Um sopro, uma flor

Jacob kapingala: Poema ‘Um sopro, uma flor’

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Um sopro, uma flor…
Abraço acolhedor.
Alma que suspira,
Um coração que transpira,
Montões de jardins floridos,
Com olhares translúcidos.

Um beijo, um dizer,
De um ser que ainda quer
Sentir na pele a doçura,
De um tempo que não dura,
Na vida da gente,
Que tenta viver contente.

Jacob Kapingala

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Sobre beijo

Lina Veira: Crônica ‘Sobre beijo’

Lina Veira
Lina Veira
Imagem criada por IA do Grok - 09 de fevereiro de 2026, 
às 17:10 PM - https://grok.com/imagine/post/62672479-366d-40a4-aafe-68ab94ea5c29
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às 17:10 PMhttps://grok.com/imagine/post/62672479-366d-40a4-aafe-68ab94ea5c29

Entre tantos sabores e amores, e digam-se lá,  também traições.     

Quem nunca se decepcionou com um beijo?

Mas o que é o beijo, a não ser tantas emoções e sensações juntas? 

O beijo nos lembra de quem amamos, de amigos que escolhemos para estar ao nosso lado, de quem nos faz bem. Também  recordamos da história de Jesus, traído por Judas com um beijo. Um beijo de amigo, de quem dizia amá-lo  e  escolheu para estar ao seu lado. Um beijo traidor.  Mas por que Jesus se permitiu ser capturado por um beijo? 

Judas não entendeu a mensagem de Jesus, o seu chamado, o significado da palavra amigo. Judas não aproveitou o seu amor e a oportunidade de estar ao lado do mestre, amigo e filho de Deus que lhe amava tanto. Quantos Judas conhecemos? Com quantos JUDAS convivemos?

Assim como Judas, muitas não sabem aproveitar nosso amor, nossa dedicação e escolha. São absolutas demais para entenderem o significado de um sentimento, de uma  amizade, para aprenderem a amar ou acolher a história de alguém. Desprezam oportunidades, conduzem ao fim da relação, ao esquecimento, ao fim… São pessoas movidas pelos seus próprios umbigos  vazios, pelas suas próprias vontades materiais, meios e vantagens, deixando de enxergar o essencial que precisam. 

Assim era Judas, um moço EGOÍSTA, que não via Jesus como seu grande amigo e Salvador. E talvez isso tenha facilitado sua traição. Não sei. Quando percebeu que tinha traído e realmente ele era  seu melhor amigo, ele não se achou digno do perdão e, envergonhado, se matou… E tudo por um beijo.

 O beijo de Judas representa muito bem  a traição suprema disfarçada de amizade ou afeto. Simboliza a hipocrisia, falsidade, infidelidade e o ato de prejudicar alguém íntimo, sendo frequentemente usado para descrever traições políticas, de amizade ou lealdade no cotidiano.

A traição de Cristo. Representa a dissimulação  entre nós (fingir sentimentos), a falsidade e a perfídia.

Beijar  alguém é  uma profunda demonstração de bem querer. 

O beijo de Judas nos demonstra que, mesmo no convívio direto com Jesus, um ambiente ‘perfeito’ não garante bem querer, conversão interna e boas ações.

Judas se afundou na escuridão que ele escolheu  para nos alertar que mesmo o melhor exemplo, a evidência mais convincente, ou os melhores ensinamentos –  não podem, em si e por si mesmos, mudar o coração humano.

Lina Veira

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Nunca mais

Paulo Siuves: Poema ‘Nunca mais’

Paulo Siuves
Paulo Siuves
“Escrevo E-cartas com súplicas e clamor…”
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Eu a amei, recuso-me a dizer: Nevermore!
Escrevo E-cartas com súplicas e clamor,
Nessa solidão, minhas fúrias com primor,
Revejo fotos, tudo em mim é rememore.

És a ave que grita do busto: “Não demore?”
Nunca mais vou viver com medo, sem cor,
Que me negues o beijo que causa tremor,
Um jovem que toca o seio e se enamore.

Converso com a ave, ela espera que eu melhore,
E faça uma nova poesia, que só piore,
Teço linhas recheadas do mais puro fervor.

Dediquei palavras, com o mais puro amor,
Dos negros cumes, profundos céus, meu temor,
Nevermore, meu luto eterno, que apavore.

Paulo Siuves

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Suspiro de saudade

Nilton da Rocha: ‘Poema ‘Suspiro de saudade’

Nilton da Rocha
Nilton da Rocha
"Que o desejo perdure com a noite, E que o escuro seja testemunha, Do odor que o coração açoite, Em toda magia que nos acompanha
“Que o desejo perdure com a noite, E que o escuro seja testemunha, Do odor que o coração açoite, Em toda magia que nos acompanha
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Entre sombras e suspiros de saudade,
Ecoa a voz taciturna do amor,
Como um sussurro que invade
O coração sedento por calor.

Um beijo que deseja ser abraço,
Sob o poente solene e sereno,
Um doce tão intenso quanto um laço,
Que une almas num eterno ser pleno.

Corpos unidos, em colinas se encontram,
Em um dia que jamais se apaga,
Juntos, pelas altas ravinas caminham,
Em uma paixão que nada apaga.

Que o desejo perdure com a noite,
E que o escuro seja testemunha,
Do odor que o coração açoite,
Em toda magia que nos acompanha.

Que se faça noite e a escuridão transpareça,
Que o esplendor do amor, em mistério, apareça,
Na voz taciturna que no silêncio se desvela,
Em cada momento, a paixão revela.

Nilton da Rocha

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AFLAS divulga classificados do I Concurso de Poesias

O I Concurso de Poesia da Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe foi lançado em homenagem à professora ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe

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AFLAS – Academia Feminina de Letras e Artes de Sergipe lançou o I Concurso de Poesia em homenagem à Profª. Dra. ADA AUGUSTA CELESTINO BEZERRA, ícone da educação no Estado de Sergipe.

As avaliações dos poemas foram feitas às cegas, ou seja, seus avaliadores receberam os poemas, sem saberem os nomes dos autores para que a integridade do concurso fosse mantida, sendo eles: a Prof.ª Dr.ª Marleide Cunha; Prof.ª Dra. Advanuzia Santos; a Prof.ª Ma. Geovana de Oliveira Lima, e os acadêmicos da ASL – Academia Sergipana de Letras, Dr. Domingos Pascoal de Melo e Dr. Paulo Amado Oliveira.

Todos os participantes terão seus poemas publicados nesta coluna do Jornal Cultural ROL, que há 30 anos leva cultura para todo o mundo, e fará conhecer os talentos literários do pequeno grande Estado de Sergipe.

9º Lugar

Maria José de Araújo Cabral da Conceição

Maria José de Araújo Cabral da Conceição.
Maria José de A. C, da Conceição.

O tempo

O tempo não manda recado,

Está sempre a nos espreitar.

O tempo é do próprio tempo,

Não se deixe enganar.

Tem gente que zomba do tempo,

Achando que sempre vai dar.

Tempo de ligar para alguém,

Tempo de um beijo dar.

Tempo de fazer as malas,

Os parentes visitar!

Dizer que o tempo resolve,

Tudo que se postergar.

Vamos dar tempo ao tempo,

Que tolice assim pensar.

Pois o tempo não tem pressa,

Temos que saber dosar.

T
Tenha o tempo como amigo,

É só saber planejar.

Pois o tempo não espera,

Quem atrasado está!

Tempo, tempo, tempo, tempo!

Somos amigos leais.

Tempo é hoje! E o agora!

Tempo é hoje. E nada mais!

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Canção do amor eterno

Paulo Siuves: ‘Canção do amor eterno’

Paulo Siuves
Paulo Siuves
“Nessa dança, minha musa, tão bela e graciosa, cada suspiro teu é um sopro divino
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No compasso suave da nossa canção,

Notas de amor dançam em harmonia.

Teu olhar gracioso, um acorde, me envolve,

E o mundo se torna um palco de paixão.

Nossos corações, são flautas em sintonia,

Tocam uma melodia que transcende o tempo.

Cada beijo é uma nota, um verso, um momento,

É a composição do nosso amor em harmonia.

Nessa dança, minha musa, tão bela e graciosa,

Cada suspiro teu é um sopro divino.

Em teus olhos vejo a partitura do destino,

Neste poema, minha alma declara, amorosa.

Nos acordes do nosso amor, escrevemos a história,

Nossa canção, uma nova página, gostosa memória.

Paulo Siuves

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Beijo roubado

Nilton da Rocha: Poema ‘Beijo roubado’

Nilton da Rocha
Nilton da Rocha
Beijo inocente, no escurinho do cinema
Beijo inocente, no escurinho do cinema
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No cinema, encontrei você;

ao seu lado, juntos no escurinho, algo mágico aconteceu.

 Uma chama ardia quando um sorriso de menina me surpreendeu.

 E como uma onda bravia, um beijo aconteceu.

Saímos juntos de mãos dadas, tudo era pura magia.

 No dia seguinte, nos reencontramos na igreja,

assim iniciando nosso namoro.

 Até hoje, esse encanto nos contagia.

O beijo roubado, sem malícia, sem medo e sem pecado,

 é prova de que até hoje estamos enlaçados.

Deu certo? A família que construímos é um presente de Deus.

Tudo começou com apenas um beijo roubado

Nilton da Rocha
(05/02/2024)

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