Que dia começaremos a nos tornar neuróticos?

O ritmo do mundo moderno está a adoecer a nossa mente, e a culpa pode ser das nossas próprias escolhas

Lina Veira
Lina Veira
 Imagem a preto e branco de plano aproximado (close-up) de uma pessoa com a mão no rosto, de olhos fechados com expressão de reflexão ou preocupação. No centro, sobreposta em letras maiúsculas brancas, lê-se a frase: "REAJA! Que dia começamos a nos tornar neuróticos?". Na parte inferior, encontra-se a identificação "@linaveira".
Imagem do Canvas com texto por Lina Veira

Que dia começamos a nos tornar neuróticos?, eu pensei.

Olha ao seu redor como as pessoas estão doentes. No seu olhar…. comportamentos, atitudes com o outro… Não precisa ser médico para perceber, basta ter sensibilidade.

Sim, pois o ser neurótico não chega de repente como uma barata voadora e pousa na gente. Começamos a nos tornar neuróticos aos poucos, com nossa permissão e hábitos. E não vem com a desculpa de trabalho, da família, da escola, do casamento, da cultura, do país, do governo, disso e daquilo. Nós somos frutos das escolhas que fazemos! Dos pensamentos e palavras que verbalizamos.

Somos nós a cultura de nossa vida! E é preciso ter uma autorresponsabilidade de tudo a nossa volta.

Em algum momento fomos crianças tranquilas e inocentes. Tínhamos paz e felicidade sem estarmos envolvidos com tanta tecnologia suicida que nos consome e adoece. Mas ao longo dos anos estamos optando por perder isso. É mais fácil clicar, não levantar, não fazer… excluir, não conversar… viver sozinho.

Bem-vindo ao laboratório humanoide! Não tenho dúvida que a ciência tenha acelerado esse processo maquinário e neurótico. E olha que não estamos no topo do mundo em tecnologias,  o Brasil é o país  com grande número de pessoas com transtornos mentais. Isso é preocupante para nossos filhos e futuro social.

Com o avanço da ciência, passamos a organizar um novo comportamento e olhar – mas perdemos a sensibilidade embora percebendo que somos mais frágeis e instáveis que as máquinas. E sem sensibilidade geramos um desconforto desconhecido de querer entender tudo ou não querer entender nada, de nos aproximar da perfeição a qualquer custo, ou ignorar fatos.

Nenhuma máquina vai substituir uma acolhida, uma palavra de conforto, um encontro e sorriso nas horas angustiantes de sua vida. Nenhuma máquina vai lhe dar o abraço que suaviza toda dor. Preencher o vazio do seu coração, ou lhe fazer sorrir quando tudo parecer desabar a sua frente. E sabem por quê? Porque nenhuma máquina ou tecnologia até agora foi programada para o AMOR ou descobriu a melhor aplicação do verbo amar. Somos nós, os únicos e exclusivos prontos para isso – para o outro, para escolher amar!

Pense. Reaja. Melhore seus resultados.

Lina Veira

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Autorresponsabilidade

Joelson Mora: ‘Autorresponsabilidade’

Joelson Mora
Joelson Mora
Autorresponsabilidade
Autorresponsabilidade
Imagem criada pela IA do Bing

A saúde integral vai além da ausência de doenças, englobando o bem-estar físico, mental, emocional, social e espiritual. Nesse contexto, dois pilares fundamentais se destacam: a autorresponsabilidade e a autoconfiança. Essas competências são essenciais para que os indivíduos possam assumir o controle de sua saúde e bem-estar, promovendo uma vida mais equilibrada e satisfatória.

A autorresponsabilidade é a capacidade de reconhecer que somos os principais responsáveis por nossas ações, decisões e, consequentemente, por nossa saúde. Isso não significa culpar-se por eventuais problemas, mas sim entender que temos um papel ativo na construção do nosso bem-estar.

1. Autoavaliação: Regularmente, faça uma análise de suas atitudes e hábitos. Identifique padrões que possam estar prejudicando sua saúde e pense em como modificá-los.  

2. Planejamento: Estabeleça metas claras e realistas para sua saúde, tanto a curto quanto a longo prazo. Um plano de ação bem estruturado pode ajudar a manter o foco.

3. Ação Proativa: Tome a iniciativa de buscar informações sobre saúde, consultar profissionais quando necessário e adotar hábitos saudáveis. Ser proativo é fundamental para prevenir problemas e promover o bem-estar contínuo.

4. Reflexão e Aprendizado: Após implementar mudanças, reflita sobre os resultados. Aprender com as experiências, sejam elas positivas ou negativas, fortalece o senso de responsabilidade e aprimora o processo de tomada de decisão.

A autoconfiança é a crença nas próprias capacidades e no próprio valor. Ela é crucial para enfrentar desafios, tomar decisões e perseverar nos objetivos de saúde. Sem autoconfiança, é difícil manter a motivação e a resiliência necessárias para implementar e sustentar mudanças positivas.

A motivação se baseia em identificar seu propósito de vida e a energia que você empenha em.cumprir esse propósito.

Dedique tempo para entender suas fortalezas e fraquezas. Conhecer-se bem é o primeiro passo para confiar em suas capacidades.

Celebre cada pequeno sucesso no caminho para suas metas de saúde. Essas vitórias constroem uma base sólida de confiança e motivação.

Encare os fracassos como oportunidades de aprendizado. A resiliência é a capacidade de se recuperar e continuar avançando, mesmo diante de dificuldades.

Pratique a autoafirmação positiva. A repetição de frases motivacionais e encorajadoras pode ajudar a reprogramar a mente para um pensamento mais confiante.

Autorresponsabilidade e autoconfiança são independentes, porém se reforçam lado a lado. Quando assumimos a responsabilidade por nossa saúde, desenvolvemos uma maior confiança em nossa capacidade de fazer escolhas saudáveis. Da mesma forma, a autoconfiança nos dá a força necessária para tomar as rédeas de nossa vida e assumir a responsabilidade por nossas ações.

Por exemplo, ao decidir iniciar uma rotina de exercícios físicos, a autorresponsabilidade nos faz reconhecer a importância dessa decisão para nossa saúde. A autoconfiança, por sua vez, nos dá a certeza de que somos capazes de seguir esse plano, mesmo diante de obstáculos como a falta de tempo ou a preguiça.

A saúde integral é um compromisso contínuo que exige autorresponsabilidade e autoconfiança. Desenvolver essas competências não só melhora nossa saúde física, mas também promove um estado de bem-estar geral, aumentando nossa satisfação com a vida. Ao assumir o controle de nossa saúde e confiar em nossas capacidades, criamos um ciclo positivo que nos permite alcançar uma vida em plenitude e harmoniosa.

Joelson Mora

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