Soldado Wandalika Imagem criada por IA no Bing – 08 de março de 2025, às 17:02 PM
… E depois daquela noite cinzenta … Correram todos, entre os sorrisos iluminados para CONQUISTA Euforia no pulsar do coração Braços fortes na luta, em PROL da gloriosa nação(××)
No início da luta, visualizou-se a PAZ! Soldado na trilha ao ritmo de uma Calibre 50 Entregou-se que nem camicáz! E fez um caminho para todos Fez fluir para todos: (2×)
O som que embala o povo Canção da independência Porque o mais importante sempre foi resolver o problema do povo. (2×) Porque o mais importante é: resolver o problema do povo.
Erguidas vozes de esperança A cada manhã o dia canta O povo corre e alcança O brilho da paz traz novos ares e enaltece O Sol nasce e a terra floresce. (2×)✓
No sorrir da paz (2×)
Lágrimas são transformadas Nasce um novo POEMA A canção entoada faz Um novo caminho na antiga estrada. E os meninos à volta da fogueira aprendem o que custou a liberdade.
Dorilda AlmeidaImagem criada por IA no Bing – 08 de março de 2025, às 13:25 PM
Vida, Mistérios e segredos a desvendar A depender do tempo Da idade, dos estágios E dos ciclos Da nossa vida O tempo segue, ou não!
Os ritmos da criatividade Da solidão, do descanso Da brincadeira, da sexualidade Conduzem os poderes Instintiva Que alimentam às forças Dentro de nós, Mulheres!
Separar pensamentos De sentimentos Dar frutos Familiarizar-se com os mistérios Com o estranho e a alteridade Amadurecer E ressurgir, Assim somos nós, Mulheres,
Mulher Espontânea e segura Em qualquer hora E qualquer lugar. Os mistérios da mulher Estarão sempre A revolucionar.
Joelson MoraImagem criada por IA no Bing – 07 de março de 2025, às 12:00 PM
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, é mais do que uma data comemorativa. É um marco da luta feminina por igualdade, dignidade e respeito. O que começou como uma reivindicação por direitos trabalhistas no início do século XX se tornou um símbolo global da resistência contra a opressão, da conquista de direitos civis e da incessante busca pela liberdade feminina.
Mas, ao mesmo tempo em que celebramos as conquistas, também precisamos olhar para as cicatrizes dessa jornada. Quantas mulheres ainda vivem em sociedades que as silenciam, mutilam e subjugam? Quantas ainda carregam fardos que não escolheram?
Em 1911, o primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em vários países, inspirado pelos movimentos trabalhistas que exigiam melhores condições e direito ao voto. A tragédia do incêndio na fábrica Triangle Shirtwaist, em Nova York, onde 146 mulheres morreram presas nas chamas devido à negligência dos patrões, impulsionou ainda mais essa luta. Desde então, mulheres ao redor do mundo se mobilizaram para garantir direitos básicos como educação, trabalho digno e participação política.
Porém, enquanto algumas mulheres conquistam espaço no mercado de trabalho e na política, outras continuam aprisionadas por costumes arcaicos. No Afeganistão, meninas são proibidas de estudar. Na Somália, a mutilação genital feminina é uma prática comum. Na Arábia Saudita, até pouco tempo atrás, mulheres não podiam dirigir.
O mundo evolui, mas a opressão feminina ainda é real e brutal.
A saúde da mulher sempre foi um campo de batalha. Durante séculos, seus corpos foram controlados, explorados e silenciados. No passado, mulheres que sofriam de depressão ou ansiedade eram rotuladas como “histéricas” e submetidas a tratamentos desumanos. Hoje, muitas ainda enfrentam diagnósticos tardios por serem desacreditadas em suas queixas médicas.
Dados alarmantes demonstram essa desigualdade:
Doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre mulheres, mas pesquisas médicas ainda são majoritariamente baseadas em corpos masculinos.
A endometriose afeta 10% das mulheres em idade fértil, mas leva em média 7 anos para ser diagnosticada.
O câncer de mama é o mais letal entre as mulheres, mas em muitas regiões pobres, o acesso à mamografia é quase inexistente.
Além disso, as violências psicológicas e físicas impactam diretamente a saúde mental da mulher. Depressão, ansiedade e transtorno de estresse pós-traumático são mais comuns entre elas, muitas vezes resultado de relacionamentos abusivos e violência doméstica.
A sociedade moldou a imagem da mulher como um objeto. Desde a publicidade até as redes sociais, há uma exigência contínua para que a mulher seja bonita, magra, sensual, mas sem ser “vulgar”. A sexualização precoce é normalizada, ao mesmo tempo em que a liberdade sexual feminina ainda é julgada.
Quem definiu que o corpo da mulher pertence ao olhar dos outros e não a ela mesma?
A resposta está enraizada na cultura patriarcal, que por séculos ditou regras sobre como a mulher deve se vestir, se comportar e até sentir prazer. A pornografia industrializou esse conceito, transformando a mulher em um produto a ser consumido.
Mas mulheres não são objetos. São donas de seus corpos e de suas histórias.
Muitas culturas defendem a circuncisão masculina como um rito de passagem ou uma questão de higiene. Embora polêmica, essa prática não impede a função sexual do homem.
Já a mutilação genital feminina (MGF) é um ato de brutalidade. Realizada em meninas entre 5 e 15 anos, a MGF envolve a remoção parcial ou total dos órgãos genitais femininos, causando dor insuportável, infecções, problemas sexuais e traumas psicológicos irreversíveis. O objetivo? Controlar a sexualidade da mulher, negando-lhe prazer e autonomia sobre seu corpo.
Essa prática ainda acontece em países como Somália, Sudão, Egito e Etiópia. Segundo a ONU, mais de 200 milhões de meninas e mulheres foram submetidas à mutilação genital.
Enquanto isso, em algumas sociedades ocidentais, há debates sobre cirurgias estéticas invasivas em meninas, como a labioplastia, para que seus corpos se enquadrem em padrões estéticos impostos. A diferença entre tradição e imposição cultural é tênue – e o impacto, devastador.
Ser mulher é carregar histórias, dores, conquistas e uma força ancestral. É saber que, apesar dos obstáculos, há uma voz que resiste, que se impõe e que grita por liberdade.
Mas o que ser livre significa para cada mulher?
É poder escolher sua carreira sem ser desmerecida?
É decidir sobre seu próprio corpo sem ser julgada?
É andar na rua sem sentir medo?
É ter espaço na política, na ciência, no esporte, sem ser questionada?
Cada mulher carrega sua própria resposta. O mais importante é que nenhuma mulher se cale diante do que lhe fere.
Homens e mulheres têm um papel nessa mudança. Precisamos questionar padrões, apoiar movimentos femininos, educar meninos para respeitarem as mulheres, criar ambientes seguros e oferecer apoio àquelas que ainda vivem sob o peso da opressão.
E você?
Você se respeita?
Você se permite ser quem realmente é?
Você fortalece outras mulheres ou as julga?
A liberdade feminina não é apenas um direito – é um chamado para que todas as mulheres vivam sua essência plena, sem medo, sem correntes e sem silenciamentos.
Neste Dia Internacional da Mulher, celebremos a luta, mas também a reflexão. Porque um mundo verdadeiramente livre só existirá quando todas as mulheres forem livres.
Ella DominiciImagem gerada por IA no Bing – 06 de março de 2025, às 19:32 PM
Ela não escreve apenas com palavras. Escreve com a alma, com a pele, com o olhar que atravessa as certezas e vê o mundo em camadas. A mulher que mantém o espírito vivificado não se contenta com verdades prontas. Ela busca, questiona, relê a existência em cada amanhecer.
Ama a literatura porque sabe que nela pulsa a essência humana — frágil, contraditória, mas sempre em busca de sentido. Para ela, o conhecimento não é um fardo, mas um farol. Não é um luxo, mas uma necessidade. Na sua escrita, a poesia não é enfeite, mas força, um gesto de resistência contra o cinismo e o dogmatismo.
Ela não invalida o saber acadêmico nem se curva à frieza dos fatos. Pelo contrário, sua inteligência é ponte, sua sensibilidade é bússola. Quer iluminar caminhos, tocar os céticos com a beleza do verbo, suavizar a rigidez dos pragmáticos com a sutileza da metáfora. Sabe que o autoritarismo teme a poesia porque a poesia ensina a pensar. E quem pensa, liberta-se.
No íntimo, carrega um rio divino, uma força que transborda em gestos, em palavras, em atos de humanidade. Tem amor-próprio sem ser vaidosa, coragem sem ser impositiva. Sabe que a verdadeira revolução não se faz no grito, mas na palavra que cala fundo e transforma.
Ela é visionária não porque prevê o futuro, mas porque o constrói. Sua missão é conciliar, sem abrir mão do essencial. Inspirar, sem perder a firmeza. Tocar o coração do mundo sem deixar de lado a razão. Escrever, porque sabe que a palavra é semente e, um dia, floresce.
Comenda Monarca Intelectual das Ciências, Letras e Artes
D. Pedro II, monarca brasileiro que se destacou por sua intelectualidade, sendo considerado um dos soberanos mais cultos de sua época
Por meio do Decreto Acadêmico 0228.003/2025 – FEBACLA, o presidente da FEDERAÇÃO BRASILEIRA DOS ACADÊMICOS DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES – FEBACLA, no uso de suas atribuições regimentais e estatutárias, estabeleceu na data de 28/02/2025 a criação da COMENDA MONARCA INTELECTUAL DAS CIÊNCIAS, LETRAS E ARTES.
De acordo com historiadores, Dom Pedro II sempre sonhou em governar um país progressista, liberto e rico culturalmente. Para realizar seu desejo, entrou em contato com cientistas, literatos e sábios europeus, como aponta a obra Dom Pedro II na Alemanha: Uma amizade tradicional, de Dom Carlos Tasso de Saxe-Coburgo e Bragança.
Para aprimorar seus conhecimentos, viajou para a Alemanha, após 30 anos de governo, com o objetivo de compreender as inovações desenvolvidas em diferentes áreas, como na agricultura e na cultura. Em geral, o imperador buscava técnicas que pudessem aprimorar e beneficiar o Brasil.
Dom Pedro II foi um amante da cultura e da educação, e investiu muito para promover esses valores no Brasil.
Reformou o Ensino Superior, criou escolas técnicas e profissionalizantes, apoiou a Escola Imperial de Belas Artes, autorizou a criação da primeira instituição para alunos surdos no Brasil, criou o Colégio Pedro II, que serviu de modelo para outras escolas no país, concedeu bolsas de estudo para brasileiros frequentarem universidades, escolas de arte e conservatórios musicais na Europa.
Durante o seu reinado que durou de 1831 a 1889, foi um período muito importante para a cultura brasileira. O imperador era um grande amante das artes e incentivou diversos artistas a se destacarem em suas áreas. Esse apoio resultou em um florescimento cultural que ainda é lembrado até hoje.
Além de carismático estadista, revelou-se um mecenas da produção artística e literária no Brasil. Dom Pedro II incentivou a cultura brasileira, através da Educação, das Artes, da Ciência e das Exposições.