Exposição ‘Jardim Secreto dos Sonhos’ homenageia Hans Christian Andersen no Tatuapé
Card da exposição Jardim Secreto dos Sonhos, no Tatuapé
ColetivoCafé & Arte em Movimento apresenta mostra poética inédita baseada em pesquisa biográfica e literária do autor dinamarquês durante todo o mês de abril
SÃO PAULO – De 1º a 30 de abril de 2026, a Biblioteca Municipal Hans Christian Andersen, unidade temática em contos de fadas, recebe a exposição ‘Jardim Secreto dos Sonhos – Ecos de Hans Christian Andersen’. Organizada pelo Coletivo Café & Arte em Movimento, a mostra reúne 20 poemas inéditos que celebram o legado do escritor dinamarquês.
O projeto foi idealizado e organizado pela professora e poeta Priscila Mancussi, presidente do coletivo. Cada um dos 20 poetas participantes dedicou-se a um rigoroso processo de estudo sobre a vida e as obras de Andersen, transpondo essas referências para versos contemporâneos. A viabilização do espaço cultural contou com a articulação estratégica dos escritores Josemir Lemos e Clarissa Lemos, enquanto a identidade visual e as artes da exposição são assinadas pela escritora e artista Cristina Pimentel.
Um Sarau para Enaltecer a Poesia
No dia 25 de abril (sábado), das 10h às 12h, o coletivo promoverá um Sarau Especial. Durante o evento, os autores darão voz às suas criações, transformando a leitura em uma performance literária que busca incentivar o hábito da leitura e dar visibilidade aos artistas locais.
A força silenciosa de um homem escolhido para amar
Mais que um simples José
Seymer Santos revela a humanidade, a fé e a missão de um dos maiores exemplos de amor e entrega da história.
Nem toda grande história começa com certezas.
Algumas nascem da dúvida, do medo… e, principalmente, de uma escolha.
Seymer Santos
É a partir dessa reflexão que o livro “Mais que um simples José”, convida o leitor a olhar com mais profundidade para uma das figuras mais silenciosas e, ao mesmo tempo, mais grandiosas, da história da fé cristã.
São José é conhecido por seu silêncio.
Na Bíblia, não há uma única palavra sua registrada.
Mas são justamente suas atitudes que atravessam os séculos como exemplo de fé, coragem e amor.
Na obra, ele deixa de ser apenas uma presença discreta para ganhar voz, sentimentos e humanidade.
Seymer Santos, autor de 40 anos, pai de três filhos e morador de Sobradinho, no Distrito Federal, constrói uma narrativa sensível, inspirada em estudos, obras religiosas e relatos místicos.
Católico e consagrado a São José, ele encontrou na escrita uma forma de se aproximar ainda mais dessa figura que sempre o inquietou.
“O que ele sentiu? O que pensou diante de uma missão tão grandiosa?”, foram perguntas que deram origem ao livro.
A partir desse questionamento, nasce uma história que apresenta José não apenas como o pai terreno de Jesus, mas como um homem real, que enfrentou inseguranças, medos, noites em claro e decisões que exigiam uma fé inabalável.
Aceitar Maria, compreender o mistério da concepção divina, proteger, educar e prover o Filho de Deus… tudo isso é retratado com sensibilidade, revelando um amor que vai além do sangue, um amor que nasce da escolha.
Inspirado em obras como “Consagração a São José”, do padre Donald H. Calloway, e nas visões da mística Anna Catarina Emmerich, que também influenciaram produções como o filme A Paixão de Cristo , Seymer constrói uma narrativa que une espiritualidade, emoção e reflexão.
Autor de 15 livros publicados de forma independente, com obras que transitam entre aventura, romance, liderança e literatura infantil, ele vive agora um momento especial de sua trajetória: o chamado para evangelizar por meio da escrita.
“Mais que um simples José” não é apenas uma releitura de uma história conhecida
É um convite a enxergar, com novos olhos, a grandeza de um homem que amou em silêncio, acreditou mesmo sem compreender tudo e aceitou, com humildade, uma das missões mais importantes da história.
Uma leitura que emociona, fortalece a fé e nos lembra que, muitas vezes, são os gestos mais silenciosos que carregam os maiores significados.
Você já se perguntou o que realmente se passava na mente de São José?
O homem por trás do silêncio, das escolhas difíceis e da fé, que moldou a vida do Messias?
Prepare-se para uma revelação íntima e transformadora que transcende os séculos e alcança o coração de cada leitor.
Pela primeira vez, José de Nazaré quebra o silêncio milenar, convidando você a uma jornada pessoal através de suas memórias mais profundas, angústias mais secretas e triunfos mais sagrados.
Esqueça o que você pensava saber sobre a figura discreta que guardou a Sagrada Família.
Este não é um simples relato; é a sua voz, a sua verdade, contada com a honestidade e a profundidade de um coração que amou, sofreu e obedeceu a Deus acima de tudo.
Em “MAIS QUE UM SIMPLES JOSÉ”, Seymer Santos nos entrega uma obra-prima da literatura espiritual, onde o carpinteiro de Nazaré se revela em sua plena humanidade.
Desde a infância marcada pela devoção e o trabalho humilde, até o momento em que sua vida se entrelaça, de forma inesperada e divina, com a de Maria, cada página é um convite à reflexão.
José nos conduz por fatos como a gravidez de Maria, o conflito entre a Lei e a voz do coração, e a intervenção angelical que o transformou de um homem justo e perplexo em um guardião fiel.
Acompanhe a difícil jornada a Belém, o milagre do nascimento na manjedoura, a apreensão da fuga para o Egito e a coragem de proteger sua família em terras estrangeiras.
Reviva os anos em Nazaré, o aprendizado no ofício, a educação de Jesus e a dor da perda e o alívio do reencontro no Templo.
O que você vai descobrir nesta jornada inspiradora?
A Coragem Silenciosa: Entenda como José enfrentou o desconhecido com fé, transformando incertezas em obediência.
A Humanidade de um Santo: Conecte-se com as angústias, dúvidas e alegrias de José, percebendo que a santidade é acessível no cotidiano.
A Paternidade como Vocação Divina: Inspire-se no exemplo de José como pai zeloso, provedor e educador, descobrindo o verdadeiro significado de ser guardião.
A Força do Trabalho Humilde: Veja como a dignidade do trabalho e a simplicidade da vida se tornaram caminhos para a santidade e a proximidade com Deus.
A Confiança na Providência: Aprenda a entregar seus planos e preocupações nas mãos divinas, assim como José confiou nos sussurros do céu.
Um legado para a Vida: Compreenda que, assim como José, você é chamado a ser “mais que simples” em sua própria jornada, encontrando propósito e significado em suas escolhas.
Este livro é para católicos e cristãos em geral, a partir dos 18 anos, que buscam aprofundar sua fé e espiritualidade.
Para aqueles que valorizam a reflexão pessoal, desejam inspiração em figuras bíblicas humanizadas e anseiam por aplicar ensinamentos espirituais em sua vida prática.
Se você busca coragem para enfrentar desafios, confiança para superar incertezas e um modelo de paternidade responsável, esta obra foi escrita para você.
Não perca a chance de ter sua vida tocada por esta história milenar contada de uma nova perspectiva.
Adquira agora “MAIS QUE UM SIMPLES JOSÉ” e embarque nesta jornada de fé, coragem e amor incondicional que irá transformar sua visão sobre a santidade e o propósito em sua própria vida!
Ella DominiciImagem gerada por IA do Bing – 27 de março de 2026, às 09:59
Há inícios que não chegam pelo corpo — chegam quando o espírito está pronto.
Quando os desígnios tocam a alma com a precisão do tempo divino, o amor encontra sua forma mais alta: não nasce do sangue, nasce da prontidão interior.
A adoção é esse milagre silencioso em que duas vidas se reconhecem antes mesmo do toque. É o instante em que um filho prometido — gerado na alma, não no ventre — encontra o colo que já o aguardava.
Há encontros que redimem, há destinos que se abraçam, e há amor tão sublime que inaugura o lugar onde realmente mora a felicidade genuína.
Márcia NàscimentoImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69c6832c-16e4-83e9-9f56-64afa2ecb944
A NR 01 é um dos assuntos que ganhou destaque na atualidade, devido à importância de sua atualização que entrou em vigor em 27 de agosto de 2024, por meio da portaria 1.419/2024 a qual exige que o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) considere riscos psicossociais, como assédio, sobrecarga e metas abusivas, sendo ela, a maior vitória no quesito Saúde Mental no Brasil, que passou a ser referência mundial em NR-01, pois a partir desta Lei, o que se entendia como segurança no trabalho, mudou completamente, sendo que agora, segurança implica também a prevenção dos riscos psicossociais no âmbito do trabalhador.
Em 2022, a OIT (Organização Internacional do trabalho) trouxe dados alarmantes no que tange o número de dias perdidos de trabalho que chegaram à estatística de 12 bilhões de faltas, por conta de transtornos mentais desenvolvidos no ambiente de trabalho, e esta foi a principal razão pela qual o MTE atualizou a norma.
Devido à grande demanda de colaboradores afastados por ansiedade, burnout, depressão e outros transtornos relacionados à mente, o MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), a decisão de atualizar a NR-01 que já existe há cerca de 47 anos e que agora tem como priori os 13 fatores de riscos psicossociais, que podem adoecer mentalmente colaboradores de empresas, quando não prevenidos a tempo, ressaltando que a NR-01, é considerada a matriz de todas as NRs, devido à importância de sua atualização, pois um ser humano saudável mentalmente, é capaz de contribuir de forma plausível e eficaz para a produtividade de sua organização.
Existem hoje no Brasil cerca de 24.213.445 empresas ativas que precisarão se regularizar com a NR 01, no prazo de até 26 de maio de 2026, que não é o prazo inicial e sim a data limite para que a fiscalização entre em vigor. A falta de investimento na Saúde Mental custa em média cerca de um trilhão de dólares para a Economia Global, gerando desfalques exorbitantes nos órgãos responsáveis pelos números de absenteísmos e a fiscalização do MTE será rigorosa no quesito da Implementação da Norma que foi maior vitória no Brasil, diferente do que muitos pensam não é para tratar os transtornos e sim, para levantar os riscos psicossociais no ambiente de trabalho a fim de prevenir a saúde mental do trabalhador, aos quais o implementador da norma necessita ter o conhecimento técnico específico exigido pelo MTE, o que inclui o PGR (Programa de Gerenciamento de Riscos), Inventário para o levantamento dos riscos, Avaliação e correção, relatórios e laudo assinado pelo implementador altamente capacitado para este trabalho.
Além da implementação da Norma, as empresas deverão instituir os Programas Contínuos de prevenção da saúde mental de seus colaboradores, conscientizando e evitando desta maneira o adoecimento mental dos mesmos. Muito mais que um documento, a NR-01 é o respeito para com o ser humano e a sua essência, além de trazer crescimento e desenvolvimento pessoal, dignidade e respeito, ética e ciência, oportunizando um clima organizacional de extrema ordem e neuroliderança aplicadas, resultando em equipes mais produtivas e saudáveis mentalmente.
Márcia Nàscimento
Capacitar Neuroeducação Treinamentos & Palestras
Implementadora Oficial da NR-01 certificada pelo MEC e Especialista em Saúde Mental do trabalhador
Sarau Olhar da Língua Portuguesa no Mundo homenageia mulheres que fortalecem a sociedade por meio da cultura
Sarau Olhar da Língua Portuguesa no Mundo
No dia 25 de março de 2026, o Museu da Casa da Administração do Parque da Luz, em São Paulo, foi palco de uma significativa celebração cultural: o Sarau Olhar da Língua Portuguesa no Mundo. O evento reuniu artistas, convidados e amantes da arte em uma tarde marcada pela sensibilidade, diversidade e valorização da cultura.
A iniciativa contou com a acolhida do administrador do Parque da Luz, Sr. Antônio de Toro, que gentilmente cedeu o espaço para a realização do encontro, contribuindo para a atmosfera receptiva e inspiradora que marcou toda a programação.
Entre os convidados de honra estiveram José D’Amico Bauab, Gabriel Kwak, Dirna Bautista, Celso José Moreira, Dirce Bautista Pliger e Agatha de Aquino, além de diversos participantes que prestigiaram o sarau e fortaleceram o intercâmbio cultural promovido pelo evento.
A abertura foi conduzida pela presidente Nilzangela Souza e pela vice-presidente Marlene Caprino, que destacaram, em suas falas, a importância de iniciativas culturais como ferramentas de valorização artística e transformação social. Ambas reforçaram o compromisso de manter a cultura viva e acessível, fortalecendo os laços entre arte e sociedade.
A programação musical trouxe momentos de grande sensibilidade, com apresentações de Abrão Matias, ao violino, e Fernando Leon, ao violão. O evento também contou com a participação de cantores líricos, entre sopranos e tenores, como Jefferson Aiolfi, Marlene Caprino e Susana Miranda, que emocionaram o público com performances marcadas pela técnica e expressividade.
No campo da poesia, o sarau reuniu nomes como Márcia Etelli Coelho, Eliza Muratori, Pedro Paulo Penna Trindade, Salete Lima, Patrícia Helena do Brás Santos e Shirley Ferro. Um dos destaques foi a participação da Poetisa da Luz, Shirley Ferro, que apresentou sua obra A Essência Não Tem Deficiência, reconhecida como única no país. Com poemas voltados à inclusão, a autora promoveu uma homenagem sensível às pessoas com Síndrome de Down, despertando reflexões profundas sobre empatia, respeito e diversidade.
Mais do que um encontro artístico, o evento teve como eixo central a valorização de mulheres que desenvolvem projetos culturais relevantes, evidenciando o protagonismo feminino na construção de uma sociedade mais consciente, inclusiva e humanizada.
O Sarau Olhar da Língua Portuguesa no Mundo reafirma o papel da arte como instrumento de transformação, integração e resistência cultural. Em tempos de desafios sociais, iniciativas como essa não apenas celebram a cultura, mas também a colocam como força ativa na construção de um futuro mais sensível e coletivo.
‘Emmanuel Marete: el poeta keniano de 15 años que le canta al mundo en tres idiomas’
Logo da seção O Leitor ParticipaEmmanuel, a sus 15 años habla tres idiomas: kimeru, suajili e inglés. Cortesía de Emmanuel.
Queridos amigos planetarios:
La tecnología, si le damos un uso apropiado, puede ser una herramienta de mucha influencia positiva en la vida de cada ciudadano. Claro que, en un mundo saturado de avances tecnológicos, también está presente el lado negativo: ese mundo oscuro de autodestrucción y distracción, impulsado por las redes sociales que surgen de manera copiosa. Es fácil perderse en ellas, y todos podemos vernos afectados si no tenemos una agenda clara de nuestro trabajo cotidiano. Sin duda, los más vulnerables son los jóvenes, que corren el riesgo de distraerse en exceso. Pero siempre hay excepciones, y hoy les presento a mi amigo poeta y estudiante keniano-estadounidense Emmanuel Marete Kimathi, hijo de la reconocida poeta keniana Jerusha Kananu Marete.
Emmanuel reside actualmente en Columbus, Ohio. Su obra explora la salud mental, la identidad y la resiliencia en la adolescencia, combinando introspección emocional con una claridad estructural admirable. A sus 15 años, este joven brillante ya destaca a nivel internacional en el mundo poético. Ha crecido en un ambiente privilegiado su madre es poeta, y parte de su familia se dedica a profesiones como derecho, ingeniería, medicina, neurociencia, ciberseguridad, educación, banca, economía, finanzas, seguros, política y negocios, lo que él mismo menciona como símbolo de motivación.
Emmanuel Marete, a los 14 años publicó su primer libro, Dawn to Dust – Echoes of a Wounded Soul (Mystery Publishers Limited, 2025)
Este talentoso joven habla tres idiomas: kimeru, suajili e inglés. A los 14 años publicó su primer libro, Dawn to Dust – Echoes of a Wounded Soul (Mystery Publishers Limited, 2025). La editorial lo describe así: “Emmanuel Marete Kimathi, de 14 años, nos presenta una colección de poemas profundamente conmovedores que ahondan en la esencia de la lucha y la resiliencia humanas. A través de versos evocadores, Emmanuel pinta un retrato crudo de la agitación interior, las presiones sociales y la incansable búsqueda de redención. Cada poema palpita con el peso de un alma herida que busca la luz entre las sombras, ofreciendo consuelo a quienes se sienten ignorados e invisibles”.
Queridos lectores, Emmanuel es todo un prodigio keniano. Aprendió a leer a los 3 años y comenzó a escribir poemas a los 9. En esta entrevista, nos habla de su disciplina para usar internet de manera productiva, su pasión por la lectura en diversos temas y sus planes de estudiar neurociencia, finanzas e ingeniería de software.
Espero que disfruten esta interesante charla, que sin duda los motivará a crecer y, en especial el mensaje es para los jóvenes y adolescentes a aprovechar al máximo las herramientas tecnológicas para destacar en lo tanto aman hacer.
Entrevista
¿A qué edad aprendiste a leer y desde qué edad empezaste a escribir poesía?
Comencé a leer a los tres años y empecé a escribir poesía a los 9, aunque mi primer poema publicado lo escribí a los 11, en mi clase de inglés de sexto grado.
Hablas inglés, suajili y kimeru. ¿Cuál fue el primer idioma que aprendiste a hablar?
Cuando empecé a hablar, lo hacía en una mezcla de inglés y suajili. Lo atribuyo a la prominente integración de ambos idiomas en la vida cotidiana keniana. Crecí viendo a la gente alternar entre ambos idiomas con tanta fluidez que eventualmente capté los básicos de los dos sin ninguna educación formal en ninguno.
En el último año, has estado estudiando español. ¿Cómo va tu progreso en el aprendizaje de este idioma?
Amo tanto mi clase de español. Es un idioma muy interesante y fácil para mí de aprender. Aunque aún no soy fluido, diría que he hecho un progreso notable: pasé de no saber nada a poder mantener una pequeña conversación en el idioma.
El poeta keniano Emmanuel Marete Kimathi posa junto a su madre, la reconocida poeta keniana Jerusha Kananu Marete. Cortesía de Jerusha Kananu Marete.
El 28 de junio de 2025, a los 14 años, lanzaste tu primer libro junto al de tu madre, la brillante poeta Jerusha Kananu Marete, Marry Me a Cowife. ¿Qué significó para ti este lanzamiento doble?
El lanzamiento doble de mi libro Dawn to Dust: Echoes of a Wounded Soul y el de mi madre, Marry Me a Co-wife, significó una iniciación oficial al mundo de la poesía y la literatura para mí. Era una iniciación de la que había soñado durante mucho tiempo, que llevó a la escritura, edición y publicación de mi libro, por lo que estaba eufórico de mostrar mi trabajo al mundo. Estaba, y sigo estando, extremadamente honrado de tener el privilegio de compartir el escenario con mi mamá, la persona que me inspiró a comenzar mi viaje poético en primer lugar.
¿Qué temas explora tu obra poética?
Mi poesía explora principalmente temas de salud mental, depresión y exclusión social. Escribo poesía con la esperanza de dar voz a los sin voz y crear conciencia sobre la salud mental.
¿Qué edad tenías cuando escribiste los poemas seleccionados para Dawn to Dust (Mystery Publishers Limited, 2025)?
Los poemas publicados en mi libro se escribieron a lo largo de dos años, con el más antiguo escrito cuando tenía 12 años. Sin embargo, hice mucha edición, refinamiento e incluso reescritura antes de presentar mi manuscrito inicial a mi editorial.
En la sinopsis de Dawn to Dust, la editorial describe tu libro como “una colección de poemas crudos y conmovedores que profundizan en las profundidades de la lucha humana y la resiliencia”. ¿Cómo explicas que alguien tan joven pueda escribir sobre esos temas con tanta profundidad?
Desde muy joven, siempre he sido un observador agudo. Siempre estuve atento a los cambios en emociones, expresiones y demoras. Además, soy empático y mis amigos —mayores y menores— a menudo venían a mí por consejo o simplemente para hablar de lo que estaban pasando. La mayoría de los temas de mi libro provienen de esas observaciones y conversaciones. Siempre he creído en el poder de la voz y mi libro fue mi forma de hablar por aquellos que sentían que no podían hacerlo por sí mismos.
Creciste en un hogar de arte y números: tu mamá es una artista multifacética, tienes una tía poeta y tu papá es un economista reconocido. ¿Cómo es un día típico para ti en ese entorno privilegiado?
Me gusta pensar internamente en mi familia como una “familia de polímatas” porque estoy bendecido de tener familiares cercanos en muchos campos variados: derecho, ingeniería, medicina, neurociencia, ciberseguridad, educación, banca, economía, finanzas, seguros, política, negocios, etc. Como resultado, he tenido la oportunidad de participar en muchas conversaciones esclarecedoras que han moldeado la forma en que razono, hablo y veo el mundo. Estoy más agradecido por la accesibilidad de libros que esta situación ofrece. No recuerdo un solo día en que me haya faltado un libro para leer —ya sean las colecciones de poesía de mi mamá, los libros de finanzas de mi tía o incluso los documentos de trabajo que me desglosan—. Leer ha sido siempre sinónimo de respirar en mi vida.
Este entorno privilegiado ha alimentado adecuadamente mi curiosidad y me ha animado a hacer más preguntas, investigar más y, lo más importante, nunca avergonzarme de preguntar o expresar una opinión: esa es mi mayor fortaleza.
¿Qué comentarios has oído sobre tu obra poética de tus compañeros de clase?
Mis compañeros y amigos han sido muy solidarios en todos los sentidos que importan. Siempre me han animado y motivado a seguir volando alto. Han elogiado mi poesía, con algunos diciendo que les habló y les dio el coraje para abrirse sobre sus emociones.
En esta era digital llena de distracciones, conocer a un joven de 15 años con un libro publicado que habla tres idiomas con fluidez no es común; es casi un milagro. ¿Cómo has logrado no contagiarte del virus digital global que afecta a la mayoría de los adolescentes?
No diría que he intentado evitar las redes sociales o internet. De hecho, internet ha demostrado ser una de las herramientas más influyentes en mi aprendizaje y desarrollo. Sin embargo, he aprendido a usarlo como un recurso y no como una distracción. Diría que para evitar el “virus digital”, uno debe definir sus metas, crear un mapa de acción hacia esas metas y construir sistemas que lo hagan responsable. También es importante abrazar tus defectos y reconocer que los errores son inevitables, ya que esa es la única forma en que crecemos y nos aseguramos de que nuestros errores no se conviertan en fracaso.
He leído que, además de la poesía, tienes pasión por las matemáticas, la psicología, la ingeniería y el pensamiento sistémico. ¿Qué profesión planeas estudiar?
Profesionalmente, planeo estudiar neurociencia, finanzas e ingeniería de software.
¿Has pensado en publicar una antología poética trilingüe?
Sí. La idea de publicar una antología trilingüe es algo que estoy considerando para el futuro. Creo que sería una gran forma de llegar a una audiencia más amplia y relacionarme mejor con mis lectores globales.
¿Consideras la poesía un medio para expandir conversaciones, y por qué?
Para mí, la poesía ha sido una salida emocional y creo que es una forma hermosa de articular tus pensamientos. A menudo, cuando estoy confundido, recurro a la poesía para organizar mis ideas y procesar mis emociones. Creo que esta filosofía se puede aplicar a casi todos: leer y escribir poesía es una gran forma de expandir conversaciones porque enseña nuestros pensamientos, emociones y frustraciones de manera clara y estructurada.
¿Qué consideras las virtudes esenciales para la restauración y sostenibilidad que la humanidad necesita para lograr la unidad global?
La comunicación y la empatía son los valores que encuentro más cruciales para lograr la unidad global. Cuando podemos comunicar efectivamente nuestras necesidades y al mismo tiempo entender las limitaciones de los demás, entonces podemos llegar a compromisos y soluciones que beneficien a todos.
¿Cómo ha sido el cambio cultural y climático que has explorado desde que llegaste de Kenia a Estados Unidos?
Mudarme a Estados Unidos ha sido una experiencia muy esclarecedora para mí. Al principio fue difícil: nueva escuela, nuevas personas, nuevos sistemas. Pero decidí tomarlo como una aventura. Fue la primera vez que realmente tuve que resolver las cosas por mi cuenta sin la intervención cercana y oportuna de mi familia y amigos cercanos. En Kenia me enseñaron independencia y autosuficiencia —después de mudarme aquí, la viví.
El cambio climático fue más gradual, ya que me mudé a Estados Unidos hacia el final de la temporada de verano y el clima era muy similar al de casa en ese momento. El invierno trajo sus desafíos: nieve, vientos fuertes y clima congelante. Fue más difícil adaptarme al invierno, pero me alegra haber tenido a mis padres y amigos para ayudarme a navegarlo.
En el siguiente enlace podrán disfrutar de un vídeo que nos ha compartido en inglés el poeta Emmanuel Marete Kimathi, en el cual lee un poema de su libro publicado: https://youtu.be/GAIe9Em6uMQ?si=f2F-MPowMpJUy6Hs
Nota: la presente entrevista ha sido traducida del inglés al español mediante Perplexity AI.
Surendra Nagaraju – Elanaagaimaqgem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69c41597-cb78-83e9-8454-88a6cccda504
Taciturn men are disdained by all – they’re always mum; that is their fall. Shrouded in silence, seized by diffidence, they languish in despondence.
Verbosity is a virtue in the eyes of this banal world, but poor taciturn men are mute and cold; So, to many, they’re off-putting a hundredfold.
Many a tight-lipped man may be going through the torture of a thousand knife-thrusts every minute, or tasting the havoc of raging storms within, each moment.
Poor taciturn men are misinterpreted souls, for they are closed books, subterranean dens, unerupted volcanoes in oceans. They need to be assessed with utmost caution; compassion is what cures their desperation.