Qué complicado es ver las lágrimas que, invisibles, gritan por salir y no salen; porque esas lágrimas pesan en el alma, la inundan, la ahogan, la sumergen en un lago de agua pantanosa y la mantienen en el fondo mientras una sonrisa asoma. Es tan difícil ver el dolor de los demás e ignorarlo…
Crueles suenan mis palabras; egoístas, hipócritas, malvadas… porque tan asesino es el que daña como el que ignora. Pero duele tanto… Tan solo me protejo, me cubro los ojos y, ciega, camino sin temor por un manto estrellado, alejada del dolor.
Ignoro sus miradas, sus súplicas silenciosas y desesperadas, sus almas necesitadas. Ignoro aquellas señales que otros no ven; ignoro sus latidos desbocados, su respiración entrecortada y sus sonrisas falsas. Ignoro su dolor porque sus lágrimas despertarían las mías, porque no soy fuerte, porque cada noche lucho por ver un nuevo amanecer y sentirme en paz, porque mis monstruos acechan bajo mi cama y tengo miedo de dejar escapar la primera lágrima, esa que desbordaría las presas que me recuerdan que debo seguir en pie, aunque la tormenta arrastre mi calma.
Soy cruel, egoísta, protectora de un dolor que duerme y temo despertar; una caja de Pandora que no sabré cómo cerrar si realmente cae mi primera lágrima. Soy distinta, no mejor persona; cobarde por huir en medio de la batalla. Ruin por proteger mi alma e ignorar las balas que silban a mi alrededor en medio de un silencio que escucho gritar.
Me encojo, abrazo mi pecho, ignoro su dolor, pero ellos me llaman, les hago falta; y sé que, si sus labios pronunciasen una sola palabra, mi coraza se destruiría como un castillo de naipes sobre una balanza. Pero no hablan; ellos no saben que yo siento sus almas, que sé de su dolor, que ignoro sus tormentas para yo estar en calma.
No prometo nada, porque si en la noche subo a mi barca para salvar a los que no nadan, sé que puedo perderme y no volver sana y salva.
Mis heridas nunca sanarán del todo, mi corazón tiene demasiadas cicatrices, demasiadas noches grises, demasiadas piedras que pesan y jamás serán tiradas. No prometo nada. Pero intentaré mirar sus almas, ser menos cobarde, abandonar mi refugio y perderme en su oscuridad para encontrar el camino más digno, más honesto, aunque pierda mi espada en la batalla y no vuelva a acariciar mi calma.
Já parou para pensar que a felicidade de alguém, no dia de hoje, pode depender de uma simples ação que talvez para você não seja nada, mas que para outrem pode ser o motivo de um sorriso diário?
Passamos tempo demais preocupados com nossos próprios interesses e não percebemos o quanto podemos influenciar uma vida através de um simples gesto de gentileza.
Uma frase que sempre falo quando percebo alguma injustiça em relação a mim ou a outras pessoas é: “Gentileza gera Gentileza”. Refletindo sobre essa frase, me deparei há alguns dias com uma situação constrangedora e quero compartilhar o fato sem dar nome aos bois.
Quando participo de algum concurso ou preciso que alguém dê uma atenção especial a um determinado projeto, ou mesmo a uma publicação em redes sociais, costumo compartilhar nos grupos onde sempre me senti acolhida por pessoas queridas e amigas.
Todavia, há alguns dias, fiz uma publicação em um grupo e fui atacada por um colega de lá; atacada com palavras ásperas de alguém que se revoltou com a própria vida e quis descarregar sua revolta em mim. Mantive-me firme e gentil como sempre fui. Afinal, eu sou assim e mais uma vez posso dizer que tenho orgulho de mim, pois, apesar de tudo de feio que ele disse, atacando até meus colegas de grupo, eu apenas saí do grupo para que ele não continuasse com suas insinuações.
Mais tarde, fui informada de que tal senhor havia sido removido do grupo. Mas, durante os ataques à minha pessoa, ele disse que um dia havia me pedido uma ajuda e eu neguei. Pasmem! Eu não o conhecia, nunca havia tido nenhum contato com o indivíduo, nem sabia quem era. Justamente por não o conhecer, fiquei assustada com o ataque.
Mas pude dizer a ele justamente essa frase: “Gentileza gera gentileza”. E se por algum motivo eu não o conhecia, mesmo ele estando no grupo, e naquele momento, sem me conhecer, ele me destratou daquele jeito, agradeci a Deus por não tê-lo conhecido antes e por conhecê-lo daquela forma, pois assim sei que não conhecê-lo antes foi um livramento de Deus. Estou compartilhando isso porque assim acontece na vida da gente diariamente. Pessoas nos julgam sem nos conhecer de verdade, talvez dão ouvidos às más línguas que destilam veneno contra nós, e nos atacam sem ao menos nos permitir falar.
Um ataque sem explicação, apenas porque um dia decidiram que não gostavam da gente e ponto final. Percebo que preciso me blindar o tempo todo, porque às vezes entramos em determinados espaços pensando que todos são amigos e querem o nosso bem. De repente, descobrimos que há muitas pessoas que não gostam da gente pelo simples fato de não conseguir suportar nosso brilho próprio.
Não sei com vocês, mas comigo percebo violência o tempo todo — não física, mas indiretamente: quando alguém vê o meu bom trabalho, mas não comenta, não curte, não compartilha, não demonstra nenhum ato de gentileza, mas, no entanto, cobra que façamos isso por eles. São muitos vídeos, reels e publicações que alcançam 1.700 visualizações, mas apenas 20 curtidas. Isso demonstra que o tempo todo tem pessoas nos vigiando, muitas das vezes até admirando nosso trabalho, mas sem prestar apoio. Isso porque uma curtida ou um comentário pode ferir o ego dessas pessoas.
Aprendi que as pessoas querem te ver bem, sim, mas nunca melhor do que elas. Por isso é tão difícil para elas apoiarem o nosso trabalho. Só trabalhando, me aperfeiçoando, errando, todavia aprendendo, e continuarei ajudando as pessoas a plantarem para, juntos, colhermos os bons frutos de todo nosso plantio.
Agradeço a todos que apoiam meu trabalho e que são sempre gentis comigo. Amo vocês!
Mustafa Al-SumaidiImagem criada pela IA do Gemini – https://gemini.google.com/app/3381a3849e08a70d?utm_source=app_launcher&utm_medium=owned&utm_campaign=base_all
“Why strike against me, food?” Such was my stunned question, as it whispered to me not to eat it.
All of a sudden, I swallowed hard, my throat dry, from the sting of a mere half-day’s hunger, while in a silent soliloquy: “Ah, I understand you now.”
A crowd of hollow-faced shadows, bellies bound with stones, and the long-starved, rose before my tear-filled eyes.
A hunger strike neither nourishes nor satisfies. It will not save a starving soul that has endured for months.
I finished my meal absentmindedly, as if to breathe a prayer: If only it could be digested in someone else’s stomach.
Não costumo escrever com frequência, mas hoje, isso é inevitável, pois aconteceu algo muito estranho comigo.
Cheguei ao meu consultório, cumprimentei minha secretária e entrei. Percebi que havia dois pacientes aguardando, sentados nas poltronas da saleta de espera. Olhei o relógio, eram 06h45. Vi que não estava atrasada. Então sentei-me, liguei o computador, abri meu bloco de anotações, e conectei à lista de pacientes do dia. A primeira paciente era uma jovem senhora, por nome Esmeralda Borlok, 48 anos. Suspirei aliviada, olhei em volta, como estava tudo em ordem, apertei o botão de chamada. Após alguns segundos, ouvi uma batida e o movimento leve na maçaneta da porta. Levantei o rosto e deparei-me com uma senhora obesa, de pele clara, porém com manchas semelhantes a melasma, no rosto. Os olhos fundos mostravam também uma margem de olheiras considerável. Pediu licença, com uma voz rouca e cansada. Parece que havia corrido alguns quilômetros. Disse-me:
— Com sua licença, doutora! Bom dia! — respondi de pronto.
— Bom dia! Dona Esmeralda?
— Sim, sou eu mesma, doutora! — respondeu-me, meio encabulada.
— Sente-se, fique à vontade! — Eu disse, apontando para um estofado à minha frente. Foi quando a mulher deu dois passos para se sentar que percebi que mancava de uma perna. Enquanto ela se ajeitava na poltrona, vi que suas pernas e pés estavam inchados. Vestia uma saia jeans desbotada, uma camiseta branca e sandálias de dedo.
Assim que ela se acomodou, olhei em seu rosto e forcei um sorriso simpático, afinal, eu precisava lhe passar confiança. Ela retribuiu o sorriso, deixando à mostra as falhas que possuía em sua arcada dentária. Confesso que tive compaixão da mulher… afinal, a medicina não nos tira a sensibilidade.
Levantei-me com o tablet nas mãos, e parei à sua frente. Puxei uma poltrona e sentei-me a um metro, mais ou menos, da mulher. Comecei a conversar com ela, conferindo alguns dados, como: idade, endereço, se tinha filhos e quantos, se fazia uso de algum medicamento…. Na verdade, eu queria ganhar um tempinho, para que aquela senhora respirasse melhor, pois julguei que estivesse muito ansiosa, pela respiração ofegante que apresentara, quando entrou. Assim que ela se mostrou mais serena, levantei-me e puxei outra poltrona que ficava ao seu lado, próximo a sua cabeça; mas de uma forma que eu não via diretamente o seu rosto. Via-o somente pelo reflexo no espelho do lado oposto da parede.
Planejei um ambiente aconchegante em meu consultório, pensando exclusivamente no bem-estar dos meus pacientes. A poltrona é reclinável e favorece a vista para um jardim de inverno, com muitas folhagens e flores, as quais podem ser apreciadas através da parede de vidro que o separa da sala do consultório. Penso que esse ambiente transmite serenidade e paz. Deixando os pacientes mais relaxados.
Comecei a consulta, propriamente dita:
— Então, dona Esmeralda, o que a trouxe aqui? — perguntei com a intenção de fazer as anotações necessárias no bloco de notas, de uma forma que ela não percebesse, para não se sentir coagida ou incomodada. — A mulher pigarreou, engoliu, tirou os óculos e segurou-o sobre a perna esquerda. Esfregou os olhos, como se quisesse enxergar melhor as situações vividas na história. Logo começou a me explicar:
— Olha, doutora, eu vim aqui porque preciso saber da senhora sobre esses problemas de cabeça, viu? Meu marido anda falando que estou ficando louca… embora eu não acredite, ele insistiu para que eu viesse me consultar. Então, eu não quero fazer a senhora perder muito tempo comigo, não. Eu vou lhe contar o motivo dessa contenda e daí a senhora só me responde, e pronto, eu vou-me embora!
— Sim, claro, pois me conte… — disse calmamente.
— A senhora veja, eu sempre pensei que tratava as minhas aves muitíssimo bem, dou lhes ração de melhor qualidade, milho somente colhido no ano… troco a água dos galinheiros duas vezes por dia! E mais! Os ninhos são feitos de caixote de madeira boa e forrados com capim seco, macio… Mas a senhora não há de ver que, há poucos dias, peguei a galinha carijó, cochichando ao pé da orelha da galinha preta, Efigênia, atrás do pé de capim cidreira?! Elas não me notaram, pois escondi-me atrás do tronco da jaqueira, que é bem grosso… Logo a carijó, Magá, em quem eu tanto confiava… — Perguntei-a:
— Hummmmm, o que diziam? Deu para ouvir…?
—Sim, sim! Deu para ouvir, porque fiquei bem pertinho. Elas reclamavam da quantidade e qualidade da ração e do milho, o mais estranho é que mostravam insatisfação, também, dizendo que a cama era dura, forrada com produto de última qualidade… cogitavam mobilizar todo o galinheiro, instigando a solicitação de melhorias. Efigênia confirmava tudo, balançando a cabeça positivamente.
Saí de fininho, porque não saberia como argumentar com elas, tamanha era a cara feia das duas… logo imaginei as mesmas, fazendo motim no galinheiro e greve. Com certeza seria greve ‘ovo zero’! Desesperei-me, pois como iríamos nos manter sem o dinheiro da venda dos ovos? Meu marido, mal faz a capinagem do pomar, e olhe lá!
Fui correndo contar ao marido, que me ouvia, mas tinha os olhos arregalados, parecia incrédulo. Na hora, eu não sabia se ele duvidava da história ou estava desesperado pela falta dos ovos e, consequentemente, do dinheiro. Mas depois, me disse de forma arrogante:
“Oxente, mulher! Desde quando galinha fala? Você está delirando? Deixa eu ver se tem febre…” — Eu já estava azucrinada, respondi-lhe:
“Ara homem, tu acha que sou mulher de faltar com a verdade! Vá lá fora, estão lá atrás das cidreiras! Já tem uma aglomeração de mais de 15 indivíduos! Logo vai ver a greve estourar! Vai vendo… depois não diga que não avisei!”
Fui pisando duro para o quarto e fiquei observando a movimentação deles por quase duas horas, até adentrarem para o galinheiro. É isso, doutora, digo, essa movimentação das aves, sempre reclamando dos cuidados e do alimento, tem sido diariamente… eu falo para o meu marido todos os dias, mas ele repete a mesma coisa… dizendo que estou enlouquecendo. E foi por isso que ele marcou essa conversa. Mas eu juro para a senhora, por tudo que é sagrado, isso é a mais pura verdade!
É certo taxar alguém de louco quando se está falando a verdade? É certo…?
Eu também estava em choque, não sei se era pela possibilidade de crer na história da mulher ou se realmente eu achava, também, que ela era louca.
Respondi, com a voz trêmula, forçando para não mostrar insegurança.
— Claro, claro! A senhora tem razão!
Vamos fazer um combinado? Eu vou lhe passar um remedinho, mas veja bem, ele é um ‘placebo’ ou seja, não tem nenhum princípio ativo. A senhora vai levar e tomar na frente do seu marido, daí ele vai pensar que está tudo certo, que a senhora está medicada! — Ela arregalou aqueles olhos pretos e fundos, interpelando-me:
— E quanto às galinhas, a iminência de uma greve… o que eu faço?
— Respondi apressadamente:
— Essa situação eu vou resolver pessoalmente para a senhora. Eu vou comunicar a secretaria de agricultura para fazer-lhe uma visita, então marque uma reunião com as aves, para resolver tudo da melhor forma possível! Pode ficar tranquila!
A mulher recebeu a receita com um largo sorriso, até o andar mancado, parece ter desaparecido. Agradeceu-me e fechou a porta atrás de si.
Rapidamente chamei a secretária e lhe comuniquei que não estava passando bem, que ela deveria remarcar a consulta do próximo paciente. Pedi desculpas e saí apressada do consultório. Precisava chegar em casa e tomar um banho da cabeça aos pés. Aquela história havia deixado-me zonza e enjoada.
Quando abri a porta do meu apartamento, levei o maior susto da minha vida! Meu cão, Caramillo, estava sobre uma cadeira, à frente da pia, com a esponja nas patas dianteiras, lavando a louça. Eu dei um grito e joguei a bolsa para cima, a qual bateu no vidro da cristaleira, estilhaçando-o, ao chão.
Caramillo me olhou de um jeito zombeteiro e disse:
– Ai, ai, ai! Agora, além da louça, vou ter que juntar os cacos desse vidro!? Esse mês terei que pedir um aumentinho no salário! Senão, pensar na possibilidade de uma greve… Ou a senhora pensa que só essa ração seca que me dá e essa cama dura, paga toda essa trabalheira?!
Hay algo profundamente absurdo en la historia de la humanidad.
Hemos aprendido a descifrar el universo, a caminar sobre la Luna, a crear máquinas capaces de almacenar el conocimiento de siglos enteros en la palma de una mano. Sin embargo, todavía no hemos aprendido a convivir plenamente entre nosotros.
Seguimos construyendo armas con la misma pasión con la que podríamos construir esperanza. Seguimos perfeccionando la destrucción mientras millones de personas intentan sobrevivir a ella.
II. La lógica invisible de la guerra
Quizás por eso pienso que la guerra le teme a los abrazos. Porque un abrazo derrumba en segundos los muros que el odio tarda años en levantar.
La guerra necesita distancia. Necesita que olvidemos el rostro del otro. Necesita convertir personas en enemigos, nombres en estadísticas y vidas en daños colaterales. Necesita, sobre todo, que dejemos de reconocernos.
Por eso se disfraza. Se viste de uniformes, banderas, discursos y consignas. Se presenta como heroísmo, como justicia o como destino inevitable. Pero detrás de cada guerra siempre aparece la misma verdad incómoda: la incapacidad humana de sostener el dolor ajeno.
III. Poder, promesas y decepción
En teoría, los presidentes son considerados los “padres de la nación”. Y si esa metáfora fuera real, su responsabilidad sería tan simple como inmensa: proteger, cuidar, guiar.
Pero la realidad insiste en desviarse de esa idea.
En cada ciclo electoral se repiten las promesas, los discursos de esperanza, las palabras que hablan de futuro. Y, sin embargo, con demasiada frecuencia, esas promesas se diluyen con el tiempo, dejando tras de sí una estela de distancia, decepción y desconfianza.
No se trata solo de política. Se trata de una pregunta más profunda: ¿qué ocurre cuando la palabra pierde su valor?
IV. La fragilidad de la existencia
Vivimos como si el tiempo fuera infinito. Pero no lo es. Ninguno de nosotros está aquí para siempre.
Y aun así, seguimos atrapados en dinámicas de conflicto, competencia y destrucción que parecen olvidar lo esencial: la vida humana es breve, frágil e irrepetible.
¿Qué sentido tiene construir un mundo lleno de violencia, engaños y guerras si el final es exactamente el mismo para todos?
Tal vez el problema no sea únicamente político, sino profundamente humano. Tal vez hemos olvidado que vivir no debería ser solo sobrevivir dentro de sistemas de confrontación, sino intentar construir algo que merezca ser habitado.
V. Cultura, violencia y normalización
Incluso la cultura con la que crecen las nuevas generaciones refleja esa tensión. Muchos de los videojuegos más populares giran en torno a la guerra, las armas y la competencia violenta, mientras millones de niños los juegan con naturalidad. No como juicio moral, sino como síntoma: la violencia ha dejado de ser excepción para convertirse en entretenimiento cotidiano.
Y entonces surge una pregunta inevitable:
Si somos capaces de imaginar tantos mundos virtuales, ¿por qué nos cuesta tanto imaginar un mundo real donde vivir no implique destruirnos unos a otros?
VI. El origen del conflicto
La guerra nunca comienza cuando se dispara un arma. Comienza mucho antes.
Comienza cuando dejamos de escuchar. Cuando creemos que nuestra verdad justifica la anulación del otro. Cuando la indiferencia se vuelve costumbre. Cuando el sufrimiento ajeno deja de interpelarnos.
VII. La otra dirección
Y, sin embargo, la historia también está llena de quienes eligieron otra dirección.
Personas que tendieron la mano donde otros levantaban el puño. Personas que respondieron con compasión en medio de la violencia. Personas que entendieron que la paz no es debilidad, sino una de las formas más exigentes del coraje.
Porque amar no es un sentimiento abstracto. Amar es un acto de reconocimiento.
Es aceptar la humanidad incluso cuando incomoda. Es rechazar la idea de que el odio sea inevitable. Es comprender que ninguna bandera vale más que una madre llorando a su hijo. Que ningún territorio justifica una infancia rota. Que ninguna victoria compensa una vida perdida.
VIII. Hacia una nueva admiración
Tal vez ha llegado el momento de cambiar el foco de nuestra admiración.
De mirar menos a quienes destruyen y más a quienes reparan.
Menos a quienes dividen y más a quienes sostienen.
Menos a quienes gritan y más a quienes escuchan.
La guerra teme a los abrazos porque los abrazos contienen una evidencia insoportable: que la humanidad, en su forma más simple, todavía desea ser cuidada.
IX. El cansancio del mundo
Hay días en los que el mundo parece demasiado pesado para mirarlo sin cansancio.
Las noticias se repiten como un eco: guerras, pobreza, hambre, enfermedades, crisis, desplazamientos, pérdidas. Como si la realidad global estuviera compuesta únicamente de fracturas.
Y en medio de ese flujo constante, aparece una sensación silenciosa pero creciente: la idea de que el mundo no deja de empeorar.
No porque el mundo haya cambiado en su esencia, sino porque la forma en que lo consumimos nos lo devuelve siempre herido.
Todo parece regido por el conflicto, por el dinero, por la desigualdad. Y en ese escenario, lo que se desea no es ignorar la realidad, sino poder respirar dentro de ella sin hundirse.
Simplemente poder escuchar, de vez en cuando, algo que no duela.
X. Lo que permanece
Al final:
Los imperios caen.
Las fronteras cambian.
Las ideologías se transforman.
Pero permanece algo más resistente que todo eso: la capacidad humana de cuidar.
Quizás la verdadera revolución de nuestro tiempo no sea tecnológica, económica ni militar.
Quizás sea emocional.
Quizás consista en reaprender lo más básico: mirar, escuchar, comprender.
Porque mientras exista un solo ser humano capaz de elegir el amor por encima del odio, la guerra no tendrá la última palabra.
XI. Preguntas incómodas del sistema
¿Cómo se sostiene la confianza en las leyes cuando, en demasiados casos, las instituciones que deberían protegerlas también fallan en representarlas con integridad, en distintos lugares del mundo?
Pensemos en la economía a nivel mundial, también resulta profundamente inquietante. En muchos casos, parece haberse normalizado una estructura en la que solo unos pocos acceden a una vida cómoda, mientras la mayoría sostiene el sistema con jornadas interminables de trabajo, a menudo superiores a las cincuenta horas semanales, intentando cubrir gastos básicos, facturas y deudas que los mantienen atrapados en un ciclo constante de presión económica.
Es como si una gran parte de la población viviera dentro de un engranaje invisible, donde el esfuerzo no siempre se traduce en estabilidad, sino en supervivencia.
Y en ese mismo escenario global, existen países marcados por sistemas políticos extremos, ya sean regímenes autoritarios o estructuras profundamente inestables, donde la libertad, la seguridad o las oportunidades no están distribuidas de manera equitativa.
Más allá de las ideologías, lo que queda expuesto es una realidad incómoda: la sensación de que el valor de la vida humana no siempre ocupa el centro de las decisiones económicas y políticas.
¿Qué somos? ¿En qué nos hemos convertido? ¿Qué es la vida, o para qué venimos a ella? Parecemos estar atrapados en estructuras que nos condicionan constantemente.
Vivimos atravesados por clases sociales, ideologías políticas y sistemas de normas que, en demasiadas ocasiones, parecen desconectados de la experiencia humana real.
Y entonces surge una pregunta incómoda, casi inevitable: si la vida es un espacio limitado y frágil, ¿por qué la organizamos tantas veces como si no lo fuera? ¿Por qué aceptamos dinámicas que nos alejan de lo esencial, de lo humano, de lo que realmente importa?
Reflexionemos sobre este manifiesto humanista contemporáneo —o ensayo filosófico-político de tono literario, como ustedes lo sientan y lo perciban deberíamos denominarlo—. Al final, vistos desde el cielo, todos parecemos diminutos, como hormigas. La vida es demasiado breve, todos deberíamos poder cumplir nuestros sueños. Pienso que ya es hora de que la humanidad pueda respirar en un mundo mejor .
Lembro quando meus filhos eram crianças, eu costumava levá-los para brincar na praia e ver o mar. Lá sempre foi uma extensão da nossa sala de estar.
Eles adoravam, e eu aproveitava para estimular brincadeiras de bola e de corrida na areia, aprimorar os elogios e mergulhar no mundo deles. Eu tive esse privilégio, e eles também.
Tobias, o caçula, parecia ser o mais sintonizado com ambiente, com o irmão e com seu amor à família, um coração saudoso e amigo tem até hoje. O mais velho, sempre ativo e criativo, gostava de receber os amigos na sala de estar, de passar mais tempo no seu quarto e jogar bola com eles na beira do mar.
Mas o que tem a ver ‘nosso lar’ com esse assunto? A praia em muitas circunstâncias, foi minha sala de estar com meus filhos, nosso momento de mais risadas e conversas, porque o verbo da vida em família precisa ser ESTAR. E “ A verdadeira beleza é com certeza a do interior” do nosso interior. Aquela que dura muito tempo e passa diretamente pelo coração imprimindo o caráter de um ser humano. Reconhecendo o território doméstico. Construindo um lar emocionalmente seguro em um mundo inseguro. Estar junto em família , foi um dos momentos mais sublimes enquanto eles cresciam, e DEVERIA ser a resposta da pergunta: O que temos para todos os dias?
O lar precisa ser um refúgio , na qual os filhos voltassem repetidas vezes, por se sentirem mais seguros e protegidos. E essa expectativa positiva comunicasse com seguridade que existe uma família.
Uma família, duas famílias… Um lugar em que as crianças aprendessem o significado de ser responsável e de se importar com o outro, onde o coração e o tempo de todos moram em paz.
– Vamos para o quintal de casa, saiam dos bastidores. O verbo de uma família precisa ser ESTAR.
Compreenda a singularidade de cada filho, eles são ricas descobertas silenciosas da vida. Dê a eles uma memória e cultive seu caráter em vez de garantir que eles pareçam bons diante dos outros. Que fantástico ler isso!
E lembre-se , a sala de estar precisa ser um lugar espontâneo e lembrado para toda vida.
E seu lar, um lugar onde vocês possam assistir a um filme juntos, lavar o carro num dia quente, ter uma refeição surpresa toda semana, jogar jogos de tabuleiro e ser feliz.
Não cedam à coisas que destroem as relações familiares.