos que sonham…
Que os montes da inconsciência eu transponha!
Sempre e persistentemente.

Rótulos ideológicos são irrespiráveis!
E a insensibilidade moderna e seu empobrecer são inegáveis!
Não busco eco nas multidões manipuláveis…
Busco a raridade sempre!
Não busco validação nas massas numéricas…
Busco as almas despertas em dialética!
Que transbordam autossoberania e ética…
Cavalcantemente!

Suziene Cavalcante

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