As sombras de um ontem – o doce bálsamo da hipocrisia (Reflexão)
Laskiaf AmorteguiImagem criada pela IA do Gemini
As sombras de um ontem jazem hoje perdidas em uma sociedade, às vezes, indolente; em uma sociedade que abrange tudo como um funil, onde muitas vezes — para não dizer quase sempre — certas pessoas se valem de outras sem oferecer nada em troca, vivendo suas vidas com agendas ocultas, escritas com emoções extraviadas em relação ao seu próximo.
Sua indolência, juntamente com a grosseria e a falta de educação, não representam a essência da verdadeira humanidade.
O mais irônico é que choram em busca de ajuda para depois retribuir com desprezo e ingratidão.
Essa é a dupla face da moral de «algumas pessoas boas» que compõem a sociedade atual.
Os desafios da sociedade exigem equilíbrio, consciência e capacidade de distinguir convicções pessoais das necessidades coletivas
Atender às necessidades mais básicas da sociedade deveria ser uma preocupação permanente de todos aqueles que, de alguma maneira, participam da construção da vida coletiva. Alimentação, moradia, educação, saúde, segurança, trabalho, respeito , dignidade e direitos individual não podem ser tratados apenas como questões secundárias ou como temas circunstanciais, lembrados somente quando ganham espaço no debate público.
Uma sociedade verdadeiramente preocupada com o seu futuro precisa olhar para essas necessidades com seriedade. Não basta reconhecer os problemas; é necessário compreender suas causas, discutir soluções possíveis e, principalmente, transformar boas intenções em ações concretas.
É justamente nesse cenário que surge uma questão que merece reflexão: até que ponto conseguimos distinguir a realidade das nossas próprias convicções?
Entre a ingenuidade e o fanatismo existe um território muito amplo, ocupado pelo bom senso, pela experiência, pelo conhecimento e pela capacidade de ouvir. A ingenuidade pode levar uma pessoa a acreditar que problemas complexos possuem soluções simples. O fanatismo, por outro lado, pode fazer com que uma convicção seja colocada acima da própria realidade, dificultando o diálogo e impedindo que outras possibilidades sejam consideradas.
Não se trata de abandonar princípios ou convicções. Toda sociedade precisa de valores, referências e princípios éticos. O problema começa quando nossas certezas se tornam tão rígidas que já não visomos capazes de reconhecer aquilo que acontece diante dos nossos próprios olhos.
Até que ponto uma ideia permanece legítima quando deixa de admitir questionamentos? Essa é uma pergunta que merece ser feita com serenidade.
Vivemos em uma época marcada pela velocidade das informações. Todos os dias somos expostos a opiniões, interpretações, discursos, imagens e acontecimentos que disputam nossa atenção. Muitas vezes, recebemos uma informação e imediatamente formamos uma opinião, sem antes verificar sua origem, compreender o contexto ou ouvir diferentes versões.
Esse comportamento pode contribuir para a criação de uma sociedade dividida entre certezas absolutas. De um lado, aqueles que acreditam possuir todas as respostas. Do outro, aqueles que recusam qualquer argumento que não esteja de acordo com aquilo em que já acreditam.
Entre esses dois extremos, porém, existe algo fundamental: a capacidade de pensar. Pensar não significa necessariamente concordar. Significa analisar, questionar, comparar, compreender e, quando necessário, mudar de opinião diante de novos fatos.
Uma sociedade madura não é aquela em que todos pensam da mesma maneira. É aquela em que pessoas diferentes conseguem conviver, conversar e buscar soluções para problemas comuns, mesmo quando possuem opiniões divergentes.
As necessidades da população, afinal, não desaparecem porque existem divergências políticas, ideológicas, culturais ou pessoais. A pessoa que precisa de atendimento médico continua precisando dele. O trabalhador que busca emprego continua enfrentando suas dificuldades. A família que necessita de segurança continua esperando respostas. O estudante precisa de educação de qualidade independentemente de suas convicções.
É por isso que as discussões sobre a sociedade precisam retornar, sempre que possível, ao essencial: o ser humano e suas necessidades.
Quando o debate se distancia completamente da realidade das pessoas, corre-se o risco de transformar questões importantes em simples disputas de ideias. E ideias, embora sejam fundamentais para qualquer transformação, precisam estar acompanhadas de responsabilidade e de compromisso com a realidade.
Talvez seja necessário recuperar uma palavra que parece simples, mas possui enorme importância: equilíbrio. Equilíbrio não significa ficar em cima do muro. Significa ter coragem.
A vida é uma obra-prima esculpida por Deus. Ele, o grande pintor do universo. Aquele que desenhou, com o verbo, tudo o que foi feito. Em cada detalhe, verbalizou a perfeição, a graça e a luz.
Não havia imperfeições na criação. Cada animal, cada ave, cada inseto, cada árvore e cada tom de verde eram verbalizados com o mais minucioso detalhe. O que o olho humano não alcança foi o que Deus planejou para o interior do homem. E, quando Ele disse: “Haja luz”, a luz raiou e aqueceu a Terra; assim fez-se o dia. “Haja noite”, e a escuridão tomou conta do céu. Por amor, para que o céu não ficasse em total escuridão, Ele fez a Lua e verbalizou novamente: “Haja estrelas!”.
Somos tão especiais para Deus que Ele planejou tudo o que, para nós, humanos, talvez fossem insignificâncias. Mas então Ele fez o homem… Ah, o homem… a mais perfeita criação, um ser dotado de força, agilidade e pronto para governar o mundo. O homem governou sobre os animais; as feras o temiam. As serpentes fugiam dele, e isso era perfeito.
Todavia, o homem não foi suficiente sozinho. Embora na companhia dos animais, ele sentia-se só. Olhava para os animais, todos com sua fêmea; ele, no entanto, dormia nu, deitado sobre o gramado verde, fora de período, e não compreendia sua solidão. Pobre Adão, ali se viu um poeta. Perguntou para Deus: “Por que eu não tenho uma companheira para me trazer calor? Gostaria de poder me debruçar no colo de uma fêmea, assim como os leões e todas as espécies que existem neste jardim. Oh, Deus, por que não fez tudo perfeito para mim? Acaso eu não mereço este favor?”.
Adão começou a pensar que os animais eram mais amados por Deus do que ele próprio, que era feito à imagem e semelhança do Criador.
Então Deus viu, naquele momento, nascer o poeta questionador e percebeu que ele precisava de uma resposta para seus conflitos internos. Decidiu criar a companheira que Adão queria. Fez Deus que Adão caísse em profundo sono e tomou uma de suas costelas. Mais uma vez verbalizou, dizendo: “Haja beleza, doçura e encanto. Haja calor e uma pele aveludada para aquecer seu companheiro. Haja seios e pernas contornadas, cabelos belíssimos que caiam sobre suas costas, e que ela seja forte para fortalecer seu companheiro quando ele se sentir fraco. Que ela seja inteligente para governar com ele”.
Então Deus criou a mulher…
Ao acordar do profundo sono, Deus chamou: “Adão! Venha ver sua companheira”. Adão, maravilhado com a perfeição de sua fêmea, disse: “Osso dos meus ossos e carne da minha carne”.
Deus disse: “Você agora não está só. Cuide da sua companheira, não a deixe só. Proteja-a com sua vida, se preciso for”.
Um cenário perfeito, uma mulher perfeita, e agora sim, Adão se considerava um homem perfeito.
Mas Adão não cumpriu o que Deus disse e, depois de muito conviver com a mulher, sentiu falta dos animais e da solidão. Passou a deixar sua mulher sozinha. Ela, sentindo-se só, passou a caminhar por todo o jardim e, numa das árvores, conheceu uma serpente falante que a seduziu.
E o final da história todos já sabem… Adão culpou Deus, a mulher culpou a serpente, e a serpente nem havia saído do lugar; a mulher foi até ela. Deus havia dito para Adão e Eva que poderiam comer de todas as árvores do Jardim, menos da árvore da ciência do bem e do mal.
Deus poderia destruir Eva, mas Adão ficaria revoltado e só novamente. Então Deus decidiu que o homem deveria, a partir daquele dia, se virar sozinho; a mulher deveria sentir dores e ter filhos para aprender a não ser desobediente; e a serpente passou a rastejar e comer o pó da terra por todos os séculos.
Mas o que se aprende com tudo isso é: homens, não abandonem suas mulheres, pois as serpentes hoje estão por toda parte. Mulheres, não pisem em lugares que não foram feitos para vocês; ali vocês sentirão dores desnecessárias. E serpentes, não pensem que ficarão impunes quando causarem danos aos filhos de Deus.
Aos poetas, Deus disse: continuem questionando, mas quando tiverem a oportunidade de viver a resposta, aproveitem cada segundo porque eles não voltam.
Fabiano de Abreu lança novo livro com ensinamentos sobre comportamento humanos e possíveis soluções para preserva a saúde mental para distribuição gratuita
Para o PhD, neurocientista, biólogo e escritor, a leitura amplia o poder de escolha das pessoas para que tomem as melhores decisões
“Nas profundezas da razão, a pandemia da saúde mental” traz artigos relacionados aos sentimento e
emoções que afloraram ou nasceram em um cenário pandêmico. De autoria do PhD, neurocientista,
neuropsicólogo e biólogo Fabiano de Abreu , o livro é o sexto que integra o projeto “Conhecimento para
todos”, desenvolvido durante a pandemia e que tem por objetivo levar aos leitores ensinamentos sobre
comportamento humanos e possíveis soluções para preserva a saúde mental em tempos tão difíceis e de
um longo distanciamento social.
De acordo como o autor, todos nós estamos vivendo um descontrole coletivo, que funciona como um
looping no cérebro, e coloca as pessoas em situações de variações emocionais e a ansiedade está entre
elas. A ansiedade funciona como pendência, seja para resolver problemas ou buscar conquistas, destaca
Fabiano de Abreu. Ele pontua que “quando esse sentimento surge de forma desordenada, causa disfunção
em neurotransmissores que são nossos mensageiros da vida, que controlam nosso estado de ser, assim
como nossas necessidades biológicas”.
Preocupado com a ansiedade acentuada e constante, Fabiano de Abreu argumenta que a leitura está
relacionada à neuroplasticidade e ao conteúdo com o conhecimento. “Sempre digo que quanto mais
conhecimento a pessoa adquire, mais opções de escolha terão para melhores decisões”.
Para chegar a um número elevado de pessoas e incentivar a leitura, o autor decidiu distribuir o livro
gratuitamente. Os interessados no conteúdo podem fazer download e no Google Play para visualização
gratuita pelo ISBN:9786599231513. “Minha intenção com os conteúdos é contribuir para melhorar a
saúde pública”, observa.
Fabiano de Abreu Rodrigues é um escritor e cientista luso-brasileiro que tem diversas formações como
jornalista, neurocientista, neuropsicólogo, biólogo, historiador, com pós graduações em antropologia,
diversas pós relacionadas com neurociências, formação avançada em nutrição clínica, programação em
Python, inteligência artificial, entre outras, que soma mais de 50 títulos entre diplomas e certificados,
além de doutorado em Ciências da Saúde nas áreas de Neurociências e Psicologia e mestrado em
psicanálise.
“Há quem não acredite em tantas formações, já até fui denunciado, o que foi bom, pois fiz mais amizade
nos órgãos ao comprovar as titularidades, é natural, entendo que alguns não acreditem pois percebo a
mente humana e a negação relacionada aos transtornos. Tenho um cérebro acelerado e busco nos estudos
uma maneira de sentir-me bem e de sanar minha curiosidade, além de aproveitar os testes de QI e o
currículo para bolsas e encurtamento de cadeiras.” Conclui o cientista membro das sociedades brasileira e
portuguesa de neurociências e da federação européia.
Fabiano de Abreu também é membro da Mensa, associação de pessoas mais inteligentes do mundo com
sede na Inglaterra e tem um QI comprovado através de testes de 99 de percentil, com números entre 148 e
180 sendo considerado uma das pessoas mais inteligentes da atualidade. Titulo este que já revelou o
incomodar, mas que o tornou um grande estudioso sobre a inteligência chegando a descobrir uma
inteligência denominada DWRI.
Este é o décimo primeiro livro do escritor, que tem mais de trinta artigos científicos publicados.