Dissolvendo-me silenciosamente e apagando a mim mesmo, procurei por ti. Esgotado em meu caminho até ti, fiquei para trás, enquanto tua misericórdia — permaneceu como tu.
Agora não há dervixe, nem mendicante, nem tigela de mendigo.
Em toda parte, há somente tu, a plenitude do teu vazio.
Ahmad Vali
Original (Telugu): Ahmad Vali Tradução: Elanaaga
O God
Melting silently and effacing myself, I searched for you. Depleted on my way to you, I stayed behind as your mercy– lingered as you.
Now there is no darwish, no mendicant, nor any beggar’s bowl.
Everywhere, it is only you, the fullness of your emptiness.
Ahmad Vali
M. B. Ahmad Vali
M. B. Ahmad Vali is a 57 year-old poet from Narsipatnam village, Andhra Pradesh State, India. He runs a small business. His writings keep appearing in the local Telugu periodicals as well as social media such as Facebook on and off.
Além do espelho: Como Deus nos vê!
A jornada de fé e escuta que deu origem ao novo livro do pastor e psicanalista Cleiton Santos
Além do Espelho: Como Deus nos vê!
Unindo teologia, psicanálise e uma experiência pessoal marcante em sala de aula, o autor lança obra focada na cura interior e na transformação de relacionamentos.
Olhar-se no espelho e não gostar do que vê é uma experiência humana universal.
Muitas vezes, esse reflexo insatisfatório não está no vidro, mas no interior, uma coleção de falhas, erros e cobranças que carregamos ao longo da vida.
Cleiton Santos
É justamente nesse ponto sensível que o pastor, psicanalista e escritor Cleiton Santos, de 55 anos, ancora sua nova obra literária: “Além do espelho: Como Deus nos vê”.
Casado, pai de dois filhos e servidor público aposentado, Cleiton construiu uma trajetória inteiramente dedicada ao cuidado com o próximo.
Unindo sua formação teológica à escuta sensível da psicanálise, ele atua há anos no aconselhamento de indivíduos e casais, ajudando-os a restaurar vínculos e a encontrar equilíbrio emocional e espiritual.
Agora, essa rica bagagem prática ganha as páginas de um livreto que promete ser um bálsamo para os dias atuais.
O choro em sala de aula e o nascimento de um propósito
A história por trás da obra, no entanto, não começou agora.
Ela teve início há mais de duas décadas, em 2002, durante uma manhã de sábado que o autor lembra com precisão.
Na época, cursando o segundo ano de Teologia, Cleiton viveu um momento de profunda crise pessoal.
“Eu me desmanchava em choro sobre a minha mesa dizendo para mim mesmo que iria ‘desistir’”, relembra o autor
Foi naquele instante de extrema vulnerabilidade que ele relata ter recebido uma direção espiritual que mudaria seu destino.
O tema do livro nasceu ali, como uma resposta imediata à sua dor.
“Comecei a escrever algumas palavras e, quando me dei conta, já tinha várias linhas e páginas escritas. Este livreto nasceu primeiro no coração de Deus para hoje abençoar outras vidas”, pontua.
Um convite para enxergar a essência, não o erro
Em um mundo hiper conectado, ditado por padrões estéticos e cobranças implacáveis de redes sociais, “Além do espelho: Como Deus nos vê!” surge como um contraponto necessário.
Segundo o autor, a sociedade contemporânea nos treina para acreditar que Deus nos enxerga com a mesma distância e decepção com que muitas vezes olhamos para nós mesmos.
O livro desconstrói essa visão.
Com uma linguagem simples, acolhedora e livre de julgamentos ou termos técnicos complexos, Cleiton propõe um diálogo direto com o leitor.
A obra não ignora as falhas humanas, mas convida a entender que o olhar divino não começa no erro, mas sim na essência de cada indivíduo.
Para o autor, o impacto dessa mudança de perspectiva é prático e profundo: “A forma como você acredita que Deus te vê muda completamente a forma como você vive”.
Mais do que uma leitura rápida, “Além do espelho: Como Deus nos vê” se apresenta como um convite delicado para o leitor silenciar as próprias acusações e se reconciliar com a própria identidade.
Uma leitura essencial para quem busca cura interior, crescimento emocional e um reencontro com a fé.
Em um mundo onde somos constantemente pressionados a corresponder a padrões externos, Além do Espelho: Como Deus nos vê, de Cleiton Santos, surge como um convite profundo à reflexão e à cura interior.
O livreto conduz o leitor por uma jornada de autoconhecimento à luz da fé, confrontando as distorções que muitas vezes carregamos sobre nossa própria identidade.
Através de uma linguagem simples, direta e sensível, o autor revela uma verdade poderosa: não somos definidos pelas nossas falhas, traumas ou pela forma como nos vemos no espelho, mas sim pela maneira como Deus nos enxerga.
Com base em princípios bíblicos, a obra traz conforto, restauração e esperança, ajudando o leitor a compreender seu verdadeiro valor e propósito.
Cada página é um lembrete de que há graça, amor e uma nova perspectiva disponível para aqueles que estão dispostos a olhar além das aparências.
Mais do que uma leitura, este livreto é uma experiência espiritual, um chamado para abandonar velhas crenças e abraçar uma identidade firmada no olhar de Deus.
Surendra Nagaraju – ElanaagaImagem gerada pelo ChatGPT – https://chatgpt.com/c/69bd3748-6854-83e9-89c9-c48657ddf47a
God has given us a mouth to talk sparingly, and a pair of hands to comfort others caringly. “Always talk less and work more” is what should dwell in your heart’s core.
Elanaaga
Value of words
Words are ducks that swim in the lake of a composition. Don’t push them in large numbers; they will give rise to congestion.
Words are gems set in a crown – they add to elegance. Don’t overuse them, else they will produce repugnance.
Eu fui calcular a distância entre a Terra e o Céu… Os quilômetros das estrelas dentro de um olhar fiel… A estrada entre o ferrão da abelha e o seu mel… E descobri que há uma geometria colossal: Todo o Céu fica bem perto daquele que é distante do mal!
Eu fui calcular a distância entre o espinho e a flor… E aprendi: posso crescer naquilo que me desconfortou! Escolho ser a pétala que o mundo perfumou!
Então olhe: É você que escolhe! A distância entre a flor e o espinho é a mesma no caminho! O Céu fica mais perto de quem o tocou! O Céu é o vizinho de um sonhador! Então sonhe: A distância entre os anjos e os homens…finda no amor em que toda distância some! O Céu está do lado de quem amou!
Então amanheceu: o Universo respirou o que você floresceu… Não há distância entre tua alma e Deus… Se escolho as essências mais perfumantes… Os espinho, por si só, ficarão distantes!
Eu fui calcular o valor de um aprendizado… O tesouro que há num saber bem depurado… Descobri que o espinho protegeu a flor! Que guardião de louvor! E sou tão grata àquilo que um dia chamei de dor!
Eu fui calcular a distância entre o Céu e um coração: descobri que posso ser o Céu, então, se a minha mão tocar o coração de quem precisou! Um espírito mais filosófico diria: distância não é espaço, é ontologia! O perfume deixado pelo que foi superado é maestria! O Céu é o teu interior!
Navegar na pensabioidade… Nutre a qualidade de nosso vínculo c’a perenidade…Isso é restaurador! Escolho um perfumar não persecutório, trazendo Continentes dentro de meus olhos… Ampliando a visão do Cosmos…Com candor!
O Universo, todo aberto, é só uma letra d’um grande Alfabeto… O Cosmos ainda é um feto… em labor! Evoluir a alma é o maior dos sucessos… Eis o cálculo mais correto: cumpra a vida em todos os seus metros! Reencante o teu interior!
Colaboremos com o parto da própria Criança… Pois a vida sempre estará em gestação…Esse poema é uma laica oração…p’ra quem o mundo já perdoou!
Marta OliveriImagem criada por IA da Meta – 04 de setembro de 2025
Subversión 1 Cómo decir que el desierto llora que en un hombre dormido yace el infinito Admitir que el saber es un recién nacido, un brote apenas en la heredad del cosmos y abrir los párpados cansados de realidad en vértigo a un sueño sin abismos.
Subversión 2 Es menester darle a Dios otra oportunidad en la osadía humana de crearlo
Subversión 3 La locura es el refugio de las almas que han pecado de lucidez extrema
Subversión 4 La tierra que mereces aún no ha nacido. Pero el viento lleva huellas imprecisas y el sueño un mapa fragmentario.
Subversión 5 Muere la potestad de lo “real” cuando soplan los gigantes de Quijote y se duelen los molinos de sus aspas,
Subversión 6 Los parias son ángeles que han sido privados de sus alas.
Subversión 7 Los ángeles son los parias que aún no han recibido el don del exilio
Subversión 8 No hay obediencia posible en la verdadera santidad.
Subversión 9 No hay santidad posible en la sumisión del presente establecido
Subversión 10 De la memoria nace el futuro soñado en el ininterrumpido fluir de las almas libres.
Ella Dominici: ‘À procura de uma dignidade duradoura’
Ella DominiciImagem gerada por IA do Bing – 13 de dezembro de 2024 às 7:38 AM
Onde estiveste de noite? noite-memória dos sinos, Sondando Deus?
Iluminações em mistérios são alcance da essência substancial das coisas
Onde estiveste quando no céu surgia a estrela….
E na epifania celeste surgia o relance que passaria como um cometa que viveu entre os homens não estrelando poder, mas envergando brilho terreno na pacificação
Deixando caminho do alcance das dignidades
Onde estiveste na noite? Noite-memória da vinda Criança-esperança, Sendo tu sondado?
Alma personificada no ser perdido, esta, sonda profundezas de memória no celeiro deixado,
nobre encontro com a identidade do eu verdadeiro,
procura da revelação do ser, é encontrar dignidade em Cristo
epifania celeste neste acampado divino corpo , ora propriedade terrestre ora essência de perfume, intangível com o olhar invisível com as mãos, dedilhado com o âmago saboreado com o paladar da plenitude da alma
Caia a neve como manto de amor em nossas almas, Empalideçam as estrelas cadentes do orgulho e desafeto,
Despontem e venham estrelitas de humildade em forma de simples aceitação das diferenças
Caia a membrana que cobre os olhos e esconde de si a luz que quer brilhar
Cintilem noites despojadas de presunções e intenções
Cintile em lares e famílias com perdões e afagos em abraços e em orações
Que o presente alcançado por Deus brilhe fulgurante
Seja a dignidade de guardar o menino nos sentimentos, trilhar os passos do Homem que se fez carne
“amar ao outro como a si mesmo” em todos os cantos, aguardando não a próxima noite de festa Mas vencendo os dias e noites na espera
José Antonio TorresImagem gerada por IA do Bing – 12 de novembro de 2024 às 7:18 AM
Caminhava olhando para baixo… Vez por outra, olhava para os lados e para a frente, Mas não importavam as paisagens, as pessoas… Vivia ensimesmado… Uma angústia fria e torturante habitava em mim; Perdido, não conseguia divisar uma saída… Esticava meus braços para baixo E só havia a terra fria e árida… Estendia-os para os lados e não encontrava amparo… Ao estende-los para a frente, Via o futuro fugir e se distanciar de mim. Quando o desespero e o desânimo já tomavam conta do meu ser, E com o espírito destroçado pelo vazio da minha existência, Em uma súplica final, Ergui os braços para o alto e, Como um raio quente e revigorante percorrendo meu corpo, Senti o toque suave e acolhedor da mão de Deus.