Abóboda celeste

Marli Freitas: Poema ‘Abóboda celeste’

Marli Freitas
Marli Fraitas
Imagem de Domínio Público - 21 de janeiro de 2026, às 10h31 - https://share.google/images/DzL1t9eFdoGARIsU6
Imagem de Domínio Público – 21 de janeiro de 2026, às 10h31 https://share.google/images/DzL1t9eFdoGARIsU6

Dócil colóquio – ágora notório.
Guardo inviolado o momento
Do espanto de possuir o mistério
De todas as estrelas do firmamento.

Minha abstração não tem limites,
Tem a graça de milhões de anos.
Na abóboda celeste – o deleite;
Querência e afeto – soberanos.

Tudo que fazemos se mistura
À beleza do mundo e costura
Versos que consagram a ventura.

Se somos poeira, também a euforia
Do destino; se somos epifania,
Para o milagre da Terra – alegria.

Marli Freitas

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Mentes conscientes, vidas saudáveis

Márcia Nàscimento

‘Mentes conscientes, vidas saudáveis: a neuroeducação como caminho para a saúde mental’

Márcia Nàscimento
Márcia Nàscimento
Imagem crfiada por IA do Gimini - 21 de janeiro de 2026, às 12:03 PM
Imagem crfiada por IA do Gimini – 21 de janeiro de 2026, às 12:03 PM

Na história da humanidade, jamais se viveu um período de tamanha desconexão. Embora o universo digital conecte seres humanos de um país a outro em questão de segundos, o vazio existencial que assola a humanidade na atualidade revela-se avassalador.

As pessoas buscam freneticamente saciar o âmago de seus seres por meio de experiências efêmeras e, muitas vezes, funestas, que conduzem a mente a um estado profundamente fragilizado no que tange ao equilíbrio dos sentimentos e das emoções. Torna-se, portanto, imprescindível uma tomada de consciência para a conquista de uma vida saudável, pois toda e qualquer mudança nasce do princípio de escolhas assertivas, iniciadas desde o primeiro pensamento ao despertar e conduzidas, sucessivamente, ao longo do dia.

Infelizmente, diante do excesso de informações disponibilizadas em velocidade vertiginosa, a mente humana acaba apenas absorvendo dados, sem transformá-los em conhecimento e sabedoria. Isso ocorre pela dificuldade de filtrar, analisar e aprofundar-se naquilo que, de fato, convém ser investigado em uma dimensão mais ampla de entendimento e de realidade.

A Neuroeducação apresenta-se, assim, como um caminho para aqueles que buscam o ponto de equilíbrio entre a saúde física e mental. Por meio de uma pesquisa derivacional, conduzimos o indivíduo a compreender os princípios causais de sua dor e, a partir desse entendimento, ressignificamos sua história de vida. Esse processo o retira de um estado limitador e o conduz a um patamar amplamente possibilitador, permitindo-lhe reconhecer quem verdadeiramente é neste planeta.

Compreender a si mesmo, desenvolver a capacidade de enxergar a própria existência sob a luz de uma consciência expandida e alinhada à verdade do ser é o alicerce de uma vida equilibrada e feliz. Uma vida permeada por sonhos reais, e não por promessas infaustas que levam o indivíduo a se desconectar de sua própria realidade e, em seguida, a frustrar-se por tentar viver expectativas idealizadas por outros.
Por isso, é tão essencial conhecer a verdade sobre si mesmo: identificar aquilo que o move com paixão genuína, reconhecer o verdadeiro propósito de sua trajetória existencial e, a partir disso, alcançar a plenitude em todas as dimensões que compõem a mente, a consciência e o corpo físico.

Ter uma mente saudável também é uma decisão!

É a decisão de não aceitar tudo como uma verdade absoluta, de não permitir que regras externas ditem sua realidade sem análise e discernimento. O acesso ao seu reino interior está sob o seu controle. Portanto, não permita que sua saúde mental seja abalada por não exercer a liderança plena sobre sua mente consciente.

Márcia Nascimento

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Palavras clínicas

Loide Afonso: Poema ‘Palavras clínicas’

Loid Portugal
Loid Portugal
Imagem criada por IA da Meta - 21 de janeiro de 2026,  às 08:17 PM
Imagem criada por IA da Meta – 21 de janeiro de 2026,
às 08:17 PM

Ainda não sei
O que dizer
Pra o mundo
Quando de ti
Perguntarem

Não faço a mínima ideia
Do que dizer
Pra mim
Na hora de dormir

Minha boca
Meus olhos
Minha pele
Não sei o que
Responder
Pra todos eles

Poxa! Penso em me calar.
De ti
Nunca mais falar
Olhar
Ou pensar

Mas o meu mundo mal sabe
O que eu sentia
Todas as vezes que me dizias, sou teu.

Loid Portugal

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A prostituta ressuscitada

Ramos António Amine: ‘A prostituta ressuscitada’

Ramos António Amine
Ramos António Amine
Imagem criada por IA do Grok - 21 de janeiro de 2021, às 07:45 PM - https://grok.com/imagine/post/80c83328-2e66-4bc9-8a23-f5c0d2bef7ab
Imagem criada por IA do Grok – 21 de janeiro de 2021, às 07:45 PM – https://grok.com/imagine/post/80c83328-2e66-4bc9-8a23-f5c0d2bef7ab

A sociedade foi programada para dar respostas rápidas a problemas complexos. Rotular alguém de prostituta tornou-se, ao longo do tempo, uma dessas respostas fáceis, uma forma insípida de encerrar qualquer debate sobre injustiça, estupros precoces, desigualdade, pobreza, violência e exclusão social. O rótulo basta. O contexto histórico deixa de importar.

A prostituta ocupa um lugar tão trivial quanto contraditório na ordem social. É visível, mas não reconhecida; abusada, mas descartada; tolerada na prática, condenada no discurso. Ela denuncia aquilo que muitos preferem ignorar: a decadência de um sistema que cria fossos e depois pune quem cai neles.

Ninguém ousa questionar como ela chegou ali. A pergunta que vem à tona é sempre por que não sai. Como se sair fosse apenas uma questão de vontade e não de oportunidades. Como se as oportunidades fossem distribuídas de forma justa. Como se a pobreza não fosse o gatilho diário que empurra milhares de mulheres para decisões que nunca escolheram plenamente.

A prostituta é imediatamente concebida como símbolo de decadência moral. Entretanto, a verdadeira decadência revela-se na hipocrisia social que absolve o cliente e condena a prostituta; que beija em surdina a boca da prostituta, mas a julga em voz alta. Nesse cenário, a prostituição nunca é causa, mas corolário de um mundo que preferiu vender tudo, inclusive a dignidade humana.

É nesse ponto que se dá a ressurreição.

A prostituta ressuscita quando cansa de ser apenas produto e passa a ser voz. Quando reconhece que há um sistema que a empurrou para a quinta dos ímpios e deixa de ser mero objeto de excitação ou repulsa dos próprios ímpios. Ressuscita quando descobre que a vergonha que lhe cobre o rosto nunca foi criação sua, mas obra de uma sociedade incapaz de assumir as próprias incoerências.

Essa ressurreição nada tem a ver com religião, muito menos com mito. É social e política. É o renascer de uma consciência que, ao longo do tempo, foi mantida refém de uma estrutura que sobreviveu do silêncio cúmplice. É a recusa em carregar sozinha o peso da culpa de uma autoridade que aplaude a exclusão e, depois, condena os seus efeitos para deles se afastar.

Em essência, a prostituta nunca esteve morta. Morta estava a sensibilidade coletiva que escolheu condená-la sem compreender a sua história. Morta estava a ética que exige pureza e inocência de quem nunca teve escolhas, enquanto normaliza a corrupção moral de quem pode pagar para sugar as tetas da prostituta.

A prostituta ressuscitada não pede salvação. Solicita humanidade. E, ao fazê-lo, interpela-nos com uma pergunta desconfortável, mas necessária: quem, afinal, precisa de salvação: ela ou a sociedade que a forjou?

Ramos António Amine

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Para sempre?

Evani Rocha: Poema ‘Para sempre?’

Evani Rocha
Evani Rocha
Imagem gerada por IA da Gencraft – 20 de janeiro de 2026,
às 08:50

Para sempre?

É essa pergunta presa na garganta,

É a falta de palavras para explicar…

São as borboletas que brotam no estômago

Na iminência de voar!

Para sempre?

É somente até ali na esquina,

São os versos que brotam sem avisar,

Quando a gente pensa que nunca mais…

Para sempre…?

E o que fazer com as brasas na alma

Que a qualquer vento, reacendem?

E os olhos que se perdem no horizonte

A procura de algo…?

‘Sempre’ é essa procura fora,

Daquilo que se esconde dentro!

‘Sempre” é essa fé gigante,

Que faz das pedras, escadas,

E das águas que lavam a face,

Um riacho doce

Cascateando ao encontro do mar!

Evani Rocha

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El Cristo de la Furia

Marta Oliveri: Poema ‘El Cristo de la Furia’

Marta Oliveri
Marta Oliveri
Imagem criada por IA da Meta - 20 de janeiro de 2026, às 10:27 PM
Imagem criada por IA da Meta – 20 de janeiro de 2026,
às 10:27 PM

I
He calculado el rumbo de los pájaros
lágrimas azules rocían el plumaje
son restos de un diluvio que jamás ha pasado

he mirado mis manos vacías y mis hombros
doliendo de alas truncas
supe de lo finito en las fosas de los días,
en el temblor de una joven después de la golpiza,
abrazando su orfandad en su niño aún no nacido

sé de que se trata esta esta larga pesadilla,
este infierno aún más duro que el mítico y dantesco
de azufre y la bestia dominando su centro

por que este lo hicimos con perversa cordura
con el frío talento que da el miedo
con el fantasma corporal de nuestra muerte

y estamos en el límite
en la zona de clivaje de la esfera
en el punto final de nuestra furia
camuflada en hábitos,desdén o parsimonia

ya no hay ángeles pacíficos.
sobre cada templo se erige el cristo de la furia
el cristo visceral que agobiado del cáliz
tan amargo del mundo
abdicó en un sueño de cruz y sacrificio
ll
Y Aquí en este territorio al sur del mundo “Isla de cristos solos”
descansa el genocida en su atlántica mansión
con treinta mil fantasmas que que mira de soslayo
aquí donde condenan a un hombre moribundo
negándole la visa a la esperanza

aquí donde golpean a los débiles
degustando el contraste
animal fuerza impune
aseverando la mentira en la cúspide
del gran mito imperial del dios plutócrata.

III
En qué punto del espacio queda el cielo
o al menos la metáfora del cielo,
ciertamente muy lejos del esplendor soñado
y más lejos aún del acaecido.

He calculado el rumbo de los pájaros
… es el punto de fuga de lo que no retorna.

Marta Oliveri

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A poesia visual de Jairo Fará

Renata Barcellos: ‘A poesia visual de Jairo Fará’

Renata Barcellos
Renata Barcellos
Jairo Fará e Renata Barcellos – Foto por Renata Barcellos

Minicurrículo: Jairo Faria Mendes (Jairo Fará): escritor, artista visual, jornalista e professor do Curso de Jornalismo da UFSJ. Pós-doutor em Jornalismo pela Universidade de Coimbra (Portugal) e em Comunicação Social pela Universidade Estadual de São Paulo (Unesp).  Autor de livros sobre jornalismo como O Ombudsman e o Leitor (O Lutador, 2001), Minas Impressas (Literíssima, 2023) e Barão de Itararé: Riso é Resistência (Literíssima, 2024), além de obras literárias como Cidadezinha Biruta (Literatura infantil, Páginas, 2019), O Ovo do Minerim (poesia, Jararaca Books, 2011), Livro de Bolso (livro-objeto, 2014), Minas são Moitas (microlivro, 2024), Trégua e Paz (microlivro, 2025), Passe pela Catraca (poesia, Literíssima, 2026) de peças teatrais, roteiros e participações em inúmeras coletâneas.

Em 2022, lançou o CD de música e poesia Outras Esquinas (em parceria com Vaninho Vieira). Encontra-se com muitos projetos na gaveta e nos pensamentos, mas prefere viajar no mundo da poesia.

A partir da produção de Jairo Fará e da análise de seus textos, constatamos tratar-se de um artista multifacetado. Ao analisar sua produção, visualizamos como ele reordena as letras e as constituem em outros termos. Ele imprime cor em seus textos, seja no sentido real, seja no figurado. Utiliza o recurso do humor e aborda temáticas artísticas, literárias, sociais… O “olhos de águia” (como o caracterizaremos a partir da análise de sua obra), verificamos como explora as suas inúmeras possibilidades (orais e escritas) e de imagens, de modo que as linguagens verbal e icônica se complementem. Com muita técnica, ele utiliza os mais variados suportes e meios de difusão. Assim, criando suas surpreendentes soluções de apresentação da poesia.

O termo poesia experimental (nome que se dá a toda e qualquer forma de poesia moderna que utiliza recursos fora do texto versificado tradicional, aquele tipo de escrita que se ligava a um mundo em desaparecimento, ou, ao menos, em transformação) se desenvolveu por dois caminhos: da poesia sonora e o da poesia visual. Esta englobou todas as formas de recursos gráficos que a poesia moderna havia incorporado, enquanto a poesia sonora reuniu em seu interior todos os tipos de trabalhos com o som que os movimentos poéticos modernos tinham produzido. (MENEZES, 1998, p.15).

De acordo com E. M. de Melo e Castro (1993), a poesia visual aparece de uma forma consistente quatro vezes na história da arte ocidental: durante o período alexandrino, na renascença carolíngea, no período barroco e no século XX. Datando de 300 anos antes de Cristo e realizadas na Alexandria, as tecnofanias3 de Sírnias de Rodes constituem os primeiros poemas visuais conhecidos. São elas: “O Machado”, “As Asas” e “O Ovo”.

Quem é Jairo Fará? O que é Poesia Visual? Qual a relevância deste poeta? São perguntas que você, leitor, deve estar se fazendo… O que podemos lhe advertir: cuidado, você corre o risco de ter seu olhar extasiado com as múltiplas linguagens exploradas e, por consequência, seus olhos queiram percorrer as várias esferas da Poesia Visual deste poeta. Não hesite!!! Alumbre-se!!!

Uma característica própria da Poesia Visual é o hibridismo entre linguagem verbal e icônica e de gêneros textuais. A partir disso, a polêmica: qual o limite dos gêneros textuais? Entre poesia e artes? Segundo Menezes (1991, p.11), quando se pensa em Poesia Visual, devemos associá-la com o espírito de experimentação, ou seja, o desejo de ousar, de utilizar diferentes recursos para compô-la. E isso o poeta domina; a cada trabalho é capaz de surpreender seu leitor de modo diferenciado, como se fosse a primeira vez.

De acordo com Lopes (2007), podemos inferir que o poeta dispõe-se da linguagem como forma de buscar novas expressões, utilizando recursos que possibilitam transgredir a forma tradicional da palavra escrita. O poeta não só explora a linguagem comum, mas também a desvia do uso convencional, transformando-a em uma outra linguagem, a da poesia. O desvio e a transgressão da linguagem são a desverbalização da palavra, um modo de transformá-la em palavra imagética.

Podemos dizer ainda que a experimentação deste autor vai além do aspecto visual que adentra a profundidade do signo. Ele mobiliza elementos da contemporaneidade, dentre eles, a metalinguagem (a linguagem usada para descrever e explicar a própria linguagem, nos seus mais diferentes estilos: gramatical, artístico, musical, informacional etc. A sua poesia explora a capacidade poética por meio de diversos recursos.

Trata-se de uma produção intersemiótica (base linguística relacionada às Artes Visuais), a fim de abordar temáticas diversas em termos de sua consciência crítica e de seu posicionamento na sociedade. Conforme Perrone (2003), a criação intersemiótica é definida como “a interação de signos linguísticos variados: a palavra impressa em múltiplas representações tipográficas e espaciais, o verso ilustrado, o projeto gráfico, a fotografia e a mistura disto tudo”.

Assim, o poeta possibilita o trânsito da poesia por novos espaços, com novos leitores e novos olhares. Sua produção é diferenciada dos outros poetas da mesma vertente de poesia pelo fato de ele apropriar-se da linguagem, de recursos e de suportes na forma singular como leva o leitor ao “espanto”. Sobre isso, conforme Smith, a Poesia Visual é “o espanto do falante perante a própria língua, concretizado em evento estético na frágil fronteira entre percepção óptica e linguística” (1983). Isso em quem lê/vê sua obra devido à forma como desbrava a linguagem em suas múltiplas possibilidades de expressão.

Por fim, a produção poética de Jairo Fará configura-se como um espaço de confluências de diferentes linguagens e formas de veiculação (redes sociais – livro digital – videopoema – exposições – publicações impressas …). O leitor comunga com a poesia e penetra no poema tendo a possibilidade de produzir sentidos diversos e a recriar em outros gêneros textuais. E é esse refazer ou reconstruir poético do leitor que revela o homem reflexivo e criativo no universo disponibilizado pela comunicação.

A Poesia Visual é um espelho de nossa cultura contemporânea e o retrato contundente dos caminhos que a literatura pode trilhar na era tecnológica. Que este ensaio tenha despertado o prazer da leitura e instigado a reflexão sobre os temas aqui abordados!

Dicas de eventos: o poeta visual Jairo Fará está com uma exposição na galeria de arte do Museu Regional de São João del Rei (para quem ainda não conhece a cidade, vale a pena conferir), no período de 10 de dezembro de 2025 a 22 de fevereiro de 2026. Nesta, estão poemas clássicos, que já participaram de várias exposições como o “Poomo”, “Poemaço”, “Meia Homenagem a Drummond” e “Cuidado com o Não”. E poemas mais recentes como “Minifúndio”, “O Pregador”, “Poema Não Objeto” e “Papelão Social”. A exposição já recebeu mais de 2 mil visitas, em pouco mais de um mês. Um destaque é o poema-interativo “Poetize Aqui”, um mapa do Brasil em tamanho A2, no qual os visitantes escrevem seus poemas ou suas ideias.

E o lançamento do livro “Passe pela Catraca”. Este ocorrerá dia 7 de fevereiro, na Casa Literíssima, em BH. O livro está sendo produzido pela Editora Literíssima, sem custo nenhum para o autor. Por enquanto, está ocorrendo a pré-venda. E em São João del Rei, será lançado dia 25 de fevereiro, na Taberna do Omar. Nos dois lançamentos, os poetas presentes poderão ler seus poemas. O livro é o resultado dos últimos 15 anos de trabalho do poeta Jairo Fará. São 80 páginas coloridas, com poemas visuais, poemas verbais e textos de prosa poética.

Leia a entrevista e análise de poema visual no ebook gratuito: https://drive.google.com/file/d/132aElYGsRfyhazWQI2E7qpIihaoxUNbX/view?usp=sharing

Renata Barcellos

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