A poesia de cada um

Sergio Diniz da Costa: Poema ‘A poesia de cada um’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
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Imagem criada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/6a1b924b-6920-83e9-b73a-12c2d670cbc8

Levantem-se, poetas!
Por que esconder tanta beleza
Lacrada em ignoradas escrituras?

Há um poeta em cada homem!

Poesia não é a linha escrita
As frases montadas
As palavras difíceis
O sentido oculto.

Poeta não é o escolhido
O culto
O esquisito
O admirado
O discutido.

Poesia não é a face voltada
Ao pobre
Ao rude
Ao oprimido;
É algo simples,
Universal!

Poesia é do operário
Do pedreiro
Do Lixeiro
Do marceneiro
Do agricultor!
Como é dos médicos
Dos advogados
Dos engenheiros
Dos psicólogos
Dos professores!

Nas mãos do culto
É nota afinada;
Nas mãos do rude
É nota dissonante,
Sem deixar de ser poesia!

Poesia é a oitava do maestro
O tinir de instrumento do ferreiro.
Está nos livros adornados a ouro
E no papel de embrulhar pão;
Na eloquência do orador
E na mudez do flagelado.

Poesia é a flor do jardim imperial
E a flor do túmulo sem nome;
Está nos teatros
E está nos campos;

É a chuva
O sol
O arco-íris;
É a lama
A escória
O temor!

Quanta poesia há
Num mendigo que olha para o céu!

Sergio Diniz da Costa

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Vaticínio

Sergio Diniz da Costa: Poema ‘Vaticínio’

Sergio Diniz
Sergio Diniz
Imagem criada por IA da Meta

Enquanto o belo

For estandarte;

O ideal

Profissão,

O canto do poeta

Será semente

Fecundando

A escuridão!

Sergio Diniz da Costa

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Poetizo, logo vivo – XII

Pietro Costa: Pensamento ‘Poetizo, logo vivo – XII

Pietro Costa
Pietro Costa
Imagem criada por Ia do Bing - 18 de junho de 2025,  às 10:05 PM
Imagem criada por IA do Bing – 18 de junho de 2025,
às 10:05 PM

A beleza pode ser transitória para sentidos, mas redentora para o coração.

Pietro Costa

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A moldura e a tela

José Antonio Torres: Poema ‘A moldura e a tela’

José Antonio Torres
José Antonio Torres
"É a essência da beleza que resplandece na tela"
“É a essência da beleza que resplandece na tela”
Imagem criada pela IA do Bing – 29 de julho de 2024 às 12:19 PM

Me dispo das armaduras e fingimentos
Que afloram do mundo de falsidade;
Tormentos sentidos, oriundos da maldade,
Que transformam nossa vida em sofrimentos.

A beleza e a felicidade se perdem,
Encarceradas pelas torpezas vis
De seres aniquilados e servis,
Que se arrastam por lamaçais que não cedem.

Não importam as belas molduras,
Elas não retratam o verdadeiro esplendor,
Não passam de meras bordaduras.

Esquecem que a delicadeza, exuberante ou singela,
Que provoca em nossa alma, emoção ou ardor,
É a essência da beleza que resplandece na tela.

José Antonio Torres

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Princípio e fim

Pietro Costa: Poema ‘Princípio e fim’

Pietro Costa
Pietro Costa
"Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada
E após um sono pesado, revive como criatura alada..."
Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada
E após um sono pesado, revive como criatura alada…”

Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

A beleza está no desvelamento
Da dor vem a libertação
Do isolamento, a união
É o ser enquanto acontecimento

A rosa é desprovida de espinhos
Apenas no platonismo de ideias puras
Enfeitado por jardins oníricos
E riachos cristalinos como a Lua

Folhas voam ao vento de cada manifestação vivente
Corrente de ar, ‘dasein’, respiração movente
A potência como indeterminação, possibilidade latente

Dos fios de seda costurados, a larva erige sua morada
E após um sono pesado, revive como criatura alada
Borboleta em ato, sublime despertar da alma

Pietro Costa

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Chovem lágrimas do céu

José Louro: Poema ‘Chovem lágrimas do céu’

José Louro
Chovem lágrimas do céu

Chovem lágrimas dos céus
para lavar o espírito maldito
Ao longe ecoam vozes de sofrimento
de quem sabe que o perigo está perto
de quem sabe que o futuro é incerto
de quem sabe que a beleza dos dias está ameaçada,
pelas almas negras que se alimentam da dor, do sofrimento,
quais sanguessugas que se alimentam do sangue.

Chovem lágrimas dos céus para apagar o fogo do ódio
Chovem lágrimas dos céus para que a paz possa reinar
Ao longe vê-se a floresta que outrora foi verde e de múltiplas cores
mas onde agora reina o negro da noite.

Na incerteza dos dias vive um raio de luz
que não desiste, que é fonte de vida,
que está lá para ti e que anseia a paz eterna.
Chovem lágrimas dos céus
e um raio de luz teima em brilhar
para que tu possas viver.

José Louro
18/04/2024

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Maio

Denise Canova: Poema ‘Maio’

Denise Canova
Denise Canova
“O mês de maio é como uma borboleta, trazendo beleza feminina”
Microsoft Bing. Imagem criada pelo Designer

Maio

Bem-vindo

Maio é como uma

Borboleta

Trazendo beleza

Feminina

Dama da Poesia

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