8º Encontro Cigano ‘Bênçãos de Sarah’

É um convite à união, ao respeito e à celebração das tradições ciganas, reunindo diferentes grupos étnicos, culturais e religiosos

Abaçai
Abaçai

8º Encontro Cigano ‘Bênçãos de Sarah.
Fazenda São Bernardo – Rafard
Dias 27, 28 e 29 de junho – 9 às 21

O encontro, que celebra Santa Sarah Kali, a protetora do povo cigano, acontecerá em um cenário de grande valor histórico e artístico: a Fazenda São Bernardo – Abaçaí, em Rafard, interior de São Paulo, local de nascimento da icônica artista plástica Tarsila do Amaral.

É um convite à união, ao respeito e à celebração das tradições ciganas, reunindo diferentes grupos étnicos, culturais e religiosos. Com entrada franca, aberto ao público, o evento promete uma experiência imersiva para ciganos, simpatizantes e amantes da cultura em geral.

Caravanas de diversas cidades já confirmaram presença. Grupos procedentes de Campinas, Caraguatatuba, Carapicuíba, Cotia, Diadema, Ferraz de Vasconcelos, Guarulhos, Itanhaém, Mogi Guaçu, Rafard, São Carlos, Santo André e da capital de São Paulo.

• Fogueira Cigana, simbolizando a união e a purificação.

• Expositores: Uma variedade de produtos e artesanatos que refletem a riqueza da cultura cigana.

• Cortejo de celebração a Santa Sarah Kali.

• Apresentações de Danças Ciganas

Beleza e a energia das danças que encantam e envolvem o público.

• Sortilégios (Oráculos).

• Comida Caipira e Cantina.

O 8º Encontro Cigano ‘Bênçãos de Sarah’ vai além da festa; é um espaço para a partilha e o exercício da convivência.

A Fazenda São Bernardo oferece espaço para acampamento com banheiros e chuveiros disponíveis.

Toninho Macedo
21 de junho, 2025

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1 Mostra de Arte da Casa Kennedy teve vernissage concorrida

A mostra se chamou ‘As Cores de Itapetininga’

A vernissage (abertura) da 1a. Mostra de Arte da Casa Kennedy realizada ontem, 10, no salão nobre da Casa Kennedy de Itapetininga, foi um enorme sucesso, com grande participação de publico e muita admiração pela obras apresentadas.

Segundo a artista plástica Ana Elisa B. Meirelles, editora setorial do ROL e uma das curadoras do evento, “conseguimos reunir os melhores artistas, as melhoras obras de arte e graças a isso tivemos o privilégio de realizar  um grandioso espetáculo cultural, o que confirma a tese de que, quando se apresenta algo de qualidade, com boa comunicação e organização competente, o público reage com entusiasmo.

A mesma alegria com o sucesso da primeira noite da Mostra foi reafirmada pela outra curadora, a também colunista do ROL e artista plástica Walkiria Paunovic: “ficamos muito contentes com a presença de grande público e, em especial, pelo fato de que contamos com a presença de todas as escolas de arte de Itapetininga e o apoio decidido da atual diretoria da Casa Kennedy”. 

A exposição ficará aberta ao público até o dia 30 de maio das 14 às 17 horas, de segunda a sexta-feira, e aos sábados, das 14 às 17 horas, até o dia 30.

A entrada é gratuita.

A Mostra Artística reúne obras dos consagrados pintores, como Volpi, Di Cavalcanti e Tarsila do Amaral e dos melhores artistas de Itapetininga, alguns deles formidáveis revelações em pinturas e desenhos, e outros já conhecidos e consagrados.

O evento foi muito bonito e acabou sendo um reencontro da cidade de Itapetininga (dona da Casa Kennedy) com os melhores períodos dessa entidade, que já foi integrante dos grandes circuitos de arte do Brasil.

As duas curadoras e colunista do ROL também expuseram seus trabalhos artísticos.

Abaixo alguns do quadros exibidos pela Mostra:




Exposição no Sesi: 40 anos de revista Artéria

 

Importantes artistas de poesia visual que foram publicados na revista

 

O SESI Itapetininga promove a exposição Artéria 40 Anos – Revista de Poesia. Sob curadoria de Omar Khouri e Paulo Miranda, a exposição reúne poemas que foram publicados ao longo de quatro décadas de existência da revista, em diversos formatos, como serigrafias, adesivos, objetos, vídeos e áudios. As obras ficarão expostas na unidade a partir do dia 23 de março até o dia 18 de maio, de terça a sábado, das 9h às 20h, exceto feriados. A visitação é gratuita.

Com curadoria dos poetas e editores Omar Khouri e Paulo Miranda, a mostra traz a chamada poesia intersemiótica – conhecida como poesia visual, com trabalhos publicados de mais de 50 colaboradores, entre eles Augusto de Campos, Décio Pignatari, Regina Silveira, Julio Plaza, Tadeu Jungle, Arnaldo Antunes, Walter Silveira e Lenora de Barros.

Ao longo de seus 40 anos de existência, a revista assumiu os mais diversos formatos, meios e técnicas de produção: de caderno offset à revista virtual interativa, de fita cassete à caixa de poemas soltos. Ainda em atividade, a revista recebeu o Prêmio Governador do Estado de São Paulo na categoria Artes Visuais, em 2017, com o número 11 de sua publicação, que estará à venda no dia da abertura da exposição.

 

Algumas obras


Montagem com capas de revistas Artéria
Crédito: Divulgação / Espaço Líquido

 ZERO À ESQUERDA (São Paulo: Nomuque Edições, 1981)
Tiragem: 500 exemplares.
51,6 X 28,3 X 1,2 cm. Invólucro: caixa de papelão.
Trabalhos soltos em diversos formatos, papéis e técnicas de impressão (serigrafia, offset, tipografia, carimbo).
Impressão: Nomuque (serigrafia: ASTER) e outras.
Idealizadores: Omar Khouri e Paulo Miranda.
Produtores e impressores dos trabalhos serigráficos: Carlos Valero, Júlio Mendonça, Omar Khouri, Paulo Miranda, Sonia Fontanezi, Tadeu Junges, Walter Silveira, Zéluiz.
Capa: Walter Silveira, Paulo Miranda e Sonia Fontanezi.
Lançamento em 06 de maio de 1981, na Discoteca Pauliceia Desvairada, com um evento multimídia.

Artéria 3, 1977

Carteira de fósforos

Crédito: Divulgação / Espaço Líquido 

 

Sobre o projeto Espaço Galeria SESI-SP

A mostra Artéria 40 Anos – Revista de Poesia faz parte do projeto Espaço Galeria SESI-SP, no qual o foyer do teatro se transforma em plataforma expositiva, recebendo exposições de diferentes técnicas e formatos. Criada em 2013, a iniciativa oferece exposições de artes visuais especialmente desenvolvidas para os centros de atividades do SESI-SP, propiciando a circulação de obras originais com embasamento curatorial e expografia específica.

 

 

SERVIÇO

Artéria 40 Anos – Revista de Poesia

Data e horário: de 22 de março a 18 de maio – terça a sábado, das 9h às 20h, exceto feriados

Informações: (15) 3275-7952

Entrada gratuita




Acervo fotográfico mostra participação de Itapetininga na Revolução de 1932

Acervo fotográfico mostra participação de Itapetininga na Revolução de 1932 no Centro Cultural

 

A “Expo 32” conta com utensílios usados pelos combatentes, como os capacetes, as fardas e até mesmo as munições, usadas na Revolução de 1932. Conta também com anel e diploma, que foram doados por meio da campanha “Ouro pelo bem de São Paulo”, medalha da revolução, livros e filmes que falam sobre a história.

 

O acervo fotográfico da exposição está dividido em 6 partes:

– Itapetininga em 1932

–  Deslocamento das tropas paulistas

–  Chegada em Itapetininga

–  Campos de batalhas

–  Hospitais em Itapetininga

–  O final da revolução

Mostra também o mapa de Itapetininga e São Paulo no ano de 1932. Uma realização da Secretaria de Cultura e Turismo de Itapetininga. A “Expo 32” pode ser vista até o dia 27 de julho. Vale a pena conferir e saber um pouco mais sobre a grande revolução que fez parte da história da nossa cidade.

Anote o endereço:

Centro Cultural e Histórico “Brasílio Ayres de Aguirre” no Largo dos Amores, centro, de segunda a sexta-feira, das 08h às 18h.




Iperoenses prestigiam exposição sobre o Visconde de Porto Seguro

Pelo menos três mil pessoas, entre alunos da rede municipal e comunidade de Iperó prestigiaram a exposição itinerante sobre a vida e a obra de Francisco Adolfo de Varnhagen, o Visconde de Porto Seguro

 

A exposição foi realizada no terminal rodoviário, na Câmara Municipal e nas escolas municipais ‘Dona Elisa Moreira dos Santos’, ‘Prof. Henory de Campos Goés’, ‘Prof. Zilma Thibes Mello’ e ‘Francisco Adolfo de Varnhagen’ entre os dias 22 de fevereiro e 4 de abril, todas com  13 painéis contando a trajetória do historiado

P evento foi realizado por meio de uma parceria entre as secretaria municipais de Meio Rural, Ambiente e Turismo (SERAT), Educação, Cultura e Esportes (SECE) e o Instituto Martius Staden de Ciências, Letras e Intercâmbio Cultural Brasileiro-Alemão.

 

Francisco Adolfo de Varnhagen nasceu em São João de Ipanema – hoje sede da Floresta Nacional de Ipanema – em 17 de fevereiro de 1816, estudou no Real Colégio da Luz, em Lisboa, e posteriormente ingressou na Academia de Marinha. A extensa obra de Varnhagen inclui, entre os mais importantes escritos, “O descobrimento do Brasil”, “O Caramuru perante a história”, “Tratado Descritivo do Brasil em 1587”, “História completa das lutas holandesas no Brasil”, “Épicos brasileiros”, “Florilégio da poesia brasileira”, “Amador Bueno”, “Cancioneiro” e “Literatura dos livros de cavalaria”. Considerado um dos maiores historiadores brasileiros, é conhecido como o “Pai da História do Brasil”. O historiador é o patrono da cadeira nº 39 da Academia Brasileira de Letras.

“Nas escolas por onde a exposição passou, os professores aproveitaram para ilustrar e reforçar diversos conteúdos estudados em sala de aula. Foi uma experiência bastante positiva, principalmente por se tratar de uma grande personalidade ligada ao nosso município”, explicaram os secretários de Meio Rural, Ambiente e Turismo, Luiz Alberto Antunes Popst, e de Educação, Cultura e Esportes. Andreia Arato Rocha Camargo.




Museu da Lingua Portuguesa em Tatui a partir do dia 23


MOSTRA ITINERANTE DO MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA ENTRA EM CARTAZ DIA 23

A exposição itinerante Estação da Língua Portuguesa, que leva na bagagem acervos do museu (atualmente em reconstrução), retoma sua viagem pelo interior de São Paulo e faz sua primeira parada em Tatuí, no dia 23 de fevereiro. A nova etapa da viagem traz uma mostra ampliada em relação às itinerâncias anteriores, com novas atrações.

A realização é do Ministério da Cultura, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura, e da Arquiprom, proponente e produtora do projeto. O patrocínio é da CCR, Instituto CCR, Vivo, Sabesp, EDENRED e Ticket, todos por meio da Lei Rouanet. O apoio na primeira cidade da itinerância é da Prefeitura de Tatuí.

“O idioma português é um dos nossos maiores patrimônios e o Museu da Língua Portuguesa, com sua itinerância, cumpre sua vocação de divulgá-lo e ajudar a preservá-lo. Mais de 95 mil pessoas já participaram dessa viagem e queremos ter muito mais visitações em 2018”, afirma o secretário da Cultura do Estado, José Luiz Penna.

“Voltamos a viajar e com novidades, teremos um Totem na praça em frente ao acesso da exposição que é uma grande estrutura metálica com painéis que apresentam uma prévia do conteúdo e o segmento “O que nos une”, espaço  que apresenta o Mundo Lusófono e que foi especialmente pensado e produzido para este tour pelas cidades paulistas” explica o arquiteto e sócio da Arquiprom, Fernando Arouca.

A exposição gratuita e ampliada será inaugurada no dia 23 de fevereiro, a partir das 9h00, no Centro Cultural de Tatuí (Praça Martinho Guedes nº 12), onde ficará em cartaz de segunda a sábado, das 9h às 17h, até 24 de março – quando segue viagem para Santos. Posteriormente, Rio Claro, Taubaté, São Carlos e Bauru serão as cidades do estado de São Paulo que também receberão a Estação da Língua Portuguesa até dezembro de 2018.

Estação da Língua Portuguesa – A itinerância traz na bagagem conteúdos inéditos, que conversam com a museologia contemporânea e com a rica expografia de sons e imagens do Museu da Língua Portuguesa, que apresenta a língua portuguesa como patrimônios imaterial, viva e dinâmica, além de  conteúdos já conhecidos pelo público.

Na área externa, a Torre Estação da Língua Portuguesa dá boas-vindas aos visitantes.  Em As Origens, uma instalação cenográfica remete à ideia de estação ferroviária e de viagem de trem. Versos de Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Arnaldo Antunes, iluminados com LED em um painel metálico, convidam o público a entrar na exposição.

A viagem do idioma começa com um vídeo animação que mostra a formação da língua portuguesa e as rotas marítimas dos portugueses, que levaram o idioma para outras terras. Animação, narração e trilha sonora foram criadas especialmente para a mostra Estação da Língua Portuguesa.

O vídeo “Sotaques”, com texto “O Paraíso são os outros”, de Valter Hugo Mãe, realizado pela Porto Editora e Miguel Gonçalves Mendes, com diferentes sotaques da língua portuguesa no mundo, abre o módulo O que nos une – ala composta por um painel interativo giratório, que apresenta dados dos países que fazem parte da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa). São eles Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Desembarque reproduz a Linha do Tempo do Museu da Língua Portuguesa com a construção do idioma no Brasil, desde a chegada dos portugueses e o primeiro contato com as línguas indígenas, até os dias de hoje. Como novidade apresentada nessa viagem, ela está atualizada trazendo mais uma década em que relembra o novo acordo ortográfico e destaca novas palavras e expressões que surgiram com a influência da internet e das redes sociais.

Na ala Os trilhos três monitores touchscreen mostram palavras que vieram de outros povos e foram incorporadas ao português brasileiro. Espaço Lusófono, especialmente dedicado aos professores, é composto pelo vídeo “Raiz Lusa”, no qual especialistas falam sobre a construção da língua portuguesa.

O módulo Falares Paulista mostra em uma montagem lúdica um diálogo hipotético e poético entre pessoas com sotaques característicos de 5 cidades paulistas.

Trecho de 12 poemas são projetados e os versos ganham vida em um trabalho gráfico desenvolvido especialmente para a mostra.

Vídeos que compõem o acervo da Grande Galeria do Museu da Língua Portuguesa são apresentados no módulo  O Mundo da Língua. Nele o visitante termina sua viagem assistindo aos vídeos “Culinária” e “Danças”, que mostram a relação entre língua e cultura.

Toda estrutura da exposição é transportada de uma cidade a outra em caminhões, pois a Estação da Língua Portuguesa foi projetada de maneira que possa ser desmontada e novamente aberta ao público em outro município em até sete dias.

Museu em reconstrução  – Em 10 anos de funcionamento, o Museu da Língua Portuguesa recebeu cerca de 4 milhões de visitantes (319 mil destes em ações educativas). Primeiro do mundo totalmente dedicado a um idioma, trouxe ao país um novo conceito museográfico, que alia tecnologia e educação. Com uma narrativa audiovisual e ambientes imersivos, permitiu aos visitantes descobrir novos aspectos do idioma, elemento fundador da cultura do país.

O Museu foi atingido por um incêndio em dezembro de 2015 e atualmente está em reconstrução. A obra está dividida em três etapas: o restauro das fachadas (concluída) e da reconstrução da cobertura do edifício, o restauro dos pátios e torreões (iniciada em setembro de 2017, agora em andamento), a obra do interior do prédio. Por último, terá início a instalação da museografia. A previsão de reabertura é 2019.

O Museu da Língua Portuguesa é uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria da Cultura do Estado, concebido e realizado em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Tem como patrocinador máster a EDP, patrocinadores Grupo Globo e Grupo Itaú e apoio do Governo Federal, por meio da lei federal de incentivo à cultura. O IDBrasil é a organização social responsável pela gestão do Museu.

 

FOTO: Tatuí abre a exposição itinerante Estação da Língua Portuguesa em 2018 no interior de São Paulo.




Expo 'Universo Invisivelmente Invisível' em Tatui até o dia 14

EXPOSIÇÃO “UNIVERSO INVISIVELMENTE VISÍVEL” PODE SER VISTA ATÉ O DIA 14 NO MUSEU

A exposição “Universo Invisivelmente Visível”, que está em cartaz no Museu Histórico “Paulo Setúbal”, equipamento cultural da Secretaria de Esporte, Cultura, Turismo, Lazer e Juventude da Prefeitura de Tatuí, pode ser vista até o dia 14 de janeiro, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.

A exposição surgiu por meio da inquietação de artistas independentes, que se reuniram para trocas de experiências estéticas, filosóficas e poéticas, inspirando-se no conhecimento da tradição artística do passado e do presente com linguagens e atitudes contemporâneas.

O coletivo artístico feminino é formado por Iolanda Cimino, Kazuhe Shizuru, Rita Caruzzo, Sandra Lozano, Sônia Botture e Zilamar Takeda, que se uniram para a realização da pesquisa, realizando o exercício da discussão e a análise conjunta sobre diversos temas que incitam a criação artística interagindo com a sociedade.

O Museu Histórico “Paulo Setúbal” fica na Praça Manoel Guedes, nº 98. Mais informações pelo telefone (15) 3251-4696.

As artistas – Iolanda Cimino – Artista visual, natural de São Paulo, onde vive e trabalha. Começou a desenhar na infância e, na adolescência, foi estudar Artes Plásticas na Escola Panamericana de Artes. Em 2010 licenciou-se em Artes Visuais pela Faculdade Paulista de Artes (FPA). Desenvolveu o dom em retratar com impressionante realismo e policromia as figuras humanas. A visão do figurativo impressionista imprimiu uma forte tendência inicial no seu trabalho, que aos poucos foi se traduzindo num aprimorado POP Art realista que é atualmente sua marca predominante.

Kazuhe Shizuru – Artista plástica, natural de São Paulo onde vive e trabalha. Bacharel em biologia, fotógrafa e poetisa. Participou de várias exposições coletivas nacionais nas cidades de Arceburgo, Campinas, Embu das Artes, Ilha Bela, Jundiaí, Limeira, São Paulo, Piracicaba, Vinhedo, e internacionais nas cidades de Berlin/Alemanha, Braga/Portugal, Cascais/Portugal, New York/Estados Unidos, Paris/França, Quebec/Canadá e Helsink/Finlândia, com fotografias e pinturas. Na literatura obteve classificação e publicação em 12 antologias.

Rita Caruzzo – Nascida e residente em São Paulo, começou a pintar aos 7 anos de idade ao ver que sua paixão eram as cores. Se formou em Artes em 1994. Fez cursos de especialização em História da Arte com a professora Rô Gonçalves, assim como cursos de restauração e técnicas de pintura e escultura com a professora Sara Rosenberg. Sua arte está voltada ao surrealismo, onde a artista mais desenvolve seu talento, acreditando sempre na comunicação através da arte. Nos últimos cinco anos está focada totalmente para especializações, cursos e aulas em seu ateliê. Ministra aulas de pintura para idosos, crianças e pessoas especiais. Participou de várias exposições coletivas e individuais, no Brasil e no exterior, sendo premiada em diversas.

Sandra Lozano – Artista plástica e fotógrafa, nascida em São Paulo, onde vive e trabalha. Formada como assistente social pela Universidade Santo Antônio e psicóloga clínica pela Universidade São Marcos. Fotógrafa profissional com formação pela Escola FOCUS de Fotografia e extensão em fotografia digital pela Prime light Cursos de Fotografia Ltda. Teatro no Instituto Mazaropi e na Oficina de Arte da Universidade São Marcos. Oficinas: História da Arte no SESC; Escultura com Israel Kislansky; Gravura na Galeria Marta Traba no Memorial da América Latina. Realizou várias exposições em salões conceituados, passando por seleção com jurados, ganhadora de prêmios, inclusive medalha de ouro, por dois de seus trabalhos. Participa do grupo de estudo do Atelier do Óleo, com a professora Titina Corso, na linha de intervenção digital sobre fotografia, desenho, estudo de cores e pintura.  Atualmente atua como artista plástica e poeta, com destaque para as intervenções fotográficas.

Sonia Botture – Natural de São Paulo, onde vive e trabalha. Formada pela Universidade Oswaldo Cruz em Química, assim como, em Língua e Literatura Portuguesas na PUC/SP. Durante oito anos, trabalhou nos Laboratórios Wellcome, na área veterinária/vacina aftosa. Lecionou durante 20 anos Língua e Literatura Portuguesa e Brasileira e, posteriormente, ao abandonar o magistério, tornou-se empresária na área de eventos, por oito anos. Em 2005 conheceu a artista plástica Rita Caruzzo, que a incentivou a pintar e voltar à fotografia, sendo, ainda hoje, sua discípula na área das artes plásticas. Incentivou participar de exposições na área de pintura, sendo premiada em algumas. Desde adolescente gostava de fotografar por curiosidade, viagens, família, amigos e natureza. Fotografou algum tempo por hobby e se profissionalizou como fotógrafa. É autodidata e, enquanto fotógrafa, participou de várias exposições pelo Brasil, sendo premiada em quase todas.

Zilamar Takeda – Artista visual, nascida em São Paulo, onde vive e trabalha. Nos últimos anos vem transmitindo no seu trabalho as técnicas da Encáustica MixedMedia e a experiência prática da arte têxtil contemporânea com material orgânico, como pigmentos e tingimentos vegetais.

 

FOTO: Exposição tem entrada franca, de terça-feira a domingo, das 9h às 17h.