Ismaél Wandalika: ‘Teu sorriso combina com a vida’
Soldado Wandalika Imagem crfiada por IA do Grok – 23 de janeiro de 2026, às 06:13 PM – https://grok.com/imagine/post/f07334c5-7ece-41be-b76d-649b2ef02f26
Entoa poesia melódica, celebra mais um dia A vida inspira poetas na via, tira da linha toda malícia Agulha afia o som que consome a fome dos homens No imo das mulheres, acelera a palavra dá a luz ao prazer
Viver Fazer To live, to see A vida ensina aos pobres, versos que enriquecem o dinheiro que embriaga a caneta da dança!
Teu sorriso combina com a vida Teu sorriso combina com o amor Teu sorriso é perfeito para o livro na capa Teu sorriso humilha a dor.
Priscila MancussiImagem criada por IA da Meta – 9 de janeiro de 2016, às 13:38 PM
Sabe-se lá de onde vem Sabe-se a dor Sabe-se o ardor Sabe-se o riso Sabe-se o paraíso Só sabe-se que tem Só sabe-se que vem Só sabe-se que ele existe Escondido em ti Dentro do peito Ardendo, queimando, explodindo Amor, amor e amor Com suas facetas e façanhas Com o peito aberto Com o corpo em brasas Com o pensamento a mil Com suas cores e às vezes suas dores Com seu riso doce ou sua lágrima sofrida Com suas idas e vindas O Amor não tem sexo Não tem cor, não tem nada de normal Amor… Num grito, bem dito, bem feito Desse jeito, amando, amado e Bendito, bem visto, benquisto
Vivian Mattos de Sousa transforma maternidade, espiritualidade e psicologia em poesia para acolher famílias
Amor em forma de criança
Amor em Forma de Criança nasce do lugar mais genuíno da experiência humana: o amor de uma mãe por seus filhos.
Vivian Mattos de Sousa
Vivian Mattos de Sousa, psicóloga com ampla atuação em educação emocional infantil, construiu sua trajetória profissional ouvindo, acolhendo e traduzindo sentimentos das crianças.
Foi exatamente dessa escuta sensível que surgiram os poemas que compõem o livro.
A obra reúne dois poemas escritos originalmente para seus filhos, carregados de afeto, presença e espiritualidade.
Ao decidir publicá-los, Vivian amplia esse gesto íntimo e convida outras famílias a refletirem sobre a luz que cada criança carrega, uma luz que não apenas existe, mas irradia, desperta e transforma o ambiente ao redor.
Com uma escrita poética, suave e profunda, o livro propõe um encontro entre adultos e crianças, estimulando vínculos, conversas e leituras compartilhadas.
Mais do que um livro infantil, é um convite à reconexão emocional, ao cuidado com os sentimentos e à valorização do amor como força central da infância.
Amor em forma de criança é um livro delicado que reúne dois poemas escritos para os filhos da autora.
Em versos sensíveis e afetuosos, ela revela a luz que cada criança carrega dentro de si uma luz capaz de iluminar o mundo ao seu redor e despertar o amor profundo que habita em cada um de nós.
Esta obra é uma homenagem singela e poética aos pequenos que transformam a vida com sua presença, trazendo beleza, inspiração e sentimentos que tocam o mais íntimo do coração.
Uma leitura que aquece, abraça e lembra que, no olhar de uma criança, mora a essência do amor verdadeiro.
A maturidade feminina como território de recomeços
Amor de Alecrim
Há histórias que continuam porque ainda têm muito a dizer.
Amor de Alecrim nasce exatamente desse lugar: da escuta atenta aos leitores, do vínculo criado com personagens reais e da certeza de que a maturidade feminina é um tempo fértil de perguntas, descobertas e transformações.
A autora Ana Paula Sampaio Couto, nascida em Nova Friburgo (RJ), onde reside até hoje, é professora de Língua Inglesa há mais de três décadas.
Sua estreia na literatura aconteceu em 2021, com participações em antologias como Diário dos Confinados (Editora Resilience).
Em 2022, lançou seu primeiro romance, Amor de Manjericão, obra que marcou não apenas sua entrada definitiva na carreira literária, mas também um ponto de virada pessoal e criativo.
O impacto de Amor de Manjericão foi imediato.
Ana Paula Couto
Leitoras se reconheceram na protagonista, compartilharam experiências, enviaram mensagens e, principalmente, pediram continuidade.
Atenta a esse diálogo, Ana Paula decidiu, em 2023, dar sequência à história.
O novo romance foi escrito ao longo de um ano, passou por um cuidadoso processo de revisão em 2024 e foi lançado em 2025, durante a Flip, em Paraty.
Amor de Alecrim retoma a personagem central dez anos depois, agora casada e imersa em novas questões que atravessam a vida de muitas mulheres maduras.
O livro aborda temas como a relação entre mãe e filha, a síndrome do ninho vazio, a crise conjugal, a aposentadoria, as transformações nos afetos, o autoconhecimento, a independência emocional, a menopausa e as inevitáveis mudanças de paradigmas que acompanham essa fase da vida.
No primeiro romance, Amor de Manjericão, a autora apresentou um chick-lit protagonizado por uma mulher 40+, acompanhando seu processo de reconstrução após uma traição e um divórcio.
A narrativa trouxe à tona discussões sobre etarismo, maternidade e relacionamentos afetivos, inclusive quando a personagem se envolve com um homem bem mais jovem, sempre com leveza, humor e sensibilidade.
Em Amor de Alecrim, esse mesmo “tracejado” narrativo se mantém, mas amadurece junto com a personagem.
A escrita continua leve e bem-humorada, sem perder profundidade, oferecendo ao leitor um retrato honesto do cotidiano feminino e das camadas emocionais que se revelam com o passar do tempo.
“Escrevo para mulheres que, como eu, descobriram na maturidade o direito de ser imperfeitas e felizes” Ana Paula Couto
Essa frase parece sintetizar o espírito da obra: um livro que acolhe, representa e legitima as vivências de mulheres que seguem se reinventando, mesmo, e justamente, quando a sociedade insiste em colocá-las à margem.
Amor de Alecrim é uma continuação, mas também um novo começo. Um romance que confirma que crescer, mudar e se escutar não tem prazo de validade, e que a literatura pode ser um espelho generoso para quem atravessa essa jornada.
Amanda passeou entre a dor de uma traição, um divórcio, a perda, o luto e a redescoberta do amor.
Tudo isso quando fez quarenta anos.
Teve que ressignificar a sua vida e a sua trajetória.
Nessa época, envolveu-se com Caio, uma paixão de verão, mas casou-se mesmo foi com Arthur, o seu amor de manjericão.
Passada mais de uma década, muita coisa mudou.
Amanda ainda está casada com Arthur e a Laurinha, a sua filha, foi morar fora do país.
Sente-se realizada e feliz, parece que finalmente a sorte sorriu para ela.
Tudo em sua vida está no lugar desde que se casou novamente.
“Tudo está no lugar? E essas mudanças de humor repentinas? E esses suores noturnos? De onde vem essas inseguranças? Por que me sinto distante de Arthur? Devo me aposentar? O que faço da minha vida?!!! Help!!!”
Esses são apenas alguns dos muitos questionamentos que Amanda vai viver no auge dos seus cinquenta anos, fase tão desafiadora, mas tão cheia de possibilidades para serem vividas pelas mulheres.
No meio de um mar de angústias e dúvidas, a mãe de Laurinha vai reencontrar o seu passado e descobrir a única forma de amar que a salvará de si mesma: o Amor de Alecrim.
José Antonio TorresImagem criada por IA do Bing – 10 de dezembro de 2025, às 7:42 PM
A música suave… O multiaroma de um jardim florido onde desabrocha a mais linda flor. O som das ondas quebrando na praia… A brisa do mar fluindo pelo ar… Você!
Nesse microcosmo, o mundo lá fora não existe. Nada mais importa. Nesse ambiente que transpira amor, nada pode macular essa atmosfera. Nada existe além disso. Nem pessoas, nem problemas… nada! O mundo resume-se a este momento de puro encantamento.
Você é a representação da mais perfeita flor; Delicada, perfumada, sedosa e linda. A entonação da tua voz é doce e melodiosa. Lembra o som das ondas a me embalar. O teu caminhar suave parece flutuar sem o chão tocar. A brisa do mar, impregnando o ambiente, me faz sentir a tua respiração.
Traduz a beleza e a força da Natureza. Amar, ser amada e cultuada, preciosa flor. Vieste para encantar e dar sentido à vida. Esse é o teor da tua existência.
Zé Franco – Arquivo pessoalArquivo pessoal do autor
“Educar é deixar-se um pouco no outro…”
Educar é deixar-se um pouco no outro… E importa, ao estimado educador, perceber como é que tem ficado em cada outro que educa. É para um mundo melhor que se quer? Vale a pena continuar? Perguntas que também me atravessam.
Se a terra está seca de pão, de sonhos, de futuro, e a educação parece uma semente teimosa, que a coragem seja um rio. Que a esperança respire. Que o amor permaneça. Não custa pouco arrancar um sorriso à fome, e não é simples cultivar valores de cultura, de vida humana, e o sentido de pátria, para que esta Terra, e este mundo, sejam um pouco aliviados de tantos fardos que hoje suportam.
FELIZ DIA DO EDUCADOR (22 de novembro, Angola)!
Com esse texto especial, Zé Franco homenageia os educadores, partilha pensamento sobre o ato de ensinar nos dias de hoje, particularmente em seu país natal, e comemora o dia do educador por meio da escrita.
Osvaldo Manuel AlbertoImagem criada por IA do Grok
Vamos nos amar. Vamos nos amar para que a vergonha tenha vergonha de nos envergonhar
Vamos nos amar para que as lutas sejam colectivas e tornem-se mais fáceis de vencer.
Vamos nos amar para que a soberba diminua e a petulância se esvazie, para compreender que tudo é vaidade.
Vamos nos amar para que não precisemos de justificar nada, para que a empatia e a solidariedade não sejam objectos das redes sociais motivados por likes, que sejam naturais e refrescantes como a brisa do mar no entardecer.
Vamos nos amar. Vamos nos amar para que a ciência se torne comum ao senso de todos os meros mortais, para que a pedra não pese sobre nós em forma de julgamento.
Vamos nos amar para que na presença ou na ausência os corações continuem verdejantes como a floricultura bem tratada.
Vamos nos amar para sentir menos dor, para ter paz, diluir qualquer peso que possa abalar a estrutura de uma consciência.
Vamos nos amar para que nem a dor, nem a doença e nem a morte possa importunar a criação dos nossos filhos. Mesmo quando o cerne é o corpo, em nada adianta proteger a carne quando o coração está em pedaços.
Vamos nos amar. Vamos nos amar para juntos ultrapassarmos as intempéries calamitosas deste sistema, para juntos combatermos as armadilhas do passarinheiro. Para que a amizade perdure no tempo nessa caminhada efémera.
Vamos nos amar para evitar o empobrecimento da alma e o embrutecer do coração.
Vamos nos amar. Vamos nos amar para não nos procurarmos quando já não é possível nos preocuparmos. Para evitar que morramos em vida. Para que a morte não signifique o fim, mas, tão somente, a etapa necessária que todos os seres viventes passarão.
Vamos nos amar. Vamos nos amar para que ainda que um de nós parta, parta seguro de que ficará a saudade, as lembranças positivas e que nenhum peso abale a estrutura de uma consciência costurada pelo amor.
Vamos nos amar para demostrar segurança, não porque é desejo dos outros, mas porque o comando interno assim está programado.
Vamos nos amar para dar de beber quem tem sede, para criar uma barreira intransponível e ouvir os gritos do silêncio!