Jair Pereira Pinto

Suziene Cavalcante

‘Jair Pereira Pinto: um grande líder, para sempre amado!

Suziene Cavalcante
Suziene Cavalcante
Crédito da foto: policial Grasiele Cordeiro
O Plantão A. (Crédito da foto: policial Grasiele Cordeiro)

Senhoras e senhores!

Hoje não nos reunimos apenas para nos despedirmos de um líder. Reunimo-nos para agradecer.

Agradecer a Deus pelo privilégio de termos convivido com um homem cuja grandeza jamais esteve na força da voz, mas na raridade do coração!

Um homem que, desde 2005, ao ingressar na Polícia Penal de Mato Grosso e ser lotado na Penitenciária Major Eldo de Sá Correia, fez do serviço público um verdadeiro sacerdócio.

Durante aproximadamente vinte anos, conduziu o Plantão A com firmeza, serenidade, competência e, acima de tudo, humanidade.

Enquanto muitos enxergavam apenas muros, grades e concreto, ele enxergava pessoas.

Enquanto a pressão tentava endurecer os corações, ele fazia questão de permanecer humano e de espírito elevado!

Todos nós sabemos o que significa trabalhar atrás daqueles muros. Sabemos o peso emocional. Sabemos os riscos.

Sabemos das noites sem dormir, das preocupações levadas para casa, da tensão permanente e do desgaste silencioso que acompanha quem dedica a vida à segurança pública.

Poucos ambientes exigem tanto da mente e da alma quanto uma penitenciária. E foi exatamente ali que Jair decidiu ser raro, humano, diferente!

Ele foi Sol, um Sol na liderança:

Quando havia tempestades, ele permaneceu luz.

Quando havia desânimo, oferecia esperança. Quando alguém pensava em desistir, encontrava nele uma palavra de incentivo. Quando havia conflitos, surgia a serenidade de quem compreendia que autoridade não se impõe pelo medo, mas se conquista pelo respeito.

Nunca perseguiu. Nunca humilhou. Nunca mediu pessoas pelo cargo, pela função ou pelo poder. Tratava todos com a mesma dignidade.

Ensinou que o verdadeiro líder não caminha à frente para ser admirado.

Caminha ao lado para que ninguém fique para trás!!!

Sempre nos fez sorrir, com tanta leveza e sinceridade!

Raro tal qual os diamantes, Jair nos ensinou que em um ambiente tão difícil, ainda era um lugar onde ainda era possível sorrir.

De fato, há homens que entram para os jornais. Jair entrou para algo muito maior. Entrou para o coração das pessoas. Seu nome talvez não esteja gravado em monumentos de pedra. Mas está gravado na memória, na gratidão e no afeto de todos aqueles que tiveram o privilégio de compartilhar um plantão ao seu lado.

Foram vinte anos ensinando sem precisar levantar a voz. Foram vinte anos mostrando que disciplina pode caminhar junto com respeito. Que firmeza pode caminhar junto com gentileza. Que autoridade pode caminhar junto com humildade.

Hoje, ao despedir-se da liderança e aproximar-se da aposentadoria, ele encerra um capítulo extraordinário de sua trajetória.

Seu legado continuará vivo cada vez que um policial escolhe agir com equilíbrio, justiça e humanidade, como Jair sempre agiu.

Se existisse um diploma concedido pelo próprio coração humano, Jair Pereira Pinto receberia, sem qualquer dúvida, o título de Mestre da humildade, Doutor em solucionar conflitos, Pós -Doutor em habilidades de espírito de equipe.

Porque ensinou que liderar é servir. Que comandar é cuidar.

Que ser forte é proteger. Que vencer é fazer o bem. Ele é como o lírio. O lírio não escolhe o lugar onde nasce, mas derrama beleza nos lugares mais improváveis dos montes e vales!

Em um dos ambientes mais difíceis da sociedade, escolheu ser um ser humano raro. Um líder raro. Escolheu espalhar esperança. Escolheu espalhar paz. Escolheu espalhar humanidade.

Obrigada por nunca deixar que as dificuldades roubassem sua bondade. Obrigada por nos ensinar que o maior patrimônio de um líder não é o cargo que ocupa, mas o amor que deixa nas pessoas. Como um lírio que rompe a pedra. Como uma nascente que brota no deserto. Como uma estrela que insiste em brilhar mesmo quando a noite parece absoluta.

Ele tornou possível o impossível. Fez nascer esperança onde muitos enxergavam apenas dureza. Fez nascer fraternidade onde predominava a tensão. Fez nascer paz onde tantas vezes havia conflito.

Pois o ferro constrói grades. Mas somente a bondade constrói homens.

Os livros da História costumam celebrar conquistadores. Mas a eternidade reserva um lugar ainda mais elevado para aqueles que conquistam corações. É ali que Jair viverá.

Não haverá monumento de bronze suficientemente grandioso para representar sua história. Porque seu verdadeiro monumento foi construído onde nenhum escultor consegue alcançar.

Foi erguido dentro da memória daqueles que trabalharam ao seu lado. Foi gravado na gratidão daqueles que receberam uma palavra de incentivo diário. Foi escrito nas lágrimas daqueles que encontraram nele acolhimento quando o mundo parecia pesado demais.

Os arquivos desta instituição guardarão documentos. As escalas conservarão assinaturas. Os registros preservarão datas.

Mas existe um livro muito maior do que qualquer arquivo humano. O livro da memória afetiva. E nele o nome de Jair Pereira Pinto jamais conhecerá apagamento. Porque funções passam. Chefias passam. Uniformes envelhecem. Os anos seguem seu curso. Mas o bem possui uma estranha vocação para a eternidade!

Talvez seja esse o maior milagre da bondade. Ela continua florescendo muito depois que as mãos que a semearam descansam.

Jair jamais será lembrado apenas como um líder. Será lembrado como uma medida rara de talento profissional e humano. E sempre que alguém desejar explicar o que significa liderar com dignidade, bastará pronunciar seu nome. Sempre que alguém perguntar como se exerce autoridade sem perder a ternura, bastará recordar a história profissional de Jair.

Pequeno na estatura. Gigante na honra. Gigante na lealdade.Gigante na humildade. Gigante na delicada arte de servir.

Existe um antigo pensamento que diz : “Pessoas boas iluminam os lugares por onde passam”. Mas Jair foi além. Ele iluminou pessoas. E essa luz continuará viva em cada servidor que escolher o equilíbrio em vez da violência.

Continuará viva em cada gesto de justiça, em cada decisão tomada com humanidade.

Continuará viva enquanto existir alguém disposto a fazer o bem.

Que novas histórias sejam escritas. Mas a história profissional e de liderança do Jair Pereira Pinto iluminará todas as outras histórias. Porque alguns homens vivem. Outros inspiram. Mas apenas os verdadeiramente extraordinários tornam-se parte da alma de uma instituição.

Jair já não pertence apenas ao Plantão A. Jair não pertence apenas à Polícia Penal. Pertence à História da segurança pública de Rondonópolis na Penitenciária da Mata Grande. Pertence à memória da Instituição. Pertence ao nosso peito.  Pertence à gratidão. Pertence à história profissional de cada servidor que teve a honra de aprender contigo. E pertence à eternidade.

Jair, um homem que fez da humildade uma fortaleza. Da liderança, um exemplo brilhante de serviço. Da autoridade, um gesto de cuidado.

E da própria vida, uma bênção para todos nós. Jair se tornou uma Constelação. E as constelações não desaparecem.

Continuam guiando viajantes muito depois que a noite cai. Esse é o lugar que Jair conquistou.

Não pela força.

Mas pela bondade.

Não pelo cargo.

Mas pelo exemplo.

Não pela autoridade. Pelo carisma, pela humildade e pela competência.

Não foi o ferro que compõe as celas desta penitenciária que nos ensinou a ser fortes. Foi o espírito firme, generoso e talentoso de Jair que nos ensinou a resistir ao tempo.

O verdadeiro líder não deixa apenas resultados. Deixa saudades. Deixa inspiração. Deixa exemplos que continuarão falando por décadas, por gerações, talvez por séculos.

Pequeno na estatura. Gigante na alma. Pequeno enorme Jair! Grande homem. Pequeno gigante. Sempre Sol. Sol que nunca conhecerá o poente.

Em nome de todo o Plantão A,

Suziene Cavalcante

31 de Julho de 2026.
Rondonópolis MT

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Educação fim de linha

Renata Barcellos: Artigo ‘Educação fim de linha’

Renata Barcellos
Renata Barcellos
Imagem criada por IA da Meta
Imagem criada por IA da Meta

Findo o ano de 2025 aposentada na matrícula mais antiga da Rede Estadual do Rio de Janeiro. Formei-me em 1996 em Português/Francês. São quase trinta anos de ensino de língua materna e estrangeira. Quando iniciei a docência, ministrava aulas em cursos de línguas no município do RJ e, na baixada, especificamente, no Sargento Roncalli. De lá, tenho ótimas recordações de alunos e fiz amigos. Nesse período, dediquei-me a pesquisas. Fui do curso de extensão ao doutorado. Minha prática pedagógica foi sendo aprimorada à medida que eu ia desenvolvendo pesquisas.                                                                            

     Como a palavra “educação” tem origem no latim e se conecta a duas raízes: educare (“criar”, “nutrir”, “alimentar”) e educere (“conduzir para fora”), a etimologia sugere a ideia de guiar o indivíduo para fora de si mesmo, desenvolvendo seu potencial e preparando-o para o mundo. Essa concepção norteou minha prática pedagógica até hoje. 

     Entretanto, chegar à aposentadoria e ao fim deste ano letivo e constatar o desmonte da EDUCAÇÃO é lamentável. Anos de dedicação, estudo, de práticas inovadoras, matérias, artigos, livros e ebooks publicados para me encontrar em um CAOS: professores doentes, alunos desinteressados, carga horária excessiva, má formação e infraestrutura, assédio moral…                                                                          

     Especialistas alertam que a romantização da docência e a ausência de legislação federal específica criam um cenário de “violência invisível” e impunidade. Isso acarreta o padecimento em massa nas escolas (de todos os envolvidos: do aluno à direção). Na sala de aula, professor se depara com falta de material, desrespeito, muitas vezes, Bullying, a desordem impera. E todos adoecem. Há relato de que o professor passou mal em sala no fim do turno e levou falta por ter saído umas horas antes de findar o horário. Muitas denúncias de assédio moral. A prática vem atingindo “níveis alarmantes”, onde o ambiente escolar TÓXICO está se transformando em um local de adoecimento físico e/ou psíquico.                                                                                                                                          

       A sala de aula se tornou um ringue. Vence quem é o mais astuto. Nós, professores, entramos em um campo de batalha, minado. Por mais que organizemos as atividades, jamais poderemos imaginar o que nos acontecerá. Os nervos vivem à flor da pele. Qualquer barulho abala nosso sistema nervoso. Constantemente, estamos “no limite”.                                                                                             

      Vale ressaltar que o professor não é um missionário. Somos profissionais! Porém, muitas vezes, ainda a sociedade nos vê como “segunda família”. Impera uma visão romantizada da docência. Isso acarreta um mecanismo de silenciamento. Porque somos “SUPER HERÓIS”. Há uma cultura de que a culpa da violência institucional é nossa. Por quê? A que ouvimos e lemos constantemente: não somos competentes, não temos domínio de turma, não organizamos uma aula motivadora, não construímos o conhecimento, não temos capacitação para lidar com as múltiplas deficiências… Triste realidade! Estamos exaustos! Desmotivados! Abalados!                                                           

       O Brasil lidera rankings internacionais de violência contra professores (OCDE). O resultado prático é o esvaziamento das licenciaturas (ainda mais com a reforma da previdência) e o aumento exponencial da Síndrome de Burnout. A escola é uma instituição de construção de conhecimento. Não triturador de sonhos. Este local precisa ser frutífero: disseminador de conhecimentos, realização de descobertas…. Um local de satisfação, contemplação… Jamais de destruição de corpo e alma.                                                                                                                                                 

       Para quem veste a camisa da Educação, diariamente, é desolador, aterrorizante ler notícias de ataques (seja lá qual for a natureza da violência) nas escolas.  Passei minha vida em sala de aula (ora como aluna ora como professora) e jamais poderia imaginar que viveria uma total desordem neste ambiente de construção de conhecimento. Como professora de literaturas, na atualidade, raramente, um aluno lê o texto sugerido. Aliás, até mesmo professor pouco lê muitas vezes. Estamos na Era do Imediatismo, de consulta à IA… Quem “gasta” seu “HD” refletindo…?                                                                                          

      Devemos entender que a vida é um grande palco, interpretamos a todo momento. Mas no palco da sala de aula, ninguém quer ser o “palhaço”. O aluno precisa ser orientado de que estudar é um ato solitário. Precisamos de silêncio para refletir, estabelecer relações. A vida não é uma grande festa 24 horas.                                                                                        

      E, no “apagar das luzes” de 2025, a rede Estadual de Educação do Rio de Janeiro está divulgando uma mudança feita por meio do decreto nº 49.994/2025  decreto assinado pelo governador do estado, Cláudio Castro. Este com o objetivo de reduzir a evasão escolar, o governo do Rio de Janeiro autorizou que “alunos do ensino médio reprovados em até seis disciplinas possam avançar para a série seguinte. Esses deverão cumprir um regime especial de recuperação no ano seguinte, no qual deverá ser concluído até o fim do primeiro trimestre”. 

      No caso dos alunos do 3º ano do Ensino Médio, o limite de reprovações reduziu para três disciplinas. Se aprovados na recuperação, poderão receber o certificado de conclusão do Ensino Médio. Concorda?                                                                                                     

     A questão é: para esta Geração Alpha (2010-2025 – os mais jovens, nascidos em um ambiente digital e imersos em tecnologia), há sentido em estudar? Quem estudará? Alguém prestará atenção no professor? Como preparar os alunos para ENEM, UERJ, PUC RJ com esta alteração? Há 30 anos preparo para exames externos (esses e para ingresso na carreira militar), especificamente os alunos da rede Estadual do RJ, nunca vi tamanho desinteresse já neste ano de 2025. Estou imaginando a partir de 2026 como será.                                                                                                                                           

      Quanto às leis nº 10.639/2003 (estabeleceu o ensino da cultura afro-brasileira) e 1.645/2008 (ampliou essa obrigatoriedade ao incluir a cultura e história dos povos indígenas), urge apresentar escritores, escola literária a qual pertence e seu estilo. Fica a dica para conhecerem outros autores contemporâneos no ebook Navegando nas Literaturas afro-brasileiras e indígenas.  

       Por uma educação de qualidade!!! Os alunos da Rede Estadual do Rio de Janeiro merecem ser bem preparados!!! Abaixo o decreto nº 49.994/2025 !!!!

Renata Barcellos

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Artigo de Celso Lungarettti: 'O malvado favorito da Dilma é o ás do Tiro no Pé: não erra um!'

ALERTALEVY QUER ACERTAR AS CONTAS DA PREVIDÊNCIA ELEVANDO A IDADE MÍNIMA PARA APOSENTADORIA!!!

Celso Lungaretti, no blogue Náufrago da Utopia

A presidenta Dilma Rousseff continua tentando escapar do impeachment sem abdicar das políticas que a tornaram recordista absoluta de impopularidade. Segue apostando em miudezas & obaoba, como se os 71% de brasileiros que consideram ruim ou péssimo seu governo pudessem ser engambelados por miragens, num momento em que a inflação, o empobrecimento, a penúria, as dívidas e o fantasma do desemprego os fustigam, impedindo-os de se descolarem da realidade um segundo sequer.

É desmemoriada, a Dilma! Esquece que a propaganda enganosa da ditadura militar obteve êxito retumbante durante o milagre brasileiro, mas deixou de funcionar assim que os índices econômicos despencaram. O povo não é bobo. Pode engolir baboseiras juntamente com comida farta, mas vomitará as baboseiras se forem servidas com o pão que o diabo amassou.

Assim, noves fora, Dilma só desperdiçou mais um dia de sua contagem regressiva, ao reunir ministros e senadores para outro regabofe & papo furado no Palácio da Alvorada; e lhe sobram poucos. Se perder a batalha das ruas de agosto de forma tão acachapante quanto perdeu a de março, o xeque-mate se tornará mera questão de tempo.

Foi simplesmente patética a tentativa de levantar a bola do presidente do Senado, o Renan Calheiros que já conhecemos de tantos outros carnavais, na esperança de torná-lo uma alternativa a Eduardo Cunha. Roto x remendado. Como se fosse o presidente da Câmara Federal que estivesse derrubando Dilma, e não a odiosa política econômica do Joaquim Levy! Como se a República pudesse voltar a ter paz com as duas casas legislativas em pé de guerra!

No pacote de 28 mudanças possíveis que Levy alinhavou e Calheiros apresentou como se fossem dele (me engana que eu gosto…), quase tudo é mais do mesmo e nem vale a pena comentar. As que chamam a atenção são estas:

  • Revisar resolução do Senado que regula o imposto sobre heranças, sobretudo quanto ao teto da alíquota, levando-se em conta as experiências internacionais (convergir com média mundial – 25%) – A taxação brasileira é irrisória (menos de 4%), na França a alíquota alcança até 60% e na Alemanha, Suíça e Japão, 50%. A redação é confusa, mas notícias anteriores sobre medidas cogitadas pelo Ministério da Fazenda falavam em 25%, embora a média internacional seja, realmente, de 30%. Aparentemente, o que se pretendeu comunicar foi convergir com média mundial IGUAL A 25%. Mas, se for lido como convergir com média mundial MENOS 25%, aí o teto será de 22,5%. O certo é que o salto deveria ser diretamente para os 30%, que não corrigiriam uma injustiça histórica mas, pelo menos, igualariam a verdadeira média mundial. E não passarmos do quase nada para o pior do que a maioria. Quanto à tal resolução do Senado a ser revisada, é também tímida ao extremo, estabelecendo alíquota máxima de 20% quando a herança transmitida exceder R$ 100 milhões. O Brasil, não resta dúvida, é um país condescendente ao extremo com os ricos e um inferno para os pobres…

 

Ampliar idade mínima para aposentadoria, mediante estudos atuariais e levando-se em conta a realidade das contas da Previdência Social – Uma aberração! Uma monstruosidade! Uma infâmia!  Passaremos dos 65 anos atuais para quantos? 70? 80? 100? Tudo dependerá da realidade das contas da Previdência, não do direito dos seres humanos a não morrerem de fome quando deixam de ser produtivos. Voltaremos àquele passado terrível em que velhos se deixavam morrer para não consumirem os alimentos da aldeia? Foi isto que o Levy aprendeu com o Milton Friedman?!

  • Avaliar a proibição de liminares judiciais que determinam o tratamento com procedimentos experimentais onerosos ou não homologados pelo SUS – Outra monstruosidade. Para favorecer os convênios médicos, impedir-se-ia que cidadãos recorressem a tribunais para salvarem a vida e a integridade física (pois os casos em questão são exatamente os extremos)! Por que não simplificar, instituindo uma Lei de Segurança da Medicina Mercantilizada e colocando-a fora do controle do Judiciário, como a ditadura militar fez com a Lei de Segurança Nacional?!

Por estas e outras, o malvado favorito da Dilma não oferece soluções para o problema, ele é o maior problema, o bode a ser retirado da sala antes de se começar a discutir todos os outros.

 

Mas, como Dilma foi longe demais na quebra das promessas de campanha e no abandono dos valores históricos do petismo, parece preferir o abismo do que dar o braço a torcer, reconhecendo que o imenso desgaste que a opção pelo neoliberalismo lhe acarretou foi totalmente inútil.

E também parece temer que, reduzindo o número de ministérios para um patamar razoável (ou seja, menos da metade dos atuais 39), como forma de diminuir a gastança do Executivo enquanto impõe rigores ao povo, alienaria apoios indispensáveis para escapar do impeachment.

São as duas obviedades que a esquerda mais lhe cobra e ela mais reluta em atender. Preferindo Levy e os fisiológicos, não terá salvação.

 

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“QUEM ESTÁ TIRANDO DILMA DO PODER (…) SÃO OS RATOS QUE O PT NÃO TEVE CORAGEM DE EXPULSAR”

O TEMPO DA AMBIGUIDADE PASSOU NA JANELA E SÓ DILMOLINA NÃO VIU

JOGA PEDRA NO DIRCEU! JOGA BOSTA NO DIRCEU! ELE É FEITO PRA APANHAR! ELE É BOM DE CUSPIR!

RATOS AO MAR!

veja É PEGA NA MENTIRA. EU ASSISTI DE CAMAROTE O TEU FRACASSO, PALHAÇO…

VERSOS BELÍSSIMOS, INTERPRETAÇÃO DILACERANTE