Dia Internacional da Amizade

Denise Canova: ‘Dia Internacional da Amizade’

Denise Canova
Denise Canova
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Dia Internacional da Amizade

Eu e os países

Amizades lindas e poéticas

Versos nos unem

Tudo perfeito e com amor

Eu e vocês gratidão

Amo vocês.

Dama da Poesia

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Lascia che felicità

Elisa Mascia: Poesia ‘Lascia che felicità’

Elisa Mascia
Elisa Mascia
Uma mulher sorridente em um vestido claro e um homem de camisa azul se abraçam apaixonadamente em um campo florido ao pôr do sol, com um cavalo marrom pastando ao fundo.
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Hai chiesto al sole di portarmi un raggio
lui si è presentato con il sole intero
gradisco il gesto ed è solo un assaggio
per dimostrare il tuo amore sincero.

Biglietto scritto: ” nulla è più un miraggio”
quel che sarà contenuto nel pensiero
d’ora in poi consideralo a tuo retaggio
quando un dì sarò da te sul mio destriero.

Prima che primavera la tua anima
in ogni sua piega abbia infiorato
piantando sul tuo viso semi di felicità

annullando traccia di tristezza o lacrima
giunge da lontano fino a te lui, l’amato
i sogni ha trasformati in gioiosa realtà.

Elisa Mascia

Kareem Abdullah-Irak e Elisa Mascia

Tradotto in arabo da Kareem Abdullah-Irak

قصائد من ايطاليا – للشاعرة : إليسا ماسيا ..
ترجمة : كريم عبدالله – العراق

دعِ السعادةَ تأتي
طلبت من الشمسِ أن تهديني شعاعًا، فجاءتني بالشمسِ كلِّها، لا بشعاعٍ واحد. أُحبُّ هذا الكرم، وما هو إلا بدايةٌ لتُعلنَ بها صدقَ حبِّكَ ونقاءَه.
وكتبتَ في رسالتكَ: “لم يَعُدْ شيءٌ مجرَّدَ سراب.” فكلُّ ما سيحمله الفكرُ منذ هذه اللحظة، اعتبريه إرثًا لكِ، إلى أن يأتي اليوم الذي أصلُ فيه إليكِ ممتطيًا جوادي.
وقبل أن يُزهرَ الربيعُ كلَّ ثنيةٍ في روحكِ، ويغرسَ على وجهكِ بذورَ السعادة، ويمحو آخرَ أثرٍ لحزنٍ أو دمعة، سيأتيكِ من أقاصي البعد حبيبُكِ، وقد حوَّل الأحلامَ إلى حقيقةٍ مفعمةٍ بالفرح.

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Um dia destes

Evani Rocha: Poema ‘Um dia destes’

Evani Rocha
Evani Rocha
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Um dia destes ainda subo as montanhas,

Ainda colho as últimas gotas de orvalho.

Um dia qualquer de janeiro,

Ainda alço voo feito uma águia

Ou feito a profusão das cachoeiras.

Um dia destes ainda quero tuas mãos nas minhas…

Aninhadas, como se fosse a última vez!

E talvez, ficar em silêncio para ouvir teu coração,

Ouvir o cochicho de nossas almas, bem devagarinho,

Como quem lapida um diamante…

Porque as palavras certas são preciosas,

Não devem perder-se na distância,

Na displicência das horas…

Um dia destes, ainda na aurora,

Quero apreciar-te ao nascer do sol: 

Tez radiante, embebida pelos raios fulgurantes 

Que penetram teus olhos, e faz-te flor,

Campinas e campos.

Um dia destes, talvez eu possa ser lua,

Para dormir em teus braços, de alma nua,

Mas protegida dos olhos do mundo!

Evani Rocha

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Pássaro engaiolado

Eliana Hoenhe Pereira: Poema ‘Pássaro engaiolado’

Eliana Hoenhe Pereira
Eliana Hoenhe Pereira
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Enclausurar um pássaro,

deixá-lo em um espaço limitado,

confinado a alçar voo no vazio

em dias sombrios,

sem desfrutar da beleza da natureza

é um ato de crueldade.

Viola a liberdade!

Fruto de uma cultura primitiva

que não cativa.

Tortura psicológica

que não tem lógica.

A gaiola representa a contenção

de quem não tem compaixão.

O amor não rima com prisão.

Eliana Hoenhe Pereira

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Eu e eles

Marli de Freitas: Crônica ‘Eu e eles’

Marli Freitas
Marli Freitas
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Já estive entre isto ou aquilo, apanhei pedras no meio do caminho e coloquei tudo quanto sou no mínimo que fiz.

Machadianamente, vivi tirando o maior bem do pior mal. Faço da vida um pouso breve, que colhe o instante, leve como passarinho que encanta a Terra, mas prefere o Céu. De manhã sou primavera, que desabrocha colorida e se deita na janela para abraçar a vida. Ao meio-dia sou alegria, enquanto vou colhendo o dia. Ao entardecer saio do ninho à procura do caminho e, quando o sol se deita, sou a certeza de quem fez a diferença. Quintaneando eu morro de amor e …

… continuo vivendo. Entendo que ganhar e perder faz parte da travessia, mas prefiro perder o medo e ganhar o horizonte.

Já fui além da Terra e além do Céu, me apaixonei por uma Estrela Gêmea, subi a Pedra Itaúna para ver a passagem de um cometa, imaginei outras realidades e quis conhecer a verdade.

Passei muito tempo tentando entender o porquê disto ou daquilo, mas foi na beleza das flores que encontrei a cura para o meu coração.

Escrever uma história de amor é fácil, difícil é saber que o seu amado está do outro lado do caminho. A felicidade parece mesmo individual, mas uma coisa é certa – quanto mais amamos, mais fortes somos e, na dúvida, o melhor mesmo é amar sem nenhuma medida.

Marli Freitas

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Cidadania do amor

Conheça Elias Farias, o escritor que transformou seu amor em um livro

Cidadania do Amor
Cidadania do Amor

Quem disse que o romance saiu de moda?

O escritor e poeta Elias Farias está aí para provar o contrário.

Paranaense de nascimento, mas morador de Limeira, no interior de São Paulo, ele transformou o seu próprio casamento em inspiração literária.

Elias Farias
Elias Farias

Tudo começou de um jeito muito bonito e simples: Elias escrevia poesias românticas para a sua esposa, dona Maria das Dores Farias.

Ele colocava no papel aquele ditado que todo mundo conhece, mas invertido: escrevia exatamente “o que os olhos não veem, mas o coração sente”.

Com o tempo, essas declarações de amor guardadas em casa foram crescendo, e foi aí que surgiu a ideia de juntar tudo e publicar o seu primeiro livro, o emocionante “Cidadania do Amor”.

Sempre escrevendo com o coração e falando sobre os sentimentos mais sinceros, o autor não planeja parar tão cedo.

Para a alegria dos leitores, Elias Farias já avisou que vem muita novidade por aí: em breve, ele vai lançar um livro de romance novinho e, além disso, já está preparando uma história infantil.

Vale a pena acompanhar de perto os próximos passos desse escritor que usa a literatura para espalhar o amor verdadeiro pelo mundo!

REDES SOCIAIS DO AUTOR

CIDADANIA DO AMOR

SINOPSE

Cidadania do Amor nasceu para gritar o que a cidade esconde.
Mostrar que o amor é maior que todas as coisas.
Maior que o prédio que arranha o céu.
Maior que o hospital que não cura o coração.
Maior que a delegacia que não prende a saudade.
Maior que o supermercado que não mata a fome da alma.
Maior que a joalheria vendendo joias que não brilham mais que o corpo da mulher amada.
Mistura conto e poesia para cumprir a missão: te ensinar o amor verdadeiro.
A lei que não está no papel. Está no DNA. Código do coração.
A única que te liberta desta prisão com trancas abertas
E transforma, como um ipê se despindo das folhas para ser flor.
Que prova que quem vive de amor nunca morre.
Porque no fim tudo se acaba.
Mas quem ama permanece para sempre.
Porque o amor suporta todas as coisas e ultrapassa o infinito.
Se você já entendeu que ter a cidade toda não vale nada sem ter a si mesmo, sua cidadania está pronta.
amor é maior. E te espera na página 1.
Neste livro você vai aprender:

  1. A sair da cela com trancas abertas onde ego ferido e coração partido te prendem.
  2. A lei do DNA: o amor verdadeiro que não está no código penal, mas cura o que a cidade adoece.
  3. Como virar ipê: perder todas as folhas da dor e florescer em amor que nunca morre

Assista a resenha do canal @oqueli no YouTube

OBRA DO AUTOR

Cidadania do Amor
CIDADANIA DO AMOR

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Resenhas da colunista Lee Oliveira




O amor e a vida

Dorilda Almeida: Poema ‘O amor e a vida’

Dorilda Almeida
Dorilda Almeida
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Quando nascem
As flores
A vida
Fica mais colorida

Quando crescem
Os medos
A vida
Fica menos saborosa

Quando surge
O amor
A vida
É vida
De se viver.

Dorilda Almeida

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