Augusto DamasImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/0cbc2372cb08edd7?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
Antes das palavras nascerem, antes dos livros e das canções escritas, já existia a música.
Ela habitava o vento que soprava entre as montanhas, o murmúrio dos rios, o canto dos pássaros ao amanhecer e o pulsar dos corações humanos.
Nos tempos antigos, quando a humanidade ainda aprendia a caminhar pela história, mãos simples transformavam troncos em tambores, ossos em flautas e o silêncio em melodia.
A música acompanhou os povos em suas jornadas, esteve presente nos templos sagrados, nas festas dos reis, nas colheitas, nas guerras e nas celebrações da vida.
Nas margens do Nilo, nas cidades da Mesopotâmia, nas praças da Grécia Antiga, ecoavam harpas, liras e cânticos que atravessariam os séculos.
Veio a Idade Média, e nos mosteiros a música elevou-se aos céus, como oração transformada em som, como ponte entre a Terra e o infinito.
Depois floresceu o Renascimento, e as notas ganharam novas cores, novas formas, novos sonhos, como jardins sonoros cultivados pela imaginação humana.
Bach teceu harmonias como quem borda estrelas. Mozart fez dançar a alegria entre os acordes. Beethoven transformou desafios em eternidade, fazendo da música uma voz mais forte que o tempo.
Então chegaram os novos séculos, e a música atravessou rádios, discos, palcos e telas, viajou por oceanos e continentes, unindo povos, culturas e emoções.
No Brasil, ela encontrou morada no samba, na saudade da bossa nova, na poesia do choro, na força do forró e na alma sertaneja.
E assim continua, eterna companheira da humanidade, contando histórias que as palavras não alcançam, guardando memórias que o tempo não apaga.
Porque a música é mais que arte.
É linguagem da alma, é emoção que ganha asas, é o invisível transformado em som, é a própria história da humanidade cantando através dos séculos.
Eu fui calcular a distância entre a Terra e o Céu… Os quilômetros das estrelas dentro de um olhar fiel… A estrada entre o ferrão da abelha e o seu mel… E descobri que há uma geometria colossal: Todo o Céu fica bem perto daquele que é distante do mal!
Eu fui calcular a distância entre o espinho e a flor… E aprendi: posso crescer naquilo que me desconfortou! Escolho ser a pétala que o mundo perfumou!
Então olhe: É você que escolhe! A distância entre a flor e o espinho é a mesma no caminho! O Céu fica mais perto de quem o tocou! O Céu é o vizinho de um sonhador! Então sonhe: A distância entre os anjos e os homens…finda no amor em que toda distância some! O Céu está do lado de quem amou!
Então amanheceu: o Universo respirou o que você floresceu… Não há distância entre tua alma e Deus… Se escolho as essências mais perfumantes… Os espinho, por si só, ficarão distantes!
Eu fui calcular o valor de um aprendizado… O tesouro que há num saber bem depurado… Descobri que o espinho protegeu a flor! Que guardião de louvor! E sou tão grata àquilo que um dia chamei de dor!
Eu fui calcular a distância entre o Céu e um coração: descobri que posso ser o Céu, então, se a minha mão tocar o coração de quem precisou! Um espírito mais filosófico diria: distância não é espaço, é ontologia! O perfume deixado pelo que foi superado é maestria! O Céu é o teu interior!
Navegar na pensabioidade… Nutre a qualidade de nosso vínculo c’a perenidade…Isso é restaurador! Escolho um perfumar não persecutório, trazendo Continentes dentro de meus olhos… Ampliando a visão do Cosmos…Com candor!
O Universo, todo aberto, é só uma letra d’um grande Alfabeto… O Cosmos ainda é um feto… em labor! Evoluir a alma é o maior dos sucessos… Eis o cálculo mais correto: cumpra a vida em todos os seus metros! Reencante o teu interior!
Colaboremos com o parto da própria Criança… Pois a vida sempre estará em gestação…Esse poema é uma laica oração…p’ra quem o mundo já perdoou!
Há momentos na vida em que a noite parece não ter fim. O silêncio pesa, as lágrimas se tornam companheiras e a esperança parece distante, como uma estrela escondida pelas nuvens. Mas é exatamente nesse instante — quando o escuro se torna mais denso — que a promessa divina sussurra ao coração: “O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem pela manhã.”
Essa frase, tão antiga e ao mesmo tempo tão atual, fala da certeza de que nenhuma dor é eterna. O sofrimento tem hora marcada para ir embora, e a alegria sempre encontra o caminho de volta. A noite, por mais longa que pareça, é apenas um intervalo — uma pausa necessária para que o amanhecer brilhe ainda mais.
A vida é feita desses ciclos: o pranto que limpa, a esperança que renasce, o sol que retorna para aquecer o que antes parecia frio. Deus, em Sua sabedoria, nos concede o tempo da escuridão não como castigo, mas como aprendizado. É na noite que aprendemos a valorizar a luz.
E assim seguimos. Cada novo dia é uma chance de recomeçar, de enxugar as lágrimas e abrir as janelas da alma para o primeiro raio de sol. Porque, depois de toda noite — por mais triste que tenha sido — sempre haverá uma manhã esperando para sorrir com a gente.
Irene da rochaImagem criada por IA do Bing. 20 de junho de 2025, às 17:45 PM
No luar da madrugada, a dançar, Segredos se movem em doce compasso, A brisa ao amanhecer faz despertar, Promessas sussurram em suave abraço.
O Sol desponta, o horizonte a pintar, Na grama molhada, a natureza em pranto, Prepara o encontro que vem celebrar, Contempla o mundo, envolto em encanto.
Versos traçam caminhos sob a lua, Madrugada tece sonhos e alento, Na brisa do amanhecer, magia flutua.
Serenidade no luar, bem guardada, Poesia na noite é puro sentimento, O sol escreve na grama orvalhada.